Hello Poetry
Submit your work and get some sparkles! Create free account
"pode" poems
Graças a Deus Você deve agradecer a criação de Deus? Como um ser humano humilde Estou sempre grato a tudo que meus olhos podem ver e minha mente pode ou não poder entender. Vejo a vida como um presente muito precioso. Não me pergunte porquê, cada pessoa é que deve ver e abrir os olhos para todas as belezas da natureza, do universo.       A Criação de Deus é cheia de amor e carinho. O homem nunca vai ser melhor que nosso Senhor no espírito do verdadeiro amor. Seu Filho Jesus morreu pelos nossos pecados. Dias virão e a mortalidade permanecerá como o grande segredo para a espécie humana. Novas descobertas mostram o poder do Espírito Santo. Como um verdadeiro crente eu vejo Deus como amigo, como uma luz que está sempre ligada, como o melhor arquiteto que planeou o mundo e fez isso de uma forma esplêndida.       Quando eu semeio sementes não consigo ver nada. Eu me preocupo com as sementes, coloco a água, trato tudo com carinho e acredito verdadeiramente que a época da colheita virá como uma recompensa. Deus deu tudo para o homem. A cada momento peço paz, o respeito e o amor verdadeiro por toda a criação de Deus.         Eu sou abençoado por me dedicar ao cultivo de uvas no Vale do Douro. Bendigo Deus pela minha família, amigos e por ter Deus todo o tempo na minha vida. Estou sempre grato por tudo o que rodeia no Espírito da criação de Deus. Amor á natureza ao Universo, amando cada ser humano como Deus ama será o ideal de toda a criação. Deus abençoe a todos Victor Marques
0
May 30, 2014
May 30, 2014 at 2:16 PM UTC
Graças a Deus
Graças a Deus Você deve agradecer a criação de Deus? Como um ser humano humilde Estou sempre grato a tudo que meus olhos podem ver e minha mente pode ou não poder entender. Vejo a vida como um presente muito precioso. Não me pergunte porquê, cada pessoa é que deve ver e abrir os olhos para todas as belezas da natureza, do universo.       A Criação de Deus é cheia de amor e carinho. O homem nunca vai ser melhor que nosso Senhor no espírito do verdadeiro amor. Seu Filho Jesus morreu pelos nossos pecados. Dias virão e a mortalidade permanecerá como o grande segredo para a espécie humana. Novas descobertas mostram o poder do Espírito Santo. Como um verdadeiro crente eu vejo Deus como amigo, como uma luz que está sempre ligada, como o melhor arquiteto que planeou o mundo e fez isso de uma forma esplêndida.       Quando eu semeio sementes não consigo ver nada. Eu me preocupo com as sementes, coloco a água, trato tudo com carinho e acredito verdadeiramente que a época da colheita virá como uma recompensa. Deus deu tudo para o homem. A cada momento peço paz, o respeito e o amor verdadeiro por toda a criação de Deus.         Eu sou abençoado por me dedicar ao cultivo de uvas no Vale do Douro. Bendigo Deus pela minha família, amigos e por ter Deus todo o tempo na minha vida. Estou sempre grato por tudo o que rodeia no Espírito da criação de Deus. Amor á natureza ao Universo, amando cada ser humano como Deus ama será o ideal de toda a criação. Deus abençoe a todos Victor Marques
Continue reading...
13
Todos me dizem que o seu coração é impenetrável O Castelo mais seguro perderia Não tenho códigos, chaves e nem força Tenho apenas palavras escritas Mas como também me dizem, palavras abrem portas E se portas podem ser abertas Seu coração também pode ser penetrado Por mais difícil que seja Leia o que eu escrevo Pode ser meio complicado pelas lágrimas que mancham o papel Nas palavras manchadas pelas lágrimas Finja que "amor" está escrito Por que com amor as coisas ficam mais bonitas Mais uma lagrima cai no papel Mais amor eu vejo nele É aconselhável eu parar por aqui Pode ser que o papel se rasgue E se meu papel se rasgar Ler isso você não vai E então  as portas continuaram fechadas Ficarei sem códigos, chaves, força e agora sem palavras Então o que você guarda ai dentro do seu coração não será desvendado Por toda a eternidade.
0
Oct 28, 2015
Oct 28, 2015 at 7:59 PM UTC
Numa folha de papel
A palavra amor é mágica e exala perfume em todas as suas vertentes. O amor não pode servir de veículo para conseguir aquilo que se pode fazer ou através dele obter. ? O amor que vivemos neste mundo é sermos felizes e fazer os outros também. Existem amores que se complementam, que unem raças, religiões, pessoas, e que acima de tudo prevalecem mesmo depois da morte.     Um amor sem contrapartidas, sem limites, sem contratos que parecem ofuscar a leveza do amor. Existem amores nobres, solidários, palpáveis, celestiais,  universais que nos faz pensar, sempre sentir o verdadeiro significado do amor.  Existem tantos acontecimentos na nossa sociedade em que o ser humano procura desmesuradamente um trabalho fácil, um abraço, um obrigado, um amor amigo. O ser humano se abandona por vezes ao capricho de ser amado, bajulado sem no entanto,  se aperceber que o amor é algo muito bem mais importante, grandioso aos olhos de todos aqueles que se dedicam com pureza aos outros seres.     Por vezes nada podemos fazer para conseguir amar quem queremos amar... Demos voltas e voltas e procuramos amigos, amor em tantos deleites que o mundo nos oferece materialmente. Deixámos o amor espiritual num patamar nunca lembrado. As crianças têm uma grande predisposição para dar um beijo,  um salto, um abraço,  um sorriso, para dar amor de uma forma livre,  linda e gratuita. Elas são puras, sinceras, choram , riem, prostestam e amam descaradamente tudo o que as rodeia.  Vêem nos animais ternura, carinho, e porque não amor....     Existem algumas pessoas que não deixam entrar nelas o verdadeiro significado da palavra amor. Existem tantos acontecimentos na nossa vida em que o amor se manifesta de uma forma muito simples e familiar: casamento, baptizado, comunhão, morte ...     Amor parece existir desde sempre. Quantas noites na vida do ser humano parece que tudo se perdeu! Até o próprio amor se consome, se esvazia como um balão de ar que rebenta com uma alfinetada. O amor é uma arte de se comprometer com tudo o que existe, com o universo preciso, e respeitar as leis sublimes de um Deus Criador?      Tantos seres humanos que parecendo insignificantes tem tanto amor para dar, para partilhar.  Nascemos e nem sequer sabemos se foi por amor ou por um desejo egoísta da busca de simples prazer.... O amor deveria ser um elevar da alma,  uma força poderosa de tudo conciliar e amar. Com amor Victor Marques
0
May 27, 2014
May 27, 2014 at 1:05 PM UTC
Escrever sobre o amor
A palavra amor é mágica e exala perfume em todas as suas vertentes. O amor não pode servir de veículo para conseguir aquilo que se pode fazer ou através dele obter. ? O amor que vivemos neste mundo é sermos felizes e fazer os outros também. Existem amores que se complementam, que unem raças, religiões, pessoas, e que acima de tudo prevalecem mesmo depois da morte.     Um amor sem contrapartidas, sem limites, sem contratos que parecem ofuscar a leveza do amor. Existem amores nobres, solidários, palpáveis, celestiais,  universais que nos faz pensar, sempre sentir o verdadeiro significado do amor.  Existem tantos acontecimentos na nossa sociedade em que o ser humano procura desmesuradamente um trabalho fácil, um abraço, um obrigado, um amor amigo. O ser humano se abandona por vezes ao capricho de ser amado, bajulado sem no entanto,  se aperceber que o amor é algo muito bem mais importante, grandioso aos olhos de todos aqueles que se dedicam com pureza aos outros seres.     Por vezes nada podemos fazer para conseguir amar quem queremos amar... Demos voltas e voltas e procuramos amigos, amor em tantos deleites que o mundo nos oferece materialmente. Deixámos o amor espiritual num patamar nunca lembrado. As crianças têm uma grande predisposição para dar um beijo,  um salto, um abraço,  um sorriso, para dar amor de uma forma livre,  linda e gratuita. Elas são puras, sinceras, choram , riem, prostestam e amam descaradamente tudo o que as rodeia.  Vêem nos animais ternura, carinho, e porque não amor....     Existem algumas pessoas que não deixam entrar nelas o verdadeiro significado da palavra amor. Existem tantos acontecimentos na nossa vida em que o amor se manifesta de uma forma muito simples e familiar: casamento, baptizado, comunhão, morte ...     Amor parece existir desde sempre. Quantas noites na vida do ser humano parece que tudo se perdeu! Até o próprio amor se consome, se esvazia como um balão de ar que rebenta com uma alfinetada. O amor é uma arte de se comprometer com tudo o que existe, com o universo preciso, e respeitar as leis sublimes de um Deus Criador?      Tantos seres humanos que parecendo insignificantes tem tanto amor para dar, para partilhar.  Nascemos e nem sequer sabemos se foi por amor ou por um desejo egoísta da busca de simples prazer.... O amor deveria ser um elevar da alma,  uma força poderosa de tudo conciliar e amar. Com amor Victor Marques
Continue reading...
12
O Douro na sua plenitude Quando me levantei, senti aquele sentido odor de uma linda manhã de primavera.  Os pintassilgos entoavam uma melodia que me ajudou a encarar o dia com mais serenidade e  encanto.  Olhei para este meu horizonte que se estende num infinito lonquinquo que parece estar ali para ser sempre contemplado e amado.        Que Douro sublime excelso de ser pintado por expressionistas e cantado em versos pelos nossos poetas que não deixam de o servir e o idolatrar.  Desde menino que eu ganhei uma consciência duriense que nem com a morte ninguém ma irá roubar.  Não me canso de tentar perceber o xisto em harmonia,  complexo e eternizado com estes lindos muros que parecem até nem serem feitos por pedreiros terrenos mas sim por anjos do bom Deus que por aqui quis passar. Casebres abandonados e fornos de secar os figos continuam na paisagem duriense vivos e ao mesmo tempo parecem sepultados para sempre no cemitério dum rio  Douro que se embala num Rabelo de outrora.         As videiras imponentes parecem ressuscitar todos os anos pela altura da Páscoa.  Que beleza sentir e amar um Deus vivo que  bebeu o vinho para nos mostrar seu amor e assim dignificar todos aqueles que se dedicam a tão nobre tarefa. Toda a vegetação duriense exala perfume,  permitindo ao homem encontrar aqui um paraíso terreno e ao mesmo tempo um purgatório disperso nos patamares onde vinhas, oliveiras, amendoeiras, figueiras, laranjeiras,  sobreiros, torgas e giestas coabitam.   Quem fala do Douro sublime não pode deixar de olhar para os rostos de suas gentes. Parece até que  não sabem amar mais nada, nem mais nada fazer. ... Um saber acumulado de gerações é um legado de arte de bem-fazer vinho aliado a novas técnicas utilizadas por enólogos sedentos de fazerem dos vinhos do Douro os melhores do mundo.         O Douro corre sem correrias. É meigo com seu leito. As vinhas bebem suavemente de suas águas doces.  Nós que aprendemos com o brilho do pôr-do-sol, que parece um verniz de esmalte que conforta crentes e não crentes. O Douro que é de oiro está de deleite, de quarentena para nos ajudar a viver e a estar sempre perto da margem para embarcar na barca dum destino já traçado. Victor Marques
0
Apr 10, 2014
Apr 10, 2014 at 8:31 AM UTC
Douro Sublime
O Douro na sua plenitude Quando me levantei, senti aquele sentido odor de uma linda manhã de primavera.  Os pintassilgos entoavam uma melodia que me ajudou a encarar o dia com mais serenidade e  encanto.  Olhei para este meu horizonte que se estende num infinito lonquinquo que parece estar ali para ser sempre contemplado e amado.        Que Douro sublime excelso de ser pintado por expressionistas e cantado em versos pelos nossos poetas que não deixam de o servir e o idolatrar.  Desde menino que eu ganhei uma consciência duriense que nem com a morte ninguém ma irá roubar.  Não me canso de tentar perceber o xisto em harmonia,  complexo e eternizado com estes lindos muros que parecem até nem serem feitos por pedreiros terrenos mas sim por anjos do bom Deus que por aqui quis passar. Casebres abandonados e fornos de secar os figos continuam na paisagem duriense vivos e ao mesmo tempo parecem sepultados para sempre no cemitério dum rio  Douro que se embala num Rabelo de outrora.         As videiras imponentes parecem ressuscitar todos os anos pela altura da Páscoa.  Que beleza sentir e amar um Deus vivo que  bebeu o vinho para nos mostrar seu amor e assim dignificar todos aqueles que se dedicam a tão nobre tarefa. Toda a vegetação duriense exala perfume,  permitindo ao homem encontrar aqui um paraíso terreno e ao mesmo tempo um purgatório disperso nos patamares onde vinhas, oliveiras, amendoeiras, figueiras, laranjeiras,  sobreiros, torgas e giestas coabitam.   Quem fala do Douro sublime não pode deixar de olhar para os rostos de suas gentes. Parece até que  não sabem amar mais nada, nem mais nada fazer. ... Um saber acumulado de gerações é um legado de arte de bem-fazer vinho aliado a novas técnicas utilizadas por enólogos sedentos de fazerem dos vinhos do Douro os melhores do mundo.         O Douro corre sem correrias. É meigo com seu leito. As vinhas bebem suavemente de suas águas doces.  Nós que aprendemos com o brilho do pôr-do-sol, que parece um verniz de esmalte que conforta crentes e não crentes. O Douro que é de oiro está de deleite, de quarentena para nos ajudar a viver e a estar sempre perto da margem para embarcar na barca dum destino já traçado. Victor Marques
Continue reading...
10
john cena is amazing his stare is dazing i type this while im blazing but no body can hear my scream because its just all a dream dream dream dream dream team deam it unnecessary to wear clothes **** i forbote the pode which blocks my hole from being penetrated sad jew jew jew holocaust holocaust holocaust dead jew dead jew dead jew
0
May 14, 2015
May 14, 2015 at 4:12 PM UTC
john cena
Um grande amor nunca morre Um grande amor não pode morrer, Não pode fechar o livro sem ler…! O vento é por vezes altivo, Com este amor eu sempre vivo. O amor gosta do orvalho de madrugada, Com sua janela aberta, fechada? Os lugares boa lembrança sempre te mostrarão, O grande amor também vive de solidão. Não dorme sempre em teu leito, Pode até ser teu par perfeito? Estradas sinuosas por vezes num só caminho, Sorriso que se sente em menino… Um grande amor gosta de ver a lua, Ser verdade minha e sua, A tristeza nos mutila e invade, Amor que nunca acabe… Victor Marques
0
Nov 5, 2012
Nov 5, 2012 at 11:49 AM UTC
Um grande amor nunca morre
Eu pintei-me de preto e vesti-me de ***** E colori em forma de arco-íris, o meu coração! Descansei os sapatos e assim com ar integro, Analisei todos os meus males, aqui atrás do Marão! Olhei o sol que estava lindo, assim como a luz do dia, E eu ali senti-me um milhafre perdido no raiar do céu, Despi-me de preconceitos e agarrei a luz que me alumia, Comecei a correr até ficar cansado, até perder o chapéu! Comecei a despir o ***** que trazia vestido e foi nu, Que comecei a procurar ao redor uma nova capa, Com cores coloridas com sorrisos tirados do baú! Não servia sorrir de novo, sorrisos fingidos á socapa! Jurei que iria sair do escuro, que trazia vestido, Comprometi-me com a alma, e entregar-me ao destino, Porque afinal, eu não tinha perdido, então porquê, o alarido! Seria por me despir, reflectir e sentir culpado e latino? Hoje não é dia de pensar assim, não é dia de fingir, Não é dia de mentir, nem é dia de ficar para ali a latir. Porque quem me pudesse ouvir, estaria ali não para me ouvir, Mas sim para fingir, que eu era o corvo, e tinha de partir! Quanto tempo durou o fingimento que te cativou? Porquê que eu nunca percebi que teria de sair! Não sei, nem posso deitar-me a adivinhar. Sei, acabou. Não tenho mais comigo razões para me prostituir! Como poderia eu ter sido ingrato, se tivesse visto, Que afinal tudo que vivi, até ali, nunca foi real e meu. Nunca fui afinal muito mais, que um pequeno imprevisto. Ingrato, não estou. Hoje eu sei, que afinal, estou ao léu! Sem qualquer compromisso no coração, e pode ser teu. Autor: António Benigno Dedicado do Romeiro para a Rameira.
0
Sep 11, 2013
Sep 11, 2013 at 9:17 AM UTC
Ingratidão
Eu pintei-me de preto e vesti-me de ***** E colori em forma de arco-íris, o meu coração! Descansei os sapatos e assim com ar integro, Analisei todos os meus males, aqui atrás do Marão! Olhei o sol que estava lindo, assim como a luz do dia, E eu ali senti-me um milhafre perdido no raiar do céu, Despi-me de preconceitos e agarrei a luz que me alumia, Comecei a correr até ficar cansado, até perder o chapéu! Comecei a despir o ***** que trazia vestido e foi nu, Que comecei a procurar ao redor uma nova capa, Com cores coloridas com sorrisos tirados do baú! Não servia sorrir de novo, sorrisos fingidos á socapa! Jurei que iria sair do escuro, que trazia vestido, Comprometi-me com a alma, e entregar-me ao destino, Porque afinal, eu não tinha perdido, então porquê, o alarido! Seria por me despir, reflectir e sentir culpado e latino? Hoje não é dia de pensar assim, não é dia de fingir, Não é dia de mentir, nem é dia de ficar para ali a latir. Porque quem me pudesse ouvir, estaria ali não para me ouvir, Mas sim para fingir, que eu era o corvo, e tinha de partir! Quanto tempo durou o fingimento que te cativou? Porquê que eu nunca percebi que teria de sair! Não sei, nem posso deitar-me a adivinhar. Sei, acabou. Não tenho mais comigo razões para me prostituir! Como poderia eu ter sido ingrato, se tivesse visto, Que afinal tudo que vivi, até ali, nunca foi real e meu. Nunca fui afinal muito mais, que um pequeno imprevisto. Ingrato, não estou. Hoje eu sei, que afinal, estou ao léu! Sem qualquer compromisso no coração, e pode ser teu. Autor: António Benigno Dedicado do Romeiro para a Rameira.
Continue reading...
31
A vida, há não sei dizer quanto tempo, Tem-se mostrado uma interminável batalha. Conseguir ouvir a razão sem abafar o sentir Conseguir sentir sem por ele ser consumida Inteiramente. Não quero mais escrever poesia de guerra Nem fazer da poesia uma guerra de amor Só vale o que eu deixar que valha. E escrevo-o aqui, as desculpas de merda não valem Nem valeriam se fossem desculpas muitíssimo boas Se estou a perder a cabeça vou atrás dela e Encaixo-a de novo no pescoço e Bato com ela nas paredes até tornar a funcionar Não a ajudo a ir. Não. Não quero continuar a perguntar-me à noite O que raio é que estou a fazer Que vida é esta que escolho e não vivo Que não vivo por a escolher incessantemente. Não se pode querer paz e respostas E por ambas querer nenhuma tenho Só a mim e ao silêncio que não deixo existir. Não quero. Não sei o que quero mas Não quero isto. Querer isto não Me deixa querer mais nada. Nem a mim. Especialmente a mim. E tenho que me querer a mim Antes de querer qualquer outra coisa.
0
Jun 14, 2017
Jun 14, 2017 at 10:27 AM UTC
Poesia de Guerra
"Abre sua aversão; Eis que um nauta fala: - Mestre, vês somente sofrimento no amor? - O amor pode conter fuligem e até mesmo grasnar, porém uma vez sentido é como parcel: não se desfaz fácil dentro do peito. E mesmo que nos faça presente o basto e dorido retrocesso, o medo, infindável de obstruir a todo esse amor, mais infindável é o anelo que o amor causa-nos. Estamos sobre escombros, mas o amor é como papelotas angelicais… Desce ondulado cheio de idas e vindas, corrupiando até a estabilização. O amor é granívoro, come pequenas as sementes dos defeitos nossos, belo como o grande milhafre-preto a planar no céu. É como a retriz que sente o vento a tocar, é o ósculo entre o paraíso e a imensidão. Oco somos antes de amar. Somos como o barril quebrado sem vinho, esperando que o tanoeiro nos venha resgatar. Encher-nos a transbordar. Ouça o execrável grito do ódio, sendo cancelado pelo dulçor deste imenso sentimento. Ouça o esfolar dos descrentes, incorpóreos. O amor é um reverbrar eterno de luz em cada alma, é a calma, e a batida de cada pulsação. Não se pode obstrui-lo, ou excluí-lo da vida, pois ela o traz em cada vibração. Como um frincha encontrada dentro de nós, convertendo aos poucos cada problema em solução. Transformando o ingrato em um romântico facúndio, criando paz em meio a escuridão"
0
Oct 5, 2012
Oct 5, 2012 at 10:38 PM UTC
Corte de Nautas II
Um medíocre seixo formado por um aglomerado espalhafato de pulgas flutua e veleja por oceanos saturados de desaproveitas lágrimas amarelo-chumbo nas mais desoladas camadas de sua privativa órbita, em uma intersecção de múltiplos limbos supra-reais, bem entre dois muros de um corredor estreito, escuro e corroborado pelo lodo - sobre o qual, cabe-se dizer, resta imóvel uma pequena patrola laranja de brinquedo, esquecida. Inevitável e também incoerente, Continuar a ser (peleja) "Um equívoco desmistificado; uma perturbação" Os ideais se contrapõem aos já extintos/ Sedimentos navegam eternamente sem rumo/ Inexprimível Sensível/ O oculto que assim permanece/ Pedregulho pulguento perpetuamente a protuberar-se na imensidão dos mares de um ópio por si próprio proferido, ofendendo e perseguindo leis individuais de universo, causando o óbito comum a todos os parciais ínfimos pares de não-instantes, parados. Estarrece-se o lógico pela busca do externo consenso, indiferente a todo gotejar de pia: fundir-se pela semelhança! tornar-se pela simples analogia! Homo-Sutra; Homo-Isso. Homo-Tundra; Homo-Aquilo. **** Sapiens **** Gênio Entrementes, através de seus poros abertos pela alta temperatura, sente por seu corpo, de muitos corpos, a circulação efervescente do mais intenso calor, o sopro de vida hebraico de um cosmos também filisteu, (de tudo aquilo que pode até não estar de todo vivo - ou de todo morto); contradição de um todo-devir também carrasco, mas, em essência, todo-devir de um sorrateiro espaço de tempo do bater de asas de um besouro não mais vivo e nunca catalogado, capturado somente por um pequenino ponteiro vermelho de segundos de um relógio velho, possuído,  em circunstâncias afortunas, por uma avó - ainda hoje vivente - de um tempo atormentado pela tirania e propositalmente esquecido, a proferir não só eternidades-nascedouros e cede ansiada, como, de igual infinita intensidade, a inferir a sublimidade em poderios majestáticos estruturados na mais esplendorosa magia humana, a sua despropria linguagem; ...se apercebe o amontoado, tudo, menos genérico, mesmo não sendo, agora, inseto, nem humano, apenas animal, Que Mantêm-se em correnteza, Metamorfose lavareda.
0
Nov 7, 2014
Nov 7, 2014 at 7:55 AM UTC
Sedimento Agonizantardil
Um medíocre seixo formado por um aglomerado espalhafato de pulgas flutua e veleja por oceanos saturados de desaproveitas lágrimas amarelo-chumbo nas mais desoladas camadas de sua privativa órbita, em uma intersecção de múltiplos limbos supra-reais, bem entre dois muros de um corredor estreito, escuro e corroborado pelo lodo - sobre o qual, cabe-se dizer, resta imóvel uma pequena patrola laranja de brinquedo, esquecida. Inevitável e também incoerente, Continuar a ser (peleja) "Um equívoco desmistificado; uma perturbação" Os ideais se contrapõem aos já extintos/ Sedimentos navegam eternamente sem rumo/ Inexprimível Sensível/ O oculto que assim permanece/ Pedregulho pulguento perpetuamente a protuberar-se na imensidão dos mares de um ópio por si próprio proferido, ofendendo e perseguindo leis individuais de universo, causando o óbito comum a todos os parciais ínfimos pares de não-instantes, parados. Estarrece-se o lógico pela busca do externo consenso, indiferente a todo gotejar de pia: fundir-se pela semelhança! tornar-se pela simples analogia! Homo-Sutra; Homo-Isso. Homo-Tundra; Homo-Aquilo. **** Sapiens **** Gênio Entrementes, através de seus poros abertos pela alta temperatura, sente por seu corpo, de muitos corpos, a circulação efervescente do mais intenso calor, o sopro de vida hebraico de um cosmos também filisteu, (de tudo aquilo que pode até não estar de todo vivo - ou de todo morto); contradição de um todo-devir também carrasco, mas, em essência, todo-devir de um sorrateiro espaço de tempo do bater de asas de um besouro não mais vivo e nunca catalogado, capturado somente por um pequenino ponteiro vermelho de segundos de um relógio velho, possuído,  em circunstâncias afortunas, por uma avó - ainda hoje vivente - de um tempo atormentado pela tirania e propositalmente esquecido, a proferir não só eternidades-nascedouros e cede ansiada, como, de igual infinita intensidade, a inferir a sublimidade em poderios majestáticos estruturados na mais esplendorosa magia humana, a sua despropria linguagem; ...se apercebe o amontoado, tudo, menos genérico, mesmo não sendo, agora, inseto, nem humano, apenas animal, Que Mantêm-se em correnteza, Metamorfose lavareda.
Continue reading...
28
Parte do tempo percebemos que somos perfeito A maior parte não paramos de falar Eu seguro sua mão, você dá um sorriso A gente se beija no meio fio Meu corpo se mexe pra trás e pra frente Aqui está pra prefeitura, aqui está o bar que nos vende tequila Somos tão esquisitos que daria certo Os cartões de crédito dela me perdoaram Os cabelos enrolados me perdoaram Por que você não pode me perdoar? Somos tão esquisitos que daria certo O garoto de óculos escuros me deu um gole daquela ***** barata Você me deixou colocar a cabeça no seu ombro Quando fomos embora você me seguro no colo Somos tão esquisitos que daria certo Esquerda, direita, cima e baixo Só porque não temos joguinhos não quer dizer que não é certo Você vive dizendo que quer me ver Amo essa mescla de felicidade e receio Quando fico triste você faz uma dança engraçada Somos tão esquisitos que fica perfeito
0
Jul 30, 2013
Jul 30, 2013 at 1:35 AM UTC
Amantes Esquisitos
A chuva Chove intensamente para alegria das gentes, Para os campos e suas sementes. No nosso peito existe secura, Chove e vem do céu água pura. Chuva miudinha que quase não molhais, Dais de beber aos pardais. Chuva calorenta de um dia de verão, Chuva que canta linda canção. A chuva não bate no preso em sua cela, Nem pode ser vista de sua janela, Escutar a chuva que bate em sintonia, Eu me devaneio com suave melodia. A chuva dá imenso prazer, De noite ou ao amanhecer. Sentir a chuva com amor e sentimento, Estendedoiro fustigado pelo vento. Victor Marques
0
Jul 2, 2012
Jul 2, 2012 at 5:14 PM UTC
Achuva
“Compus uma canção para dizer: ‘Amo-te descontroladamente!’ De ações tangentes; da equação complexa que é te amar. E mesmo pacificamente; Minha alma sem ti, não pode se encontrar. Como contra o céu paradisíaco que constrói o tempo e investe areia contra mim; Mesmo no pior dos casos, nos meus últimos gritos, altissonante direi: ’ EU VIM!’ Me encontre na beira de meu coração, na ponte que causa essa estranha paixão; E direi que não sabia que um anjo poderia possuir tão rápido todo meu sentimento assim. Vem que em laços de eternos amantes, cada consoante, dirá e recitará meu amor celeste; Rolando em campos grandes e em flores campestres O céu sussura uma sinfonia recém escrita para o nosso caso infindável; E jamais ouvi a voz dos anjos num tom tão amável As lágrimas que derramo não reclamam de nenhuma tristeza desconhecida; Mas sim da alegria pela qual minha alma foi tingida Novamente nos encontraremos eternamente e direi mais um trilhão de vezes: ’ Amo-te descontroladamente!”
0
Oct 5, 2012
Oct 5, 2012 at 10:39 PM UTC
Amo-te!
"Esboços de rostos duvidosos. Levanta o mestre: - O amor é excêntrico, faz-nos exasperar a loucura, e infiltra-se em meio a alma pura, faz gostosuras a cada menção! Não faço-me incréu frente ao amor. Ele é fronstispício judicante de nossos erros. E nem a própria sorte o pode interrogar. O amor é cego? Faceta da mentira. O amor é ver demais, é demasiada plenitude. O amor é predador praticante de cada força, e nem em quinhentas poesias bardas, em resmas, poderão o definir. O amor é um requerimento mútuo, que pode ser negado ou negar-se, renegar-se, resgatar-se. Resguarda-o, que ele é obtentor da sua obstinação. Por obséquio resguarde-o com temor, faz do veneno, pudor, encorajador, amante selador. Não o deixa obumbrar o teu bater. Aja de boa fé perante o amor, não banze-o demais, procurando até ofegar. Deixe que venha, deixe chegar. O amor é canurdo de desejo, carpir e resistir não te emancipará. Chulo! Deixa o amor florescer, sem temer, arremessar suas fraquezas. É chorado mas é valido, é gotejado de estranhezas. Um estrangeiro nobre no território do teu estofo e frágil coração. Mas o amor também é vidraça, se não o cuidas, o tempo passa, e cada trinca é o mais ínfimo da solidão."
0
Oct 5, 2012
Oct 5, 2012 at 10:39 PM UTC
Corte de Nautas III
Eu queria ser grande, queria ter sonhos e ter esperança! Eu queria ser grande, ter sonhos e sentir confiança! Eu queria acreditar que existe esperança! Eu queria acreditar que sonhos são uma lembrança! Pois, quando eu sonho, eu acredito que eu quero aquilo, Aquilo, com que sonho, afinal é o que eu quero! Então e como podem explicar-me que o sonho, morreu! Alguém pode acreditar fielmente no definitivo e no impossível! Alguém pode dizer que não choverá nunca mais? Ou poderá afirmar, que o sol jamais se esconderá. Eu não acredito que eu sou um ser mau, E eu acredito que sou realmente feliz! Acredito que a minha felicidade depende dos meus amigos, Aqueles amigos que me são amigos! Não preciso que as pessoas finjam que a minha vida interessa, E não mereço ter pessoas dessas, a perturbar os meus sonhos! Sou suficientemente generoso, para com as pessoas que me são queridas! Porque elas só são a minha vida, porque eu necessito do seu carinho! Afinal de contas, ser amigo é ser prestável, disponível, Não basta dizer: - Eu sou o teu amigo! Hoje percebo que sonhos são por vezes lições, Sonhos são dádivas na escola da vida! Sonhos são os auxiliares de memória necessários, Para sobreviver neste mudo podre! Neste antro medonho de abutres! Mas amigos, eu sou feliz, no nosso oásis, Porque a vossa amizade alimenta os meus receios! Obrigado Autor: António Benigno Código de autor: 2012.02.12.01.04
0
Aug 30, 2013
Aug 30, 2013 at 2:00 PM UTC
Eu um dia queria ser grande!
Sabe aquela gota gelada durante o banho quente? Então, nós acreditamos que pela intensidade que a água quente vem uma simples gota fria não causará incomodo algum É nesse momento que nós entramos embaixo do chuveiro e vemos que o que pensavamos daquela gota é totalmente equivocado pois ela se torna a pior coisa do nosso banho A distância pode ser vista da mesma forma que aquela gota fria Pois nós acreditamos que pela intensidade do sentimento que temos por aquela pessoa a distancia não mudará isso, e é aí que nós percebemos que sim, ela consegue mudar esse sentimento. O nosso afastamento me fez ver que as coisas não são mais como antes O nosso amor deu alguns passos para trás Os nossos planos se transformaram em nossas ilusões Nossas lembranças se transformaram em sofrimento E sim, eu só lamento, sei que as coisas do destino não tem saída E sei que devemos olhar pra frente e seguir nossas vidas!
0
Apr 27, 2017
Apr 27, 2017 at 11:02 PM UTC
A metáfora da distância
Amar a vida primeiro Gratidão para o resto do dia, dando sorrisos para irem muito longe. As coisas estão serenas tais como os rios Douro e Tua que esperam pacientemente todas as águas que se deleitam em correr desenfreadamente para seus leitos. Vinhas com folhas que caem coloridas e se assemelham a um horizonte de ouro luzidio. Os pecadores sem sinos para tocar os remorsos dos seus pecados mais graves. A consciência humana dignifica e purifica ao mesmo tempo tantos seres que com pequenos delitos caminham livremente. Portas e janelas abertas logo de amanhã para espreitarem a biblioteca do universo. Amando cada ser humano em excesso, cada folhinha que tem medo de estar ligada. Folhas com o medo de estar no ar. A vida nem sempre é justa para leõezinhos que na selva com cabras e cordeiros confraternizam no paraíso de um Deus infinito e imparcial. Amar a vida meus queridos amigos porque não se pode amar ninguém senão amarmos a vida primeiro. . Victor Marques
0
Nov 17, 2014
Nov 17, 2014 at 2:10 PM UTC
Amar a vida primeiro
Na ultima estrela do universo, Meu eu jaz adormecido grite, grite, será em vão! Não se pode acordar-me com gritos. Mas o que fazer quando a distância não permite o tato e o vácuo abafa os sons? Peço-lhe que sussurre sussurre mentalmente talvez eu lhe acorde de meus sonhos!
0
Jun 23, 2013
Jun 23, 2013 at 11:46 PM UTC
Eu sou a última estrela do universo.
Feliz és tu, vento que teu cheiro pode sentir atravessar o seu manto sem medo de se apaixonar; Feliz és tu, vento que pode a observar admirar o seu encanto sem medo de se apaixonar; Feliz és tu, vento que pode teu movimento sentir apreciar o teu beijo sem medo de se apaixonar; Feliz és tu, vento que sua voz pode ouvir aprender o teu assovio sem medo de se apaixonar; Feliz és tu, vento que tudo pode experimentar se deixar levar pelo seu gosto sem medo de se apaixonar; Mas no final, sou eu quem sou feliz por ter alguém para me apaixonar por ser humano e saber que para sempre, sempre irei amar.
0
Sep 17, 2015
Sep 17, 2015 at 6:58 PM UTC
Sentimentos ao Vento
Mais um dia cansativo Com a tarde inteira para dormir Um pouco de descanso seria o remédio Numa fusão de tudo da-se o tédio Daí algo fica estranho Você sabe que não está normal Uma movimentação, um chororô Uma energia ruim cobre o meu ciclo E então, alguns baques na minha janela Algo de ruim teria acontecido Não sabia que com ela Então levanto de um cochilo pela tarde E alguns amigos me avisam Que a pessoa mais amada corria perigo Numa aventura jovem O perigo vem Não olha para quem, mas bate com força Numa aventura jovem Um sonho se vai E sem olhar para trás Se transforma numa forca Cada erro uma consequência Mas a esperança não acaba Positivo deve-se pensar Com  um acerto forma-se a palavra Uma moto, uma estrada, um acidente E tudo vira de ponta a cabeça E agora? O que será? Só o tempo pode nos responder Se depender da minha torcida Ela irá viver.
0
Nov 9, 2015
Nov 9, 2015 at 9:20 PM UTC
Sobre o que será
Após um ano desde escrevi aqui pela ultima vez, notei a imensa e, acima de tudo, mais profunda mudança no que eu poderia chamar de ego. Ache uma personalidade para promover, uma própria. Promova essa personalidade. Além do mais, eu nunca estive tão feliz e nunca, em toda a história da minha vida, aconteceu tanto quanto nesse ultimo ano. Encontrei enquanto tentava não me perder, a feiticeira que me aparou antes que eu caísse. A caldeira que eu incendiaria até que minha chama acabasse. E lhes conto que ninguém pode ensinar o que é a liberdade. Bem vindos ao paradoxo. Embora não possa dizer que rompi a gaiola que nos toma àquilo de onde viemos, consegui enxergar através. E é muito confortável, poder sentir o pássaro que voa além da gaiola dormindo no meu peito.
0
Dec 30, 2014
Dec 30, 2014 at 11:03 PM UTC
Feliz ano novo!
Seu rosto já não é mais o mapa que me guia Seu sorriso já não representam as estrelas que me fascinam E as morfina de suas palavras estão longe de ser efetivas Mas o que fazer? Sempre soube que meu sim foi carregado de insensatez E mais uma vez tenho que pensar Em qual moeda essas fantasias devo pagar Angustia que pode virar combustível Ou talvez, raiva que será nosso castigo Talvez apenas devo esquecer isso Mas o pensamento de puxar o gatilho É muito mais forte do que o de sofrer sozinho E você não sabe como é difícil Saber que essa noite estarei sozinho E a falta que sinto dos seus carinhos Mas agora tudo isso é passado E apenas agora consigo enxergar O que onde existia um começo Coexistia um erro E o que achávamos que seria amor Apenas era a euforia de um perdedor que ocupa o segundo lugar no pódio do amor
0
Oct 27, 2015
Oct 27, 2015 at 2:08 PM UTC
Reflexões sobre os sentimentos de 7 meses e duas semanas
Palavras são balas Porque somente elas não bastam Insegurança é uma espada E seu gume mais afiado que essa navalha Sentimentos são como uma maça Tão veloz, para apenas pesar na minha cara E neste momento nada me acalma Ou sacia a vontade de ir embora Mas quem sabe isso não passa Pode apenas ser uma gripe passageira Ou uma melancolia verdadeira Mas talvez devesse me alegrar Continuar a andar Para trás não olhar Ou até mesmo tentar não ligar Fazer dessa angustia combustível E desse pesar um mar Para me banhar nas manhã de alegria Que a vida ainda há de me doar
0
Nov 25, 2015
Nov 25, 2015 at 8:49 PM UTC
É preciso andar alguns caminhos só
Estou pendurada por um fio Meus pés deveriam procurar o chão Minhas mãos deveriam procurar o céu Eles dizem: ''Você pode falar com Deus se precisar'' Dizem saber mais Dizem que não vai adiantar se esforçar Enquanto perco o ar Pássaros saem da minha boca Olhe. Agora. Sabe do que estou falando? Eles te enforcam sem perceber Gelado. Pálido. Somos sacos de ossos mecânicos procurando por uma fantasia.
0
Apr 28, 2015
Apr 28, 2015 at 6:17 PM UTC
Ossos Mecânicos