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"ansiar" poems
Ansiar por ti no nosso doce leito, Lúgubres as noites de cansaço, Amar-te do fundo do peito, Vivo no teu regaço. Teu calor que tua doença cura, Sentimento puro e forte, Amar-te com meiguices e ternura, Enlace da nossa sorte. O barco sem velas nos conduz, Carrocéis que rodeais  o ermo. Amar-te com palavras feitas de luz, Por ti estou enfermo. Juntar ao teu meu coração, Sofrer com excelsa mágoa, Amar-te com gratidão, Minha musa bem amada. Victor Marques
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Jul 7, 2010
Jul 7, 2010 at 4:11 AM UTC
AMAR-TE
Ansiar por ti no nosso doce leito, Noites de prazer e cansaço, Ter junto ao peito, Vivo em teu regaço. Calar doença sem cura, Sentimento sem norte, Sensibilidade e ternura, Tolerante e com sorte. O barco te conduz, Os cedros no ermo, Palavras com raios de luz, Por ti estou enfermo. Teu nobre coração, Claro como a água, Dar-te minha mão, Terra e enxada. Vic Alex
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Apr 19, 2010
Apr 19, 2010 at 3:36 AM UTC
Amar-te
Escrevo sobre mim e digo-me criança nos versos. Olho-me ao espelho e não sei que idade me dar. Meu Deus, sou tão nova! Tão cheia de infantilidade nas minhas ações, tão Cheia de juvenilidade nos meus desejos. Quero saber para sempre amar com uma adolescente E talvez isso não seja bom. Romântica incurável Como digo que sou, deveria ansiar por um amor Maduro. Mas não. Quero amar inconscientemente. Quero Amar com o calor da pele aquecida pelo sol, com A frescura que a pele sente quando se aventura ao mar. Quero amar sem ter que pensar Muito sobre o amor. Porque, como os versos sinceros, A fluência do amor deve ser Impulsionada apenas por si.
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Nov 26, 2021
Nov 26, 2021 at 10:08 AM UTC
versos de criança 22/05/2020
Cansei de literatura fraca e coração mais fraco ainda. Cansei de jogo escondido e dedo quebrado pra estalar a boca. Cansei de sentir e esperar deixar. Cansei da risada que vem de longe, cheia de graça daquilo que pra mim é tão amargo. Cansei da úlcera de ansiar por todos os motivos errados. Cansei dos cortes e do sangue na coberta amanhecida pelos sonhos ruins. Cansei dos olhares e palavras soltas nas diagonais que são sempre pra você. Cansei de ouvir as músicas das coisas que eu sentia. Cansei dos poemas que são mesmo, pra todo mundo. Poesia é pra todo mundo. Cansei. Poesia não é pra todo mundo. Nem eu.
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Sep 7, 2012
Sep 7, 2012 at 4:56 PM UTC
Asma
Bebe os segredos proibídos dos meus lábios Como se de uma confissão se tratasse Arruína-me esta vontade inquieta Destrói-me este desejo de ser livre E concretiza a vontade de pertencer Perdoa-me qualquer avanço suave e brusco Não tenciono deixar-te ir no sentido contrário Sorri cada vez que este vermelho surge no meu rosto É a consequência deste sentimento que me provocas Tu fazes para me relembrar quão bom é ter-te aqui Porque apesar de os sonhos que me inquetam durante a noite Serem os mais puros desejos concretizados fantasiosamente Não passam disso, fantasias inconcretizadas Há espera de serem materializadas Exigo levemente mas afintadamente que não partirás sem mim Ajuda esta mente inquieta a suavizar estes incontrolos Completamente ansiosos cansados de ansiar por mais Incontrolos inteiramente controlados pelo consciente Com o inconsciente gritando para se descontrolarem
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Jun 19, 2014
Jun 19, 2014 at 9:09 AM UTC
Inconsciências conscientes
assim nomearam essa distância esse ansiar essa releitura do paradoxo de Zenão encontrar, sem procurar e perder por não conhecer o que se achou Se não existe amor em SP Viver na cidade grande É sobreviver cercado; É padecer de solidão.
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Jul 1, 2015
Jul 1, 2015 at 6:11 PM UTC
Platônico
En el agua la estrella se refleja Como una lentejuela de oro vivo, O un lunar imprevisto en el motivo Gris y redondo de la charca añeja. Admiradas, absortas en la duda De qué será lo que en el pozo brilla, Las ranas están quietas a la orilla En una adoración paciente y muda. Y el pastor loco que con astros sueña Hunde en el agua la imprudente mano. Quiere sacar la estrella del pantano Y en la imposible salvación se empeña. ¡Cloc, cloc!-gimen las ranas desoladas. Roto el reflejo, desgarrado el astro, Ya no queda en la charca sino un rastro De hebras de luz sutiles y doradas. Y yo, que asisto a la lección y llevo En mi charca interior la dulce estrella De una ilusión que se retrata en ella, A ansiar la realidad ya no me atrevo. Y como hipnotizada por el loco Afán de no ver roto mi tesoro, Hago guardia tenaz al astro de oro, Lo miro fijo, pero no lo toco.
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La estrella