"lanterna" poems
horizonte
um raio de luar
um túmulo escuro
um anjo vela na noite
e lágrimas caem eufónicas
no lodo desta existência mundana
e uma lanterna brilha
sobre a laje de pedra escura
Sep 8, 2015
Sep 8, 2015 at 6:12 AM UTC
damo na hin duro an 𝘴𝘵𝘪𝘤𝘬𝘺 𝘯𝘰𝘵𝘦𝘴 haak lamesa
takip-takip an kabutang pero dire ak nakakabasa,
han mga pulong nga akon nasurat,
mga letra nga nag buru-balighot ngan nag papaplanat.
waray na gihapon tinta an akon 𝘣𝘢𝘭𝘭𝘱𝘦𝘯 ubos na an paypay han 𝘯𝘰𝘵𝘦𝘣𝘰𝘰𝘬 nga sinurat-suratan hin magka-durudilain nga pangandoy, mga pulong nga ha inop nala natutuman—mga pulong nga karuyag ko unta mabatian—
tikang haimo mga im-im, an katam-is han mga saad nga sugad hin dugos,
an mga hinumduman nga sugad hin daan nga telegrama, nga ha akon kasing-kasing nakahipos.
gintatapo-tapo na an mga surat nga linukot, waray na ka abrihi tikang han kaparong han lanterna han aton gugma.
nga an dagaang nga an hadi akon na aabat, tumaghom na tikang han imo paglakat.
ngan sugad han 𝘴𝘵𝘪𝘤𝘬𝘺 𝘯𝘰𝘵𝘦𝘴 nga buot mag pahinumdom, akon man liwat nangalimtan an pag-lara han gugma,
waray na punto an mga sinurat, ighahapil ko na la ada.
Jan 26, 2025
Jan 26, 2025 at 9:59 AM UTC
Jamais esqueci a tua face
Neste Mundo, que foi Mundo outrora
Apesar de tudo
Procuro-te
Apesar de tudo
Desejo-te
Porque te procuro e desejo?
Porque te odeio e amo?
Dois corações que se unem.
Um sentimento que nasceu no passado
Um sentimento seduzido por ti
Um sentimento de amor
Numa lágrima de esperança
Ainda agora
Uma lanterna brilha no vale.
Mar 17, 2014
Mar 17, 2014 at 5:44 PM UTC
Os dias acabam e a noite chega,
Acendo a minha pequena lanterna
Chamada consciência,
Com a minha solidão eterna.
A noite tranquiliza-me,
Meio mundo está a dormir
Sinónimo que está a progredir.
Durante o meu sonho
Nao existe gravidade
Posso voar, pecar ,
Ninguém estará lá para me julgar.
A madrugada costuma alimentar-se das minhas insónias,
Não me importo pois ao fim da noite encontro a aurora,
Nela encontro a minha esperança além da paranóia,
Perco o sono, levanto me, dou a volta ao mundo sem demora.
O meu quarto escuro,
Com o passar das horas
Cria um clima soturno.
É nesse ambiente que travo os meus duelos
Batalhando sob o admirável céu noturno
Mudando o rumo dos asteróides,
Faço os explodir
Apenas para alimentar esta alma nervosa,
Corro pelos anéis de Saturno
Escorrego no gelo e saio disparado pelo universo,
Enquanto gravito escrevo versos,
Sobre os mares, continentes
E formas de vida criadas na Terra.
Mas a minha mente envolvida por aquele espaço
É curiosa e faz me espreitar,
Procuro algo fantástico impossível de imaginar,
Infelizmente acordo e reparo que estava apenas a sonhar.
Dormir tornou-se um luxo,
Que raramente consigo suportar
Mas sem ele o meu pensamento fica turvo
Turvo de desencanto e claro de paixão,
Tão desorganizado como esta selva de betão.
Faz me desejar emigrar para ilhas de utopia,
Praias de naufragio onde Beethovem escreveu
Sonata ao luar á sua amada companhia..
Conheço-me, durante a noite aprendi a navegar
Tomo as minhas decisões depos d'agitaçao parar,
E sobre elas costumo meditar
Enumeros conflitos tento solucionar.
Quando tenho o corpo e a mente unidos
No unico tempo que interessa, o presente,
Foco me na respiraçao até que,
Subitamente uma decisão aparece,
Na minha totalidade transcendo-me
E vivo sem arrependimentos
Estando no presente,
Não me lamento do passado,
Não preparo o futuro ,
Apenas vivo no unico tempo existente,
Tudo o resto é a minha mente, que mente,
exageradamente.
Apr 11, 2018
Apr 11, 2018 at 2:47 PM UTC