Sentada na porta de casa,
Paro, reflito.
Não sei a função da minha existência...
Não sei qual a consequência,
De levantar todo dia,
Com a mesma rotina,
Esperar mudança
E não mudar nada.
Eu sei,
Falha minha.
Mas eu não consigo ser descomplicada,
Eu só vivo por viver.
Sufoco o amor pra não sofrer,
E morrendo vou aos poucos,
Por não ter coragem suficiente,
De assumir o fardo da vida.
Oct 18, 2015
Oct 18, 2015 at 9:52 AM UTC
Sentada na porta de casa,
Paro, reflito.
Não sei a função da minha existência...
Não sei qual a consequência,
De levantar todo dia,
Com a mesma rotina,
Esperar mudança
E não mudar nada.
Eu sei,
Falha minha.
Mas eu não consigo ser descomplicada,
Eu só vivo por viver.
Sufoco o amor pra não sofrer,
E morrendo vou aos poucos,
Por não ter coragem suficiente,
De assumir o fardo da vida.