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"virar" poems
Y porque te llaman viralata? Te gusta virar latas? Me pregunto si es porque tu tienes hambre? Claro que si. busca algo de comer porque no has comido en dias. Ven aqui, viralata te gualde una comida cocinada ha tu gusto. Lo quieres viralata? No? Prefieres comer de la basura viralata? Pues, bien provecho viralata. Que disfrute!
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Apr 28, 2013
Apr 28, 2013 at 7:51 PM UTC
Viralata
Marinheiro, marinheiro Você  perdeu sua âncora Você perdeu seu atlas Marinheiro, marinheiro Você matou seus companheiros E não há lugar em terra para você Marinheiro, marinheiro Te disseram para nunca mais voltar Te mandaram parar de respirar Marinheiro, marinheiro E toda dor que você sentiu? Você perdeu seu coração? Marinheiro, marinheiro Eles te odeiam Você é a própria morte, dizem eles Marinheiro, marinheiro O alfaiate e o jovem da meia-noite estão em paz? Seus fantasmas ainda o perseguem? Marinheiro, marinheiro Você perdeu o receio daquele barco? O velho barco quebrado  que é você Marinheiro, marinheiro Você sentiu o cheiro de casa? Seus companheiros estão em terra Marinheiro, marinheiro Como você navega pelo desfiladeiro? Como você luta com o desespero? Marinheiro, marinheiro Eu achei sua âncora e seu atlas Mas eles pertencem a outro senhor Marinheiro, marinheiro Você desistiu do seu destino? Você abandonou sua tripulação Marinheiro, marinheiro Onde será seu enterro? Porque você está morto afinal Marinheiro, marinheiro Se eu disser que te odeio Pois você abandonou sua tripulação? Marinheiro, marinheiro Você me responderia Se eu dissesse que te odeio? Marinheiro, marinheiro Se você está morto afinal Porque eu sou um fantasma? Marinheiro, marinheiro Onde seu coração está? Porque eu não quero mais sofrer Marinheiro, marinheiro Quem é você afinal? Porque eu sou um espectro de quem você foi Marinheiro, marinheiro Se eu matar meus companheiros E abandonar a tripulação Marinheiro, marinheiro Eu vou ser livre do desespero? A escuridão vai me abandonar? Marinheiro, marinheiro Por que eu sou tão triste Se sou um fantasma solitário? Marinheiro, marinheiro Eles dizem que você é o pior Aquele que nunca deveria ter existido Marinheiro, marinheiro O que isso diz sobre mim? Se você, afinal, não tivesse nascido Como eu poderia estar aqui? Marinheiro, marinheiro Se você recuperar sua âncora e seu atlas Se você recuperar sua tripulação Você me aceita? Marinheiro, marinheiro Se você estiver vivo afinal Você me empresta seu nome? Porque eu estou cansado de sofrer Marinheiro, marinheiro Se eu for seu herdeiro Você me deixa navegar naquele velho barco? Marinheiro, marinheiro Você me deixa ser a própria morte? Porque eu não quero mais sofrer. Marinheiro, marinheiro Você permite que eu seja apenas um fantasma Vagando sem rumo pela escuridão? Marinheiro, marinheiro Você permite que eu me mate Para não fazer mais ninguém sofrer? Marinheiro, marinheiro Por que tudo mudou? Era mais fácil quando todos éramos sonhadores Marinheiro, marinheiro Eu quero ser novamente um marinheiro Para que eu sinta o cheiro de casa Marinheiro, marinheiro Se eu não sou mais marinheiro Eu posso abandonar o barco? Marinheiro, marinheiro Eu quero abraçar o mar Marinheiro, marinheiro Eu quero sangrar com o mar. Marinheiro, marinheiro Eu quero entender por inteiro Por que eu deixei de ser marinheiro Marinheiro marinheiro Eu vou virar seu companheiro Vamos estar mortos afinal.
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Dec 3, 2016
Dec 3, 2016 at 6:39 PM UTC
Marinheiro, marinheiro
Marinheiro, marinheiro Você  perdeu sua âncora Você perdeu seu atlas Marinheiro, marinheiro Você matou seus companheiros E não há lugar em terra para você Marinheiro, marinheiro Te disseram para nunca mais voltar Te mandaram parar de respirar Marinheiro, marinheiro E toda dor que você sentiu? Você perdeu seu coração? Marinheiro, marinheiro Eles te odeiam Você é a própria morte, dizem eles Marinheiro, marinheiro O alfaiate e o jovem da meia-noite estão em paz? Seus fantasmas ainda o perseguem? Marinheiro, marinheiro Você perdeu o receio daquele barco? O velho barco quebrado  que é você Marinheiro, marinheiro Você sentiu o cheiro de casa? Seus companheiros estão em terra Marinheiro, marinheiro Como você navega pelo desfiladeiro? Como você luta com o desespero? Marinheiro, marinheiro Eu achei sua âncora e seu atlas Mas eles pertencem a outro senhor Marinheiro, marinheiro Você desistiu do seu destino? Você abandonou sua tripulação Marinheiro, marinheiro Onde será seu enterro? Porque você está morto afinal Marinheiro, marinheiro Se eu disser que te odeio Pois você abandonou sua tripulação? Marinheiro, marinheiro Você me responderia Se eu dissesse que te odeio? Marinheiro, marinheiro Se você está morto afinal Porque eu sou um fantasma? Marinheiro, marinheiro Onde seu coração está? Porque eu não quero mais sofrer Marinheiro, marinheiro Quem é você afinal? Porque eu sou um espectro de quem você foi Marinheiro, marinheiro Se eu matar meus companheiros E abandonar a tripulação Marinheiro, marinheiro Eu vou ser livre do desespero? A escuridão vai me abandonar? Marinheiro, marinheiro Por que eu sou tão triste Se sou um fantasma solitário? Marinheiro, marinheiro Eles dizem que você é o pior Aquele que nunca deveria ter existido Marinheiro, marinheiro O que isso diz sobre mim? Se você, afinal, não tivesse nascido Como eu poderia estar aqui? Marinheiro, marinheiro Se você recuperar sua âncora e seu atlas Se você recuperar sua tripulação Você me aceita? Marinheiro, marinheiro Se você estiver vivo afinal Você me empresta seu nome? Porque eu estou cansado de sofrer Marinheiro, marinheiro Se eu for seu herdeiro Você me deixa navegar naquele velho barco? Marinheiro, marinheiro Você me deixa ser a própria morte? Porque eu não quero mais sofrer. Marinheiro, marinheiro Você permite que eu seja apenas um fantasma Vagando sem rumo pela escuridão? Marinheiro, marinheiro Você permite que eu me mate Para não fazer mais ninguém sofrer? Marinheiro, marinheiro Por que tudo mudou? Era mais fácil quando todos éramos sonhadores Marinheiro, marinheiro Eu quero ser novamente um marinheiro Para que eu sinta o cheiro de casa Marinheiro, marinheiro Se eu não sou mais marinheiro Eu posso abandonar o barco? Marinheiro, marinheiro Eu quero abraçar o mar Marinheiro, marinheiro Eu quero sangrar com o mar. Marinheiro, marinheiro Eu quero entender por inteiro Por que eu deixei de ser marinheiro Marinheiro marinheiro Eu vou virar seu companheiro Vamos estar mortos afinal.
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Seu rosto já não é mais o mapa que me guia Seu sorriso já não representam as estrelas que me fascinam E as morfina de suas palavras estão longe de ser efetivas Mas o que fazer? Sempre soube que meu sim foi carregado de insensatez E mais uma vez tenho que pensar Em qual moeda essas fantasias devo pagar Angustia que pode virar combustível Ou talvez, raiva que será nosso castigo Talvez apenas devo esquecer isso Mas o pensamento de puxar o gatilho É muito mais forte do que o de sofrer sozinho E você não sabe como é difícil Saber que essa noite estarei sozinho E a falta que sinto dos seus carinhos Mas agora tudo isso é passado E apenas agora consigo enxergar O que onde existia um começo Coexistia um erro E o que achávamos que seria amor Apenas era a euforia de um perdedor que ocupa o segundo lugar no pódio do amor
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Oct 27, 2015
Oct 27, 2015 at 2:08 PM UTC
Reflexões sobre os sentimentos de 7 meses e duas semanas
O rancor não me serve e os desentendimentos não me chocam, como na altura em que virar costas por erros de cálculo fazia sentido. E porque os desentendimentos novos são uma maçada, porque as ilusões imperiosas sempre se querem repetir até nova despedida, porque é mais alto o valor de um desentendimento antigo conformado, quase ternurento e tão terreno, podemos sentar-nos por aí, numa esplanada qualquer, eu tu e os nossos erros e rebeldias que pelo menos são nossos por defeito ou conquista.
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Jul 3, 2015
Jul 3, 2015 at 11:46 PM UTC
Untitled
Fourteen days I let the breeze move through me the rain move through me sunlight and mist both - the completeness of the womb. We came to the top of a steep concrete hill looking for the place a tree once was, and is no longer, swallowed alive by other aspects of nature who stood proudly in the shape of their meal. We could not recognize the place from the directions, because la vuelta means “turn” but revuelta means “revolt”. We found it finally, soaking wet: a little enclave of cloud, so precious it must have been put out of reach of anybody so heedless as to spoil it. Around you the thick trunks of violent vines: grown strong from eating, calcified by time. They form your shape, and they themselves shape what the world remembers of you. Above you, a half-oval of sunlight suggests another way you might escape. Here, I am beyond the reach of tasks, advice, anything at all to do - my earthly needs are paid for, and the rest deferred - except to have things to say to my companions. So how is it, then, that I say nothing? There’s something wrong with the words. The word for turn: virar. The word for throw: tirar. The word for look: mirar. Nothing as complete as a sentence, and the attendant in the parking lot convinced of my fluency wonders why I should want to throw myself anywhere. Forgive me. Your author - strangled in his sleep by wicked words - he might have known how to finish this how best to fill the shape of a tree again with cellulose and xylem, or tell the birds they may resume their roosting. Your sightseer: he does not. His raw language and wet hair have left a hollowed shape where a man should be.
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Apr 18, 2017
Apr 18, 2017 at 12:07 AM UTC
Árbol
Fourteen days I let the breeze move through me the rain move through me sunlight and mist both - the completeness of the womb. We came to the top of a steep concrete hill looking for the place a tree once was, and is no longer, swallowed alive by other aspects of nature who stood proudly in the shape of their meal. We could not recognize the place from the directions, because la vuelta means “turn” but revuelta means “revolt”. We found it finally, soaking wet: a little enclave of cloud, so precious it must have been put out of reach of anybody so heedless as to spoil it. Around you the thick trunks of violent vines: grown strong from eating, calcified by time. They form your shape, and they themselves shape what the world remembers of you. Above you, a half-oval of sunlight suggests another way you might escape. Here, I am beyond the reach of tasks, advice, anything at all to do - my earthly needs are paid for, and the rest deferred - except to have things to say to my companions. So how is it, then, that I say nothing? There’s something wrong with the words. The word for turn: virar. The word for throw: tirar. The word for look: mirar. Nothing as complete as a sentence, and the attendant in the parking lot convinced of my fluency wonders why I should want to throw myself anywhere. Forgive me. Your author - strangled in his sleep by wicked words - he might have known how to finish this how best to fill the shape of a tree again with cellulose and xylem, or tell the birds they may resume their roosting. Your sightseer: he does not. His raw language and wet hair have left a hollowed shape where a man should be.
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Feliz festa de São Valentim, queridos amigos É dia de cuidar uns dos outros E onde devemos dar as mãos A amizade importa, o amor importa A familia importa, as boas maneiras são importantes E as flores também importam, irmãos e irmãs Não fique muito zangado Porque o céu não é azul Vamos aproveitar o orvalho da manhã Não fique tão triste Vamos aproveitar o tempo frio e soalheiro Há neve aqui e ali, mas mesmo ali ao virar da esquina É primavera com ar fresco e um ramo de flores A amizade importa, o amor importa Há faíscas de fogo de amor no ar Vamos aproveitar a época de amor, paz e cuidado É tempo de caminhar felizes de mãos dadas Juntos caminharemos, juntos nos ergueremos. P.S. Tradução de “Joyous St. Valentine’s Day” de Hébert Logerie. P.S. Este poema é dedicado a todos os amantes do mundo. Copyright © Janeiro 2025, Hébert Logerie, Todos os direitos reservados. Hébert Logerie é autor de várias coletâneas de poemas.
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Jan 26, 2025
Jan 26, 2025 at 10:03 PM UTC
Feliz Dia Dos Namorados Amigos
mergulho no vazio do abismo, na solidão que se esconde nesta vida. vagueio pelas sombras da noite e tropeço no frio que irradia das silhuetas de um novo dia. procuro a esperança ao virar da esquina. procuro na ilusão esta minha condição o desejo de recomeçar a alegria de procurar o que se esconde na avenida neste destino incerto que é a vida.
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Aug 24, 2015
Aug 24, 2015 at 6:46 AM UTC
Ilusão
mergulho no vazio do abismo, na solidão que se esconde nesta viela. vagueio pelas sombras da noite e tropeço no frio que irradia das silhuetas de um novo dia. procuro a esperança ao virar da esquina. procuro na ilusão esta minha condição o desejo de recomeçar a alegria de procurar o que se esconde na avenida neste destino incerto que é a vida.
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Aug 4, 2015
Aug 4, 2015 at 5:16 AM UTC
Procurando
fiz de difícil mas foi fácil me amolecer. o tempo conseguiu deixar fraco toda resistência que as feridas demoraram pra fazer virar cascas. e o que foi construído logo depois parecia certo, parecia um sonho que só se via em filmes, parecia que podia durar toda uma eternidade no seu devido potinho de conserva. minha mãe sempre falou, na verdade todo mundo pensa mas tem medo de falar alto - nada dura pra sempre, uma hora as coisas só se acabam. teimosia é um nome bom. vou usar pra escrever talvez. ando tão cansada. cansada só de pensar e não chegar em lugar nenhum. eu acho que não quero mais escrever mas também acho que eu quero muito escrever. não sei o que eu quero. nada dura. talvez era isso que queria mostrar pra mim antes de dormir.
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Nov 21, 2017
Nov 21, 2017 at 9:42 PM UTC
pra escrever até cansar
cada palavra antiga que leio cada emoção que remexo relembra toda a dor empacotada naquele conjunto de palavras sentido aquele sabor de amargura na boca aquela sensação de cegueira sem conseguir respirar sem conseguir ser aquilo que realmente era com vontade de rasgar-me a pele vontade me trancar longe do mundo de nunca mais cantar a dor do peito e não voltar a ter que querer. esta crueldade que é amar esta rudez que é sentir a intensidade de mil mares apenas rompe o mundo inteiro de dentro de mim apenas salta para fora um coração remendado durante anos que vou lavando a alma de toda a dor sentida, de todos as vezes que me partiram mais um pouco, de todos os cacos que tive de apanhar, de todas as lágrimas. de todas as vezes ergui-me e a esperança ainda se mantêm intacta ingénua de que um dia mudará, nem que seja temporariamente que não seja um final doloroso e sombrio que seja só um virar de página, sem precisar de a rasgar.
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Mar 21, 2020
Mar 21, 2020 at 4:50 PM UTC
coração remendado