"sou" poems
Was dit my sonde
om te droom, te wens?
Was dit wreed om te
verwag dat jy my
iewers in jou soet
woorde sou vind?
Kyk ek dalk na jou
met die oorhoofse
afwagting van 'n kind?
Sal jy met sjarme
my kan vermaak of
is teaterkuns
'n masker vir jou haat?
Ek smag na jou taal,
jou moedertong in
my uitgehongerde mond.
Oh die beeld-
wat ons
met sulks silwer stem
kan skep!
*** sal jou brief my vind?
Sal daar 'n tuin ontstaan
as ek jou antwoord naslaan?
Se jy sal bly, net vir my!
Se my brandewyn asem
het jou inner kind bevry!
Se net jy is lief vir my-
en ons sal saam
die tonnel-oog wereld
met soet liefde en
dronkmans woorde verlei.
Skryf saam met my in
hierdie silwertong,
en kyk *** die wereld
in afwagting verstar.
Die liefde wil blom
wanneer twee skrywers
bymekaarkom.
Die wereld raak nat,
met die geuiter,
van ons silwer tong.
Jul 14, 2014
Jul 14, 2014 at 2:50 PM UTC
olho pra você e vejo um pássaro
e eu sou o mar
você já imaginou
como seria
se você mergulhasse em mim?
tragédia
e como seria
se eu tentasse te alcançar?
destruição
Mar 25, 2016
Mar 25, 2016 at 9:06 PM UTC
**** jy die **** van yster-gordyn wat val en die aarde omhels ten laaste sy afwaartse versnelling.
Dit maak seer mamma...
Gewere word neergelê as ń universiële teken van hoop en vrede , maar verlang na ń lid van die geledere.
Dit maak seer mamma...
Ons was almal naïef; in ons drome was daar plek vir twee,
Ń eindelose see waar ons kon wegvaar van die ontbindinde spoke van gister, waar ons ons hande in soutwater-poele kon was iewers langs die kus van versoening...
Dit maak seer...
Niemand sou kon raai dat die jare se snellertrek en loopgraaf grawwe jou eens sagte vel kon magnetiseer nie... *** kon ek voorsien dat jy ń bietjie van die geweld gaan steel het om vir jouself te hou nie. *** sou ek weet dat jou vingers jeuk sonder die dooie staal wat dit streel nie...
Een skoot
Twee skote
Drie skote
Ń eenman vuurpelaton reën op my neer en dring deur my ope arms...
Jy het nog altyd ń plek in my hart gehad, maar nou het jy dit beset met lood en alle onskuld uitgerook met brandende kruit...
Dit maak seer...
Dele van jou hang nog swaar op al die plekke wat saakmaak en seermaak en trek my af grond toe...
Eina...
Liefde ek het altyd geweet ons het mekaar se ruë gehad... ek hey net nie geweet jy was besig om ń rooi kruis vir jou fissier op myne te verf nie...
Dit maak seer mamma...
Koebaai
May 6, 2014
May 6, 2014 at 5:48 PM UTC
Colhi a alma de tudo quanto toquei
e em tudo quanto olhei larguei parte da minha
o que me torna, hoje, aquilo que sou,
o que me constrói e constitui
são os outros e não eu.
Os outros: as flores banhadas de orvalho,
as árvores vestidas ou nuas,
as paisagens das cidades que amei
mais do que as pessoas com que as corri,
as pessoas que amei e as que toquei apenas
e aquelas que nem a tocar cheguei.
Não sou já gente, se é que fui gente vez alguma!
Será esta alma que trago maior que a minha?
Serei eu, tão cheia de natureza, mais ou menos natural?
Mas serei eu a alma que carrego sem que seja a minha,
o conjunto de seres racionais por dentro de mim
que me controlam o pensamento e, por vezes, o sentir
ou o ser único e puro que sente de forma única e pura?
Serei eu a união de tudo isso,
do que me resta de mim, de quantas versões tenha de mim,
e o que trago dos outros? Serei eu
algo ou alguém sequer?
Importa definir o ser?
Oct 27, 2017
Oct 27, 2017 at 12:41 PM UTC
Pedi à lua e ela respondeu
Descubro
Agora
Em mim mesma
A fonte
Sou filha de Lua Mercurial
E rejo aqui na Terra em nome de Marte
Pelos dois pólos:
- +
E marte, meu fiel guia, é bom professor
Conserva seu preciosismo
dotado talvez de pragmatismo maior
àvesso às morozidades da água
que agora secam na terra.
Conservo o meu poema
Meu espírito
O construto
O que tu me destes em tua visão
Conservo meu falo,
Pois em mim Marte grita:
À Glória!
Oct 27, 2015
Oct 27, 2015 at 2:43 AM UTC
Olho p'la janela e vejo que o dia nasceu belo;
Toda a atmosfera irradia uma tonalidade magenta -
O Outono já não tarda a chegar.
Há alguma paz nisso, mas não tanta que dure.
Dói-me ser.
Pudesse eu aprender a abraçar as sensações imensas,
Em vez de me afundar nelas, sem ar que respirar;
Pudesse eu seguir os ensinamentos de Álvaro de Campos
E fazer do sentir uma viagem infinda,
Um caminho ascendente em direção a Deus.
Pudesse eu sentir como sinto,
Como sinto tudo -
Deste modo exagerado que tenho de sentir tudo -
Sem deixar qualquer sensação tornar-se numa angústia profunda.
Soubesse eu olhar as flores
E amá-las como amo enquanto as olho
Sem que se me partisse irreparavelmente o coração
Quando não as pudesse olhar mais.
Dói-me ser
Quando parece que tudo o que sou
É esta enchente de sensações que não sei sentir devidamente.
Quando tudo o que sou é algo que poderia jurar não ser realmente eu.
Mas como posso não ser eu se são minhas as mãos que escrevem estes versos e
Meus os olhos que se quase desmancham por ter que os escrever e
Meu o coração - esta penosa maldição que carrego no peito -
Que bate furioso por não o saber ter?
Pensado em mim,
Não me imaginaria ser como sou;
Pensando em mim,
Não sei se me imaginaria de algum modo concreto mas,
Pensado em mim,
O que sou é uma mentira mal contada.
E, se o que sou é uma mentira, ser deveria ser um vazio gigante.
Mas o que sinto ser é tudo menos um vazio gigante.
O que sinto ser é um transbordar de Ser e
Como, tenho já dito anteriormente, uma contradição imensa em si.
Dói-me ser se o que sou é sentir.
Dói-me sentir e dói-me sentir que o que sou é uma construção incompleta.
Dói-me isto, tudo isto que me foi imposto como um dever -
A personalidade, o pensar, o Ser...
Dói.
Dói.
Dói....
Sep 17, 2017
Sep 17, 2017 at 1:28 PM UTC
Bom dia a todos...Desejo que tudo corra na plenitude e vossos anseios e desejos se concretizem na abundância e plenitude. Boa vindima para aqueles que ainda continuam na tão nobre Colheita. Esta poesia é dedicada ao meu Pai: António Alexandre Marques e a todos os seus amigos e conhecidos.
Lembro-me de Ti meu querido Pai
As videiras cansadas pelo sol tórrido de verão,
O rio corre por amor e paixão.
Eu procuro a resposta que não acho,
Sou feito de uvas e do teu abraço.
As rochas xistosas esperam a madrugada,
As uvas amarelas e avermelhadas.
E tu meu Pai continuas aqui sepultado,
Pois o vinho foi teu amor, meu fado…
Palavras sábias de profeta que sonha e sabe,
Lembrança de ti e eterna saudade.
Nossa Senhora de Fátima te acolheu,
Eu anseio também para ser seu…
As uvas dão precioso fruto,
Eu continuo vivo e de luto.
O Douro sublime se consome e exalta,
Por ti Pai saudade quase me mata…
Victor Marques
Oct 8, 2013
Oct 8, 2013 at 2:29 AM UTC
Graças a Deus
Você deve agradecer a criação de Deus?
Como um ser humano humilde Estou sempre grato a tudo que meus olhos podem ver e minha mente pode ou não poder entender.
Vejo a vida como um presente muito precioso. Não me pergunte porquê, cada pessoa é que deve ver e abrir os olhos para todas as belezas da natureza, do universo.
A Criação de Deus é cheia de amor e carinho. O homem nunca vai ser melhor que nosso Senhor no espírito do verdadeiro amor. Seu Filho Jesus
morreu pelos nossos pecados.
Dias virão e a mortalidade permanecerá como o grande segredo para a espécie humana. Novas descobertas mostram o poder do Espírito Santo.
Como um verdadeiro crente eu vejo Deus como amigo, como uma luz que está sempre ligada, como o melhor arquiteto que planeou o mundo e fez isso de uma forma esplêndida.
Quando eu semeio sementes não consigo ver nada. Eu me preocupo com as sementes, coloco a água, trato tudo com carinho e acredito verdadeiramente que a época da colheita virá como uma recompensa. Deus deu tudo para o homem. A cada momento peço paz, o respeito e o amor verdadeiro por toda a criação de Deus.
Eu sou abençoado por me dedicar ao cultivo de uvas no Vale do Douro. Bendigo Deus pela minha família, amigos e por ter Deus todo o tempo na minha vida. Estou sempre grato por tudo o que rodeia no Espírito da criação de Deus.
Amor á natureza ao Universo, amando cada ser humano como Deus ama será o ideal de toda a criação.
Deus abençoe a todos
Victor Marques
May 30, 2014
May 30, 2014 at 2:16 PM UTC
and the sweat lingers with a
thin film of dust, dirt, mold --
whichever what have you.
what little hydration left of
this soft fleshy vessel seeps
through this veil. creating
rivers of mud that flood the
eyes and blind. though hue
of general existence if silh-
outted. and we follow the sou-
nds hoped spoke on the proper
path. shambling the brush,
ankles caught tight in the
thorns of the undergrowth.
never a first in leaving a
blooded footpath home. and
false words call us upon a
path in Life long returned to
Nature from man. and with blin-
ded eyes and gnarled sense,
trouncing the threshold of door
long closed, fearing only the
chance of having all ended.
the Ocean's desert is nothing
but the sweat of Man's ages'
turned to dust. ended of a
vessel when purpose has seen
fulfillment. to nurture, and
bring forth perpetuation of the
curious disappeared mysteries
resting unburdened, with ponde-
ring left nulled. and recreation,
re-mythologizing aeons not long
past. only a couple thousand
since the last hoarfrost blast.
Jul 8, 2013
Jul 8, 2013 at 9:58 PM UTC
Os odores retorcidos da pele
Perdem-se na ambiguidade
Das gônadas
Do meu pensamento
Respiro a mim mesmo
E regozijo da auto-hipnose
Cuidadosamente elaborada pela metade da última década
Olho-me no espelho e desejo ser Deus
Estóico
A observar o escorrer da tarde
Mas quando o suor frio me desperta
Sinto o calor que transforma percorrer minhas entranhas
Eu sou homem, sou mulher
Sou nada e sou o mundo.
Ser Deus não tem a mínima graça.
Oct 13, 2014
Oct 13, 2014 at 5:10 PM UTC
My bed verlang na ewewig
En kantel as ek lê, My arm kweek ń
onwrikbare
Verlange na ń glimlag wat
Daarteen druk en Selfs nou en dan
Speels byt.
Die ysere
Koue wat
Dwing om
In my oop
Arms te
Kom rus.
My kat spin hard op my bors,
Duidelik in haar skik met die
Wete dat sy,
vir nou
Op jou geresserveerde kussing
Kan lê
En met
Daardie
Wete
Verlekker
Sy haarself
In my
Ellende
Die leemte hier is groter as net die Dubbelbed oop spasie op my
Queensize bed en die lieflike geeste wat deur my arms gly
En giggel
Want ek
Wag vir
Iets wat
Dalk nie
Kom nie
Dalk is dit beter so, want as jy my innerlike konflik ook soos ń kakofonie
Van dromme
Teen die mure van jou koglea kon voel dans, was hierdie leemte nog
Meer leeg
As ooit
Tevore
En sou
My contact
List net
Soos my bed
Geraak het...
Die wind wat deur my hartskrake seifer,
Fluister jou naam
En flankeer met
My gevoelens....
Hiers ń spasie oop
Spesiaal vir jou...
Mnr _.
-ń tipofrafiese voorbeeld
Van digterlike vryheid
Verwar vir menslike
Eensaamheid...
Apr 22, 2014
Apr 22, 2014 at 2:40 AM UTC
Sou eu ….
Caminhando por entre vales sonolentos,
Penedos com mil encantos,
Sobreiros abençoados, amores bem-amados,
Fontes de tesouros abandonados….
Sou eu…
Me vejo imortal nas papelarias feito postal,
Imagino ser sempre menino,
Cantar na escola o mesmo Hino,
O hino sublime de Portugal.
Sou eu…
Que pernoito ao luar sem contas para dar,
Me enalteço com vitórias e derrotas,
Vejo coisas vivas quase mortas,
Sentimento ímpar de um olhar.
Sou eu…
Nascido numa terra que seu rio sempre vai amar,
Nevoeiro que se envaidece sem falar,
Amor de um amor que me quer sempre bajular,
Sou eu e meu fado por cantar…
Victor Marques
Apr 22, 2014
Apr 22, 2014 at 8:37 AM UTC
finally na jare se rusteloosheid
jare van verlore wees, rond soek na my
elke avenue na jaag, opskop en my kniee numb pleit
het ek my vrede om jou om my gekry
my en jou se safe place
weg van al die jare s elies en disgrace
ek vat my dae een vir een soos ek kans sien
en dit sal n lieg proe as ek nie se my verlange le diep
het altyd gedink as ek beter was sou ek jou verdien
maar ek was te naief, te jonk, te blind
het myself my gevoelnes verbied
ek was moeg vir wag, die seer, die verwyt
moeg vir die fluister van trane oor my wange en die verlange
ek wou nie die weggeooi meer wees, wou jou weg smyt
bang vir alleen wees, wou nie die faulty een wees, bang
ek het vir ons ons eie soace create
n safe place waar nie ek of jy mekaar ooit weer kan forsake
ek hoef jou nooit weer te soek want ek weet waar jy gaan wees
finally you can help chase away my fears
Jul 7, 2015
Jul 7, 2015 at 11:54 PM UTC
Ek het iewers langs die pad
My onskuld verloor
, maar ek **** dis op ń special
By die bottelstoor.
Dis nou jammer ek is platsak
Sonder geld, sonder naam
Onthou my soos ek was
In ma se fotoraam.
Wie sou my kon waarsku dat
Beloftes en my maagdlikheid
So maklik soos vetkruit breek.
Of dat al daai candy cigarettes
My kon leer om ñ Marlboro
Aan te steek.
Vroeg ryp vroeg vrot,
Op dominee se eer
Verloor al jou onskuld en
En probeer maar weer
Om iewers ń Heer te kry
Wat nog omgee vir my.
Terwyl jy sukkel om jou daily bread
Op die tafel te kry.
My pelle gaan dood , word ryk
Besoek die tjoekie
Word groot ,word fake
En kry STD's en kinders
En ander goed wat hul nie soek nie.
Nou loop ek ń pad van plooie
En grys hare en taxes
Waar Yolo jou nie verder bring
Van die kussies nie...
Face it.
Ons was almal jonk
, was al almal dronk
En ń wyse man weet...
Grootword is nie vir sussies nie.
Jul 13, 2014
Jul 13, 2014 at 12:05 PM UTC
Há uma réstia de neblina em cada um dos meus pensamentos.
Uma vez mais poesio o nada -
A falta de percepção do meu eu interior -
Numa tentativa, queira Deus que não vã, de entender...
Sinto, sinto tanto!
Sinto a testa arder e o pesar dos olhos.
Sinto.
Sinto o coração apertar e o medo
Corroer-me as veias como ácido.
Sinto.
Sinto...
Mas porquê? O que me impulsiona a sentir?
Dou por mim mergulhada num rio gélido de angústia;
Dou por mim - juntamente com todas as outras versões de mim -
Perdida dentro de mim mesma,
às escuras,
Sem saber como me encontrar.
Sinto. Sinto. Sinto por sentir
E por não saber porque sinto.
Sinto por medo do desconhecido que sou eu mesma
E do que me leva a desconhecer-me.
Sinto por medo de tantas mais coisas que desconheço também.
Sinto medo que todo este medo tome conta de mim.
Por isso escrevo e sou um pouco mais eu
E esqueço um pouco do medo no papel.
Sep 14, 2017
Sep 14, 2017 at 5:14 PM UTC
ADORMECIDO NOS SONHOS VIVIDOS
Entre margens dos rios conhecidos,
Sonho com sonhos vividos.
Anseios nobres e sonolentos,
Adormecido em quentes mantos.
Serei sepultado com folhas mortas,
Com videiras, oliveiras, belas hortas.
No ermo ressuscitarei feito luz,
Com a bandeira do amor a Jesus…!
Tenho um carinho excelso pelas gentes singulares,
Feitas de um amor e seus sentidos olhares.
Paraíso de saudades já vividas,
Memórias nunca esquecidas.
Recordações de tudo que me apaixonou,
Da terra que sempre me amou.
Horas paradas nos salgueiros do ribeiro,
Sou do Castanheiro…
Um abraço com carinho e amizade
Victor Marques
Oct 21, 2013
Oct 21, 2013 at 4:04 AM UTC
Tempo perdido no tempo
Quando me lembro do tempo,
Fico preso no esquecimento,
O tempo deixa no entanto,
Alegria ou tempo de lamento.
O tempo indeterminado,
Tempo presente, futuro, passado.
Tempo que ousadamente esqueci,
Tempo do que sou e vivi.
Tempo que penar é coisa mística,
Pedreiro sem pedra não é artista.
O tempo intemporal de um ser,
Acordar com o amanhecer.
Fogueiras de um tempo que parecem apagadas,
Tempo de janelas abertas e fechadas.
Tempo que parece um ficheiro encerrado,
Incondicional amor bem-amado.
Victor Marques
Oct 30, 2013
Oct 30, 2013 at 3:07 AM UTC
Osterreich hat den Vontrapps
La Belgiquea leurs chocolats
Bûlgariya e nechuvano
Hrvatska je mjesto gdje žabe kreštanje
Kibris bir agaçtir
České čepování piva je z Czechaslovakia
Denmark er ikke Delaware
Eesti kividega
Suomi on lähellä Norjassa ja Ruotsissa
La France a Paris
Deuschland spreache Deusche
I Elláda échei kókkino - skepastí spítia
Magyarország éhes
Tá Éire ar thalamh de fearg
Italia odia quando si ordinal a pizza
Latvija izklausās tualete
Lietuva yra skystas
Lëtzebuerg *** nieft dee Belsch
Malta ghandha hafna ta ' maltu
Nederland wordt geschreeuwd toen Adam een doelpunt
Polska am Marie Curie
Portugal: Valentina: Hey que ê de on de eu sou !
România suná ca locul romanilor
Slovaškia pravi, "zdravo"
Slovenija je an prostem
Equipo de fútbol de España Es la favorite de Karly
Sverige har Minecraft
United Kingdom is leaving
Jul 9, 2016
Jul 9, 2016 at 12:43 AM UTC
Tuas parcas impressões não me comovem
Irrito-me a cada interrupção gentil que tu fazes e
Devoro a mim mesmo em lúgubre fome,
A lamentar o que de bom poderia ter feito
Se e se
Mas
Às três da tarde
Apodreço numa cadeira áspera
Quase tão fétido quanto a fruta do vômito
Passada do ponto de colheita
Às cinco da tarde
Eu já sou molho estragado
Setenta por cento aglomerado literal de leucócitos degenerados
Pus integral
Ao cair do sol,
Sou um alface hidropônico
Pronto para ser vendido, lavado e comido por ti
Interruptor imbecil.
Voltar-me-ei ao mar
Ao esgoto
Num estado de paz surda
A solidão é um inspirar sufocado
Sufoca
Oxida as ideias
É tortura comodamente induzida
Se hoje fervilho, é sorte
Pura boa-aventurança;
Pois do profundo cócito
Fui e voltei
E cá estou
Inteiro
Longe dos dentes de Deus.
Sep 28, 2014
Sep 28, 2014 at 5:16 AM UTC
Dizer que tenho saudades tuas, agora
é uma espécie de mentira coberta com um pano de linho
Tenho somente saudades do que era antes de Ti
E isso é a cruz que carrego
Vincada e afiada que se pôs as minhas costas
E se me mexo me corta em dois
Como carne fina do talho gourmet
Comparação inadequada, eu sei
Mas a única que penso agora, que sou estreita.
Por vezes olho para o relógio, e já nem contando as horas
Reparo nas datas, extensas
Dou por mim a ver um mês
E no momento a seguir, o olho
E vejo dois meses, a correr
Pergunto-me se estou louca ou simplesmente
Exausta
O tempo deixa de ter nexo e o Mundo fica pequeno
Os dias passam como se não tivessem vida
E em vez de correr, existo
Durmo ao Luar e ao Sol
Como se tudo se tratasse do mesmo
Do sonho
Do sono
Explicar-te porque sinto saudades tuas, agora
é uma espécie de firmamento do caminho insano que percorro
Tenho somente saudades do Tempo que parava
Quando nos teus braços respirava
Sossegava
E agora não tenho sangue suficiente para estancar a ferida
Dura, profunda, dolorosa
Como os pés que piso
Que não são meus.
Jul 7, 2012
Jul 7, 2012 at 9:04 PM UTC
Escrevo sobre mim e digo-me criança nos versos.
Olho-me ao espelho e não sei que idade me dar.
Meu Deus, sou tão nova!
Tão cheia de infantilidade nas minhas ações, tão
Cheia de juvenilidade nos meus desejos.
Quero saber para sempre amar com uma adolescente
E talvez isso não seja bom. Romântica incurável
Como digo que sou, deveria ansiar por um amor
Maduro. Mas não.
Quero amar inconscientemente. Quero
Amar com o calor da pele aquecida pelo sol, com
A frescura que a pele sente quando se aventura ao mar.
Quero amar sem ter que pensar
Muito sobre o amor. Porque, como os versos sinceros,
A fluência do amor deve ser
Impulsionada apenas por si.
Nov 26, 2021
Nov 26, 2021 at 10:08 AM UTC
Jy wys nie die son vir 'n blinde wat weer kan sien nie.
Dis mos nou kinders-kry dan trou ,
'n priem baba se : Ek is lief vir jou.
Verby nog voor dit begin het.
Of is my hart nou wiegiedood wat
doodluiters my eie galg om die baba hang.
Breek ek die glas-skoen? voordat die lewe dit kan breek?
Of het ek nou maar oulaas 'n manier
om al die goeie goed - uit vrees
van stapel te stuur?
Ek kan jou volg... sal jou volg;
sou jou volg tot waar die wind ons waai
en saam jou kan ek... sal ek
sou ek heeldag rondomtalie en tiekiedraai,
maar *** gaan ek die onbekende in
as dit tussen my en die horison le?
My hartklop eikehout in die gang,
hy klop nog koud , maar hy klop nou!
En jy praat van altyd en van later en van dan:
verder selfs as wat my sig durf reik!
Jy is my nou.
Jammer dat ek more jou gister gaan wees;
probeer verstaan, ek verlang nog silwer en plooie
en die wereld is my lapdoek en die lewe is my lee papier
en ek wil groei.
Ek kan nie die trouring dra nie
,as hy nog koud aan my vinger kleef...
my hart is dalk nog prematuur ,
maar ek wil graag uitgan
en die koue skouers en spervure
vir my self gaan beleef.
Moet my nie die son wys nie
Ek leer nou eers *** om te sien...
en moet nie se jy is lief vir my nie,
want more is dit verby nog voor dit begin het.
En dan hang ek die priem.
Sep 2, 2014
Sep 2, 2014 at 9:42 AM UTC
The lives we've chosen are leaving us broken
(Do you need your)
Crammed in a corner, don't speak unless spoken to
(Blue screen covers?)
December's coming close to reignite the ghosts
Of elder superstition, mythology becomes religion again!
Marry me, my darling
We've only seconds left to go
I know I'm not the life of the party
But no one here wants to die alone!
Let sleeping dogs lie! You're kicking a
Dead horse!
To arms! To arms! To arms!
Left wing and sou-souwest.
Cheers to the masses for forgetting the past
(Sticks and stones)
Beautifully passive, raising our glasses
(This is our home)
I want to ignite you, that's why I'm spiteful
And loathing your masters, hiding in laughter!
So walk away, you harlot.
Far too tired to give you time
You're not worth the effort I made to hide in
My hope for the world to split
Let sleeping dogs lie! You're kicking a
Dead horse!
To arms! To arms! To arms!
Bury our fears in our outlets.
Last call before we close the door
Just wait until the power's down
Let it be known coast to coast
What we've hidden underground.
Drive a hatchet into your front door,
Inside us all is warrior bone
Burn up all your televisions
Destroy all your telephones!
The future shall not be distorted
No crime shall go unreported
Give it to them as you found it
Without homes, without a sound!
I'll give my words, shut up and listen:
The old ways died and no one missed them,
Don't you see your hallucinogens
Are no excuse for ignorance?
Let sleeping dogs die. You're kicking a
Burnt bridge.
To arms! To arms! To arms!
Behold the 22nd.
Nov 24, 2012
Nov 24, 2012 at 12:39 AM UTC
tenho estado morta na vida e não sonho muito
distraio-me com o querer disfarçado de quimera disfarçado de amor
tenho estado
e quando me canso de estar
crio versos e mundos e personalidades e sentires
crio-os tão avidamente que começo a crê-los reais
faço-me crer tanto e tão avidamente neles que, quando dou por mim,
já não sei se não serão reais mesmo
não sonho
e por frustração de não sonhar
chamo de sonho a cada envolver ténue de sensação
que quase reanima este punho ensanguentado coração dito
e corro atrás de si como se pela vida como se por mim
vou estando, em toda a insuficiência que é estar apenas
e forço-me à queda livre das sensações pensadas
o frio na barriga lembrando-me que Sou.
May 16, 2017
May 16, 2017 at 5:03 PM UTC
Penso um pouco
Problemas surgem a qualquer momento,
Alguns rápidos como o vento,
Ninguém diga que é rico ou feliz,
Somos aquilo que Deus quis.
O homem como ser consciente,
Esquece passado, forja presente,
Falsas regras de corruptas instituições,
Homem simples sem condecorações.
Mundo que se deixa para trás,
Falta amor e também paz,
Lençóis soltos ao vento,
Sou eu e o meu pensamento.
Não ser ninguém, ter memória,
Alma branca como a aurora,
Sonhador dum mundo mais perfeito,
Acordado sinto meu peito.
Victor Marques
Jun 29, 2010
Jun 29, 2010 at 3:07 AM UTC