"risco" poems
suas palavras me dão espasmos
o jeito que você canta feito um gatinho miando
seus olhos me cercando por todos os lados
sua voz suave me cortando me roubando o oxigênio
atingindo-me no meio do peito feito uma lança
que me atravessa e me faz sangrar e só parar ate conseguir ouvir de novo
sua voz de abandono tão doce tão suave que me faz querer vomitar
que contrai todos os poros do meu corpo e por um segundo para todos os meus órgãos e me seca e sufoca e aperta e queima feito ácido por dentro
e seu corpo tão suave e tão belo e tão angelical tão ingênuo e me faz
querer te usar te corromper é como garras rasgando minha pele como álcool no meu sangue que arrepia cada pelo do meu corpo e me faz te querer mais e mais
toda manhã em que eu acordo sem seu sorriso de quem pede carinho e pede amor mas eu não posso te dar amor por que você é diferente você é especial você está tão distante de correr esse risco, mas eu te quero, eu te quero.
Apr 21, 2014
Apr 21, 2014 at 12:19 AM UTC
do teu corpo
saem palavras
pensamentos profanos
da simplicidade do teu traço
saem rabiscos
desenhos fotográficos
com a tua alma de grafite
esmagas vidas
no cadafalso da praça
crias personagens
cenários teatrais
vives
sobrevives
entre a criação
e a morte
e em cada risco ensaiado
definhas em pó amargurado
Sep 11, 2015
Sep 11, 2015 at 6:10 AM UTC
O unico risco é que você pode ficar louco
go insane
não temos tempo a perder
a juventude irá passar
e com ela se vai nossa aventura
então, se continuar assim
o unico risco é que você pode ficar louco
e ser um jovem louco para sempre
não ligando pra rótulos
apenas numa felicidade constante
going insane.
Jan 28, 2015
Jan 28, 2015 at 9:21 PM UTC
Después de tres combates iba en derrota. El día
Brillaba en «Macaregua», como una llamarada,
Y contra pedrejones, en la árida hondonada,
El Chicamocha en blancas espumas se rompía,
Guanentá con los guanes el peñascal subía,
Haciendo rodar piedras, la ira en la mirada;
Galiano y sus soldados siguieron la jornada
Por entre los barrancos de la agria serranía.
Ante los arcabuces su fila deshecha,
Subió el Cacique a un risco bañado en resplandores,
Y cuando ya en su aljaba faltó la última flecha.
Su airón de rojas plumas despedazó bravío,
El arco de macana lanzó a los invasores,
Y de un salto, sobre ellos, precipitose al río.
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A efêmera existência
No tênue fio entre a vida e a morte
Busca a razão na essência
Chega ao fim sem entender a sorte
A mais simples dúvida
No mais complexo ser
Se ainda resta muita vida
O que temos que escolher?
Se é tão fácil resistir
Onde estão os que sobraram?
Se todas as portas vão se abrir
Quantas já se fecharam?
Mas viver é tão bonito
Que não há quem resista
Mesmo encarando o risco
Mesmo quando não há terra à vista
Oct 26, 2019
Oct 26, 2019 at 5:07 PM UTC
De «El Pienta» al «Suárez» y hasta la alta sierra
Rebelde levantó puño de acero.
Dejó la azada y se trocó en guerrero;
Y cuando ceden todos, clama guerra.
Contra asechanzas e imposibles cierra,
El aire su pendón de «Comunero»,
Y se alza ante la muerte, rudo y fiero,
Cual risco erial de su nativa tierra.
Y al lanzarlo el verdugo en el vacío,
De lo alto de la horca, maniatado,
La faz adulta y el mirar sombrío,
Al salto se apresura, y más lo ahoga
La ira ante el intento fracasado
Que el nudo corredizo de la soga.
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