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"entoa" poems
Com esforço, entoa seu grunhir A orquisa que um dia bela Agora, recorda o imundo tapir Seu tom jamais muda Pois incapaz, surda, não se escuta Nem som, nem sentidos Então, ela entoa o grunhir E caga à revelia Fende a ****** Macula, em pânico, seus lençóis Seus ares E os dos outros.
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Nov 21, 2014
Nov 21, 2014 at 6:52 PM UTC
Orquisa amarela