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"buscam" poems
Com o teu coro que aqui está, passo a ser preenchido por sombras circunstanciais. Elas me trazem a memória do renascer e bem claramente posso sentir o ardor do consolo com que me levam às lembranças do meu verdadeiro ser. Transmitindo uma serenidade que se funde aos sons que as acompanham, em um baile de caos e ódio, buscam me recordar do que está próximo: Do deleite profundo em sonho, minha experiência egocêntrica, à minha expansão como universo; um universo em que eu sou a desordem e o âmago. Constituído completamente de memórias e sentimentos; sentimentos de uma beleza imprópria; de morte e de cor, de vida e dor.
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Jul 3, 2013
Jul 3, 2013 at 8:02 PM UTC
O caos como o belo criar
Partículas minúsculas de uma história no espaço-tempo Não há registros de sua década ali ela está, aglomerada levada pelo vento. Um pensamento ou um fato Um cheiro ou um tato Sensação perante a multidão Inigualável pela escuridão. Baú protetor de todos os momentos Infinito finito da madeira acobreada Inexistente aos olhos que buscam a razão Inexplicável pela língua falada.
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Nov 24, 2016
Nov 24, 2016 at 6:27 PM UTC
Passado do passado
Do fundo de um poço escuro de água fria Vejo outro mundo, nele não há divisas Nele não há distâncias, mas tão pouco vida Levanto a face ao medo ecumênico Tão democrático da morte Neste tempo efêmero igualar o frio O pavor da sorte dos que os vivos temem Do fundo da alma, questionei as pontes Vejo tantos caminhos, entre tantas fontes Nenhuma delas, mesmo vida que não leve a morte, deste poço vivo e ocre Neste ar respiro silenciosamente onde pestilências murmuram a sorte Vejo meu passado e espíritos torpes onde meus anseios buscam o toque Toque inexistente, pela efêmera morte
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Apr 12, 2020
Apr 12, 2020 at 10:37 AM UTC
Poço