Hello Poetry
Submit your work and get some sparkles! Create free account
"trazem" poems
O tempo é escasso e o espaço, amplo. O prazo é laço e engancha o pampo**. o BERRO é surdo sem algum alcance pra que o ouvido mudo do Universo dance. Galanteiam nebulosas em destino infante e trazem, ao eterno, singular instante. Cada transição traçada a que avance é passo dado em falso a fortuito lance. Aferir feridas de um pleno plano levará o homem a estado insano: a narcose de saber um objeto nulo. Na movimentação estática do engano, toda teoria traz na cura um dano entoado na garganta que, portanto, engulo. * bestia cupidissima rerum novarum  - animal ansiosíssimo por coisas novas. **Pampo - rebento tardio de cana de açucar: pampos de cana caiana (Dicionário UNESP do Português contemporâneo)
0
Sep 8, 2010
Sep 8, 2010 at 5:05 AM UTC
bestia cupidissima
Com o teu coro que aqui está, passo a ser preenchido por sombras circunstanciais. Elas me trazem a memória do renascer e bem claramente posso sentir o ardor do consolo com que me levam às lembranças do meu verdadeiro ser. Transmitindo uma serenidade que se funde aos sons que as acompanham, em um baile de caos e ódio, buscam me recordar do que está próximo: Do deleite profundo em sonho, minha experiência egocêntrica, à minha expansão como universo; um universo em que eu sou a desordem e o âmago. Constituído completamente de memórias e sentimentos; sentimentos de uma beleza imprópria; de morte e de cor, de vida e dor.
0
Jul 3, 2013
Jul 3, 2013 at 8:02 PM UTC
O caos como o belo criar
Cada vez mais me cansa existir Bate-se-me em ânsia o coração Todo o café não me livra do cansaço Que trazem as noites sem dormir Por sonhos temorosos atormentada. Sinto nos olhos o pesar da vida Que penso demais para poder viver. Sinto da alma um distanciar imenso Cada vez mais incerta do que é ser. Pudesse eu saber os murmúrios do destino O que me guarda o fado, o porquê Da demora do sossego fugido. Pudesse eu não tanto pensar Ouvir cantar as musas (onde estão?) Fazer deste corpo um lar.
0
Jan 19, 2017
Jan 19, 2017 at 6:12 AM UTC
10-01-2017
oh! taças, na memória, vividas. oh! taças de vinho tão cheias. oh! castas lembranças erguidas em tabernas de gente tão cheias... oh! castas antigas... de porte. oh! castas lembranças vividas. oh! taças cheias de morte tão tristes me foram em vida. oh! turbulentas lembranças que me trazem essas taças em tristes desesperanças. mas oh! taças erguidas em vão erguidas à vida tão cheias tão cheias de solidão.
0
Sep 10, 2015
Sep 10, 2015 at 5:28 AM UTC
À noite na taberna