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"merda" poems
Mi fai scoppiare in lacrime. Gioia, tristezza, e l'amore. Sono sopraffatto ogni volta Ti vedo. Le Farfalle ritorno Di volta in volta. Il mento così prominente, Il tuo sorriso così luminoso, I tuoi occhi così incantevole. Un abbraccio come nessun altro, Caldo, pieno d'amore. Imbarazzante e scomodo. Baci soffici, duro, lento, veloce. Intenso. Fai finta di essere, cose che non sono, Ma dentro di me vedere il tuo amore, la compassione, La paura, il dolore, la gioia. ride piccoli come un anello vero figlio dalla bocca, come ** dolcemente solleticare la vostra abbronzato, ventre maculato. Avvolto tra le tue braccia, un bruco in un bozzolo. Cassetta di sicurezza, suono, sicuro. Abbiamo urlare e piangere. Ci baciamo e ci sorridiamo. Abbiamo fatto male e guarire. Tu sei mia, Io sono tuo. Non importa chi ti ha amato, o che vi piace quando ci separiamo, L'amore che sgorga dal mio cuore, per te, Continuerà fino a che non cessa di. Mi fai ridere, piangere, urlo, brivido, nella gioia, la rabbia, la disperazione, l'amore. Voi mi levate dal baratro che è la mia mente. Mi ricordi per questo che voglio essere vivo.
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Aug 22, 2012
Aug 22, 2012 at 8:59 PM UTC
Ogni ragazzo merita una poesia d'amore merda
You find comfort in the arms of women who do not hesitate to **** their own children; your children just like flushing a **** down a toilet. Because its poetic?  Or tragic?  Or just f-ing sad? Or because in their company you become the effortless hero, replacing stale smoke for oxygen and trying to die? If life were a sinking ship, you'd be the first rat a running- so the women and children had better move fast. There is just no room in your one man life boat. Why with your ego, and your lonliness, and that grudgeyou're holding against God. Fumaça por oxigênio Tu encontra conforto nos braços de mulheres que não hesitam em matar suas próprias crianças; tuas crianças como se estivessem despejando merda descarga adentro. Porque é poético? Ou trágico? Ou apenas triste pra caralho? Ou porque com elas tu te transforma num herói sem esforço, substituindo fumaça mofada por oxigênio e tentando a morte? Se a vida fosse um navio afundando, tu seria o primeiro rato a fugir é melhor que mulheres e crianças se apressem, portanto. Simplesmente não há vaga em teu barco de um homem só. Com teu ego, e tua solidão, e esse rancor tu segue desafiando Deus.
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Feb 27, 2010
Feb 27, 2010 at 12:31 AM UTC
Smoke for oxygen (Fumaça por oxigênio)
Triste e sem caminho, assim ela pensava. Cansada de acordar todos os dias e ter aquela mesma sensação. Porra, eu já fiz isso! Todos os dias, toda hora, a mesma coisa. As pessoas não ligavam para isso, todo mundo sempre acha que o seu problema é maior do que o do outro. Mas no final, o problema de todo mundo é maior que o outro. É um ciclo repetitivo sem fim. Um ciclo de merda infinito. Assim era a vida dessa menina. Ela realmente estava perdida. Ou, achava que estava perdida. Nossa cabeça as vezes, ou sempre, nos faz prisioneiros de nós mesmos. Nós usamos, involuntariamente, nossos erros e medos contra nós mesmos. Onde ela estava com a cabeça? Eu quero ser assim, pensava ela... Pobre menina. Por que as pessoas acham "bonito" ter problemas emocionais, vidas dramáticas, coisas trágicas e o caralho a quatro de problema? Talvez a gente só queira ter uma aventura na vida, mas as vezes nós não lembramos, que a vida não é um filme, e que o final não vai ser feliz como sempre, ou que nós podemos evitar tal coisa, imaginamos sempre que sera aquela tragedia clichê tipo um Christiane f e no final tudo vai ficar bem. Não fica tudo bem. A nossa juventude está perdida. Realmente. Eu faço parte dessa geração. Nós temos vários tipos de pessoas, grupos sociais, gostos variados, culturas diferentes. Mas em uma coisa nós somos iguais. Nós sofremos. E isso meu amigo, não é brincadeira. Hoje em dia, não temos mais aquela amizade com as pessoas igual era 40 anos atrás, hoje em dia ta tudo muito superficial, muito mentiroso, muita encenação. O ser humano está perdendo cada vez mais a sua compaixão, a sua criatividade e a sua liberdade de se expressar. A nossa população está completamente alienada a coisas negativas e coisas que não levam a nada. Estamos perdidos. E eu, sou só mais uma, perdida. Mas em meus problemas, que eu não sei resolver.
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Nov 24, 2013
Nov 24, 2013 at 10:26 AM UTC
Perdida
Triste e sem caminho, assim ela pensava. Cansada de acordar todos os dias e ter aquela mesma sensação. Porra, eu já fiz isso! Todos os dias, toda hora, a mesma coisa. As pessoas não ligavam para isso, todo mundo sempre acha que o seu problema é maior do que o do outro. Mas no final, o problema de todo mundo é maior que o outro. É um ciclo repetitivo sem fim. Um ciclo de merda infinito. Assim era a vida dessa menina. Ela realmente estava perdida. Ou, achava que estava perdida. Nossa cabeça as vezes, ou sempre, nos faz prisioneiros de nós mesmos. Nós usamos, involuntariamente, nossos erros e medos contra nós mesmos. Onde ela estava com a cabeça? Eu quero ser assim, pensava ela... Pobre menina. Por que as pessoas acham "bonito" ter problemas emocionais, vidas dramáticas, coisas trágicas e o caralho a quatro de problema? Talvez a gente só queira ter uma aventura na vida, mas as vezes nós não lembramos, que a vida não é um filme, e que o final não vai ser feliz como sempre, ou que nós podemos evitar tal coisa, imaginamos sempre que sera aquela tragedia clichê tipo um Christiane f e no final tudo vai ficar bem. Não fica tudo bem. A nossa juventude está perdida. Realmente. Eu faço parte dessa geração. Nós temos vários tipos de pessoas, grupos sociais, gostos variados, culturas diferentes. Mas em uma coisa nós somos iguais. Nós sofremos. E isso meu amigo, não é brincadeira. Hoje em dia, não temos mais aquela amizade com as pessoas igual era 40 anos atrás, hoje em dia ta tudo muito superficial, muito mentiroso, muita encenação. O ser humano está perdendo cada vez mais a sua compaixão, a sua criatividade e a sua liberdade de se expressar. A nossa população está completamente alienada a coisas negativas e coisas que não levam a nada. Estamos perdidos. E eu, sou só mais uma, perdida. Mas em meus problemas, que eu não sei resolver.
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A vida, há não sei dizer quanto tempo, Tem-se mostrado uma interminável batalha. Conseguir ouvir a razão sem abafar o sentir Conseguir sentir sem por ele ser consumida Inteiramente. Não quero mais escrever poesia de guerra Nem fazer da poesia uma guerra de amor Só vale o que eu deixar que valha. E escrevo-o aqui, as desculpas de merda não valem Nem valeriam se fossem desculpas muitíssimo boas Se estou a perder a cabeça vou atrás dela e Encaixo-a de novo no pescoço e Bato com ela nas paredes até tornar a funcionar Não a ajudo a ir. Não. Não quero continuar a perguntar-me à noite O que raio é que estou a fazer Que vida é esta que escolho e não vivo Que não vivo por a escolher incessantemente. Não se pode querer paz e respostas E por ambas querer nenhuma tenho Só a mim e ao silêncio que não deixo existir. Não quero. Não sei o que quero mas Não quero isto. Querer isto não Me deixa querer mais nada. Nem a mim. Especialmente a mim. E tenho que me querer a mim Antes de querer qualquer outra coisa.
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Jun 14, 2017
Jun 14, 2017 at 10:27 AM UTC
Poesia de Guerra
Um terceiro terço livrado de fúria e de autoridade, Um homem duro bêbado e por demais vadio, Procurando na noite prazeres de um defunto, Sem vida, nem espaço para entrar em outra vida! Se eu fosse assim escuro perdido pelos vícios, E se eu me esquecesse mesmo, que eras mulher, Procurasse nesses rabos oferecidos de saia, Prazer, loucura, hábitos de gente vadia! Se me pintasse de vida, e me vestisse de Gay, Mostrando fantasias de pouco valor, Coisas que mesmo feitas, eram coisas de contentor, Seria eu assim Homem de mais esplendor? Porque não posso ser eu assim, roto por fora, E dentro ter o meu maior tesouro, partilhando-to, Cheiro de verdades, carinhos e cimentados valores! Porque não podes ouvir a experiencia, que nunca te enganou! Querer fluir pensamentos alcoolizados, de uma vida sem fé, Sem alimento quarente algum, que permanece duradouramente? Nem tu sabes, nem eu entendo o porquê de não teres esperança, Porque duvidas-te de mim se só te contei verdades confirmadas! Autor: António Benigno Dedico este poema à vida de merda da gente que está perdida.
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:00 AM UTC
Se eu fosse indiscreto?
As she sits there silently, rocking back and forth to and fro in her wooden rocking chair. Her eyes closed, head pressed firmly into the patterned blue cushion, pushed by her tense fists that grip each sidearm and threaten to leave marks into the dullard rich grain that smells like "childhood" covered in dust mites. Her feet propped up on a matching rocking stool, it's a set. She used to lie flat on her stomach, with her feet on the chair, and her belly on the footrest, backwards...I'm flying. Now she's grown, too awkward, too sad. He sits there in an armchair drooping with age with memories sewn into its brown decor. Smells like basement and home. Feels like creativity when life wasn't so hard. When its cushion and pillows held back the world and a blanket provided a ceiling, that drooped, until it plopped on his face And he would climb out and fix it because inside, he was safe, and happy. Now, his feet would be cold and his head would break the roof not that he has the imagination anymore nor the time. Sitting there, with fingers dead and withered crackling dry, voice depressed heaving sighs with every sentence and a general gloom about the room. Perfectly still, entirely quiet, that stems from silence that is only apparent after a presence has left shed from a carcass growing cold born anew to live a life till stretched and old now a red neon sign lit up, "Vacancy."
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Feb 24, 2013
Feb 24, 2013 at 10:03 PM UTC
Merda, la morte.
Escuta com atenção o que vou te falar Importante Urgente Talvez indiferente Mas necessário, sem alvará. Como posso começar? É difícil explicar E se não existirem palavras Nem desenhos ou qualquer coisa para representar Decretada a agonia estará. Ok, lá vou eu talvez vou numerar correr pelo meu subconsciente para caçar formas de expressar essa merda. Era uma vez uma moça cujas palavras não sabia formular.
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Nov 7, 2016
Nov 7, 2016 at 7:34 PM UTC
Como matemática
Jealousy, wha is it? Jealous playboy's with dolla Bill's try to throw out a krispy one hundreds, but dose boy's not fooling ma self. Jealousy, like reely wha is it? Women trying to purposeful to hurte us. And when dey Kant get what dey want Dey throw out jealous merda,? Like OK Merda yuo throw I jus ignore da hata's and playa's.
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Jul 29, 2015
Jul 29, 2015 at 1:39 PM UTC
Hatas and playas chickies and da ragazzi
** visto una mosca poggiarsi sulla merda invece del bellissimo frutto poggiato sul tavolo. E ** provato sgomento. "come fai a scegliere la merda invece della frutta? Ma almeno prova ad assaggiarla, vedrai che è più gustosa, più buona, più salutare" Poi ** capito. Lei è una mosca e alle mosche piace la merda
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Nov 17, 2023
Nov 17, 2023 at 4:57 AM UTC
La mosca