Hello Poetry
Submit your work and get some sparkles! Create free account
"quatro" poems
unang latag ng lupa, nangabubuhay dahil sa tapak ng walang kamalay malay sa pinagdaanan nito. dala ang delusyon ng buhay kapalit para sa bayan, kapalit para sa kalayaan. lumamin, ay mahahayag ang luad tumutulad sa kulay ng dugo. alam ng bulaklak ito, kung sundan ang pinanggalingan magugulat sa makikita; ang kababayang kinalimutan ang kanilang madugong, matimbang, maalamat na mga pangalan; inalala ng halaman.                  sementeryo, bawat hakbang, walang respeto bawat hakbang, nadudumihan ang mga mukha ng (bayani) taksil (pinaglaban) trinaydor ang kanilang, (at sa dinarami-rami pang mga sambayanang pilipino) tinubuang lupa                   sementeryo, kaya't malalim ang pananampalataya sino bang hindi maadwa, maawa? bawat segundo may dadasalan bumagsak; at lumalalim ang kulay ng pula.                  sementeryo, kaya't pagbagsak ng alas quatro ng umaga; nananahimik ang bayan. katahimikan para sa patay; walang sisigaw. ginagambala ang kapayapaan. sa ilalim ng lupa, ang katahimikan hindi makamtan. lahat sila'y gising, lahat sila'y                                                          sumisigaw.                  sementeryo, ang   tahanan       ko'y         sementeryo, kaya't manahimik at irespeto ang patay; ang mga mamayang madamdamin at malakas ngunit                                                         pinatahimik. tayong buhay                nananatiling patay. silang patay                nananatiling buhay. isang siklo. lalalumin lahat ng lupa ng hindi sa tamang oras; isisigaw ang K A R A P A T A N ! isisigaw ang M A L I ! isisigaw ang H U S T I S Y A ! H U S T I S Y A H U S T I S Y A H U S T ngunit walang makakarinig. ang nakabukang bibig mapupuno ng tinubuang lupa na tinaksil ang lahat ng katulad natin. walang makakarinig kahit buong daigdig                                                                           manahimik.
0
May 10, 2017
May 10, 2017 at 3:32 PM UTC
tahanan
unang latag ng lupa, nangabubuhay dahil sa tapak ng walang kamalay malay sa pinagdaanan nito. dala ang delusyon ng buhay kapalit para sa bayan, kapalit para sa kalayaan. lumamin, ay mahahayag ang luad tumutulad sa kulay ng dugo. alam ng bulaklak ito, kung sundan ang pinanggalingan magugulat sa makikita; ang kababayang kinalimutan ang kanilang madugong, matimbang, maalamat na mga pangalan; inalala ng halaman.                  sementeryo, bawat hakbang, walang respeto bawat hakbang, nadudumihan ang mga mukha ng (bayani) taksil (pinaglaban) trinaydor ang kanilang, (at sa dinarami-rami pang mga sambayanang pilipino) tinubuang lupa                   sementeryo, kaya't malalim ang pananampalataya sino bang hindi maadwa, maawa? bawat segundo may dadasalan bumagsak; at lumalalim ang kulay ng pula.                  sementeryo, kaya't pagbagsak ng alas quatro ng umaga; nananahimik ang bayan. katahimikan para sa patay; walang sisigaw. ginagambala ang kapayapaan. sa ilalim ng lupa, ang katahimikan hindi makamtan. lahat sila'y gising, lahat sila'y                                                          sumisigaw.                  sementeryo, ang   tahanan       ko'y         sementeryo, kaya't manahimik at irespeto ang patay; ang mga mamayang madamdamin at malakas ngunit                                                         pinatahimik. tayong buhay                nananatiling patay. silang patay                nananatiling buhay. isang siklo. lalalumin lahat ng lupa ng hindi sa tamang oras; isisigaw ang K A R A P A T A N ! isisigaw ang M A L I ! isisigaw ang H U S T I S Y A ! H U S T I S Y A H U S T I S Y A H U S T ngunit walang makakarinig. ang nakabukang bibig mapupuno ng tinubuang lupa na tinaksil ang lahat ng katulad natin. walang makakarinig kahit buong daigdig                                                                           manahimik.
Continue reading...
77
Amigos queridos, sem faces e sem nomes. Retiradas foram suas vísceras, logo antes de seus corpos imergirem em um exacerbadamente denso volume de sangue grotesca e plenamente apreciado pelos algozes responsáveis, certos irreconhecíveis demônios. Vieram dos *** os tais tiranos, visíveis, mas imateriais, enquanto esperávamos inconscientes e inevitavelmente despreparados para uma luta justa. Sobre os indiferentes, distantes, mas ainda amigáveis e queridos companheiros, ainda recordo de alguma ordem: O primeiro não sentiu dor alguma, bem como nada viu ou percebeu; fora partido ao meio. O segundo, já desesperado e afogando-se em lagrimas, tornou-se borrão de um vermelho pesado, grosso e brutal; Dos outros, três ou quatro, somente tenho em mente os gemidos inexprimíveis; uma junção entre suspiros e soluços de uma morte nada convidativa e próxima. Foram todos rostos sem faces perdidos na espera do desconhecido fatalmente promulgado pelas minhas ânsias. O ultimo vivo me induziu à única ação possível: pude cair meus quinhentos intermináveis metros; deslizando, enquanto tentava me segurar, por um material recoberto de farpas que transpassavam minhas mãos, as quais sangravam em direção a um mar, sombrio e obscuro; me afundei irremediavelmente em minhas próprias aflições.
0
May 22, 2013
May 22, 2013 at 8:21 PM UTC
Sonhos que se foram; pensamentos que eu não sei
Triste e sem caminho, assim ela pensava. Cansada de acordar todos os dias e ter aquela mesma sensação. Porra, eu já fiz isso! Todos os dias, toda hora, a mesma coisa. As pessoas não ligavam para isso, todo mundo sempre acha que o seu problema é maior do que o do outro. Mas no final, o problema de todo mundo é maior que o outro. É um ciclo repetitivo sem fim. Um ciclo de merda infinito. Assim era a vida dessa menina. Ela realmente estava perdida. Ou, achava que estava perdida. Nossa cabeça as vezes, ou sempre, nos faz prisioneiros de nós mesmos. Nós usamos, involuntariamente, nossos erros e medos contra nós mesmos. Onde ela estava com a cabeça? Eu quero ser assim, pensava ela... Pobre menina. Por que as pessoas acham "bonito" ter problemas emocionais, vidas dramáticas, coisas trágicas e o caralho a quatro de problema? Talvez a gente só queira ter uma aventura na vida, mas as vezes nós não lembramos, que a vida não é um filme, e que o final não vai ser feliz como sempre, ou que nós podemos evitar tal coisa, imaginamos sempre que sera aquela tragedia clichê tipo um Christiane f e no final tudo vai ficar bem. Não fica tudo bem. A nossa juventude está perdida. Realmente. Eu faço parte dessa geração. Nós temos vários tipos de pessoas, grupos sociais, gostos variados, culturas diferentes. Mas em uma coisa nós somos iguais. Nós sofremos. E isso meu amigo, não é brincadeira. Hoje em dia, não temos mais aquela amizade com as pessoas igual era 40 anos atrás, hoje em dia ta tudo muito superficial, muito mentiroso, muita encenação. O ser humano está perdendo cada vez mais a sua compaixão, a sua criatividade e a sua liberdade de se expressar. A nossa população está completamente alienada a coisas negativas e coisas que não levam a nada. Estamos perdidos. E eu, sou só mais uma, perdida. Mas em meus problemas, que eu não sei resolver.
0
Nov 24, 2013
Nov 24, 2013 at 10:26 AM UTC
Perdida
Triste e sem caminho, assim ela pensava. Cansada de acordar todos os dias e ter aquela mesma sensação. Porra, eu já fiz isso! Todos os dias, toda hora, a mesma coisa. As pessoas não ligavam para isso, todo mundo sempre acha que o seu problema é maior do que o do outro. Mas no final, o problema de todo mundo é maior que o outro. É um ciclo repetitivo sem fim. Um ciclo de merda infinito. Assim era a vida dessa menina. Ela realmente estava perdida. Ou, achava que estava perdida. Nossa cabeça as vezes, ou sempre, nos faz prisioneiros de nós mesmos. Nós usamos, involuntariamente, nossos erros e medos contra nós mesmos. Onde ela estava com a cabeça? Eu quero ser assim, pensava ela... Pobre menina. Por que as pessoas acham "bonito" ter problemas emocionais, vidas dramáticas, coisas trágicas e o caralho a quatro de problema? Talvez a gente só queira ter uma aventura na vida, mas as vezes nós não lembramos, que a vida não é um filme, e que o final não vai ser feliz como sempre, ou que nós podemos evitar tal coisa, imaginamos sempre que sera aquela tragedia clichê tipo um Christiane f e no final tudo vai ficar bem. Não fica tudo bem. A nossa juventude está perdida. Realmente. Eu faço parte dessa geração. Nós temos vários tipos de pessoas, grupos sociais, gostos variados, culturas diferentes. Mas em uma coisa nós somos iguais. Nós sofremos. E isso meu amigo, não é brincadeira. Hoje em dia, não temos mais aquela amizade com as pessoas igual era 40 anos atrás, hoje em dia ta tudo muito superficial, muito mentiroso, muita encenação. O ser humano está perdendo cada vez mais a sua compaixão, a sua criatividade e a sua liberdade de se expressar. A nossa população está completamente alienada a coisas negativas e coisas que não levam a nada. Estamos perdidos. E eu, sou só mais uma, perdida. Mas em meus problemas, que eu não sei resolver.
Continue reading...
1
Acordar Na noite adormeço os sonhos do dia, No travesseiro repouso poesia. As estrelas brilham no firmamento, Eu acordo a cada momento. Podemos ter sonhos inacabados, Segredos bem guardados. Silencio magistral para o corpo e nossa mente, Acordar novamente… Os que acordam em camas de ninguém, Felizes sem nada acordam também. A natureza com suas rolas a cantar, Quatro da manhã toca a despertar. O Silencio da noite santifica, O Sono te acolhe e dignifica. Nas estradas do mundo ao luar, Eu me sentei para acordar. Victor Marques
0
Jun 18, 2012
Jun 18, 2012 at 11:11 PM UTC
Acordar
El testament Coràn In ta l'an dal quaranta quatro fevi el gardòn dei Botèrs: al era il nuostri timp sacro sabuìt dal soul del dovèr. Nuvuli negri tal foghèr thàculi blanci in tal thièl a eri la pòura e el piathèr de amà la falth e el martièl [...] Lassi in reditàt la me imàdin ta la cosientha dai siòrs. I vuòj vuòiti, i àbith ch'a nasin dei me tamari sudòurs, Coi todescs no ài vut timour de tradì la me dovenetha. Viva il coragiu, el dolòur e la nothentha dei puarèth!
0
1k
El testament Coràn
ou 'querer' em quatro tempos 1. Você está aqui Eu estou lá Perco o espetáculo Por querer Demais, mas Sem querer-- Todos querem Um pedaço de mim agora. 2. Você está aqui Eu estou lá Prendo-me ao espetáculo Por querer Demais, mas Sem querer-- Porque querer foi O que sempre fiz(emos). 3. Você está aqui Eu estou aqui Cegos ao espetáculo Por querer Demais, mas Sem querer-- Amanhã, quando 'quero' for Sinônimo de 'podemos'. 4. Você está lá Eu estou lá Partes do espetáculo Por querer Demais, mas Sem querer-- Querer nunca foi, O suficiente, foi?
0
Nov 29, 2010
Nov 29, 2010 at 12:32 PM UTC
distância
Tire minha sobriedade com seus abraços Deixe-me alucinado com o sabor de seus lábios Permita-me respirar um pouco mais do ar que circunda o seu quarto E perdoe-me pelos equívocos que cometo Espero que entenda, que eles são causados Pelas inseguranças e medos Que são obras mal acabadas geradas pelo teu afeto Mas o que dizer? ou o que falar? Para mim sempre só me restou me desesperar E o medo de tu, não consigo superar Ahh maldita cabeça Para ser um animal Quatro patas é o que falta Pois como as bestas Parece que ele não consegue raciocinar Mas ao menos tenho que agradecer Ela me fez aproveitar todo os segundos Dos abraços e beijos Que aconteceram ou acontecerão E acima de tudo dos que não existirão E no final, tudo isso era para ser sobre algo bom? Talvez eu deva aprender que admitir que errei não seja o fim do jogo E que devia aproveitar muito mais nosso turno Porque se for para dar errado que de Mas nunca vou me distanciar de ti de novo Por isso dessa vez só quero saber de você Mas peço que me diga Me diga, me explica Por que está aqui ou se realmente é feliz E quero que saiba que toda minha dor e insegurança começa aí Gerando angustia e sofrimento que faz-me sentir tão egoísta que perco toda a motivação e coragem de ficar perto de ti
0
Nov 7, 2015
Nov 7, 2015 at 12:58 AM UTC
Untitled
Surely there was fire in that place Long dragon tongues of flame Tasting everything in sight Leaving it burning cinders Incredible heat wafted from The prophet Sweat bullets dripped then burst Covering his face Blanketing his broad shoulders With salt liquid warmth Every eye in the arena Trained on him No, they could not look away They'd sold their souls Happy with the bargain Even if not quite A fair exchange   He sang of proving one's devotion Jethro Tull sings Aretha Franklin The sweat made it work And the flying tongues of fire That set upon the heads of Everyone in the building Forced them to speak Hopelandic So everyone could understand So no one understood But the prophet Who sang songs of desolation Songs of depression Songs of dislocation and isolation Heavy weights to bear And not a dry eye in the house Smoke rose through those windows Firemen never came Crowley paid lackies to keep the doors Locked from the outside So The prophets demise Buried in several feet of ash and soot His last words: "So Be It" Hundreds upon hundreds of his Disciples Mouths stuffed with debris The tongues of fire ascended When the last pulse tapered off into stillness Suzi Quatro didn't break a sweat Heavy axe slung laying 'gainst her shin Bruised but hidden by spandex Old men and dogs in the audience Leering, craving different meats Suzi doesn't notice Fonzie's still a few years down the road Suzi's got credentials Winkler ain't weakened them yet And with those credentials She's gonna rock She's gonna make 'em forget about The prophet And all the heavy **** he was always Layin' on 'em She said "Watch me play bass guitar" And whipped out 50 classic bass riffs in a row The people who had followed her in Seemed impressed But not nearly as amazed as they were By the sight of countless tongues of flame Descending upon their congregation The end result being Remarkably similar to the incident with Flaming tongues and the prophet What it all means Nobody knows Best not to interrupt good rock and roll shows
0
Mar 30, 2015
Mar 30, 2015 at 12:12 AM UTC
the prophet and suzi quatro battle flaming tongues of fire
Surely there was fire in that place Long dragon tongues of flame Tasting everything in sight Leaving it burning cinders Incredible heat wafted from The prophet Sweat bullets dripped then burst Covering his face Blanketing his broad shoulders With salt liquid warmth Every eye in the arena Trained on him No, they could not look away They'd sold their souls Happy with the bargain Even if not quite A fair exchange   He sang of proving one's devotion Jethro Tull sings Aretha Franklin The sweat made it work And the flying tongues of fire That set upon the heads of Everyone in the building Forced them to speak Hopelandic So everyone could understand So no one understood But the prophet Who sang songs of desolation Songs of depression Songs of dislocation and isolation Heavy weights to bear And not a dry eye in the house Smoke rose through those windows Firemen never came Crowley paid lackies to keep the doors Locked from the outside So The prophets demise Buried in several feet of ash and soot His last words: "So Be It" Hundreds upon hundreds of his Disciples Mouths stuffed with debris The tongues of fire ascended When the last pulse tapered off into stillness Suzi Quatro didn't break a sweat Heavy axe slung laying 'gainst her shin Bruised but hidden by spandex Old men and dogs in the audience Leering, craving different meats Suzi doesn't notice Fonzie's still a few years down the road Suzi's got credentials Winkler ain't weakened them yet And with those credentials She's gonna rock She's gonna make 'em forget about The prophet And all the heavy **** he was always Layin' on 'em She said "Watch me play bass guitar" And whipped out 50 classic bass riffs in a row The people who had followed her in Seemed impressed But not nearly as amazed as they were By the sight of countless tongues of flame Descending upon their congregation The end result being Remarkably similar to the incident with Flaming tongues and the prophet What it all means Nobody knows Best not to interrupt good rock and roll shows
Continue reading...
74
He has sunken, He is flat! (He may just be A bit more fat.) He may have Knees of Plasticine And self-pity like An entire emo scene... But this is a new year! (In mid-May?) This is when we Stop the decay. Let us end The discontent: Let us make Jhonhary great again. "How do I do it?" I hear him ask. Well, here are the steps To accomplish said task. One: Go outside and run As if first dates were after you. Go outside and run each day. You have to. Two: Speak a little slower! You're not a motorboat. You sound like your tongue Is wearing a peacoat. Three: Shave those sickly ****** hairs away. You look as appealing as A plumber's derriere. Quatro: Perfecta tu Francés y español. Aveces te escuchas Como muerto caracol. Five: Just... chill With the self-pity. No manic pixie dream girl Will come sing you a ditty. Six: Learn to play that song You're just letting stall. Don't be that guy That just plays "Wonderwall." Seven: Keep buying clothes! Yes, you look great. No, don't be alarmed by Your wallet's lowered weight. Eight: Come up with More steps! Make fewer jokes that Leave people perplexed. Nine: Keep writing. This is something you enjoy. This is where your thoughts can Come and not be destroyed. Ten: Just be you. Be that well-meaning, uneven guy Who wants to brighten Another person's sky. Eleven: Make this your Open-ended answer, The last step you're Always going after. Write these last lines As you begin your amends. Make this the poem That never really ends.
0
May 18, 2016
May 18, 2016 at 10:18 PM UTC
"Make Jhonhary Great Again"
se soubesses do êxtase que me atinge quando te tenho comigo em quatro paredes não partirias, te quedarias. ò bela safira não vás.
0
Sep 1, 2014
Sep 1, 2014 at 8:30 AM UTC
Poema para cada despedida
Preachers in another storm ‘STAY’ whispers Mother Followed by another joint hands are met and with him I crash My bloodstained shadow running thrashed onto the walls Cray-Cray Calling Dos Tres – Another! Better! Quatro Cinco – What a disaster! T’was never my intention But I succeed at my own failures for there has always been a reward after my tormented failure. - But You can’t say I left you empty handed you can’t say I didn’t offer you all I had I just left for I found better. I know – What a ***
0
May 4, 2020
May 4, 2020 at 7:24 AM UTC
You can’t say I left you empty handed; my bloodstained shadow.
São quatro e vinte da madrugada E o fraco ainda resiste. O dia nasce não tarda E continua a sina daquele triste. Será ele um poeta, Um que se viu de alma abandonada Ou um cuja profissão é a mais antiga que existe? O seu coração pinga solidão, que se tenta encobrir, Fundida pela malfadada escuridão que o rodeia E que goza do ferir. O vagabundo olha à volta como se tivesse casa cheia E ouve, gota a gota, a gota, abusadamente, cair. Repete-se todas as noites a ladainha No aconchego de sua cama quentinha. Para este fraco, viver é ousadia. Limita-se a existir e até isso é um ultraje. Vê o sol que na janela luzia; Vai ao espelho ver se este lhe traz Aquele brilho que outrora o seduzia E que há muito não o via. Depara-se com o rotineiro: O pesar do vazio corriqueiro Que em forma de sombra breu Sobre si subtilmente desceu. Fatalidade que o destino por si escolheu. É este o tal fado De quem não se sente satisfeito Nem é valorizado P'las cicatrizes que carrega ao peito. Dizem que tem vida de vadio. Terminará o triste por rir De quem um dia dele se riu? É esta a "pseudoprofecia" Que o acompanha noite e dia. É só mais um que não vive o ultraje que é existir.
0
May 1, 2018
May 1, 2018 at 4:15 PM UTC
O ultraje que é existir
"Les femmes jouissent d'abord par l'oreille" Dit Marguerite Duras Toi, mon HYDRE-MUSE, tu jouis Par l'oreille absolue et frivole Magnifiée Par la danse à contre-temps De la poésie pénétrante Du saxo et de la tumba Du coupé décalé et de l'azonto Entre violons et accordéons Qui fait voltiger sur tes hanches Toute la copelia complicada de ta libido. Je rentre sans hâte dans la mue de la couleuvre Et je te ceins la taille. Réinventons les croisés en cinquième position Du ballet classique de Noureev, Petipa et Balanchine Et à quatre pattes virevoltons dans le Bolchoi. Setenta y ocho : Je te tatoue le bas des reins D'un tatou boule qui exécute Des renversés arrière multicolores Dans les plus intimes sillons de ta peau. Cero : Verbum Sapientiae Principium Est ! De mon pinceau chatoyant je dessine Des pas de bourrée étourdissants Aux confins de tes cambrures Setenta y siete : Tu miaules des entrechats charnels Et tu tournoies comme un ventilateur Et tu me dis : viens, mon prince, Montre-moi tes ronds de jambes doubles Ochenta y quatro : je te prends par les orteils tout en te caressant l'oreille Et je te dis vas-y Cuarenta y cinco : Dombolo baroque dès que tu bouges tes fesses pour m'inviter à tes Messes de sabbat Très y media : Demi-pointe sur les tétons qui frémissent et qui clignent des yeux La peau de ton aréole gauche  danse la biguine Ton sein droit fait voltiger du jus de grenade Sesenta : Un deux trois cinq six sept Un seul fouetté Tu enchaînes les figures libres et académiques Passe après passe Tu plantes dans le taureau farceur tes aromates Et je crie Banco et tu me mordilles la paume de la main. Setenta complicada : J'aime notre gourmandise choreographee clitoridienne, anale, phallique et vaginale Cet appétit colossal de ballet épicé à la Merce Cunningham, Alvin Ailey et Martha Graham Qui nous prend entre deux morts de tous nos lacs des cygnes primaux Nous en sommes les danseurs étoiles les solistes les premiers danseurs les petits rats les chorégraphes et les maîtres de ballet À nous deux nous formons une troupe Réincarnée Et nous signons de nos plumes de chair notre martingale lubrique : Un deux trois... Cinq six sept Un deux trois... Cinq six sept Un deux trois... Cinq six sept
0
Nov 1, 2019
Nov 1, 2019 at 3:31 AM UTC
Un deux trois ... Cinq six sept
"Les femmes jouissent d'abord par l'oreille" Dit Marguerite Duras Toi, mon HYDRE-MUSE, tu jouis Par l'oreille absolue et frivole Magnifiée Par la danse à contre-temps De la poésie pénétrante Du saxo et de la tumba Du coupé décalé et de l'azonto Entre violons et accordéons Qui fait voltiger sur tes hanches Toute la copelia complicada de ta libido. Je rentre sans hâte dans la mue de la couleuvre Et je te ceins la taille. Réinventons les croisés en cinquième position Du ballet classique de Noureev, Petipa et Balanchine Et à quatre pattes virevoltons dans le Bolchoi. Setenta y ocho : Je te tatoue le bas des reins D'un tatou boule qui exécute Des renversés arrière multicolores Dans les plus intimes sillons de ta peau. Cero : Verbum Sapientiae Principium Est ! De mon pinceau chatoyant je dessine Des pas de bourrée étourdissants Aux confins de tes cambrures Setenta y siete : Tu miaules des entrechats charnels Et tu tournoies comme un ventilateur Et tu me dis : viens, mon prince, Montre-moi tes ronds de jambes doubles Ochenta y quatro : je te prends par les orteils tout en te caressant l'oreille Et je te dis vas-y Cuarenta y cinco : Dombolo baroque dès que tu bouges tes fesses pour m'inviter à tes Messes de sabbat Très y media : Demi-pointe sur les tétons qui frémissent et qui clignent des yeux La peau de ton aréole gauche  danse la biguine Ton sein droit fait voltiger du jus de grenade Sesenta : Un deux trois cinq six sept Un seul fouetté Tu enchaînes les figures libres et académiques Passe après passe Tu plantes dans le taureau farceur tes aromates Et je crie Banco et tu me mordilles la paume de la main. Setenta complicada : J'aime notre gourmandise choreographee clitoridienne, anale, phallique et vaginale Cet appétit colossal de ballet épicé à la Merce Cunningham, Alvin Ailey et Martha Graham Qui nous prend entre deux morts de tous nos lacs des cygnes primaux Nous en sommes les danseurs étoiles les solistes les premiers danseurs les petits rats les chorégraphes et les maîtres de ballet À nous deux nous formons une troupe Réincarnée Et nous signons de nos plumes de chair notre martingale lubrique : Un deux trois... Cinq six sept Un deux trois... Cinq six sept Un deux trois... Cinq six sept
Continue reading...
59
como quando tigres enfeitam a maçaneta dos ventos e cobrem o fio de náilon sobre a camada espessa da terra. logo eu que pairo sobre as montanhas cobertas de neve de açúcar chego cansada pelos montes de veludo e sopro todo ar que um dia foi de alguém. escuto os sons que meu pai grita da garganta seca e consumida pela vida falha dos danos em nó. sigo firme no *** que um dia foi de minha vó que morreu nos braços de deus enquanto vomitava em uma bacia de metal em formato de baço. eis que um dia pensei: sou feliz e não sabia que era. um dia quando tudo se cair pela metade na esquerda irei confusa dormir sob os véus dos espíritos que pairam na terra secreta e silenciosamente dominam a mente de pastores homens. há de um dia ser tudo amor e mais vívido como quando quadros pintam a si mesmos na calada do dia em pleno raio de sol das três e quinze da tarde enquanto tomam café gelado sem leite. minha mãe um dia travou em pé e encarou a guarda de um poderoso pai e padeci de medo mas superei a realidade que o mundo um dia me trouxe. quisera eu dominar a xícara de licor sob os pés de caixas simbolizantes e soprar uma lágrima pelos ombros que um dia foram meus e de mais ninguém. haja fé suficiente na vida dos que ainda não foram e procuram por paz no meio do caminho tortuoso de outra dimensão. um dia uma nuvem vai cair do céu e parar sentada no meu colo; e quando a tesoura que usarei pra corta-la sair da gaveta, gritarei quatro vezes: esse mundo não é teu.
0
Jul 23, 2019
Jul 23, 2019 at 11:02 PM UTC
caibro
como quando tigres enfeitam a maçaneta dos ventos e cobrem o fio de náilon sobre a camada espessa da terra. logo eu que pairo sobre as montanhas cobertas de neve de açúcar chego cansada pelos montes de veludo e sopro todo ar que um dia foi de alguém. escuto os sons que meu pai grita da garganta seca e consumida pela vida falha dos danos em nó. sigo firme no *** que um dia foi de minha vó que morreu nos braços de deus enquanto vomitava em uma bacia de metal em formato de baço. eis que um dia pensei: sou feliz e não sabia que era. um dia quando tudo se cair pela metade na esquerda irei confusa dormir sob os véus dos espíritos que pairam na terra secreta e silenciosamente dominam a mente de pastores homens. há de um dia ser tudo amor e mais vívido como quando quadros pintam a si mesmos na calada do dia em pleno raio de sol das três e quinze da tarde enquanto tomam café gelado sem leite. minha mãe um dia travou em pé e encarou a guarda de um poderoso pai e padeci de medo mas superei a realidade que o mundo um dia me trouxe. quisera eu dominar a xícara de licor sob os pés de caixas simbolizantes e soprar uma lágrima pelos ombros que um dia foram meus e de mais ninguém. haja fé suficiente na vida dos que ainda não foram e procuram por paz no meio do caminho tortuoso de outra dimensão. um dia uma nuvem vai cair do céu e parar sentada no meu colo; e quando a tesoura que usarei pra corta-la sair da gaveta, gritarei quatro vezes: esse mundo não é teu.
Continue reading...
13
mudei recentemente pra esse lugar novo ainda não me adaptei não sei agir de acordo sigo sendo eu, mas parece um eu novo teve um dia em que não respeitei o horário de silêncio dava pra ver a lua refletindo meu anseio então abri as janelas (do meu peito) e gritei esse eu novo eu não cabia mais em mim tive que explodir então gritei, buscando um jeito de expandir e descobri, afinal de contas o que tinha de tão novo: era a voz. mudei recentemente pra um lugar silencioso onde as explosões se escondem atrás de olhos encharcados e corpos domados mas esse eu novo eu explode aos quatro ventos mesmo que de um jeito manso (ainda assusta escapar do próprio corpo) sorri, ali com a janela aberta mesmo ouvindo aquilo ecoar sinti, sem dificuldade que esse eu o novo eu nunca mais vai se calar ​
0
Jun 18, 2018
Jun 18, 2018 at 8:14 PM UTC
mudança.