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"sentimos" poems
A caída do tempo esmera-se no cuidado Sonho que em câmara lenta a minha alma não se magoa e a mágoa não se torna superior à vontade de viver Por fim, desisto Não acredito mais nas palavras que digo Não tenho já certeza se vivo a sonhar Ou se simplesmente gosto de me arrastar por entre a multidão A sorrir, a mentir Disseram-me um dia que partiria, sim Mas que sozinha não iria a nenhures Verdade Tenho uma constante obsessão amarrada à perna E cada passo que dou sinto a tonelada desse vazio E os dois metro que ando entre o chão e o chão São quilómetros na vida real Que irreal 'e Sinto a pedras na descida, mas não me magoam São menos duras que a armadura que me venderam E pregada esta já ao corpo está Nada sinto Nada quero sentir Apenas jazo no poder do iniquo Que diz-se Mundo Que digo Inferno O amor que tenho por vos faz-me ir devagar Mas a raiva que sinto do estrume que sois Apressa-me na descida Sinto que equivocada estou com o Mundo que não me quer E sei que ao rápido descer, rápido vou saber Onde o futuro me leva Me carrega O medo que tenho de me trazer ao inicio do Tempo 'e muito Mas o pavor de so nascer uma vez corroí-me os tímpanos. Partem todos os que amo e vejo-os ao longe Imagino se perto estivessem Não conseguiria respirar o pouco ar que tenho E se choro e agonizo 'e por este amor que me queria grande e forte Mas que fraca me pôs no chão Não julgarei ninguém ao querer cair A paisagem 'e bonita e ao longe desfocada fica Sentimos a analgesia de não se ser ninguém Vem devagar, não me apresses o timbre Afinal acredito em mim, acho que sempre acreditei Apenas estava apagada na tua sombra Que em cativeiro me deixava a alma Amei-te como o Amor sente Amo-te como a dor ama E embora me empurres para baixo da ribanceira Sorrio e minto Para te ver feliz em cima da minha cabeça Como sempre estiveste Como sempre te deixei estar.
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Jul 7, 2012
Jul 7, 2012 at 9:03 PM UTC
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A caída do tempo esmera-se no cuidado Sonho que em câmara lenta a minha alma não se magoa e a mágoa não se torna superior à vontade de viver Por fim, desisto Não acredito mais nas palavras que digo Não tenho já certeza se vivo a sonhar Ou se simplesmente gosto de me arrastar por entre a multidão A sorrir, a mentir Disseram-me um dia que partiria, sim Mas que sozinha não iria a nenhures Verdade Tenho uma constante obsessão amarrada à perna E cada passo que dou sinto a tonelada desse vazio E os dois metro que ando entre o chão e o chão São quilómetros na vida real Que irreal 'e Sinto a pedras na descida, mas não me magoam São menos duras que a armadura que me venderam E pregada esta já ao corpo está Nada sinto Nada quero sentir Apenas jazo no poder do iniquo Que diz-se Mundo Que digo Inferno O amor que tenho por vos faz-me ir devagar Mas a raiva que sinto do estrume que sois Apressa-me na descida Sinto que equivocada estou com o Mundo que não me quer E sei que ao rápido descer, rápido vou saber Onde o futuro me leva Me carrega O medo que tenho de me trazer ao inicio do Tempo 'e muito Mas o pavor de so nascer uma vez corroí-me os tímpanos. Partem todos os que amo e vejo-os ao longe Imagino se perto estivessem Não conseguiria respirar o pouco ar que tenho E se choro e agonizo 'e por este amor que me queria grande e forte Mas que fraca me pôs no chão Não julgarei ninguém ao querer cair A paisagem 'e bonita e ao longe desfocada fica Sentimos a analgesia de não se ser ninguém Vem devagar, não me apresses o timbre Afinal acredito em mim, acho que sempre acreditei Apenas estava apagada na tua sombra Que em cativeiro me deixava a alma Amei-te como o Amor sente Amo-te como a dor ama E embora me empurres para baixo da ribanceira Sorrio e minto Para te ver feliz em cima da minha cabeça Como sempre estiveste Como sempre te deixei estar.
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Somos nós Angústias, alegrias, enganos e desenganos, Passeamos de mãos dadas, Subimos as mesmas escadas, Somos nós que vivemos. Sentimos aquilo que na alma temos, Sorrimos com a borboleta inquieta, Olhamos a porta semiaberta Somos nós que amamos. Sombra de verdes ramos, Perfume da natureza, Sua fresca beleza, Somos nós que contemplamos. Pedras das calçadas que vemos, Lágrimas bem choradas, Somos nós que sofremos, Somos nós de mãos dadas. Victor Marques
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Feb 28, 2012
Feb 28, 2012 at 12:08 PM UTC
Somos nós
Cumplicidade no amor Sentimos sensações diferentes nesta caminhada, Cavalgamos campos verdes sem estrada, Caímos e levantamos sim senhor! Pintamos quadros todos da mesma cor. Vivemos situações desiguais, Criamos personagens sensacionais, Damos flores com sentido e razão, Amar na impureza da perfeição. Sentados no muro do jardim, Vestidos curtos de cetim, Sentimentos sinceros e sem pudor, Cumplicidade minha e do teu amor. Victor Marques
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Jan 5, 2015
Jan 5, 2015 at 10:28 AM UTC
Cumplicidade do amor
Ya lo extrañaba; el rose de tus manos sobre mi piel, acariciando cada centímetro de mis brazos, mi cuello y mi cara. Extrañaba esa forma de mirar que solo tú y yo comprendemos que nos dice como nos sentimos entre nosotros. Extrañaba esa forma de seducción que aún sin nunca haber probado tus labios, sabía que era una de las cosas que más deseaba y necesitaba. Aquí estamos de nuevo; la piel desnuda de tus manos contra la piel de mis brazos, pasando suavemente con caricias que mencionan un te quiero. Ahora es real, ahora estamos juntos y la distancia que nos había separado hizo crecer nuestras emociones. Un día perfecto, una tarde de calor y finalmente el toque no accidental de nuestras bocas. Al final, mi risa junto con tu sonrisa se unen para festejar el sentimiento de nuestros labios juntos por primera vez.
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Jul 20, 2013
Jul 20, 2013 at 10:55 AM UTC
Tiempo sin vernos.
es lindo sentir esa sensación cuando deseas a esa gran persona que quieres, que adoras y que amas sin darme cuenta y con tan solo una conversación me quedaste gustando, que raro nunca me había pasado esto pero siento que contigo todo me pasa y es algo que me encanta así como me encantas tu, tu sonrisa, tu forma de hablar, tu forma de decirme de mil maneras que me quieres y que quieres estar conmigo de mil maneras posibles. sentirme libre en tus manos es algo que no se como explicarlo y sentirme amada es algo que quiero que dure para siempre aunque me este engañando a mi misma que algo valla a durar para siempre, porque este amor que nos sentimos es como una flor que cuando ya se canse de tantas vainas y problema que suele pasar en toda relación se va a marchitar y va renacer otra flor. Pero espero que este gran amor me dure y se marchite cuando ya allá disfrutado todas mis experiencia que quiero vivir a tu lado
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Jun 18, 2014
Jun 18, 2014 at 10:21 AM UTC
UN GRAN AMOR
La sociedad a creado una dictadura, una totalmente atroz. Se a creado un estereotipo en el cual la mujer "gorda" se considera fea pero la flaca se considera hermosa. Un gran porcentaje de los que establecieron esto fueron los hombres & lamentablemente el otro por ciento lo cubrimos nosotras mismas. Hemos dejado que eso nos afecté a tal punto en el que nos llegamos a odiar, nos sentimos feas, nos damos asco, tomamos medidas drásticas todo por cumplir con las expectativas que rigen hoy día. Ahora les pregunto ¿vale la pena sentirnos humilladas por el qué dirán? ¿Tenemos que poner nuestra vida en peligro sólo por bajar de peso & complacerlos a ellos? ¿Quieres seguir perdiendote de la vida sólo porque eres "gorda"? Te invito a que te desprendas de ese montón de ideas tontas que tienes en la cabeza causado por ellos mismos, mándalos al carajo a todos si es necesario. Eres mujer, fuerte, libre, hermosa, vida. No permitas ser marginada ni humillada por nadie & muchos menos por ti misma. Aprende a amarte que si tu lo haces no necesitas a más nadie.
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Jul 27, 2014
Jul 27, 2014 at 7:43 PM UTC
La sociedad & sus mierdas.
I Queira a ter-te tal sacrifício impune à beleza Desventurar no ofício da morte formosa No rito estrangulado, no campo da destreza, Pensamentos que julgo uma ilusão honrosa Sob a lembrança dos antigos, arcaica proeza Se medos sentimos dessa prática tão dolorosa, Aquieta-se! A relva abaixo espera em sua frieza, Para o pútrido sepulcro de uma luz ardorosa Onde graça, cuja índole se esquiva, Singram os raciocínios obscuros De uma consciência a julgar-se viva É o fim a tocar alma fugitiva, A único respeito, tomar com acuro Um fadário apagado de perspectivas II Ao meu semblante prefere-se o nada, diante das vãs venturas Pois se é hábito e desconcerto sempre padecer, Coerente é, por esses horrores, nunca me ater Para que não lastime o infinito desta amargura Esta angústia vazia que na miséria perdura Sufocando meu espírito em sofrer, Vede a todos dura sentença! É preferível já não ser, Que fugir do fim que, em descrença, meu corpo procura Se Dido no desalento, por Eneias, deixa vida, Estou cá, em silêncio de alma desvarrida A cessar aos vermes o que vivo eternamente Em álgido lamento, pude cantar nesta partida, Algumas rimas de mi'a face enlanguescida, Em que pude prezar da morte seu beijo unicamente
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May 30, 2017
May 30, 2017 at 10:29 PM UTC
Anseios
Despierto simplemente contigo en mi mente Tus ojos aparecen como un recuerdo permanente Espero algún día volver a verte. Te hago daño, te rompo el corazón Intento curarlo con besos de amor Nos miramos a los ojos y sentimos rencor. Tus ojos cafés Tu pelo largo Tu mirada absorbente Tu piel que me provoca Tus labios que me vuelven loca Te quiero, Pero te quiero como loca.
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Apr 1, 2013
Apr 1, 2013 at 6:25 PM UTC
Probablemente una carta.
a veces siento que somos dos desconocido que nos conocemos muy bien,¿porque sera? pues ni yo misma lo se en realidad, solo siento que aveces somos tan pero tan nosotros que la pasamos muy bien pero aveces el silencio es el que habla por si solo, y quisiera que no sea así porque en realidad quisiera decirte muchas cosas que no se como decirte porque aun así conociéndote me da pena hablar de esas cosas contigo pero no, no creo que sea pena es algo mas que eso que en realidad no se como explicarlo y también se que me quisieras decir muchas cosas, que te quieres desahogar pero los dos sentimos ese algo que, que no, nos deja tener esa suficiente confianza que no haga abrir el corazon y poder decir lo que en verdad sentimos..
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Jun 24, 2014
Jun 24, 2014 at 11:11 AM UTC
desconocido
Aveces, igual que el viento, las personas fluimos, sentimos, y cambiamos. Hay brisas fuertes, parecidas a momentos impactantes en los cuales logramos desviarnos del camino que preferimos. Pero después de chocar con algo que nos devuelve el sentido regresamos al camino por el cual, igual que el viento, aveces seguimos .
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Sep 27, 2018
Sep 27, 2018 at 5:25 PM UTC
Desviaciones
Entre vivos y fantasmas, Ahi es donde vivo yo.. Donde nuestras emociones ya no son enteras, Pero nuestra capacidad de revivirlas si, Como estar atrapado atras de un cristal, Aunque estemos en el medio de todo, De tanto sentir ya no sentimos..
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Feb 22, 2015
Feb 22, 2015 at 2:40 AM UTC
Entre vivos y fantasmas
Leyendo un claro día mis bien amados versos, he visto en el profundo espejo de mis sueños  que una verdad divina temblando está de miedo, y es una flor que quiere echar su aroma al viento.  El alma del poeta se orienta hacia el misterio. Sólo el poeta puede mirar lo que está lejos dentro del alma, en turbio y mago sol envuelto.  En esas galerías, sin fondo, del recuerdo, donde las pobres gentes colgaron cual trofeo  el traje de una fiesta apolillado y viejo, allí el poeta sabe el laborar eterno mirar de las doradas abejas de los sueños.  Poetas, con el alma atenta al hondo cielo, en la cruel batalla o en el tranquilo huerto,  la nueva miel labramos con los dolores viejos, la veste blanca y pura pacientemente hacemos, y bajo el sol bruñimos el fuerte arnés de hierro.  El alma que no sueña, el enemigo espejo, proyecta nuestra imagen con un perfil grotesco.  Sentimos una ola de sangre, en nuestro pecho, que pasa... y sonreímos, y a laborar volvemos.
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Introducción a los sueños
Cuerpo de la mujer, río de oro donde, hundidos los brazos, recibimos un relámpago azul, unos racimos de luz rasgada en un frondor de oro. Cuerpo de la mujer o mar de oro donde, amando las manos, no sabemos, si los senos son olas, si son remos los brazos, si son alas solas de oro... Cuerpo de la mujer, fuente de llanto donde, después de tanta luz, de tanto tacto sutil, de Tántalo es la pena. Suena la soledad de Dios. Sentimos la soledad de dos. Y una cadena que no suena, ancla en Dios almas y limos.
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[cuerpo de mujer; río de oro]
¡Cómo resbala el agua por mi espalda!               ¡Cómo moja mi falda, Y pone en mis mejillas su frescura de nieve!               Llueve, llueve, llueve,               Y voy, senda adelante, Con el alma ligera y la cara radiante,               Sin sentir, sin soñar, Llena de la voluptuosidad de no pensar.               Un pájaro se baña En una charca turbia. Mi presencia le extraña, Se detiene... Me mira... Nos sentimos amigos... ¡Los dos amamos muchos cielos, campos y trigos!               Después es el asombro De un labriego que pasa con su azada en el hombro.               Y la lluvia me cubre De todas las fragancias que a los setos da octubre. Y es, sobre mi cuerpo por el agua empapado, Como un maravilloso y estupendo tocado De gotas cristalinas, de flores deshojadas Que vuelcan a mi paso las plantas asombradas.               Y siento, en la vacuidad Del cerebro sin sueños, la voluptuosidad Del placer infinito, dulce y desconocido,               De un minuto de olvido.               Llueve, llueve, llueve, Y tengo, en alma y carne, como un frescor de nieve.
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Bajo la lluvia
Está soleado Está lloviendo, está tronando Es otoño Desde despertar hasta dormir. Las hojas son secas y pasivas Y las flores muertas e inactivas Más tarde, es nieve Los vecinos de la posada Ven el paso de los ciervos Todo el día Y durante toda la larga noche Sentimos que los nervios cambian Para dar la bienvenida a la nueva temporada Donde estamos lejos de la cosecha. Podemos escuchar desde muy lejos El viento que zumba en el heno Las vibraciones no son monótonas Desde los colibríes de los cerros Hacen sentir su espectacular presencia Y los poetas con jardines imaginarios Describen todo lo que está pasando En la tierra donde la masa Sigue siendo insensible e ignorante Y donde los funcionarios electos corruptos se jactan. Está soleado Está lloviendo, está tronando Es otoño Desde despertar hasta dormir. P.D. Traducción de 'The Ancient Canticles Of Autumn'. Copyright © noviembre de 2024, Hébert Logerie, Todos los derechos reservados Hébert Logerie es autor de varios libros de poesía.
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Nov 25, 2024
Nov 25, 2024 at 12:09 AM UTC
Las Antiguas Canciones Del Otoño
Los nombres de Dios y en particular de su representante llamado Jesús o Cristo, según textos y bocas, han sido usados, gastados y dejados a la orilla del río de las vidas como las conchas vacías de un molusco. Sin embargo, al tocar estos nombres sagrados y desangrados, pétalos heridos, saldos de los océanos del amor y del miedo, algo aún permanece: un labio de ágata, una huella irisada que aún tiembla en la luz. Mientras se usaban los nombres de Dios por los mejores y por los peores, por los limpios y por los sucios, por los blancos y los negros, por ensangrentados asesinos y por las víctimas doradas que ardieron en ****** mientras Nixon con las manos de Caín bendecía a sus condenados a muerte, mientras menos y menores huellas divinas se hallaron en la playa, los hombres comenzaron a estudiar los colores, el porvenir de la miel, el signo del uranio, buscaron con desconfianza y esperanza las posibilidades de matarse y de no matarse, de organizarse en hileras, de ir más allá, de ilimitarse sin reposo. Los que cruzamos estas edades con gusto a sangre, a humo de escombros, a ceniza muerta, y no fuimos capaces de perder la mirada, a menudo nos detuvimos en los nombres de Dios, los levantamos con ternura porque nos recordaban a los antecesores, a los primeros, a los que interrogaron, a los que encontraron el himno que los unió en la desdicha y ahora viendo los fragmentos vacíos donde habitó aquel nombre sentimos estas suaves sustancias gastadas, malgastadas por la bondad y por la maldad.
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Gautama cristo
Los nombres de Dios y en particular de su representante llamado Jesús o Cristo, según textos y bocas, han sido usados, gastados y dejados a la orilla del río de las vidas como las conchas vacías de un molusco. Sin embargo, al tocar estos nombres sagrados y desangrados, pétalos heridos, saldos de los océanos del amor y del miedo, algo aún permanece: un labio de ágata, una huella irisada que aún tiembla en la luz. Mientras se usaban los nombres de Dios por los mejores y por los peores, por los limpios y por los sucios, por los blancos y los negros, por ensangrentados asesinos y por las víctimas doradas que ardieron en ****** mientras Nixon con las manos de Caín bendecía a sus condenados a muerte, mientras menos y menores huellas divinas se hallaron en la playa, los hombres comenzaron a estudiar los colores, el porvenir de la miel, el signo del uranio, buscaron con desconfianza y esperanza las posibilidades de matarse y de no matarse, de organizarse en hileras, de ir más allá, de ilimitarse sin reposo. Los que cruzamos estas edades con gusto a sangre, a humo de escombros, a ceniza muerta, y no fuimos capaces de perder la mirada, a menudo nos detuvimos en los nombres de Dios, los levantamos con ternura porque nos recordaban a los antecesores, a los primeros, a los que interrogaron, a los que encontraron el himno que los unió en la desdicha y ahora viendo los fragmentos vacíos donde habitó aquel nombre sentimos estas suaves sustancias gastadas, malgastadas por la bondad y por la maldad.
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Hablemos... ...de vos de mi ¿Por qué no hablamos de los dos? Seamos uno mismo. Un amor tan intenso como este, vale la pena. ¿Hoy? ¿Mañana? ¿Cuándo sera el día? Quiero verte, tenerte Quiero hacerte el amor. Hablemos, sí. Acurrucados piel con piel Mientras sentimos el calor de nuestros cuerpos Hablemos de amor
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Apr 4, 2015
Apr 4, 2015 at 9:21 PM UTC
¿Por qué no hablamos?
_A poem in spanish_ Sé que la gracia se halla en no llamar ni ser llamado De ir por ahí, inmiscuido inexacto, impreciso; a destiempo | La gracia radica en lo importuno de la oportunidad que no se aprovecha, pero se arrepiente, se duele "se busca" El punto es ir dando lástima lastimando, hastiando jodiendo; y joder es un buen verbo Hay otros tantos que riman tan bien infinitiva-mente pero joder es el adecuado; es polifacético El punto también es joder [cuando nos acurrucábamos en un corruco y nos buscábamos y nos amábamos y nos jodíamos unilateralmente] Nos jodíamos cuando nos necesitábamos tanto Pero ahora es distinto Ahora sólo nos presentimos como espasmos, como fríos como escalofríos en la espina dorsal Nos sentimos, lo sentimos; (lo siento) nos vamos sintiendo en cada esquina en la cual presentimos - au/sencia en la parte de la ciudad en la que va solo mi brazo y va rajada tu muñeca; me jodo solo por estar tan "sólo pensando" en lo que hubiera dicho o en cualquier rima que hubiera callado / sin forma No hay forma de volver a formarnos, de volver a ser uno solo, de no estar deseando que todo esto acabe, que sea otra pesadilla sobre lo miserable que es todo El punto es ignorarnos hasta el ocaso, hasta que se nos olvide que nos vamos olvidamos El punto es no hacer daño dañando a cada rato (un poco más) sin perdonarnos, sin buscar queriendo hacernos más daño
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Feb 27, 2018
Feb 27, 2018 at 10:02 PM UTC
Sinsentido No. 5 (Spanish)
qué bónito es estar viva estar joven y estar viva  qué bónito está el cielo cubierto de nubes grises transparentes de papél  nuestros días ocupados y llenos de pápel qué se vea apenas el sol a punto de llover  qué exquisitas las palabras  que le susurras a mi hombro cuando me buscas tú o te busco yo cuando toco apénas tu rostro  con miedo a que te hagas humo  te desvanezca el sol y resbales de mis manos  (como todo lo que quisiera tener)  te pregunto sobre una cicatriz  que tienes arriba de los labios  sobre lo rasposo de tus palmas lo hermoso de tus manos  que obedecen tan divina imaginación  tu inteligencia, tu visión  qué bónita tu concentración también con enojo o melancolía tristeza o frustración  lo que hay detrás de tus ojos  eres música y color  qué bónita la sorpresa  imagína mi extrañeza al ver a los ojos alguien  que viera el mundo como yo cuando conocí apenas tu rostro  sin percibir algo especial  de la nada en esos labios discurso sin forzar sobre lo bello y lo sensible  (en ese instante me perdiste) me hablaste primero de belleza  así que deja te contesto aquí va mi respuesta  (y te digo en que me perdí)  lleno hojas de belleza la que veo en tu existir  qué bónito estar viva  estar jóven y estar viva qué bónito día tan gris qué bónito está el cielo  qué bónita tu nariz y qué linda tu boca cuando hablas del mar qué dulce tu voz y melodía  tus metáforas marinas sobre agua y licór que con dulzura frenética  describes el amor  qué gentiles tus manos  cuando juegas con mis dedos cuando entiendes de que hablo  concordamos en qué cosas  sì importan; y tú me importas cuando estando solos no nos sentimos solos (¡aunque te llegue solo al hombro!)  lejos de quien no entiende  que me miren a los ojos y digan que nada bueno saldrá  de lo que siento por tí  infinito como el mar tenías razón con lo del mar pensé que ya se había dicho todo  lo que se podría decir sobre el mar ahora veo la perpetuidad infinitud desconocida  el mismo asombro que veo en tí mi fascinación con las estrellas  las del cielo y las de tus ojos la gran bóveda y tu aura azùl ambas me cubren siempre cuando te escucho cantar o hablar  cuando me preguntaste que era  lo que me gusta de tí y aquí está mi respuesta mira de cuantas maneras te las digo  qué bónito el cielo; qué bónito existir  al mismo tiempo y sin tocarte te juro que no son tus pestañas  ni tus lunares, manchas de Apollo ni las mariposas en mi estomago  es ver lo que eres tal eres poderte decir todo esto tan bónito que siento por tí  que me veas tal y como soy  cuando te miro a los ojos  y que te veas también a ti mismo a través de mis ojos
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Mar 18, 2018
Mar 18, 2018 at 6:26 AM UTC
talasofilia
qué bónito es estar viva estar joven y estar viva  qué bónito está el cielo cubierto de nubes grises transparentes de papél  nuestros días ocupados y llenos de pápel qué se vea apenas el sol a punto de llover  qué exquisitas las palabras  que le susurras a mi hombro cuando me buscas tú o te busco yo cuando toco apénas tu rostro  con miedo a que te hagas humo  te desvanezca el sol y resbales de mis manos  (como todo lo que quisiera tener)  te pregunto sobre una cicatriz  que tienes arriba de los labios  sobre lo rasposo de tus palmas lo hermoso de tus manos  que obedecen tan divina imaginación  tu inteligencia, tu visión  qué bónita tu concentración también con enojo o melancolía tristeza o frustración  lo que hay detrás de tus ojos  eres música y color  qué bónita la sorpresa  imagína mi extrañeza al ver a los ojos alguien  que viera el mundo como yo cuando conocí apenas tu rostro  sin percibir algo especial  de la nada en esos labios discurso sin forzar sobre lo bello y lo sensible  (en ese instante me perdiste) me hablaste primero de belleza  así que deja te contesto aquí va mi respuesta  (y te digo en que me perdí)  lleno hojas de belleza la que veo en tu existir  qué bónito estar viva  estar jóven y estar viva qué bónito día tan gris qué bónito está el cielo  qué bónita tu nariz y qué linda tu boca cuando hablas del mar qué dulce tu voz y melodía  tus metáforas marinas sobre agua y licór que con dulzura frenética  describes el amor  qué gentiles tus manos  cuando juegas con mis dedos cuando entiendes de que hablo  concordamos en qué cosas  sì importan; y tú me importas cuando estando solos no nos sentimos solos (¡aunque te llegue solo al hombro!)  lejos de quien no entiende  que me miren a los ojos y digan que nada bueno saldrá  de lo que siento por tí  infinito como el mar tenías razón con lo del mar pensé que ya se había dicho todo  lo que se podría decir sobre el mar ahora veo la perpetuidad infinitud desconocida  el mismo asombro que veo en tí mi fascinación con las estrellas  las del cielo y las de tus ojos la gran bóveda y tu aura azùl ambas me cubren siempre cuando te escucho cantar o hablar  cuando me preguntaste que era  lo que me gusta de tí y aquí está mi respuesta mira de cuantas maneras te las digo  qué bónito el cielo; qué bónito existir  al mismo tiempo y sin tocarte te juro que no son tus pestañas  ni tus lunares, manchas de Apollo ni las mariposas en mi estomago  es ver lo que eres tal eres poderte decir todo esto tan bónito que siento por tí  que me veas tal y como soy  cuando te miro a los ojos  y que te veas también a ti mismo a través de mis ojos
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Somos los que son difíciles de entender; somos los que nos quedamos un instante más, para terminar de sentir los momentos. Nos detendremos a oler las flores, porque merecen ser apreciadas; nos detendremos a sentir la luz de la luna, porque es sutil, pero nosotros la sentimos. A veces, cuando algo nos duele, nos partimos y hundimos en el fondo; y nos damos cuenta de lo frágiles que podemos ser, pero siempre reafirmamos nuestra fortaleza al levantarnos nuevamente. Somos los que nos tomamos el tiempo de conocer lo que mantiene al otro despierto; y nos esforzamos por comprender esa respuesta. Somos los que imaginan vidas llenas de aventuras, en recíproca compañía. Los que damos nuestra mejor parte con la intención de hacer las cosas lo mejor que podamos. Los que peleamos por amar más al otro, hasta perdernos en el “yo más”. Deseamos vernos convertirnos en nuestra mejor versión, manteniendo el lazo en el proceso. Asegurarnos que siempre se sienta nuestro afecto. Y saber que en el otro somos un refugio. Somos una mirada cálida, una voz armoniosa, un tacto suave; una estructura sensible para que el otro juegue en libertad. Somos la calma que alguien más busca, en ese en el que buscamos la propia. Pocas personas pueden sentir como nosotros; y muy pocas pueden ser sentidas como nosotros, por ello somos exactamente quienes deberíamos de ser.
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Oct 22, 2019
Oct 22, 2019 at 11:59 AM UTC
Somos quienes debemos ser.
Viene, se sienta entre nosotros, y nadie sabe quién será, ni por qué cuando dice nubes nos llenamos de eternidad.Nos habla con palabras graves y se desprenden al hablar de su cabeza secas hojas que en el viento vienen y van.Jugamos con su barba fría. Nos deja frutos. Torna a andar con pasos lentos y seguros como si no tuviera edad.Él se despide. ¡Adiós! Nosotros sentimos ganas de llorar.
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Caballero de otoño
El lecho, aquella hierba de ayer y de mañana: este lienzo de ahora sobre madera aún verde, flota como la tierra, se sume en la besana donde el deseo encuentra los ojos y los pierde. Pasar por unos ojos como por un desierto: como por dos ciudades que ni un amor contienen. Mirada que va y vuelve sin haber descubierto el corazón a nadie, que todos la enarenen. Mis ojos encontraron en un rincón los tuyos. Se descubrieron mudos entre las dos miradas. Sentimos recorrernos un palomar de arrullos, y un grupo de arrebatos de alas arrebatadas. Cuanto más se miraban más se hallaban: más hondos se veían, más lejos, y más en uno fundidos. El corazón se puso, y el mundo, más redondos. Atravesaba el lecho la patria de los nidos. Entonces, el anhelo creciente, la distancia que va de hueso a hueso recorrida y unida, al aspirar del todo la imperiosa fragancia, proyectamos los cuerpos más allá de la vida. Espiramos del todo. ¡Qué absoluto portento! ¡Qué total fue la dicha de mirarse abrazados, desplegados los ojos hacia arriba un momento, y al momento hacia abajo con los ojos plegados! Peron no moriremos. Fue tan cálidamente consumada la vida como el sol, su mirada. No es posible perdernos. Somos plena simiente. Y la muerte ha quedado, con los dos, fecundada.
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Muerte nupcial
Riegan nuestro jardín. Huele a violetas aún. En el renovado laurel, el gorrión inicia la Marsellesa.                           ¡Oh, qué delicia, amigo, ser poetas y esperar, como a un dios, a abril florido! ¡Trueque de almas y de cielos! En los huevos del nido del corazón, a la serena luz templada, sentimos un moverse de polluelos, entre un olor a lirio apetecido y a rosa deseada. ¡Corazón perenal, laurel sin nombre, blando sol del alma:                         Viva la hora venidera! ... Bajo el arco que, afuera, nos pone el agua azul de primavera, la nidada, por dentro, está piando.
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Abril
Siempre alguna mujer me llevó de la nariz (para no hacer mención de otros apéndices). Anillado como un mono doméstico, salté de cama en cama. ¡Cuánta zalema alegre, qué equilibrios tan altos y difíciles, qué acrobacias tan ágiles, qué risa! Aunque era un espectáculo hilarante, hubo quien se dolió de mis piruetas, lo cual no es nada extraño: en semejante trance yo mismo me rompí el alma en más de una ocasión. Es una pena que esos golpes que, entregados al júbilo del vuelo, entonces casi no sentimos, algunas tardes ahora, en el otoño, cuando amenaza lluvia y viene el frío, nos vuelvan a doler tanto en el alma; renovado dolor que no permite reconciliar el sueño interrumpido. En esas condiciones no hay alivio posible: ni el bálsamo falaz de la nostalgia, ni el más firme consuelo del olvido.
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Artritis metafísica