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"falha" poems
Uma casca solta, prisioneira de uma falha perfeita, Perfeitos são o mitos, aos olhos de gente fechada, Explicações são fraquezas, de acções de fachada. Não sei mais quantas vezes eu repetirei, a ceita! O peixe escorregadio, que vadio desaguou do mar, Se esconde na toca do Coelho, que é toca desafeita, Num segredo moribundo, de computador de aldeães, Segundo um mito motar de um braço partido ao luar! Essa vaquinha que pastou, pintada de vermelho corado, Desfeita tantas vezes no pasto, moribundo da praia vazia, Era apenas um segredo, pintado nas veias do tal marado, Que mais ligada que a mentira à realidade, produzida, diria! Que se fodam os mitos, que se lixe o correto, porque certo? Estou eu, e eu, segundo os mitos que considero correctos, Não tiro nem ponho, continuo caminho fora, boquiaberto, Enquanto penso, na esperteza dos enxames concretos! Na sementeira alheia, vanguardeira cairá tão perto, Seu ***** espaço de terra, de um vazio moribundo, E eu cumprida a missão, estarei bem melhor decerto, Porque tudo como nada, tem um preço de vinda ao mundo! Escolhas guardadas comigo, desde o dia que nasci, Cabe ao meu cérebro processar o dia, é costume, Que de tão leve vive meu lume, que ela não teme, Limpeza de água, que cai e faz fumo, e aprendeu! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.07.25.02.10
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:08 AM UTC
Esta é a utopia
Sentada na porta de casa, Paro, reflito. Não sei a função da minha existência... Não sei qual a consequência, De levantar todo dia, Com a mesma rotina, Esperar mudança E não mudar nada. Eu sei, Falha minha. Mas eu não consigo ser descomplicada, Eu só vivo por viver. Sufoco o amor pra não sofrer, E morrendo vou aos poucos, Por não ter coragem suficiente, De assumir o fardo da vida.
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Oct 18, 2015
Oct 18, 2015 at 9:52 AM UTC
Fardo
como quando tigres enfeitam a maçaneta dos ventos e cobrem o fio de náilon sobre a camada espessa da terra. logo eu que pairo sobre as montanhas cobertas de neve de açúcar chego cansada pelos montes de veludo e sopro todo ar que um dia foi de alguém. escuto os sons que meu pai grita da garganta seca e consumida pela vida falha dos danos em nó. sigo firme no *** que um dia foi de minha vó que morreu nos braços de deus enquanto vomitava em uma bacia de metal em formato de baço. eis que um dia pensei: sou feliz e não sabia que era. um dia quando tudo se cair pela metade na esquerda irei confusa dormir sob os véus dos espíritos que pairam na terra secreta e silenciosamente dominam a mente de pastores homens. há de um dia ser tudo amor e mais vívido como quando quadros pintam a si mesmos na calada do dia em pleno raio de sol das três e quinze da tarde enquanto tomam café gelado sem leite. minha mãe um dia travou em pé e encarou a guarda de um poderoso pai e padeci de medo mas superei a realidade que o mundo um dia me trouxe. quisera eu dominar a xícara de licor sob os pés de caixas simbolizantes e soprar uma lágrima pelos ombros que um dia foram meus e de mais ninguém. haja fé suficiente na vida dos que ainda não foram e procuram por paz no meio do caminho tortuoso de outra dimensão. um dia uma nuvem vai cair do céu e parar sentada no meu colo; e quando a tesoura que usarei pra corta-la sair da gaveta, gritarei quatro vezes: esse mundo não é teu.
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Jul 23, 2019
Jul 23, 2019 at 11:02 PM UTC
caibro
como quando tigres enfeitam a maçaneta dos ventos e cobrem o fio de náilon sobre a camada espessa da terra. logo eu que pairo sobre as montanhas cobertas de neve de açúcar chego cansada pelos montes de veludo e sopro todo ar que um dia foi de alguém. escuto os sons que meu pai grita da garganta seca e consumida pela vida falha dos danos em nó. sigo firme no *** que um dia foi de minha vó que morreu nos braços de deus enquanto vomitava em uma bacia de metal em formato de baço. eis que um dia pensei: sou feliz e não sabia que era. um dia quando tudo se cair pela metade na esquerda irei confusa dormir sob os véus dos espíritos que pairam na terra secreta e silenciosamente dominam a mente de pastores homens. há de um dia ser tudo amor e mais vívido como quando quadros pintam a si mesmos na calada do dia em pleno raio de sol das três e quinze da tarde enquanto tomam café gelado sem leite. minha mãe um dia travou em pé e encarou a guarda de um poderoso pai e padeci de medo mas superei a realidade que o mundo um dia me trouxe. quisera eu dominar a xícara de licor sob os pés de caixas simbolizantes e soprar uma lágrima pelos ombros que um dia foram meus e de mais ninguém. haja fé suficiente na vida dos que ainda não foram e procuram por paz no meio do caminho tortuoso de outra dimensão. um dia uma nuvem vai cair do céu e parar sentada no meu colo; e quando a tesoura que usarei pra corta-la sair da gaveta, gritarei quatro vezes: esse mundo não é teu.
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