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"preparo" poems
Os dias acabam e a noite chega, Acendo a minha pequena lanterna Chamada consciência, Com a minha solidão eterna. A noite tranquiliza-me, Meio mundo está a dormir Sinónimo que está a progredir. Durante o meu sonho Nao existe gravidade Posso voar, pecar , Ninguém estará lá para me julgar. A madrugada costuma alimentar-se das minhas insónias, Não me importo pois ao fim da noite encontro a aurora, Nela encontro a minha esperança além da paranóia, Perco o sono, levanto me, dou a volta ao mundo sem demora. O meu quarto escuro, Com o passar das horas Cria um clima soturno. É nesse ambiente que travo os meus duelos Batalhando sob o admirável céu noturno Mudando o rumo dos asteróides, Faço os explodir Apenas para alimentar esta alma nervosa, Corro pelos anéis de Saturno Escorrego no gelo e saio disparado pelo universo, Enquanto gravito escrevo versos, Sobre os mares, continentes E formas de vida criadas na Terra. Mas a minha mente envolvida por aquele espaço É curiosa e faz me espreitar, Procuro algo fantástico impossível de imaginar, Infelizmente acordo e reparo que estava apenas a sonhar. Dormir tornou-se um luxo, Que raramente consigo suportar Mas sem ele o meu pensamento fica turvo Turvo de desencanto e claro de paixão, Tão desorganizado como esta selva de betão. Faz me desejar emigrar para ilhas de utopia, Praias de naufragio onde Beethovem escreveu Sonata ao luar á sua amada companhia.. Conheço-me, durante a noite aprendi a navegar Tomo as minhas decisões depos d'agitaçao parar, E sobre elas costumo meditar Enumeros conflitos tento solucionar. Quando tenho o corpo e a mente unidos No unico tempo que interessa, o presente, Foco me na respiraçao até que, Subitamente uma decisão aparece, Na minha totalidade transcendo-me E vivo sem arrependimentos Estando no presente, Não me lamento do passado, Não preparo o futuro , Apenas vivo no unico tempo existente, Tudo o resto é a minha mente, que mente, exageradamente.
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Apr 11, 2018
Apr 11, 2018 at 2:47 PM UTC
soturno
Os dias acabam e a noite chega, Acendo a minha pequena lanterna Chamada consciência, Com a minha solidão eterna. A noite tranquiliza-me, Meio mundo está a dormir Sinónimo que está a progredir. Durante o meu sonho Nao existe gravidade Posso voar, pecar , Ninguém estará lá para me julgar. A madrugada costuma alimentar-se das minhas insónias, Não me importo pois ao fim da noite encontro a aurora, Nela encontro a minha esperança além da paranóia, Perco o sono, levanto me, dou a volta ao mundo sem demora. O meu quarto escuro, Com o passar das horas Cria um clima soturno. É nesse ambiente que travo os meus duelos Batalhando sob o admirável céu noturno Mudando o rumo dos asteróides, Faço os explodir Apenas para alimentar esta alma nervosa, Corro pelos anéis de Saturno Escorrego no gelo e saio disparado pelo universo, Enquanto gravito escrevo versos, Sobre os mares, continentes E formas de vida criadas na Terra. Mas a minha mente envolvida por aquele espaço É curiosa e faz me espreitar, Procuro algo fantástico impossível de imaginar, Infelizmente acordo e reparo que estava apenas a sonhar. Dormir tornou-se um luxo, Que raramente consigo suportar Mas sem ele o meu pensamento fica turvo Turvo de desencanto e claro de paixão, Tão desorganizado como esta selva de betão. Faz me desejar emigrar para ilhas de utopia, Praias de naufragio onde Beethovem escreveu Sonata ao luar á sua amada companhia.. Conheço-me, durante a noite aprendi a navegar Tomo as minhas decisões depos d'agitaçao parar, E sobre elas costumo meditar Enumeros conflitos tento solucionar. Quando tenho o corpo e a mente unidos No unico tempo que interessa, o presente, Foco me na respiraçao até que, Subitamente uma decisão aparece, Na minha totalidade transcendo-me E vivo sem arrependimentos Estando no presente, Não me lamento do passado, Não preparo o futuro , Apenas vivo no unico tempo existente, Tudo o resto é a minha mente, que mente, exageradamente.
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LÁGRIMAS (Emprendiendo el vuelo) Lágrimas de ausencia enconando mi enervada naturaleza. Espuelas que penetran los espacios donde guardo la potencia para perdurar con denuedo y paciencia. Lágrimas de sangre brotando desde el fondo de mi alma. Lagrimas por todo lo que me negué y al accederme una nueva aventura mi ímpetu se esconde y desgana. Lágrimas negras que mojan hoy la tierra. Lágrimas de evolución, porque es lo que aplica. Interrumpido vuelo de águila por los indecisos vientos que van acortando mi envergadura, mis alas queriendo cotizar la altura de aquel anhelado recorrido por los anchos cielos. Feroces lagrimas que empinan otro vuelo, fallidos intentos que nunca se rinden, porque vasto es el cielo y pasajeras sus nubes. Hay montañas que se derrocan con una gota de lluvia, hay otras que se empeñan a pertenecer al panorama de aquella vista de fortaleza y constancia. preparo mis alas y otro vuelo emprendo, aunque estén heridas, aunque estén cansadas.., aunque este leve la brisa, aunque no socorra, revuelvo mis alas hasta alcanzar altura, consigo el equilibrio con mi sabiduría. Uso mi instinto para irrumpir otro vuelo, aun estén los vientos soplando descontentos, aun vuele con lágrimas, aunque vuele herida, aunque a los nueve cielos no nunca visite. Emprendo mi vuelo y en los altos me quedo, pues mi vuelo nunca depende, de cómo soplen los vientos. LeydisProse 10/19/2018 https://m.facebook.com/LeydisProse//
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Oct 19, 2018
Oct 19, 2018 at 1:33 PM UTC
LÁGRIMAS (Emprendiendo el vuelo)
Llevo dias Que me siento para la mierda Donde ni la inspiracion Para escribir me nacia Cuando te fuistes Te llevastes todo contigo O almenos Eso crei Llore en silencio Y decidi coger una pluma Y hacer de cada gota de llanto Una palabra de guerra Me preparo para el nuevo combate Porque asi es esto, no? Creo que almenos una vez Todos hemos tocado fondo Ese lugar donde cualquier gesto Seria nuestra destruccion Algunos aprendemos a cavar Para salir del agujero Otros, nos perdemos Y aqui estoy yo Sin ti Pero ya no tan rota Cada letra Cada palabra Es como medicina Que para muchos no es nada Pero para mi Es vida!
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May 23, 2018
May 23, 2018 at 1:39 PM UTC
Palabras