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"queridos" poems
Amigos queridos, sem faces e sem nomes. Retiradas foram suas vísceras, logo antes de seus corpos imergirem em um exacerbadamente denso volume de sangue grotesca e plenamente apreciado pelos algozes responsáveis, certos irreconhecíveis demônios. Vieram dos *** os tais tiranos, visíveis, mas imateriais, enquanto esperávamos inconscientes e inevitavelmente despreparados para uma luta justa. Sobre os indiferentes, distantes, mas ainda amigáveis e queridos companheiros, ainda recordo de alguma ordem: O primeiro não sentiu dor alguma, bem como nada viu ou percebeu; fora partido ao meio. O segundo, já desesperado e afogando-se em lagrimas, tornou-se borrão de um vermelho pesado, grosso e brutal; Dos outros, três ou quatro, somente tenho em mente os gemidos inexprimíveis; uma junção entre suspiros e soluços de uma morte nada convidativa e próxima. Foram todos rostos sem faces perdidos na espera do desconhecido fatalmente promulgado pelas minhas ânsias. O ultimo vivo me induziu à única ação possível: pude cair meus quinhentos intermináveis metros; deslizando, enquanto tentava me segurar, por um material recoberto de farpas que transpassavam minhas mãos, as quais sangravam em direção a um mar, sombrio e obscuro; me afundei irremediavelmente em minhas próprias aflições.
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May 22, 2013
May 22, 2013 at 8:21 PM UTC
Sonhos que se foram; pensamentos que eu não sei
Explicar a minha descendência Deitei-me na cama e não consegui encontrar amor para me amar ou até me confortar e dar guarida.    Não preciso de ter a luz acesa para entender a minha descendência.  O Pelourinho centenário que venera  minha casa é um privilégio celeste que Reis terrenos gostariam de ter e poder contemplar....       Nossos antepassados deixarem um pouco deles que perdura para sempre em nossos corações enquanto seres humanos aptos para sobreviver.         As pessoas estabelecem nesta vida laços que seriam impossíveis senão acreditassem que por qualquer razão iriam ser lembrados depois da sua morte. A este pensamento  de lembrar quem docemente amou eu chamo imortalidade.  A minha definição de imortalidade é diferente de todas as outras. A imortalidade depende duma descendência adequada que se manifesta no amor eterno por quem por amor nos deu a conhecer tantas vezes  coisas que pareciam imagens distorcidas de uma realidade que parecia não ser adequada aos nossos antepassados.       Nem sempre todos os seres humanos conseguem perceber a sua genialidade , nem sequer a sua disponibilidade para completar percursos iniciados por seus entes queridos. Ou melhor ainda,  seus descendentes,  seus antepassados....!       Eu vou receber sempre na minha memória,  esses ensinamentos que um dia alguém me ofereceu. Que coisa bonita , que encanto,  que vontade sublime estes meus antepassados tiveram em me fazer acreditar que eu fazia parte de uma geração nobre .   Victor Marques
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Feb 24, 2014
Feb 24, 2014 at 10:50 AM UTC
Explicar a minha descendência
Explicar a minha descendência Deitei-me na cama e não consegui encontrar amor para me amar ou até me confortar e dar guarida.    Não preciso de ter a luz acesa para entender a minha descendência.  O Pelourinho centenário que venera  minha casa é um privilégio celeste que Reis terrenos gostariam de ter e poder contemplar....       Nossos antepassados deixarem um pouco deles que perdura para sempre em nossos corações enquanto seres humanos aptos para sobreviver.         As pessoas estabelecem nesta vida laços que seriam impossíveis senão acreditassem que por qualquer razão iriam ser lembrados depois da sua morte. A este pensamento  de lembrar quem docemente amou eu chamo imortalidade.  A minha definição de imortalidade é diferente de todas as outras. A imortalidade depende duma descendência adequada que se manifesta no amor eterno por quem por amor nos deu a conhecer tantas vezes  coisas que pareciam imagens distorcidas de uma realidade que parecia não ser adequada aos nossos antepassados.       Nem sempre todos os seres humanos conseguem perceber a sua genialidade , nem sequer a sua disponibilidade para completar percursos iniciados por seus entes queridos. Ou melhor ainda,  seus descendentes,  seus antepassados....!       Eu vou receber sempre na minha memória,  esses ensinamentos que um dia alguém me ofereceu. Que coisa bonita , que encanto,  que vontade sublime estes meus antepassados tiveram em me fazer acreditar que eu fazia parte de uma geração nobre .   Victor Marques
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Caminaba este mundo ausente y perdido No me capturaba los versos de los románticos y los queridos Las sonrisas me escapaban porque nunca fueron míos Algo me hacia falta en la casa del cariño Tu sonrisas, tu mirada, tu forma de ser, lleno esta casa que por muchas lunas fue vació Ahorra me sonrió con los románticos y platico con los queridos Y las sonrisas no me escapan porque tu ya eres mía.
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Aug 6, 2013
Aug 6, 2013 at 10:37 AM UTC
Papel Amarillo
Me desespera ser tan yo no se si es porque tengo el periodo pero ya no me soporto estoy harta de como soy y no lo puedo cambiar por mas que intente y siempre me trae problemas y mi inseguridad y mi inmadurez y mi falta de capacidad y mi forma de dejar que cualquier cosa me haga mierda soy una pendeja estoy hasta la madre de todo y no lo puedo cambiar quisiera poder desaparecer a un lugar tranquilo un bosque y tomar muchas fotos y quedarme dormida pero a la vez quisiera ser mas madura no ser como yo a veces quisiera ser otra persona mas segura mas madura con experiencia como cuando llegamos a playa era super segura mas madura valoraba todo quisiera poder levantarme el animo yo sola, no necesitar de nadie quisiera dejar de tener problemas hormonales quisiera dejar de estar tan pinche loca ser menos desesperada pero para eso tendría que ser otra persona porque yo ya intenté cambiar y no se puede entonces me doy cuenta de que preferiria morirme pero no puedo y mi hermana? y tu? y todos mis seres queridos? y la gente que me quiere ? y mi talento ? entonces siento que nada tiene solución y quiero explotar y quiero llorar y ser otra persona y ser yo y vivir y morir.
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May 19, 2016
May 19, 2016 at 9:17 PM UTC
Quisiera
Quando me levantei agradeci ao Criador, o bom Deus imparcial e infinitamente misericordioso por ter a oportunidade de poder ver a beleza da aurora, e através dele santificar a palavra amor... Agradecer da forma mais pura e imaculada a vida e o privilégio de podermos sentir este ar puro .Nossa Senhora da Penha um dia quis aqui estar e permanecer no meio de rochas que parecem feitas para Ela ao mundo a natureza consagrar. Quando a nossa sensibilidade de alma nos faz sonhar e viver com a esperanca de um dia ressuscitar a nossa passgem nesta vida e mais serena e harmoniosa. Tive um desejo enorme de Pedir amor hoje nao so para a Victoria e para o Simao, mas para todos nos! Porque Deus e amor, vida comunhão . Quando penso em Deus, vivo mais feliz e a grandeza de suas obras se manifesta encacaradamente nas entranhas, sempre entranhas de meu humilde ser. Quando penso em Deus penso mais em vos, nos nossos entes queridos que partiram e que la no paraiso pintam as mais telas para agradecer ao seu Rei e Senhor. Quando penso em Deus penso nesta sagrada uniao. Que a Igreja seja testemunha e que Nossa Senhora os Cubra com o verniz prateado do seu manto , das suas rosas brancas e da nobreza do seu coração. Muito obrigado. Victor Marques
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Jul 18, 2016
Jul 18, 2016 at 5:49 AM UTC
Uma Uniao muito especial.....
Amar a vida primeiro Gratidão para o resto do dia, dando sorrisos para irem muito longe. As coisas estão serenas tais como os rios Douro e Tua que esperam pacientemente todas as águas que se deleitam em correr desenfreadamente para seus leitos. Vinhas com folhas que caem coloridas e se assemelham a um horizonte de ouro luzidio. Os pecadores sem sinos para tocar os remorsos dos seus pecados mais graves. A consciência humana dignifica e purifica ao mesmo tempo tantos seres que com pequenos delitos caminham livremente. Portas e janelas abertas logo de amanhã para espreitarem a biblioteca do universo. Amando cada ser humano em excesso, cada folhinha que tem medo de estar ligada. Folhas com o medo de estar no ar. A vida nem sempre é justa para leõezinhos que na selva com cabras e cordeiros confraternizam no paraíso de um Deus infinito e imparcial. Amar a vida meus queridos amigos porque não se pode amar ninguém senão amarmos a vida primeiro. . Victor Marques
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Nov 17, 2014
Nov 17, 2014 at 2:10 PM UTC
Amar a vida primeiro
S.Mamede O fogo acesso não te queimava, Aprendeste que Deus a todos amava. Viveste com romanos e plebeus, Nasceste pelo amor de Deus. Amaste a Deus de um modo sereno, Estive com o imperador Aureliano. Nosso Santo S. Mamede, Perdão a Deus por nós Ele pede. Deus falou-te ao coração, E te veneramos desde então. Viveste com os pobres e teus queridos animais, Nem tiveste o carinho de teus verdadeiros pais. Santo de qualquer aldeia, S.Mamede de Cesareia, Santo bendito e excelso, Rosmaninho e feto.
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Nov 15, 2012
Nov 15, 2012 at 1:53 PM UTC
S.Mamede
empezó a llover vacas y en vista de la situación reinante en el país los estudiantes de agronomía sembraron desconcierto los profesores de ingeniería proclamaron su virginidad los bedeles de filosofía aceitaron las grampas de la razón intelectual los maestros de matemáticas verificaron llorando el dos más dos los alumnos de lenguaje inventaron buenas malas palabras esto ocurrió al mismo tiempo un oleaje de nostalgia invadía las camas del país y las parejas entre sí se miraban como desconocidos y el crepúsculo era servido en el almuerzo por padres y madres y el dolor o la pena iba vistiendo lentamente a los chiquitines y a unos se les caía el pecho y la espalda a otros y nada a los demás y a Dios lo encontraron muerto varias veces y los viejos volaban por el aire agarrados a sus testículos resecos y las viejas lanzaban exclamaciones y sentían puntadas en la memoria o el olvido según y varios perros asentían y brindaban con armenio coñac y a un hombre lo encontraron muerto varias veces junto a un viernes de carnaval arrancado del carnaval bajo una invasión de insultos otoñales o sobre elefantes azules parados en la mejilla de Mr. Hollow o alrededor de alondras en dulce desafío vocal con el verano encontraron muerto a ese hombre con las manos abiertamente grises y las caderas desordenadas por los sucesos de Chicago un resto de viento en la garganta 25 centavos de dólar en el bolsillo y su águila quieta con las plumas mojadas por la lluvia infernal ¡ah queridos! ¡esa lluvia llovió años y años sobre el pavimento de Hereby Street sin borrar la más mínima huella de lo acontecido! ¡sin mojar ninguna de las humillaciones ni uno solo de los miedos de ese hombre con las caderas revueltas tiradas en la calle tarde para que sus terrores puedan mezclarse con el agua y pudrirse y terminar! así murió parsifal hoolig cerró los ojos silenciosos conservó la costumbre de no protestar fue un difunto valiente y aunque no tuvo necrológica en el New York Times ni el Chicago Tribune se ocupó de él no se quejó cuando lo recogieron en un camión del servicio municipal a él y a su aspecto melancólico y si alguno supone que esto es triste si alguno va a pararse a decir que esto es triste sepa que esto es exactamente lo que pasó que ninguna otra cosa pasó sino esto bajo este cielo o bóveda celeste
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Lamento por la muerte de parsifal hoolig
empezó a llover vacas y en vista de la situación reinante en el país los estudiantes de agronomía sembraron desconcierto los profesores de ingeniería proclamaron su virginidad los bedeles de filosofía aceitaron las grampas de la razón intelectual los maestros de matemáticas verificaron llorando el dos más dos los alumnos de lenguaje inventaron buenas malas palabras esto ocurrió al mismo tiempo un oleaje de nostalgia invadía las camas del país y las parejas entre sí se miraban como desconocidos y el crepúsculo era servido en el almuerzo por padres y madres y el dolor o la pena iba vistiendo lentamente a los chiquitines y a unos se les caía el pecho y la espalda a otros y nada a los demás y a Dios lo encontraron muerto varias veces y los viejos volaban por el aire agarrados a sus testículos resecos y las viejas lanzaban exclamaciones y sentían puntadas en la memoria o el olvido según y varios perros asentían y brindaban con armenio coñac y a un hombre lo encontraron muerto varias veces junto a un viernes de carnaval arrancado del carnaval bajo una invasión de insultos otoñales o sobre elefantes azules parados en la mejilla de Mr. Hollow o alrededor de alondras en dulce desafío vocal con el verano encontraron muerto a ese hombre con las manos abiertamente grises y las caderas desordenadas por los sucesos de Chicago un resto de viento en la garganta 25 centavos de dólar en el bolsillo y su águila quieta con las plumas mojadas por la lluvia infernal ¡ah queridos! ¡esa lluvia llovió años y años sobre el pavimento de Hereby Street sin borrar la más mínima huella de lo acontecido! ¡sin mojar ninguna de las humillaciones ni uno solo de los miedos de ese hombre con las caderas revueltas tiradas en la calle tarde para que sus terrores puedan mezclarse con el agua y pudrirse y terminar! así murió parsifal hoolig cerró los ojos silenciosos conservó la costumbre de no protestar fue un difunto valiente y aunque no tuvo necrológica en el New York Times ni el Chicago Tribune se ocupó de él no se quejó cuando lo recogieron en un camión del servicio municipal a él y a su aspecto melancólico y si alguno supone que esto es triste si alguno va a pararse a decir que esto es triste sepa que esto es exactamente lo que pasó que ninguna otra cosa pasó sino esto bajo este cielo o bóveda celeste
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Breathing, am I still here? Why?! Maldecir! I survived! I should be gone. Claro esta! Mi papa, mi mama, lo siento.. Your son is a pendejo. I am useless. I am weak. The cenizas and smoke surrounding our home, Mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa. Mis seres queridos, I am repenting. Algun dia sere el platonico de alguien. Your niño will be a man. I shall fight hasta el final!
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May 18, 2013
May 18, 2013 at 9:01 PM UTC
Sigo viva
Nunca debí dejaros dispersar a los vientos, discípulos queridos que me brindó el azar. Yo debí cada curso separar unos cuantos, llevarlos de la mano y atarlos en un haz. Cada año regalome cuatro o cinco cabezas en que estaba la estrella dando destellos ya. Frontales que avanzaban como otras tantas proas, manojos de cabellos arados hacia atrás. Estaba en vuestros ojos, indolente, el ensueño, el verso entre los labios de juvenil coral; aún más que los promedios y las lecciones diarias, al lado del pupitre gustábais recitar. Estéis en donde estéis mi pensamiento os sigue, mi memoria, agua fresca, es de ello capaz, ora tornéis al fondo de vuestras heredades o baile en vuestras sienes la borla doctoral. Ya sé que nada puede la vida rencorosa, que lo que ha de brillar por fuerza ha de brillar, el tallo tembloroso surgir sobre las hierbas, la copa redondearse, los pájaros llegar. Pero yo debí uniros a todos en mi pecho, daros una bandera, cambiar una señal, y, hechos una cuña de rosas y diamantes, hender las multitudes negras de la ciudad.
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Palabras a mis alumnos
Innecesario, viéndome en los espejos, con un gusto a semanas, a biógrafos, a papeles, arranco de mi corazón al capitán del infierno, establezco cláusulas indefinidamente tristes. Vago de un punto a otro, absorbo ilusiones, converso con los sastres en sus nidos: ellos, a menudo, con voz fatal y fría, cantan y hacen huir los maleficios. Hay un país extenso en el cielo con las supersticiosas alfombras del arco-iris y con vegetaciones vesperales: hacia allí me dirijo, no sin cierta fatiga, pisando una tierra removida de sepulcros un tanto frescos, yo sueño entre esas plantas de legumbre confusa. Paso entre documentos disfrutados, entre orígenes, vestido como un ser original y abatido: amo la miel gastada del respeto, el dulce catecismo entre cuyas hojas duermen violetas envejecidas, desvanecidas, y las escobas, conmovedoras de auxilio, en su apariencia hay, sin duda, pesadumbre y certeza. Yo destruyo la rosa que silba y la ansiedad raptora: yo rompo extremos queridos: y aún mas, aguardo el tiempo uniforme, sin medida: un sabor que tengo en el alma me deprime. Qué día ha sobrevenido! Qué espesa luz de leche, compacta, digital, me favorece! He oído relinchar su rojo caballo desnudo, sin herraduras y radiante. Atravieso con él sobre las iglesias, galopo los cuarteles desiertos de soldados y un ejército impuro me persigue. Sus ojos de eucaliptus roban sombra, su cuerpo de campana galopa y golpea. Yo necesito un relámpago de fulgor persistente, un deudo festival que asuma mis herencias.
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Caballo de los sueños
Innecesario, viéndome en los espejos, con un gusto a semanas, a biógrafos, a papeles, arranco de mi corazón al capitán del infierno, establezco cláusulas indefinidamente tristes. Vago de un punto a otro, absorbo ilusiones, converso con los sastres en sus nidos: ellos, a menudo, con voz fatal y fría, cantan y hacen huir los maleficios. Hay un país extenso en el cielo con las supersticiosas alfombras del arco-iris y con vegetaciones vesperales: hacia allí me dirijo, no sin cierta fatiga, pisando una tierra removida de sepulcros un tanto frescos, yo sueño entre esas plantas de legumbre confusa. Paso entre documentos disfrutados, entre orígenes, vestido como un ser original y abatido: amo la miel gastada del respeto, el dulce catecismo entre cuyas hojas duermen violetas envejecidas, desvanecidas, y las escobas, conmovedoras de auxilio, en su apariencia hay, sin duda, pesadumbre y certeza. Yo destruyo la rosa que silba y la ansiedad raptora: yo rompo extremos queridos: y aún mas, aguardo el tiempo uniforme, sin medida: un sabor que tengo en el alma me deprime. Qué día ha sobrevenido! Qué espesa luz de leche, compacta, digital, me favorece! He oído relinchar su rojo caballo desnudo, sin herraduras y radiante. Atravieso con él sobre las iglesias, galopo los cuarteles desiertos de soldados y un ejército impuro me persigue. Sus ojos de eucaliptus roban sombra, su cuerpo de campana galopa y golpea. Yo necesito un relámpago de fulgor persistente, un deudo festival que asuma mis herencias.
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Feliz día de San Valentín, amigos y amigas Es el día de cuidarnos unos a otros Y donde debemos tomarnos de la mano La amistad importa, el amor importa La familia importa, los modales importan Y las flores también importan, hermanos y hermanas No te enojes demasiado Porque el cielo no es azul Disfrutemos del rocío de la mañana No estés demasiado triste Disfrutemos del clima frío y soleado Hay nieve aquí y allá, pero a la vuelta de la esquina Es primavera con aire fresco y un ramo de flores La amistad importa, el amor importa Hay chispas de fuego de amor en el aire Disfrutemos de la temporada de amor, paz y cuidado Es hora de caminar felices de la mano Juntos caminaremos, juntos nos levantaremos. P.D. Traducción de “Joyous Saint Valentine’s Day” de Hébert Logerie. Este poema está dedicado a todos los enamorados del mundo. Copyright © enero de 2025, Hébert Logerie, Todos los derechos reservados. Hébert Logerie es autor de varias colecciones de poemas.
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Jan 26, 2025
Jan 26, 2025 at 6:29 PM UTC
Feliz Día De San Valentín Queridos Amigos
Não nós lembramos de vidas anteriores, Sem espírito não somos sonhadores. O espírito é um elo efetivo, Transcendente e com motivo. Quando o amor de alma é louvável, Vivemos de uma forma inexplicável. Preciso de tempo para o mundo algo me dar, Alma minha que sente arrepio no olhar. Para mim tudo é clarificado, Alma minha do presente, do passado. Outras almas comigo querem comunicar, E a saudade de meus entes queridos aliviar. Almas com interesses e mesmos ideais, Queridas por nós e nossos pais. Parecem tudo perceber e nunca ter lar, E noutra dimensão se aperfeiçoar. Cordões energéticos às vezes rompidos, Eternamente ligados aos sonhos vividos. Encerrar ciclos que a alma quer desconetar, Para ser feliz e continuar a caminhar. As boas almas deixam saudade permanente, Mantendo nos juntos para todo o sempre. A alma é misteriosa e isso devemos aceitar, Para de  novo viver e aprender a amar. Victor Marques
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Jun 22, 2022
Jun 22, 2022 at 5:13 PM UTC
Alma minha do presente e do passado
Feliz festa de São Valentim, queridos amigos É dia de cuidar uns dos outros E onde devemos dar as mãos A amizade importa, o amor importa A familia importa, as boas maneiras são importantes E as flores também importam, irmãos e irmãs Não fique muito zangado Porque o céu não é azul Vamos aproveitar o orvalho da manhã Não fique tão triste Vamos aproveitar o tempo frio e soalheiro Há neve aqui e ali, mas mesmo ali ao virar da esquina É primavera com ar fresco e um ramo de flores A amizade importa, o amor importa Há faíscas de fogo de amor no ar Vamos aproveitar a época de amor, paz e cuidado É tempo de caminhar felizes de mãos dadas Juntos caminharemos, juntos nos ergueremos. P.S. Tradução de “Joyous St. Valentine’s Day” de Hébert Logerie. P.S. Este poema é dedicado a todos os amantes do mundo. Copyright © Janeiro 2025, Hébert Logerie, Todos os direitos reservados. Hébert Logerie é autor de várias coletâneas de poemas.
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Jan 26, 2025
Jan 26, 2025 at 10:03 PM UTC
Feliz Dia Dos Namorados Amigos
brillante y opaca se que no debo de comer me la vaca compassion y indecision quiero mis queridos amigos con mucho amor y pacion
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Aug 22, 2014
Aug 22, 2014 at 6:44 PM UTC
mi vida
A truck picked them up near the Mexican border And drove across Texas in blistering heat. A hundred or more were crammed together With nothing to drink and nothing to eat. The big rig rolled down the Texas highway Heading for San Antonio, they say. Smugglers would pick up their "cargo" there, And SUVs would cart them away. The temperature inside the tractor- Trailer was over 100 degrees. The door of the trailer was locked from the outside. The driver ignored the passengers' pleas. Chorus: Farewell, dear friends--queridos amigos. Were you a father, a brother, a son? Whatever your motivations, you All were victims in more ways than one. When authorities found the vehicle And opened the door and looked inside, Eight of the passengers remaining In the tractor-trailer had died. Two more victims died in the hospital. Others remained in a critical state. Dehydration and heatstroke had been Cruel agents of their sad fate. Desperate to find better conditions, They learned that success is not guaranteed. Hopes can be dashed and life can be threatened When you're a victim of smugglers' greed. Chorus: Farewell, dear friends--queridos amigos. Were you a father, a brother, a son? Whatever your motivations, you All were victims in more ways than one. (7-25-17) By Bob B
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Jul 25, 2017
Jul 25, 2017 at 8:46 AM UTC
Tragedy in San Antonio (Tragedia en San Antonio)
Penso nas giestas floridas que sempre olhei, Amarelas, pueris e sempre brancas, Olhava para elas e eram tantas, Saudades que para elas eu deixei. Penedos que eu trepava com ousadia, Sobreiros que eu subia, Ribeiros onde eu nadava ingénuo, Sem pudor ou amor feito engano. Caminhadas com rebanhos que não crias, Sentimentos que não sentias, Turbilhões de ideias que teu ser comprometia, Vivendo na esperança de ter o que não podia. Saltava as fogueiras nas noites de luar, Nas festas de Santo António gostava de dançar, Colhia flores com mãos inocentes, Recebia tudo como belos presentes, Dormia com sonhos nunca vividos, Acordava com meus entes queridos. Pensava eu que viver era ousadia, Não percebia a tristeza e alegria. Fui criado num ambiente sagrado, Vivia sem sombra de pecado. Era terno, amigo, simples com amor, Se pudesse escolher o nome seria flor. Victor Marques
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Jun 9, 2022
Jun 9, 2022 at 2:14 PM UTC
Lembranças
Sin ternuras, que entre nosotros sin ternuras nos entendemos. Sin hablarnos, que las palabras nos desaroman el secreto. ¡Tantas cosas nos hemos dicho cuando no era posible vernos! ¡Tantas cosas vulgares, tantas cosas prosaicas, tantos ecos desvanecidos en los años, en la oscura entraña del tiempo! Son esas fábulas lejanas en las que ahora no creemos. Es octubre. Anochece. Un banco solitario. Desde él te veo eternamente joven, mientras nosotros nos vamos muriendo. Mil novecientos treinta y ocho. La Magdalena. Soles. Sueños. Mil novecientos treinta y nueve, ¡comenzar a vivir de nuevo! Y luego ya toda la vida. Y los años que no veremos. Y esta gente que va a sus casas, a sus trabajos, a sus sueños. Y amigos nuestros muy queridos, que no entrarán en el invierno. Y todo ahogándonos, borrándonos. Y todo hiriéndonos, rompiéndonos. Así te he visto: sin ternuras, que sin ellas nos entendemos. Pensando en ti como no eres, como tan solo yo te veo. Intermedio prosaico para soñar una tarde de invierno.
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Paseo
¡Imposible olvidarte, de la infancia querida, y los primeros sueños, dulce y quieta morada! ¡Casa de nuestros padres, siempre fuiste en la vida La de mayor encanto... siempre la más amada! Aquí el papel que cubre la alcoba silenciosa, El papel desteñido donde al caer el día Las guirnaldas contábamos, guirnaldas color rosa, Con ojos impregnados de honda melancolía. Allá, en la Nochebuena, con ánimo impaciente, El zapato poníamos, junto a aquella ventana. ¡Cuántos dulces recuerdos despierta en nuestra mente, Recuerdos familiares, el son de una campana! Allá donde la tarde vierte su luz escasa, Dio los primeros pasos la adorada hermanita; en todos los rincones y cuartos de la casa viven gratas memorias de dulzura infinita. Se encuentra como entonces el hogar. Solamente se mira en los espejos una tristeza ignota, Por haber recogido mustia la faz doliente De abuelas melancólicas en una edad remota. Todo está como entonces en somnolienta calma, y en la luz que la noche vecina ha amortiguado Parece que el encanto se eterniza en el alma del hogar venturoso que el tiempo no ha cambiado. Sillones de otros tiempos en donde las abuelas nos acostaban siempre cansados y dormidos; sillones ya pasados de moda, con sus telas marchitas y sus viejos bordados desteñidos; Muebles que siempre guardan el puesto acostumbrado En salones y alcobas; conocidos rumores; Jardín con nuestras huellas; viñedo y emparrado; Santa casa paterna, casa de mis mayores; ¡Quién podría olvidaros, sombras de tiempos idos, hogar en donde vive nuestra alma prisionera, sobre todo, si tantos ataúdes queridos Hemos visto, entre lágrimas, bajar por la escalera!
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La casa paterna
¡Imposible olvidarte, de la infancia querida, y los primeros sueños, dulce y quieta morada! ¡Casa de nuestros padres, siempre fuiste en la vida La de mayor encanto... siempre la más amada! Aquí el papel que cubre la alcoba silenciosa, El papel desteñido donde al caer el día Las guirnaldas contábamos, guirnaldas color rosa, Con ojos impregnados de honda melancolía. Allá, en la Nochebuena, con ánimo impaciente, El zapato poníamos, junto a aquella ventana. ¡Cuántos dulces recuerdos despierta en nuestra mente, Recuerdos familiares, el son de una campana! Allá donde la tarde vierte su luz escasa, Dio los primeros pasos la adorada hermanita; en todos los rincones y cuartos de la casa viven gratas memorias de dulzura infinita. Se encuentra como entonces el hogar. Solamente se mira en los espejos una tristeza ignota, Por haber recogido mustia la faz doliente De abuelas melancólicas en una edad remota. Todo está como entonces en somnolienta calma, y en la luz que la noche vecina ha amortiguado Parece que el encanto se eterniza en el alma del hogar venturoso que el tiempo no ha cambiado. Sillones de otros tiempos en donde las abuelas nos acostaban siempre cansados y dormidos; sillones ya pasados de moda, con sus telas marchitas y sus viejos bordados desteñidos; Muebles que siempre guardan el puesto acostumbrado En salones y alcobas; conocidos rumores; Jardín con nuestras huellas; viñedo y emparrado; Santa casa paterna, casa de mis mayores; ¡Quién podría olvidaros, sombras de tiempos idos, hogar en donde vive nuestra alma prisionera, sobre todo, si tantos ataúdes queridos Hemos visto, entre lágrimas, bajar por la escalera!
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Desperezarse entre callejuelas un rutinario paseo intentamos perdernos Chocar con media luna sutil tenue Envidiando su naturaleza le ofrecimos medio sistema solar Endeudando seres queridos & amantes Un fútil deseo
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Jun 22, 2019
Jun 22, 2019 at 11:50 AM UTC
Deseo
como é bom quando ser não necessariamente é sair de si pra fora da calçada e das ruas habitadas. e se um dia tu ousa fugir da regra e ser consumida por mulheres capazes de te atingir? é como se respirar fossem facas atravessadas em pulmões de madeira e a cada contorção uma delas se transforma num pássaro que voa pra bem longe daqui. tudo que se conhece não é verdadeiramente real, pois tu mesma me dissestes que cada tecla de palavras comentadas são números em uma eterna composição fetal. ato falho e insincero, tivesses todo tempo do mundo e arcasses apenas com o que te conveio entre folhas de orvalhos e manguezais poluídos pela saliva humana. já calcei outros pés em tempos tardios e te digo: nunca mais fui a mesma; trouxe somente cinco malas cheias de meias pra cobrir teus pés e de teus queridos amados. houve um dia em que ouvi de longe alguém sussurrar que te ama e que te abraçaria com facilidade. mediria tuas costas e te colocaria numa camisa branca com listras amarelas. odiaria te ver chorar pedrinhas de malaquita, mas não te apavores quando um dia isso acontecer. e mais: segure essa caneta e escreva em meus braços coisas que só tu poderia saber - teus desejos não são uma ordem. não me culpo pela tua falta de existência - eu sei, um dia também te quis aqui comigo, mas só de ouvir o som da tua mentirosa voz já me faz bem. queria ao menos tocar um dos meus dedos em ti e te fazer realidade. e se um dia as páginas daquele livro virarem sozinhas, podem ser eu indicando aquela horrenda frase: "belo dia pra viver tão triste"
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Jul 23, 2019
Jul 23, 2019 at 11:10 PM UTC
régua
como é bom quando ser não necessariamente é sair de si pra fora da calçada e das ruas habitadas. e se um dia tu ousa fugir da regra e ser consumida por mulheres capazes de te atingir? é como se respirar fossem facas atravessadas em pulmões de madeira e a cada contorção uma delas se transforma num pássaro que voa pra bem longe daqui. tudo que se conhece não é verdadeiramente real, pois tu mesma me dissestes que cada tecla de palavras comentadas são números em uma eterna composição fetal. ato falho e insincero, tivesses todo tempo do mundo e arcasses apenas com o que te conveio entre folhas de orvalhos e manguezais poluídos pela saliva humana. já calcei outros pés em tempos tardios e te digo: nunca mais fui a mesma; trouxe somente cinco malas cheias de meias pra cobrir teus pés e de teus queridos amados. houve um dia em que ouvi de longe alguém sussurrar que te ama e que te abraçaria com facilidade. mediria tuas costas e te colocaria numa camisa branca com listras amarelas. odiaria te ver chorar pedrinhas de malaquita, mas não te apavores quando um dia isso acontecer. e mais: segure essa caneta e escreva em meus braços coisas que só tu poderia saber - teus desejos não são uma ordem. não me culpo pela tua falta de existência - eu sei, um dia também te quis aqui comigo, mas só de ouvir o som da tua mentirosa voz já me faz bem. queria ao menos tocar um dos meus dedos em ti e te fazer realidade. e se um dia as páginas daquele livro virarem sozinhas, podem ser eu indicando aquela horrenda frase: "belo dia pra viver tão triste"
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