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"sou" poems
Was dit my sonde om te droom, te wens? Was dit wreed om te verwag dat jy my iewers in jou soet woorde sou vind? Kyk ek dalk na jou met die oorhoofse afwagting van 'n kind? Sal jy met sjarme my kan vermaak of is teaterkuns 'n masker vir jou haat? Ek smag na jou taal, jou moedertong in my uitgehongerde mond. Oh die beeld- wat ons met sulks silwer stem kan skep! *** sal jou brief my vind? Sal daar 'n tuin ontstaan as ek jou antwoord naslaan? Se jy sal bly, net vir my! Se my brandewyn asem het jou inner kind bevry! Se net jy is lief vir my- en ons sal saam die tonnel-oog wereld met soet liefde en dronkmans woorde verlei. Skryf saam met my in hierdie silwertong, en kyk *** die wereld in afwagting verstar. Die liefde wil blom wanneer twee skrywers bymekaarkom. Die wereld raak nat, met die geuiter, van ons silwer tong.
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Jul 14, 2014
Jul 14, 2014 at 2:50 PM UTC
Maak liefde in woorde
olho pra você e vejo um pássaro e eu sou o mar você já imaginou como seria se você mergulhasse em mim? tragédia e como seria se eu tentasse te alcançar? destruição
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Mar 25, 2016
Mar 25, 2016 at 9:06 PM UTC
passarrinho
**** jy die **** van yster-gordyn wat val en die aarde omhels ten laaste sy afwaartse versnelling. Dit maak seer mamma... Gewere word neergelê as ń universiële teken van hoop en vrede , maar verlang na ń lid van die geledere. Dit maak seer mamma... Ons was almal naïef; in ons drome was daar plek vir twee, Ń eindelose see waar ons kon wegvaar van die ontbindinde spoke van gister, waar ons ons hande in soutwater-poele kon was iewers langs die kus van versoening... Dit maak seer... Niemand sou kon raai dat die jare se snellertrek en loopgraaf grawwe jou eens sagte vel kon magnetiseer nie... *** kon ek voorsien dat jy ń bietjie van die geweld gaan steel het om vir jouself te hou nie. *** sou ek weet dat jou vingers jeuk sonder die dooie staal wat dit streel nie... Een skoot Twee skote Drie skote Ń eenman vuurpelaton reën op my neer en dring deur my ope arms... Jy het nog altyd ń plek in my hart gehad, maar nou het jy dit beset met lood en alle onskuld uitgerook met brandende kruit... Dit maak seer... Dele van jou hang nog swaar op al die plekke wat saakmaak en seermaak en trek my af grond toe... Eina... Liefde ek het altyd geweet ons het mekaar se ruë gehad... ek hey net nie geweet jy was besig om ń rooi kruis vir jou fissier op myne te verf nie... Dit maak seer mamma... Koebaai
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May 6, 2014
May 6, 2014 at 5:48 PM UTC
Kuikens na 'n oorlog
Colhi a alma de tudo quanto toquei e em tudo quanto olhei larguei parte da minha o que me torna, hoje, aquilo que sou, o que me constrói e constitui são os outros e não eu. Os outros: as flores banhadas de orvalho, as árvores vestidas ou nuas, as paisagens das cidades que amei mais do que as pessoas com que as corri, as pessoas que amei e as que toquei apenas e aquelas que nem a tocar cheguei. Não sou já gente, se é que fui gente vez alguma! Será esta alma que trago maior que a minha? Serei eu, tão cheia de natureza, mais ou menos natural? Mas serei eu a alma que carrego sem que seja a minha, o conjunto de seres racionais por dentro de mim que me controlam o pensamento e, por vezes, o sentir ou o ser único e puro que sente de forma única e pura? Serei eu a união de tudo isso, do que me resta de mim, de quantas versões tenha de mim, e o que trago dos outros? Serei eu algo ou alguém sequer? Importa definir o ser?
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Oct 27, 2017
Oct 27, 2017 at 12:41 PM UTC
Colhi a Alma de Tudo Quanto Toquei
Pedi à lua e ela respondeu Descubro Agora Em mim mesma A fonte Sou filha de Lua Mercurial E rejo aqui na Terra em nome de Marte Pelos dois pólos: -  + E marte, meu fiel guia, é bom professor Conserva seu preciosismo dotado talvez de pragmatismo maior àvesso às morozidades da água que agora secam na terra. Conservo o meu poema Meu espírito O construto O que tu me destes em tua visão Conservo meu falo, Pois em mim Marte grita: À Glória!
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Oct 27, 2015
Oct 27, 2015 at 2:43 AM UTC
Feliz Aniversário, Escorpiana
Olho p'la janela e vejo que o dia nasceu belo; Toda a atmosfera irradia uma tonalidade magenta - O Outono já não tarda a chegar. Há alguma paz nisso, mas não tanta que dure. Dói-me ser. Pudesse eu aprender a abraçar as sensações imensas, Em vez de me afundar nelas, sem ar que respirar; Pudesse eu seguir os ensinamentos de Álvaro de Campos E fazer do sentir uma viagem infinda, Um caminho ascendente em direção a Deus. Pudesse eu sentir como sinto, Como sinto tudo - Deste modo exagerado que tenho de sentir tudo - Sem deixar qualquer sensação tornar-se numa angústia profunda. Soubesse eu olhar as flores E amá-las como amo enquanto as olho Sem que se me partisse irreparavelmente o coração Quando não as pudesse olhar mais. Dói-me ser Quando parece que tudo o que sou É esta enchente de sensações que não sei sentir devidamente. Quando tudo o que sou é algo que poderia jurar não ser realmente eu. Mas como posso não ser eu se são minhas as mãos que escrevem estes versos e Meus os olhos que se quase desmancham por ter que os escrever e Meu o coração - esta penosa maldição que carrego no peito - Que bate furioso por não o saber ter? Pensado em mim, Não me imaginaria ser como sou; Pensando em mim, Não sei se me imaginaria de algum modo concreto mas, Pensado em mim, O que sou é uma mentira mal contada. E, se o que sou é uma mentira, ser deveria ser um vazio gigante. Mas o que sinto ser é tudo menos um vazio gigante. O que sinto ser é um transbordar de Ser e Como, tenho já dito anteriormente, uma contradição imensa em si. Dói-me ser se o que sou é sentir. Dói-me sentir e dói-me sentir que o que sou é uma construção incompleta. Dói-me isto, tudo isto que me foi imposto como um dever - A personalidade, o pensar, o Ser... Dói. Dói. Dói....
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Sep 17, 2017
Sep 17, 2017 at 1:28 PM UTC
Dói-me Ser - 17/09/17
Olho p'la janela e vejo que o dia nasceu belo; Toda a atmosfera irradia uma tonalidade magenta - O Outono já não tarda a chegar. Há alguma paz nisso, mas não tanta que dure. Dói-me ser. Pudesse eu aprender a abraçar as sensações imensas, Em vez de me afundar nelas, sem ar que respirar; Pudesse eu seguir os ensinamentos de Álvaro de Campos E fazer do sentir uma viagem infinda, Um caminho ascendente em direção a Deus. Pudesse eu sentir como sinto, Como sinto tudo - Deste modo exagerado que tenho de sentir tudo - Sem deixar qualquer sensação tornar-se numa angústia profunda. Soubesse eu olhar as flores E amá-las como amo enquanto as olho Sem que se me partisse irreparavelmente o coração Quando não as pudesse olhar mais. Dói-me ser Quando parece que tudo o que sou É esta enchente de sensações que não sei sentir devidamente. Quando tudo o que sou é algo que poderia jurar não ser realmente eu. Mas como posso não ser eu se são minhas as mãos que escrevem estes versos e Meus os olhos que se quase desmancham por ter que os escrever e Meu o coração - esta penosa maldição que carrego no peito - Que bate furioso por não o saber ter? Pensado em mim, Não me imaginaria ser como sou; Pensando em mim, Não sei se me imaginaria de algum modo concreto mas, Pensado em mim, O que sou é uma mentira mal contada. E, se o que sou é uma mentira, ser deveria ser um vazio gigante. Mas o que sinto ser é tudo menos um vazio gigante. O que sinto ser é um transbordar de Ser e Como, tenho já dito anteriormente, uma contradição imensa em si. Dói-me ser se o que sou é sentir. Dói-me sentir e dói-me sentir que o que sou é uma construção incompleta. Dói-me isto, tudo isto que me foi imposto como um dever - A personalidade, o pensar, o Ser... Dói. Dói. Dói....
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Bom dia a todos...Desejo que tudo corra na plenitude e vossos anseios e desejos se concretizem na abundância e plenitude. Boa vindima para aqueles que ainda continuam na tão nobre Colheita. Esta poesia é dedicada ao meu Pai: António Alexandre Marques e a todos os seus amigos e conhecidos. Lembro-me de Ti meu querido Pai As videiras cansadas pelo sol tórrido de verão, O rio corre por amor e paixão. Eu procuro a resposta que não acho, Sou feito de uvas e do teu abraço. As rochas xistosas esperam a madrugada, As uvas amarelas e avermelhadas. E tu meu Pai continuas aqui sepultado, Pois o vinho foi teu amor, meu fado… Palavras sábias de profeta que sonha e sabe, Lembrança de ti e eterna saudade. Nossa Senhora de Fátima te acolheu, Eu anseio também para ser seu… As uvas dão precioso fruto, Eu continuo vivo e de luto. O Douro sublime se consome e exalta, Por ti Pai saudade quase me mata… Victor Marques
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Oct 8, 2013
Oct 8, 2013 at 2:29 AM UTC
Lembro-me de ti meu Pai
Graças a Deus Você deve agradecer a criação de Deus? Como um ser humano humilde Estou sempre grato a tudo que meus olhos podem ver e minha mente pode ou não poder entender. Vejo a vida como um presente muito precioso. Não me pergunte porquê, cada pessoa é que deve ver e abrir os olhos para todas as belezas da natureza, do universo.       A Criação de Deus é cheia de amor e carinho. O homem nunca vai ser melhor que nosso Senhor no espírito do verdadeiro amor. Seu Filho Jesus morreu pelos nossos pecados. Dias virão e a mortalidade permanecerá como o grande segredo para a espécie humana. Novas descobertas mostram o poder do Espírito Santo. Como um verdadeiro crente eu vejo Deus como amigo, como uma luz que está sempre ligada, como o melhor arquiteto que planeou o mundo e fez isso de uma forma esplêndida.       Quando eu semeio sementes não consigo ver nada. Eu me preocupo com as sementes, coloco a água, trato tudo com carinho e acredito verdadeiramente que a época da colheita virá como uma recompensa. Deus deu tudo para o homem. A cada momento peço paz, o respeito e o amor verdadeiro por toda a criação de Deus.         Eu sou abençoado por me dedicar ao cultivo de uvas no Vale do Douro. Bendigo Deus pela minha família, amigos e por ter Deus todo o tempo na minha vida. Estou sempre grato por tudo o que rodeia no Espírito da criação de Deus. Amor á natureza ao Universo, amando cada ser humano como Deus ama será o ideal de toda a criação. Deus abençoe a todos Victor Marques
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May 30, 2014
May 30, 2014 at 2:16 PM UTC
Graças a Deus
Graças a Deus Você deve agradecer a criação de Deus? Como um ser humano humilde Estou sempre grato a tudo que meus olhos podem ver e minha mente pode ou não poder entender. Vejo a vida como um presente muito precioso. Não me pergunte porquê, cada pessoa é que deve ver e abrir os olhos para todas as belezas da natureza, do universo.       A Criação de Deus é cheia de amor e carinho. O homem nunca vai ser melhor que nosso Senhor no espírito do verdadeiro amor. Seu Filho Jesus morreu pelos nossos pecados. Dias virão e a mortalidade permanecerá como o grande segredo para a espécie humana. Novas descobertas mostram o poder do Espírito Santo. Como um verdadeiro crente eu vejo Deus como amigo, como uma luz que está sempre ligada, como o melhor arquiteto que planeou o mundo e fez isso de uma forma esplêndida.       Quando eu semeio sementes não consigo ver nada. Eu me preocupo com as sementes, coloco a água, trato tudo com carinho e acredito verdadeiramente que a época da colheita virá como uma recompensa. Deus deu tudo para o homem. A cada momento peço paz, o respeito e o amor verdadeiro por toda a criação de Deus.         Eu sou abençoado por me dedicar ao cultivo de uvas no Vale do Douro. Bendigo Deus pela minha família, amigos e por ter Deus todo o tempo na minha vida. Estou sempre grato por tudo o que rodeia no Espírito da criação de Deus. Amor á natureza ao Universo, amando cada ser humano como Deus ama será o ideal de toda a criação. Deus abençoe a todos Victor Marques
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and the sweat lingers with a thin film of dust, dirt, mold -- whichever what have you. what little hydration left of this soft fleshy vessel seeps through this veil. creating rivers of mud that flood the eyes and blind. though hue of general existence if silh- outted. and we follow the sou- nds hoped spoke on the proper path. shambling the brush, ankles caught tight in the thorns of the undergrowth. never a first in leaving a blooded footpath home. and false words call us upon a path in Life long returned to Nature from man. and with blin- ded eyes and gnarled sense, trouncing the threshold of door long closed, fearing only the chance of having all ended. the Ocean's desert is nothing but the sweat of Man's ages' turned to dust. ended of a vessel when purpose has seen fulfillment. to nurture, and bring forth perpetuation of the curious disappeared mysteries resting unburdened, with ponde- ring left nulled. and recreation, re-mythologizing aeons not long past. only a couple thousand since the last hoarfrost blast.
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Jul 8, 2013
Jul 8, 2013 at 9:58 PM UTC
summer sweating pt. 3
Os odores retorcidos da pele Perdem-se na ambiguidade Das gônadas Do meu pensamento Respiro a mim mesmo E regozijo da auto-hipnose Cuidadosamente elaborada pela metade da última década Olho-me no espelho e desejo ser Deus Estóico A observar o escorrer da tarde Mas quando o suor frio me desperta Sinto o calor que transforma percorrer minhas entranhas Eu sou homem, sou mulher Sou nada e sou o mundo. Ser Deus não tem a mínima graça.
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Oct 13, 2014
Oct 13, 2014 at 5:10 PM UTC
Syzygy
My bed verlang na ewewig En kantel as ek lê, My arm kweek ń onwrikbare Verlange na ń glimlag wat Daarteen druk en Selfs nou en dan Speels byt. Die ysere Koue wat Dwing om In my oop Arms te Kom rus. My kat spin hard op my bors, Duidelik in haar skik met die Wete dat sy, vir nou Op jou geresserveerde kussing Kan lê En met Daardie Wete Verlekker Sy haarself In my Ellende Die leemte hier is groter as net die Dubbelbed oop spasie op my Queensize bed en die lieflike geeste wat deur my arms gly En giggel Want ek Wag vir Iets wat Dalk nie Kom nie Dalk is dit beter so, want as jy my innerlike konflik ook soos ń kakofonie Van dromme Teen die mure van jou koglea kon voel dans, was hierdie leemte nog Meer leeg As ooit Tevore En sou My contact List net Soos my bed Geraak het... Die wind wat deur my hartskrake seifer, Fluister jou naam En flankeer met My gevoelens.... Hiers ń spasie oop Spesiaal vir jou... Mnr _. -ń tipofrafiese voorbeeld Van digterlike vryheid Verwar vir menslike Eensaamheid...
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Apr 22, 2014
Apr 22, 2014 at 2:40 AM UTC
waar lê jou...
Sou eu …. Caminhando por entre vales sonolentos, Penedos com mil encantos, Sobreiros abençoados, amores bem-amados, Fontes de tesouros abandonados…. Sou eu… Me vejo imortal nas papelarias feito postal, Imagino ser sempre menino, Cantar na escola o mesmo Hino, O hino sublime de Portugal. Sou eu… Que pernoito ao luar sem contas para dar, Me enalteço com vitórias e derrotas, Vejo coisas vivas quase mortas, Sentimento ímpar de um olhar. Sou eu… Nascido numa terra que seu rio sempre vai amar, Nevoeiro que se envaidece sem falar, Amor de um amor que me quer sempre bajular, Sou eu e meu fado por cantar… Victor Marques
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Apr 22, 2014
Apr 22, 2014 at 8:37 AM UTC
Sou eu .... mais eu
finally na jare se rusteloosheid jare van verlore wees, rond soek na my elke avenue na jaag, opskop en my kniee numb pleit het ek my vrede om jou om my gekry my en jou se safe place weg van al die jare s elies en disgrace ek vat my dae een vir een soos ek kans sien en dit sal n lieg proe as ek nie se my verlange le diep het altyd gedink as ek beter was sou ek jou verdien maar ek was te naief, te jonk, te blind het myself my gevoelnes verbied ek was moeg vir wag, die seer, die verwyt moeg vir die fluister van trane oor my wange en die verlange ek wou nie die weggeooi meer wees, wou jou weg smyt bang vir alleen wees, wou nie die faulty een wees, bang ek het vir ons ons eie soace create n safe place waar nie ek of jy mekaar ooit weer kan forsake ek hoef jou nooit weer te soek want ek weet waar jy gaan wees finally you can help chase away my fears
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Jul 7, 2015
Jul 7, 2015 at 11:54 PM UTC
Verlig
Ek het iewers langs die pad My onskuld verloor , maar ek **** dis op ń special By die bottelstoor. Dis nou jammer ek is platsak Sonder geld, sonder naam Onthou my soos ek was In ma se fotoraam. Wie sou my kon waarsku dat Beloftes en my maagdlikheid So maklik soos vetkruit breek. Of dat al daai candy cigarettes My kon leer om ñ Marlboro Aan te steek. Vroeg ryp vroeg vrot, Op dominee se eer Verloor al jou onskuld en En probeer maar weer Om iewers ń Heer te kry Wat nog omgee vir my. Terwyl jy sukkel om jou daily bread Op die tafel te kry. My pelle gaan dood , word ryk Besoek die tjoekie Word groot ,word fake En kry STD's en kinders En ander goed wat hul nie soek nie. Nou loop ek ń pad van plooie En grys hare en taxes Waar Yolo jou nie verder bring Van die kussies nie... Face it. Ons was almal jonk , was al almal dronk En ń wyse man weet... Grootword is nie vir sussies nie.
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Jul 13, 2014
Jul 13, 2014 at 12:05 PM UTC
Ode aan die oude
Há uma réstia de neblina em cada um dos meus pensamentos. Uma vez mais poesio o nada - A falta de percepção do meu eu interior - Numa tentativa, queira Deus que não vã, de entender...     Sinto, sinto tanto!     Sinto a testa arder e o pesar dos olhos.     Sinto.     Sinto o coração apertar e o medo     Corroer-me as veias como ácido.     Sinto.     Sinto...     Mas porquê? O que me impulsiona a sentir? Dou por mim mergulhada num rio gélido de angústia; Dou por mim - juntamente com todas as outras versões de mim - Perdida dentro de mim mesma,     às escuras, Sem saber como me encontrar.     Sinto. Sinto. Sinto por sentir     E por não saber porque sinto.     Sinto por medo do desconhecido que sou eu mesma     E do que me leva a desconhecer-me.     Sinto por medo de tantas mais coisas que desconheço também.     Sinto medo que todo este medo tome conta de mim. Por isso escrevo e sou um pouco mais eu E esqueço um pouco do medo no papel.
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Sep 14, 2017
Sep 14, 2017 at 5:14 PM UTC
O Medo e as Sensações
ADORMECIDO NOS SONHOS VIVIDOS Entre margens dos rios conhecidos, Sonho com sonhos vividos. Anseios nobres e sonolentos, Adormecido em quentes mantos. Serei sepultado com folhas mortas, Com videiras, oliveiras, belas hortas. No ermo ressuscitarei feito luz, Com a bandeira do amor a Jesus…! Tenho um carinho excelso pelas gentes singulares, Feitas de um amor e seus sentidos olhares. Paraíso de saudades já vividas, Memórias nunca esquecidas. Recordações de tudo que me apaixonou, Da terra que sempre me amou. Horas paradas nos salgueiros do ribeiro, Sou do Castanheiro… Um abraço com carinho e amizade Victor Marques
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Oct 21, 2013
Oct 21, 2013 at 4:04 AM UTC
Adormecido nos sonhos vividos
Tempo perdido no tempo Quando me lembro do tempo, Fico preso no esquecimento, O tempo deixa no entanto, Alegria ou tempo de lamento. O tempo indeterminado, Tempo presente, futuro, passado. Tempo que ousadamente esqueci, Tempo do que sou e vivi. Tempo que penar é coisa mística, Pedreiro sem pedra não é artista. O tempo intemporal de um ser, Acordar com o amanhecer. Fogueiras de um tempo que parecem apagadas, Tempo de janelas abertas e fechadas. Tempo que parece um ficheiro encerrado, Incondicional amor bem-amado. Victor Marques
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Oct 30, 2013
Oct 30, 2013 at 3:07 AM UTC
Tempo perdido no tempo
Osterreich hat den Vontrapps La Belgiquea leurs chocolats Bûlgariya e nechuvano Hrvatska je mjesto gdje žabe kreštanje Kibris bir agaçtir České čepování piva je z Czechaslovakia Denmark er ikke Delaware Eesti kividega Suomi on lähellä Norjassa ja Ruotsissa La France a Paris Deuschland spreache Deusche I Elláda échei kókkino - skepastí spítia Magyarország éhes Tá Éire ar thalamh de fearg Italia odia quando si ordinal a pizza Latvija izklausās tualete Lietuva yra skystas Lëtzebuerg *** nieft dee Belsch Malta ghandha hafna ta ' maltu Nederland wordt geschreeuwd toen Adam een doelpunt Polska am Marie Curie Portugal: Valentina: Hey que ê de on de eu sou ! România suná ca locul romanilor Slovaškia pravi, "zdravo" Slovenija je an prostem Equipo de fútbol de España Es la favorite de Karly Sverige har Minecraft United Kingdom is leaving
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Jul 9, 2016
Jul 9, 2016 at 12:43 AM UTC
The EU
Tuas parcas impressões não me comovem Irrito-me a cada interrupção gentil que tu fazes e Devoro a mim mesmo em lúgubre fome, A lamentar o que de bom poderia ter feito Se e se Mas Às três da tarde Apodreço numa cadeira áspera Quase tão fétido quanto a fruta do vômito Passada do ponto de colheita Às cinco da tarde Eu já sou molho estragado Setenta por cento aglomerado literal de leucócitos degenerados Pus integral Ao cair do sol, Sou um alface hidropônico Pronto para ser vendido, lavado e comido por ti Interruptor imbecil. Voltar-me-ei ao mar Ao esgoto Num estado de paz surda A solidão é um inspirar sufocado Sufoca Oxida as ideias É tortura comodamente induzida Se hoje fervilho, é sorte Pura boa-aventurança; Pois do profundo cócito Fui e voltei E cá estou Inteiro Longe dos dentes de Deus.
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Sep 28, 2014
Sep 28, 2014 at 5:16 AM UTC
Motivos empáticos
Dizer que tenho saudades tuas, agora é uma espécie de mentira coberta com um pano de linho Tenho somente saudades do que era antes de Ti E isso é a cruz que carrego Vincada e afiada que se pôs as minhas costas E se me mexo me corta em dois Como carne fina do talho gourmet Comparação inadequada, eu sei Mas a única que penso agora, que sou estreita. Por vezes olho para o relógio, e já nem contando as horas Reparo nas datas, extensas Dou por mim a ver um mês E no momento a seguir, o olho E vejo dois meses, a correr Pergunto-me se estou louca ou simplesmente Exausta O tempo deixa de ter nexo e o Mundo fica pequeno Os dias passam como se não tivessem vida E em vez de correr, existo Durmo ao Luar e ao Sol Como se tudo se tratasse do mesmo Do sonho Do sono Explicar-te porque sinto saudades tuas, agora é uma espécie de firmamento do caminho insano que percorro Tenho somente saudades do Tempo que parava Quando nos teus braços respirava Sossegava E agora não tenho sangue suficiente para estancar a ferida Dura, profunda, dolorosa Como os pés que piso Que não são meus.
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Jul 7, 2012
Jul 7, 2012 at 9:04 PM UTC
o nunca ter tido
Escrevo sobre mim e digo-me criança nos versos. Olho-me ao espelho e não sei que idade me dar. Meu Deus, sou tão nova! Tão cheia de infantilidade nas minhas ações, tão Cheia de juvenilidade nos meus desejos. Quero saber para sempre amar com uma adolescente E talvez isso não seja bom. Romântica incurável Como digo que sou, deveria ansiar por um amor Maduro. Mas não. Quero amar inconscientemente. Quero Amar com o calor da pele aquecida pelo sol, com A frescura que a pele sente quando se aventura ao mar. Quero amar sem ter que pensar Muito sobre o amor. Porque, como os versos sinceros, A fluência do amor deve ser Impulsionada apenas por si.
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Nov 26, 2021
Nov 26, 2021 at 10:08 AM UTC
versos de criança 22/05/2020
Jy wys nie die son vir 'n blinde wat weer kan sien nie. Dis mos nou kinders-kry dan trou , 'n priem baba se : Ek is lief vir jou. Verby nog voor dit begin het. Of is my hart nou wiegiedood wat doodluiters my eie galg om die baba hang. Breek ek die glas-skoen? voordat die lewe dit kan breek? Of het ek nou maar oulaas 'n manier om al die goeie goed - uit vrees van stapel te stuur? Ek kan jou volg... sal jou volg; sou jou volg tot waar die wind ons waai en saam jou kan ek... sal ek sou ek heeldag rondomtalie en tiekiedraai, maar *** gaan ek die onbekende in as dit tussen my en die horison le? My hartklop eikehout in die gang, hy klop nog koud , maar hy klop nou! En jy praat van altyd en van later en van dan: verder selfs as wat my sig durf reik! Jy is my nou. Jammer dat ek more jou gister gaan wees; probeer verstaan, ek verlang nog silwer en plooie en die wereld is my lapdoek en die lewe is my lee papier en ek wil groei. Ek kan nie die trouring dra nie ,as hy nog koud aan my vinger kleef... my hart is dalk nog prematuur , maar ek wil graag uitgan en die koue skouers en spervure vir my self gaan beleef. Moet my nie die son wys nie Ek leer nou eers *** om te sien... en moet nie se jy is lief vir my nie, want more is dit verby nog voor dit begin het. En dan hang ek die priem.
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Sep 2, 2014
Sep 2, 2014 at 9:42 AM UTC
Stilgebore
The lives we've chosen are leaving us broken (Do you need your) Crammed in a corner, don't speak unless spoken to (Blue screen covers?) December's coming close to reignite the ghosts Of elder superstition, mythology becomes religion again! Marry me, my darling We've only seconds left to go I know I'm not the life of the party But no one here wants to die alone! Let sleeping dogs lie! You're kicking a Dead horse! To arms! To arms! To arms! Left wing and sou-souwest. Cheers to the masses for forgetting the past (Sticks and stones) Beautifully passive, raising our glasses (This is our home) I want to ignite you, that's why I'm spiteful And loathing your masters, hiding in laughter! So walk away, you harlot. Far too tired to give you time You're not worth the effort I made to hide in My hope for the world to split Let sleeping dogs lie! You're kicking a Dead horse! To arms! To arms! To arms! Bury our fears in our outlets. Last call before we close the door Just wait until the power's down Let it be known coast to coast What we've hidden underground. Drive a hatchet into your front door, Inside us all is warrior bone Burn up all your televisions Destroy all your telephones! The future shall not be distorted No crime shall go unreported Give it to them as you found it Without homes, without a sound! I'll give my words, shut up and listen: The old ways died and no one missed them, Don't you see your hallucinogens Are no excuse for ignorance? Let sleeping dogs die. You're kicking a Burnt bridge. To arms! To arms! To arms! Behold the 22nd.
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Nov 24, 2012
Nov 24, 2012 at 12:39 AM UTC
Bovine Blues
The lives we've chosen are leaving us broken (Do you need your) Crammed in a corner, don't speak unless spoken to (Blue screen covers?) December's coming close to reignite the ghosts Of elder superstition, mythology becomes religion again! Marry me, my darling We've only seconds left to go I know I'm not the life of the party But no one here wants to die alone! Let sleeping dogs lie! You're kicking a Dead horse! To arms! To arms! To arms! Left wing and sou-souwest. Cheers to the masses for forgetting the past (Sticks and stones) Beautifully passive, raising our glasses (This is our home) I want to ignite you, that's why I'm spiteful And loathing your masters, hiding in laughter! So walk away, you harlot. Far too tired to give you time You're not worth the effort I made to hide in My hope for the world to split Let sleeping dogs lie! You're kicking a Dead horse! To arms! To arms! To arms! Bury our fears in our outlets. Last call before we close the door Just wait until the power's down Let it be known coast to coast What we've hidden underground. Drive a hatchet into your front door, Inside us all is warrior bone Burn up all your televisions Destroy all your telephones! The future shall not be distorted No crime shall go unreported Give it to them as you found it Without homes, without a sound! I'll give my words, shut up and listen: The old ways died and no one missed them, Don't you see your hallucinogens Are no excuse for ignorance? Let sleeping dogs die. You're kicking a Burnt bridge. To arms! To arms! To arms! Behold the 22nd.
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tenho estado morta na vida e não sonho muito distraio-me com o querer disfarçado de quimera disfarçado de amor tenho estado e quando me canso de estar crio versos e mundos e personalidades e sentires crio-os tão avidamente que começo a crê-los reais faço-me crer tanto e tão avidamente neles que, quando dou por mim, já não sei se não serão reais mesmo não sonho e por frustração de não sonhar chamo de sonho a cada envolver ténue de sensação que quase reanima este punho ensanguentado coração dito e corro atrás de si como se pela vida como se por mim vou estando, em toda a insuficiência que é estar apenas e forço-me à queda livre das sensações pensadas o frio na barriga lembrando-me que Sou.
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May 16, 2017
May 16, 2017 at 5:03 PM UTC
tenho estado morta na vida e não sonho muito
Penso um pouco Problemas surgem a qualquer momento, Alguns rápidos como o vento, Ninguém diga que é rico ou feliz, Somos  aquilo que Deus quis. O homem como ser consciente, Esquece passado, forja presente, Falsas regras de corruptas instituições, Homem simples sem condecorações. Mundo que se deixa para trás, Falta amor e também paz, Lençóis soltos ao vento, Sou eu e o meu pensamento. Não ser ninguém, ter memória, Alma branca como a aurora, Sonhador dum mundo mais perfeito, Acordado sinto meu peito. Victor  Marques
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Jun 29, 2010
Jun 29, 2010 at 3:07 AM UTC
Penso um pouco