"perdemos" poems
Soterrados locais de nascimento,
Por entre as brumas do chorar ficaram
Perdidos neste Tempo que não tem espaço
Achados no centro do Lodo que encontraram.
Espécie de dor ridicularizado ao Poente
Loucura mórbida de um Amor quase doente
Pisados por uma crença animal
Enganados por uma vida que não é real.
E aqueles que com uma corda fazem o seu caminho
E na árvore penduram a sua alma devagarinho
Morte lenta para quem a tem
Muito Rápida para quem a vê.
E não sabemos nos que também morremos aos poucos
A cada dia perdemos um pedaço de carne do Ser
Por cada noite gasta um turbilhão de vidas por nascer.
E se somos a carne do pobre pensante
Achemo-nos dignos de crer na inexistência do senhor
Que pensa que nos tem mais que amor
Que nos da e tira o fôlego só por crer.
E na missa ajoelhados os pobres coitados
Rezando cada um para a a sua amargura
Filhos de um pai que não os segura
Descendentes dos filhos da Terra, mortais.
E aos *** elevam os braços por Ele
E matam e esfolam os seus irmãos em seu nome
E dizem que ele é Amor, e paz, e compaixão
E por pecarem e errarem pedem perdão.
E esta vida a que condenados somos
Sem pedirmos o nascer nem o morrer
Vamos todos em fila para a câmara ardente
Não vendo nunca o nosso expoente.
Procuramos o eterno sentir e o poder
Não sabendo realmente o que é viver
E a cada fôlego perdemos as forças
E a esperança num futuro sossega-nos a morte.
E para aqueles que iluminado esta o caminho
A morte é mais rápida que o dia
A luz mostra a direcção a tomar
E o sentido da rua é ficar sem Ar.
Definhar.
Jul 7, 2012
Jul 7, 2012 at 9:07 PM UTC
I wanted to find something to bring back to life.
Lately, these stanzas have been on repeat.
My words: resurrected.
Stories engrave themselves in my synapses
A memory forms and then collapses
A Heart skips beats and then relaxes
Powerhouse of nerves in through the spine
Messages from hands moving to the mind
No rush, steady-paced climb
Following the crooked lines
Pulled apart, then pushed together
Overloaded with the
Doing and undoing tether
Smiles slowly building the road to better
Best medicine is the sound of laughter
The world spins, and spins faster
Without even a second thought
Of what happens after
Los secretos, el momento,
Las caras que vemos
Pero aqui, en sonrisas,
Aqui nos quedemos
En los ojos siempre,
Facil nos perdemos
Cada maravilla es diferente que vemos
Es que las cosas no son tan complicadas
La vida esta llena de cosas delicadas
Pero es una lucha, ya sabes eso
Toma un corazon fuerte en el pecho
Exposure, exposure, to the other moving closer
Admiration reaching and pulling voices over
Of passion, and into the seas of liberation
Speaking a language with no available translation
Rules broken, laws and regulations
Systematic arrangements of our kings and queens
In different moments, places,
Different things
But the beauty is more than the perfection
Or imperfection in the seams
Lining the different parts of la vita bella
Every part of the whole of what we fiend
Filling the empty spaces sitting vacant in between
From past, told and untold dreams
The path in life winds and turns
Full of chances and opportunities to get burned
Full of the learned and unlearned
Growing pensive,
Minds fill with the incentive
To rise above,
Intentionally connected
v.xxx.xi
Aug 3, 2012
Aug 3, 2012 at 1:59 PM UTC
Ojos médulas sombras blanco día
ansias afán lisonjas horas cuerpos
memoria todo Dios ardieron todos
polvo de los sentidos sin sentido
ceniza lo sentido y el sentido
Este cuarto, esta cama, el sol del broche,
su caída de fruto, los dos ojos,
la llamada al vacío, la fijeza,
los dos ojos feroces, los dos ojos
atónitos, los dos ojos vacíos,
la no vista presencia presentida,
la visión sin visiones entrevista,
los dos ojos cubriéndose de hormigas,
¿pasan aquí, suceden hoy? Son hoy,
pasan allá, su aquí es allá, sin fecha.
Itálica famosa madriguera de ratas
y lugares comunes, muladar de motores
víboras en Uxmal anacoretas,
emporio de centollas o imperio de los pólipos
sobre los lomos del acorazado,
dédalos, catedrales, bicicletas,
dioses descalabrados, invenciones
de ayer o del decrépito mañana,
basureros: no tiene edad la vida,
volvió a ser árbol la columna Dafne.
Entre la vida inmortal de la vida
y la muerte inmortal de la historia
hoy es cualquier día
en un cuarto cualquiera
Festín de dos cuerpos a solas
fiesta de ignorancia saber de presencia
Hoy (conjunción señalada
y abrazo precario)
esculpimos un Dios instantáneo
tallamos el vértigo
Fuera de mi cuerpo
en tu cuerpo fuera de tu cuerpo
en otro cuerpo
cuerpo a cuerpo creado
por tu cuerpo y mi cuerpo
Nos buscamos perdidos
dentro de ese cuerpo instantáneo
nos perdemos buscando
todo un Dios todo cuerpo y sentido
Otro cuerpo perdido
Olfato gusto vista oído tacto
el sentido anegado en lo sentido
los cuerpos abolidos en el cuerpo
memorias desmemorias de haber sido
antes después ahora nunca siempre
1.6k
Passageiro Frequente da Tap
Palmilhando milhas nos *** indiferentes,
Cruzo-me e tenho distintos sentidos,
Viagens que temos sem ser tripulantes,
Laços já estabelecidos.
Sentir a sóbria educação,
Viajar sem engano.
Sorriso e coração,
Calor humano.
Atitudes que ninguém faz registo,
Perdemos realidades duradouras,
Mas eu sim acredito,
Nas gerações vindouras.
Victor Marques
Dec 9, 2011
Dec 9, 2011 at 9:03 AM UTC
I wanted to find something to bring back to life.
Lately, these stanzas have been on repeat.
My words: resurrected.
Stories engrave themselves in my synapses
A memory forms and then collapses
A Heart skips beats and then relaxes
Powerhouse of nerves in through the spine
Messages from hands moving to the mind
No rush, steady-paced climb
Following the crooked lines
Pulled apart, then pushed together
Overloaded with the
Doing and undoing tether
Smiles slowly building the road to better
Best medicine is the sound of laughter
The world spins, and spins faster
Without even a second thought
Of what happens after
Los secretos, el momento,
Las caras que vemos
Pero aqui, en sonrisas,
Aqui nos quedemos
En los ojos siempre,
Facil nos perdemos
Cada maravilla es diferente que vemos
Es que las cosas no son tan complicadas
La vida esta llena de cosas delicadas
Pero es una lucha, ya sabes eso
Toma un corazon fuerte en el pecho
Exposure, exposure, to the other moving closer
Admiration reaching and pulling voices over
Of passion, and into the seas of liberation
Speaking a language with no available translation
Rules broken, laws and regulations
Systematic arrangements of our kings and queens
In different moments, places,
Different things
But the beauty is more than the perfection
Or imperfection in the seams
Lining the different parts of la vita bella
Every part of the whole of what we fiend
Filling the empty spaces sitting vacant in between
From past, told and untold dreams
The path in life winds and turns
Full of chances and opportunities to get burned
Full of the learned and unlearned
Growing pensive,
Minds fill with the incentive
To rise above,
Intentionally connected
v.xxx.xi
Aug 3, 2012
Aug 3, 2012 at 6:17 AM UTC
Dices que nada se pierde
y acaso dices verdad,
pero todo lo perdemos
y todo nos perderá.
804
Com a brisa a bater no rosto,
Por amor ou desgosto.
Saudade de carinho e afecto,
Sorriso inocente, inquieto.
Passarinhos com melodia de encantar,
Saudade do brilho do teu olhar.
Sentimento que eu quero embalar,
Nas ondas do céu quero estar...
Distância espiritual e também terrena,
Feita do cheiro da açucena.
Saudade da autêntica orvalhada,
Que eu cheiro de madrugada.
Mistura de sentimentos comprometidos,
Com o prazer de todos os sentidos.
Saudade quase me deixa sempre triste ,
Pois há Saudade quando o amor existe.
Parece que perdemos tudo sem querer,
Encontrando a alma quem quer saber.!
Saudade de tudo que na vida parece ser acaso ou desnorte ,
Dum destino feito vida, amor e sorte.
Jun 6, 2023
Jun 6, 2023 at 4:17 PM UTC
Cuando buscamos el amor
nos cortamos al correr,
nos matamos a besos
o morimos por celos.
Cuando buscamos el amor
en las cajas de cereal,
subimos felices al cielo,
caemos juntos,
nos levantamos juntos,
nos lanzamos a lo desconocido,
nos perdemos en el mar de gente.
Cuando el amor por fin aparece
viene de adentro
y lo seguimos buscando
ingenuamente
sabiendo
que el amor
siempre estuvo
con uno mismo.
Sep 24, 2017
Sep 24, 2017 at 6:02 PM UTC
Lá bem no fundo, no escuro; o tédio, a mágoa e uma tristeza de sonhos irrealizáveis. Sonhos esses impossíveis de esquecer e por quem existe sempre uma profunda e verdadeira lágrima. Porque será que apenas nos apercebemos do verdadeiro valor do que possuímos somente quando o perdemos.
Jul 17, 2014
Jul 17, 2014 at 3:56 PM UTC
Fogo que arde por dentro
Tudo consome
Até deixar vazio
Uma eterna fome
Um imparavel rio
Árvores que crescem por amor
Ramos partidos em dor
Voltam a crescer
Frágeis e retorcidos
Interiores corrupidos
É o preço de viver
A consequência dos conhecimentos adquiridos
Até quando crescem?
Quando vão parar?
Será que não percebem
Que há um preço a pagar?
“Senão crescemos
Diz-me que fazemos,
Morremos?”
“Deixamos um eterno vazio?
Perdemos a esperança?
Secamos o rio?
Abandonamos a lembraça?
Aceitamos o frio?
Interrompemos a dança?”
Eu só quero paz
Não felicidade
Porque não interessa se tentas e dás
A vida aproveita toda oportunidade
Ela é ingrata
E para mim já marcou uma data
Feb 8, 2019
Feb 8, 2019 at 8:17 AM UTC
Llevo dias
Que me siento para la mierda
Donde ni la inspiracion
Para escribir me nacia
Cuando te fuistes
Te llevastes todo contigo
O almenos
Eso crei
Llore en silencio
Y decidi coger una pluma
Y hacer de cada gota de llanto
Una palabra de guerra
Me preparo para el nuevo combate
Porque asi es esto, no?
Creo que almenos una vez
Todos hemos tocado fondo
Ese lugar donde cualquier gesto
Seria nuestra destruccion
Algunos aprendemos a cavar
Para salir del agujero
Otros, nos perdemos
Y aqui estoy yo
Sin ti
Pero ya no tan rota
Cada letra
Cada palabra
Es como medicina
Que para muchos no es nada
Pero para mi
Es vida!
May 23, 2018
May 23, 2018 at 1:39 PM UTC
Mirar el río hecho de tiempo y agua
y recordar que el tiempo es otro río,
saber que nos perdemos como el río
y que los rostros pasan como el agua.
Sentir que la vigilia es otro sueño
que sueña no soñar y que la muerte
que teme nuestra carne es esa muerte
de cada noche, que se llama sueño.
Ver en el día o en el año un símbolo
de los días del hombre y de sus años,
convertir el ultraje de los años
en una música, un rumor y un símbolo,
ver en la muerte el sueño, en el ocaso
un triste oro, tal es la poesía
que es inmortal y pobre. La poesía
vuelve como la aurora y el ocaso.
A veces en las tardes una cara
nos mira desde el fondo de un espejo;
el arte debe ser como ese espejo
que nos revela nuestra propia cara.
Cuentan que Ulises, harto de prodigios,
lloró de amor al divisar su Itaca
verde y humilde. El arte es esa Itaca
de verde eternidad, no de prodigios.
También es como el río interminable
que pasa y queda y es cristal de un mismo
Heráclito inconstante, que es el mismo
y es otro, como el río interminable.
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Todos tenemos un enigma
y como es lógico ignoramos
cuál es su clave su sigilo
rozamos los alrededores
coleccionamos los despojos
nos extraviamos en los ecos
y lo perdemos en el sueño
justo cuando iba a descifrarse
y vos también tenés el tuyo
un enigmita tan sencillo
que los postigos no lo ocultan
ni lo descartan los presagios
está en tus ojos y los cierras
está en tus manos y las quitas
está en tus pechos y los cubres
está en mi enigma y lo abandonas
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