Hello Poetry
Submit your work and get some sparkles! Create free account
"solto" poems
Hoje sinto que aquela bola de sabão existe! É uma bola de verdade, leve e livre, pelo vento, Sente-se os sons das palavras, que expeliste, Sentiu-se aqui o timbre, presente do alento! O longo curso, no horizonte dessa montanha, Que um dia essa bola quis seguir, sente-se aqui! Brilham olhares atentos à noite, agora estranha, O olhar de bolas voando vê-se agora até daqui! Desperta solto e livre o sol de medo dos ventos, Dispersa cores cinza, que o habitaram por tempos, Ouvem-se desejos de liberdade, nestes momentos, Quem sabe agora, o tom dos seus passatempos? Não vejo os Invernos, nem se sente o tom do inferno, Plana sobre a linda natureza um cheiro aflito e difuso, Que sonho teve o vento, que te levou e trouxe, recluso! Voa-as pelos *** e nem sabes mais a forma do parafuso! Os círculos controversos do prender da abertura das portas, Sustentam como metal idêntico as formas do pensamento, Não importa ser bola de sabão e voar ao saber do vento, Foi disposição para soltar amarras e viver o que hoje adoras! O homem fez-se fora e a mulher vê-se agora, ambos cintilantes, Todos os medos e costumes, já doentios, na hora do descanso, Quando à noite no silêncio, os medos dos sons são abundantes, Fogem sorridentes porque mesmo carentes têm seu descanso! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.09.18.02.23
0
Sep 18, 2013
Sep 18, 2013 at 8:36 AM UTC
Vê-se a bola de sabão
Olhei o exterior, a descoberto, no costume dos dias, Olhar de lince, penetrou perante os espetros ocultos, Tudo aquilo que se via, imaginava real, o que fazias, E porque o era, nada mudava afinal nesses vultos! Sem medos, nem costumes delirantes, tudo era normal, As sombras não se escondiam nas penumbras do dia, Nem o sol deixou de brilhar no pleno dia que eu vivia, Acordar de criança, desejoso de o ser, como água termal! Perdeu-se o tempo, constrangido com riscos e desafios, Falava-se de tudo e para todos, sem nosso silêncio crismal, Aquelas vestes de antigamente, tribunal, hoje é ponto final! E a realização dos sonhos são isso, desafios lógicos e sentimentos, Delira o corpo, com o satisfazer da mente, coisas duradouras e belas, Se cresce desejo, se sonho quando te vejo e aprecio teus encantos, Solto-me no ar, voando e planando, pelas nossas vestes, paralelas! E longe te aperto aqui, mundo que conheci, seguro no bolso, Seu fecho de saco impermeável e por demais, mais durável, Aquece-me o presente, com sonhos para futuro, sustentável, E, teus sonhos, meus, minha, vida tua é sem troca ou reembolso! Autor: António Benigno Código de Autor: 2013.10.02.02.26
0
Oct 2, 2013
Oct 2, 2013 at 6:53 AM UTC
Que tão bonito jeito de olhar
Eu digo isto do coração, Sem sequer prestar atenção: "Vou te prender na minha mão!" Digo com grande exclamação. Relembro-te como é que os pássaros cantam, Como é que as ondas da praia dançam, Como é que as palavras encantam E como é que os por-do-sóis são. Faço-te adeus. Aceno-te sem fim. Mas, num ápice, corro atrás de ti Quero sentir a tua pele de cetim. E tu dizes "Quero ficar aqui." Mas poder, não podes. Mas querer, tu queres. Mas sentir, tu sentes. Mas vontade, não te falta. Sabes o que te direi Assim que partires? Antes de falar chorarei Para as minhas palavras obstruíres. "Se te pedir para ficar Tu ficarás? Se te pedir para amar Tu me amarás?" Não podendo dizer mais nada As minhas costas a ti eu volto. Tu, te sentido numa alhada, Desembargas a tua voz num suspiro solto: "Vou te querer, Sem me quereres. Vou te ter, Sem me teres. "Vou te amar, Sem me amares. Vou te desejar, Sem me desejares. Paixão por paixão, liberdade por liberdade, Num coração vivo por outro coração, É amor, por causa da amizade."
0
Mar 1, 2014
Mar 1, 2014 at 12:37 PM UTC
Amor em português - Love in portuguese
como num sobressalto, com os pés bem assentes no asfalto, lembro-me do teu cheiro, no meio deste nevoeiro sinto-me dentro do alheio, dentro do teu devaneio murmúrio o que cá está solto, tudo muito envolto sem capacidade de entendimento, c om a vista embrulhada no cinzento partilho dores, partilho ardores, partilho amores surpreendo-te unicamente e não ficas indiferente e assim mostra num som, num único tom de como intenso é amar, de como difícil é apaixonar não por uma pessoa nova, sem precisar de alguma prova mas sim por a especial e, aquela que de nada tem igual, traços únicos e puros como o som de acústico olho-te nos olhos brilhantes e amo-te sem variantes
0
May 28, 2014
May 28, 2014 at 6:18 PM UTC
Ácido fúlvico de paixão consistente
Percorri a tua alma, Na noite, na calma. Esperei por ti, nada, Fico aqui, abalada. Prezo para que chegues, Que chegues e me aconchegues. Rebeldia à tua maneira, Junto da luz da fogueira. Sente o toque da areia, Pensa nela como uma odisseia. Lembra-te da felicidade, Em ver o mar, na pura cumplicidade. O pôr-do-sol se instala, Ninguém tenta soltar a fala. Prendo-me a ti, Tal como antevi. Solto a mente, livre do inconsciente. Toque de lábios, O caminho, esse é de sábios.
0
May 28, 2014
May 28, 2014 at 5:55 PM UTC
Rimas galopantes de amor encantado
não sei até que ponto as palavras que solto das pontas dos dedos podem ser ditas poesia. é da existência humana duvidar mesmo daquilo de que estamos mais certos. escrevo em verso porque e nem sei se é poesia. sou eu incerta de tudo, disto, que é tão certo quanto poderia ser
0
Dec 6, 2016
Dec 6, 2016 at 3:01 PM UTC
Untitled
ando sentada sozinha agora e racionalizando as emoções tentando organizar como faço com a parte sólida da vida ao redor e teimosa do jeito que sou não assumo a verdade doentia do controle total de se estar dominante na operação então pra fluir tem que ser como? oras, livre, é óbvio sentimentos e emoções não tem coleira não são domesticáveis e só vem quando querem pra sentir pura e vividamente ou pra falar a respeito, usar o termo na sua mais pura integridade artística, moral ou seja lá qual for é preciso deixar correr livre como pensar que o peito é um campo ou um matagal alto ou uma praia extensa e existe uma coisa que tem corpo pra pernar à toa sem julgar e sem medir e é assim que se usa essa coisa do sentir que é se deixar levar quando tirar a peça que do raciocinio não tem lógica é tudo emvãova~voa~voa~voa~voavõavãoa~voa~vão
0
Jun 17, 2021
Jun 17, 2021 at 9:16 AM UTC
deixar solto