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"nesse" poems
O Zé-ninguém da minha escola Olhos tristes e sempre meigos, Faltam-te doces beijos. Hesitante e por vezes calmo, Sentes o belo salmo. Rouquidão dum velho pastor, Teu sorriso encantador. Resposta por vezes certa, Galo que te desperta. Insegurança desmedida, Rosto facetado pela vida. Incompreendido nesse mundo teu, Tens o carinho que Deus te deu. Tens o nome de António, de José, Percorres o País de lés-a-lés, As tuas vitórias são grandes conquistas, Que não são sociais ou políticas. Victor Marques
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Oct 27, 2010
Oct 27, 2010 at 10:20 AM UTC
O zé ninguém da minha escola...
e com essa marra sua eu faço nosso laço e ajeito nosso passo como quem se perpetua e com esse teu jeitinho eu nos desenho, sem pressa te encho de carinho e o delírio me atravessa na tua cama contorno as tuas linhas que eu sei não serem minhas mas trato como quem ama e nesse paralelo criado nesse universo só nosso eu faço o que posso pra ver o mundo atravessado como quem ama meu bem
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Jan 7, 2016
Jan 7, 2016 at 6:48 AM UTC
amor de uma só via
Sabe, sei que fui contemplado com algo horrível, também sei que talvez tudo isso foi culpa minha, quando você é um idiota por muito tempo sempre acha alguém esperto demais para te amar, mas mesmo assim ela vai te amar, e tudo isso vai acabar de uma maneira podre e dolorosa, e eu irei acabar em um bar qualquer em uma rua qualquer dando risada sobre uma piada ou qualquer outra coisa estupida. E nesse momento enquanto dou um gole na cerveja e sinto sua fria espuma tocando meu lábio eu sou sugado para fora do presente, e lá em um campo verde vejo uma fileira imensa de lapides e distantes de todas as outras, no topo de uma montanha vejo uma arvore aparentemente morta, mas mesmo naquele estado tenebroso ainda me rende uma sensação de segurança, e ao chegar lá que percebo: a brisa ainda está fresca, as palmeiras ainda verdes e eu ainda estou aqui. Eu ainda estou aqui.
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Dec 2, 2015
Dec 2, 2015 at 5:44 PM UTC
Eu ainda estou aqui
Sabe aquela gota gelada durante o banho quente? Então, nós acreditamos que pela intensidade que a água quente vem uma simples gota fria não causará incomodo algum É nesse momento que nós entramos embaixo do chuveiro e vemos que o que pensavamos daquela gota é totalmente equivocado pois ela se torna a pior coisa do nosso banho A distância pode ser vista da mesma forma que aquela gota fria Pois nós acreditamos que pela intensidade do sentimento que temos por aquela pessoa a distancia não mudará isso, e é aí que nós percebemos que sim, ela consegue mudar esse sentimento. O nosso afastamento me fez ver que as coisas não são mais como antes O nosso amor deu alguns passos para trás Os nossos planos se transformaram em nossas ilusões Nossas lembranças se transformaram em sofrimento E sim, eu só lamento, sei que as coisas do destino não tem saída E sei que devemos olhar pra frente e seguir nossas vidas!
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Apr 27, 2017
Apr 27, 2017 at 11:02 PM UTC
A metáfora da distância
De que cor sopra hoje o teu vento e que sol o faz voar, Quais os caprichos do teu tempo que desdenham ao luar, Qual a cor das tuas pétalas que ao rubro quero provar, Um sabor e uma lembrança pra sempre eu vou recordar! Foi no brilho dos teus olhos e na tristeza do teu olhar, Foi as formas da tua face que me acolheram o despertar, Tantas outras tantas de voltas eu te quero a ti reencontrar, Provar de novo os teus beijos doces e me poder deliciar! Ouro fino cor de cetim para te cobrir e levar ao pé do mar, Jogar na areia todas as lembranças e poder ali te abraçar, Dar um aperto louco, quente e mouco no silêncio a te amar, Viver de novos todas as caricias dadas e poder fervilhar! Como eu voou de novo nos meus sonhos a te ver voar, Como me entrego na loucura que se apoderou como colar, Me dá voltas nas voltas mas me segura não vai estrangular, É preciso apenas acreditar que nada foi em vão e vai voltar! As saudades frescas a vontade mais forte de te vir a poder amar, Sejam esses os caminhos de dois seres que acreditaram nesse amar, Uma febre fresca, um alívio doce, um jeito sem força, apenas te amar! Autor: António Benigno Pelos caminhos do tempo pelas vontades do vento apenas gestos e palavras certas!
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:02 AM UTC
Se hoje o céu é cinzento
Pequeno sonho, pequeno voo, todo aquele que morre, Pouco depois de nascer, vazio de esperança e vontade, Sentido e crescido, perdido de forte abraço com a vida, Palavra bonita se esvanece ou fortalece por ser forte! Nesse pequeno engenho de transporte ao lado diferente, Cheio de razões quarentes para poder apertar de imediato, Aconchegando a mim e partir junto com ele nesse momento! Novo ou velho está vivo e não é hora de para já desistir! A lata ferrugenta desse transporte de viagem ardente, Não é o problema da morte do profundo sonho, É falta de animo e falta de querer que ele viva, É esperança perdida e tempo de te moldar verdadeiramente! Estudando manuais bizarros de situações de vida vivida, Facilmente encontro o molde de concerto desse engenho, Esquecido e embevecido em memórias aventureiras, Que em tempo servira para viagens contadas lisonjeiras. Chegou a hora de pintar o espaço envolvente onde durmo, Criar uma família, constituída por mim um peixe e um pássaro, Porque hoje não há tempo a perder para coisas de verdade, De verdade mesmo sou, eu, esse peixe e esse pássaro! Autor: António Benigno Dedicado ao tempo, à viagem e ao rumo da verdade!
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 4:59 AM UTC
Sai agora
Cadê o meu pedaço de bolo? Não me faça de tolo Meu coração queima como fogo Eu não desistirei sem diálogo Não me vire às costas e nem rosto Eu sei que fui puro desgosto Que fui canalha, safado e traste Que transformei sua vida num desgaste Não mereço nenhuma consideração Nem um pouco de sua admiração Sei que a minha presença nesta festa Não vai conseguir nenhuma fresta Nesse coração que tanto machuquei Eu que por muito tempo lágrimas chorei Arrependido por tê-la abandonado Dai esse pedaço de bolo Que para mim será apenas um consolo De tê-la imensamente magoado Será o pagamento de um amor não devotado Meu grande pedido de perdão Meu ingresso para a solidão!
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Jan 13, 2015
Jan 13, 2015 at 12:31 PM UTC
Pedaço de bolo
Your hearts are filled with happiness so great and over- flowing You cannot comprehend it, for it’s far beyond all knowing How any heart could hold such joy or feel the fullness of The wonder and the glory and the ecstasy of love. You wish that you could capture it and never let it go So you might walk forever in its magic, radiant glow. And love in all its ecstasy is such a fragile thing, Like gossamer in cloudless skies or a hummingbird’s small wing. And love that lasts forever must be made of something strong- The kind of strength that’s gathered when the heart can hear no song. When the sunshine of your wedding day runs into stormy weather, and hand in hand you brave the gale and climb steep hills together, And, clinging to each other while the thunder rolls above, You seek divine protection in faith and hope and love. For days of wine and roses never make love’s dreams come true- It takes sacrifice and teardrops and problems shared by two To give true love its beauty, its grandeur, and its fi- nesse, And to mold an earthly ecstasy into heavenly divine- ness. ፍቅረኞች ሲጋቡ ፍቅር እስተአፉ ሞልቶ ሲፈስ፣ እንዴት እንደዚህ ያለ መንፈስ፣ የመፍለቅለቅ ስሜት የሚያጭር፣ ሐሴት የሆነ ሚስጢር፣ ልባችሁ አጭቆ እንደሚያምቅ፣ ይላችኋል ድንቅ! አጥብቃችሁ ይዛችሁት፣ አትፈቅዱም ልትለቁት፣ በምትሐቱ የፀሐይ ጨረር በደንብ ለመንሸርሸር! ፍቅር ቢሆንም ስሜት የፍንደቃ ነገር ነው ቶሎ የሚነቃ - እንደ ድርጭት ክንፍ መሳይ፣ ወይ እንደ ሸረሪት ድር በዳመና አልባ ሰማይ! ለዘላቂ ፍቅር ጥሬ እቃ! መሸመቺያ ትክክለኛ ወቅት ወይ ደቂቃ፣ ልብ ዘና ሳይል በሙዚቃ! የጋብቻችሁ የፀሐይ ብርሃን ወቅት ወይ የጫጉላ ሽርሽር፣ ሲቀየር ወደ ውሽንፍር፣ እጅ ለእጅ ተያይዛችሁ፣ ወጀብ ትቋቋማላችሁ! እርስ በራሳችሁ ላይም ተንጠላጥላችሁ፣ ቀጥ ያለ ዳገት ትወጣላችሁ፣ መብረቅ ሲያጓራ በላያችሁ - በሰማያዊ እርዳታና ፍቅር በእምነትና ተስፋ ጭምር! የወይን ብርጭቆ ማጋጨት፣ የአበባ እቅፍ መሠጣጠት፣ የፍቅርን ህልም እውን አያደርገውም በውነት! የሚጋሩት ችግር የእንባ ዘለላ መስዋዕትነት፣ ያስፈልጋል ለፍቅር ውበት፣ ሙቀት ደሞም ድምቀት ለመስጠት፣ ምድራዊ ሐሴት ነገር፣ ወደሰማያዊ ፀጋ ለመቀየር! (በሔለን ስቲነር ራይስ )//
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Feb 19, 2016
Feb 19, 2016 at 6:55 AM UTC
When two people marry/By Helen Stiner Rice/Translation/ፍቅረኞች ሲጋቡ/Alem Hailu
Your hearts are filled with happiness so great and over- flowing You cannot comprehend it, for it’s far beyond all knowing How any heart could hold such joy or feel the fullness of The wonder and the glory and the ecstasy of love. You wish that you could capture it and never let it go So you might walk forever in its magic, radiant glow. And love in all its ecstasy is such a fragile thing, Like gossamer in cloudless skies or a hummingbird’s small wing. And love that lasts forever must be made of something strong- The kind of strength that’s gathered when the heart can hear no song. When the sunshine of your wedding day runs into stormy weather, and hand in hand you brave the gale and climb steep hills together, And, clinging to each other while the thunder rolls above, You seek divine protection in faith and hope and love. For days of wine and roses never make love’s dreams come true- It takes sacrifice and teardrops and problems shared by two To give true love its beauty, its grandeur, and its fi- nesse, And to mold an earthly ecstasy into heavenly divine- ness. ፍቅረኞች ሲጋቡ ፍቅር እስተአፉ ሞልቶ ሲፈስ፣ እንዴት እንደዚህ ያለ መንፈስ፣ የመፍለቅለቅ ስሜት የሚያጭር፣ ሐሴት የሆነ ሚስጢር፣ ልባችሁ አጭቆ እንደሚያምቅ፣ ይላችኋል ድንቅ! አጥብቃችሁ ይዛችሁት፣ አትፈቅዱም ልትለቁት፣ በምትሐቱ የፀሐይ ጨረር በደንብ ለመንሸርሸር! ፍቅር ቢሆንም ስሜት የፍንደቃ ነገር ነው ቶሎ የሚነቃ - እንደ ድርጭት ክንፍ መሳይ፣ ወይ እንደ ሸረሪት ድር በዳመና አልባ ሰማይ! ለዘላቂ ፍቅር ጥሬ እቃ! መሸመቺያ ትክክለኛ ወቅት ወይ ደቂቃ፣ ልብ ዘና ሳይል በሙዚቃ! የጋብቻችሁ የፀሐይ ብርሃን ወቅት ወይ የጫጉላ ሽርሽር፣ ሲቀየር ወደ ውሽንፍር፣ እጅ ለእጅ ተያይዛችሁ፣ ወጀብ ትቋቋማላችሁ! እርስ በራሳችሁ ላይም ተንጠላጥላችሁ፣ ቀጥ ያለ ዳገት ትወጣላችሁ፣ መብረቅ ሲያጓራ በላያችሁ - በሰማያዊ እርዳታና ፍቅር በእምነትና ተስፋ ጭምር! የወይን ብርጭቆ ማጋጨት፣ የአበባ እቅፍ መሠጣጠት፣ የፍቅርን ህልም እውን አያደርገውም በውነት! የሚጋሩት ችግር የእንባ ዘለላ መስዋዕትነት፣ ያስፈልጋል ለፍቅር ውበት፣ ሙቀት ደሞም ድምቀት ለመስጠት፣ ምድራዊ ሐሴት ነገር፣ ወደሰማያዊ ፀጋ ለመቀየር! (በሔለን ስቲነር ራይስ )//
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Após um ano desde escrevi aqui pela ultima vez, notei a imensa e, acima de tudo, mais profunda mudança no que eu poderia chamar de ego. Ache uma personalidade para promover, uma própria. Promova essa personalidade. Além do mais, eu nunca estive tão feliz e nunca, em toda a história da minha vida, aconteceu tanto quanto nesse ultimo ano. Encontrei enquanto tentava não me perder, a feiticeira que me aparou antes que eu caísse. A caldeira que eu incendiaria até que minha chama acabasse. E lhes conto que ninguém pode ensinar o que é a liberdade. Bem vindos ao paradoxo. Embora não possa dizer que rompi a gaiola que nos toma àquilo de onde viemos, consegui enxergar através. E é muito confortável, poder sentir o pássaro que voa além da gaiola dormindo no meu peito.
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Dec 30, 2014
Dec 30, 2014 at 11:03 PM UTC
Feliz ano novo!
expurgando esse sentimento para as partes mais profundas do limbo é a unica solução que achei para me livrar de toda essa tristeza e não morrer de hipotermia da frieza do seu ser, me mantendo vivo de migalhas das ondas radioativas do seu ser que me transforma nesse monstra de melancolia que algumas pessoas tem a chance de ver.
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Sep 19, 2015
Sep 19, 2015 at 9:51 PM UTC
Escapismo de minhas chances de ser feliz
Você me deu tantos sustos Que agora a realidade parece confusa E eu não sei o que sentir É uma angústia, um novelo de lã que usavas para tricotar minhas toucas Enforcando meu peito. Teu amor me aquece nesse inverno tão gelado E a única promessa que te garanto é de sempre levar meus casacos Pois sei que deu que fará frio na televisão. A lembrança do teu toque e cheiro são tão vividos Será que irão embora contigo com o tempo? Ou ao menos isso deixarás para mim? Tem um potinho do teu molho de macarrão no congelador E tantas fotos suas com um grande sorriso nos álbuns lá da sala de casa Não consigo acabar esse poema As forças que tinha usei tentando colocar o pé fora de casa Acabaram nos meus olhos vislumbrando a janela. Vi um mundo vivendo Pessoas passando igual a antes Seguindo em frente E ninguém está de preto. Ninguém chora. Ninguém sente o que eu sinto. Porque não te conheceram Aí dessas pessoas infelizes Que não provaram do teu carinho Do teu amor Aí dessas pessoas infelizes que vivem e passam Enquanto eu não aguento viver nesse mundo sem você. As lágrimas me consomem E eu nem tenho mais lágrimas para chorar.
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Dec 2, 2016
Dec 2, 2016 at 7:24 AM UTC
Luto Para Viver Mais um Dia
Porque eu tenho que ser um desgraçado que há de morrer afogado nesse mar de elementos de um passado que seria melhor apagado, porque há de mim ser mais um solitário que há de morrer queimado por todas essas emoções sem pário, porque há de mim ser mais um coitado que passa o tempo deitado nessa cama de sentimentos amaldiçoados
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Sep 22, 2015
Sep 22, 2015 at 12:27 PM UTC
Untitled
Posso eu enlouquecer? Ou devo ficar aqui nesse mar morto esperando maremotos que me desloque para algum lugar qualquer distante dessa realidade. Devo eu continuar parada, incrustada? Sendo levada por essa sociedade que já não quer nada, que anda muito mal organizada. E se eu me exaltar? Sim, vão me julgar pois a maioria não irá acreditar numa alienada e solitária vida que só pensa em amar. Cabe a mim então, fantasiar, sonhar e crer no dia em que essa minha insanidade se transformará em realidade, fazendo com que os loucos, agora, não sejam mais poucos, e sim todos.
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Jun 4, 2014
Jun 4, 2014 at 11:54 AM UTC
Devaneios de um ser
Eu não sei escrever sobre o amor, Quem dirá vivê-lo?! Há coisas que o tempo muda, Outras, ele piora. E, nesse meio tempo, Meu coração foi congelado, De fora pra dentro. Ouvir tuas duras palavras, E sentir o vento, Me deixaram paralisada, Até esse momento. Eu me levantei, Sozinha estava, Nem sua pena, você deixara. O adeus foi dito, Meu coração, partido. E o tempo, mudando... Me mudando aos poucos, Me transformando em nada mais que nada.
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Mar 5, 2015
Mar 5, 2015 at 8:56 PM UTC
Nada
Vai me demorar um pouco para me acostumar a viver Para tentar pensar em esquecer Para que essas feridas talvez comecem a cicatrizar Para que o tempo para de ruir Para que passe essa necessidade de me esconder Já sem laços que me predeem aqui Já nem sei mais o porque estou nesse lugar Só mais um dia, mais um cigarro, mais um segundo Não para me preparar Mas para o acaso me abrigar Para que ele entregue um pouco de você a mim Ou que um pouco de mim voe até você E assim que vejo o quão distante tu é de mim O desespero me faz pensar Em preparar e apontar, algumas chegaram até em disparar E apenas levar tudo que é meu Talvez seja muito melhor assim Deveria deixar o tempo te acompanhar Minha a falta da minha presença para ti talvez seja um favor Mas para mim a tua é o meu maior pavor
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Oct 29, 2015
Oct 29, 2015 at 6:00 PM UTC
Untitled
Os dias acabam e a noite chega, Acendo a minha pequena lanterna Chamada consciência, Com a minha solidão eterna. A noite tranquiliza-me, Meio mundo está a dormir Sinónimo que está a progredir. Durante o meu sonho Nao existe gravidade Posso voar, pecar , Ninguém estará lá para me julgar. A madrugada costuma alimentar-se das minhas insónias, Não me importo pois ao fim da noite encontro a aurora, Nela encontro a minha esperança além da paranóia, Perco o sono, levanto me, dou a volta ao mundo sem demora. O meu quarto escuro, Com o passar das horas Cria um clima soturno. É nesse ambiente que travo os meus duelos Batalhando sob o admirável céu noturno Mudando o rumo dos asteróides, Faço os explodir Apenas para alimentar esta alma nervosa, Corro pelos anéis de Saturno Escorrego no gelo e saio disparado pelo universo, Enquanto gravito escrevo versos, Sobre os mares, continentes E formas de vida criadas na Terra. Mas a minha mente envolvida por aquele espaço É curiosa e faz me espreitar, Procuro algo fantástico impossível de imaginar, Infelizmente acordo e reparo que estava apenas a sonhar. Dormir tornou-se um luxo, Que raramente consigo suportar Mas sem ele o meu pensamento fica turvo Turvo de desencanto e claro de paixão, Tão desorganizado como esta selva de betão. Faz me desejar emigrar para ilhas de utopia, Praias de naufragio onde Beethovem escreveu Sonata ao luar á sua amada companhia.. Conheço-me, durante a noite aprendi a navegar Tomo as minhas decisões depos d'agitaçao parar, E sobre elas costumo meditar Enumeros conflitos tento solucionar. Quando tenho o corpo e a mente unidos No unico tempo que interessa, o presente, Foco me na respiraçao até que, Subitamente uma decisão aparece, Na minha totalidade transcendo-me E vivo sem arrependimentos Estando no presente, Não me lamento do passado, Não preparo o futuro , Apenas vivo no unico tempo existente, Tudo o resto é a minha mente, que mente, exageradamente.
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Apr 11, 2018
Apr 11, 2018 at 2:47 PM UTC
soturno
Os dias acabam e a noite chega, Acendo a minha pequena lanterna Chamada consciência, Com a minha solidão eterna. A noite tranquiliza-me, Meio mundo está a dormir Sinónimo que está a progredir. Durante o meu sonho Nao existe gravidade Posso voar, pecar , Ninguém estará lá para me julgar. A madrugada costuma alimentar-se das minhas insónias, Não me importo pois ao fim da noite encontro a aurora, Nela encontro a minha esperança além da paranóia, Perco o sono, levanto me, dou a volta ao mundo sem demora. O meu quarto escuro, Com o passar das horas Cria um clima soturno. É nesse ambiente que travo os meus duelos Batalhando sob o admirável céu noturno Mudando o rumo dos asteróides, Faço os explodir Apenas para alimentar esta alma nervosa, Corro pelos anéis de Saturno Escorrego no gelo e saio disparado pelo universo, Enquanto gravito escrevo versos, Sobre os mares, continentes E formas de vida criadas na Terra. Mas a minha mente envolvida por aquele espaço É curiosa e faz me espreitar, Procuro algo fantástico impossível de imaginar, Infelizmente acordo e reparo que estava apenas a sonhar. Dormir tornou-se um luxo, Que raramente consigo suportar Mas sem ele o meu pensamento fica turvo Turvo de desencanto e claro de paixão, Tão desorganizado como esta selva de betão. Faz me desejar emigrar para ilhas de utopia, Praias de naufragio onde Beethovem escreveu Sonata ao luar á sua amada companhia.. Conheço-me, durante a noite aprendi a navegar Tomo as minhas decisões depos d'agitaçao parar, E sobre elas costumo meditar Enumeros conflitos tento solucionar. Quando tenho o corpo e a mente unidos No unico tempo que interessa, o presente, Foco me na respiraçao até que, Subitamente uma decisão aparece, Na minha totalidade transcendo-me E vivo sem arrependimentos Estando no presente, Não me lamento do passado, Não preparo o futuro , Apenas vivo no unico tempo existente, Tudo o resto é a minha mente, que mente, exageradamente.
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Oh ardiloso coração Por que não admoesta meu coração E todas suas confusões E entrega-me um homizio Para que meu fenecimento seja um pouco mais fleumático E incólume fique minha alma Nesse alarido de emoções E que a nódoa dessa pacóvia paixão Possa finalmente justapor
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Oct 29, 2015
Oct 29, 2015 at 5:38 PM UTC
Mágoas
Estamos sempre à procura, sigo tentando entender o motivo de querermos sempre estar com alguém, penso eu que em todas as ruas dessa cidade as vezes barulhenta e as vezes calma, tem alguém olhando ao redor a procura daquele amor, que é tão leve como a brisa de um vento. São duas da tarde e eu ainda nem almocei, porque fico procurando motivos para me movimentar nesse dia tão calorento. Ingerir algo pra me nutrir parece ser um bom motivo, mas nesse momento nem isso estou fazendo questão. A procura continua, porque agora já são duas da manhã e eu ainda não to satisfeita, pode ser porque não comi nada o dia inteiro, ou algumas línguas irão dizer que é porque eu ainda preciso aprender a me amar mais... acho que acredito mais na segunda opção mesmo. A questão toda é: sair pra jantar e talvez te achar ou ficar em casa pra me encontrar? Ultimamente tenho feito as duas coisas, tento me encontrar no meio desses livros e incensos acesos, ou até por meio dos sonhos, que muitos já me mostraram onde estou, só não sei pra onde preciso ir, talvez seja jantar mesmo, vai que nesse caminho das ruas dessa cidade eu me encontro e de quebra te acho.
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Jan 26, 2019
Jan 26, 2019 at 11:59 AM UTC
Cadê?
Preciso me controlar; Mesmo que seja difícil viver sem você; Sem teu corpo; Sem teu sotaque chamando meu nome. É perda de tempo; Você é casada. Não adianta nada; Nesse caso, É melhor não dizer: ''Te amo''; Não quero voltar; A ser o mestre; Em destruir as coisas; E as pessoas. Mas que dói; Dói muito. Mas o que posso fazer?
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Aug 27, 2017
Aug 27, 2017 at 5:50 AM UTC
Paciência
não pode ser justo que eu tenha nascido nesse mundo com a culpa de uma vida inteira que ainda nem vivi que antes de ter chegado meus olhos já tivessem visto tudo o mais que eu não pudesse suportar e carregado tanto peso em minhas costas pequenas costas de criança com medo sem nem saber o que tanto carregava era o peso de uma mulher pesada que não tinha medo pois tinha conhecido o abandono e ele ocupava todo o espaço era também a ironia de que aquilo que eu mais temia a mulher pesada que me tinha em seu colo era também o que eu mais viria a precisar desde o leite empedrado a mulher pesada aquilo que eu mais temia a que me tinha pendurada em seu seio era também o que eu viria a me tornar sem escapatória sem saber que eu já havia me tornado muito antes de existir e a culpa tão grande a culpa desde o leite e da pedra
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May 12, 2019
May 12, 2019 at 10:21 AM UTC
I
Oh coração, por onde vais? Por que te causas tanta dor? Isso é tudo por amor? As minhas razões não as conheço Nós apenas carnes somos, os corações A mente, essa, que trate das motivações E se ela não as tiver? Que fazes então Oh meu pobre orgão Já te disse que não sei Não quero saber Nem quero ver Bem dizem que o amor é cego então é ceguês voluntária? Ou será ela necessária? Porque não os dois? Mas deixa-me estar quieto Nesse assunto eu sou analfabeto Mas não tens medo? Olha para o teu passado Não te lembras de como tinhas acabado? Já te disse que sou carne Não me lembro de nada Exepto da minha realidade apaixonada Essa paixão já a vi Mas o que eu questiono É o que acontece em caso de abandono Nesse caso que venha a mente Ela que me cure Ela que me ature
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Feb 8, 2019
Feb 8, 2019 at 8:14 AM UTC
Cego! Mas voluntariamente!
O magnetismo que leva Meus olhos até os teus E prende, eleva Já não sou mais só meu. Nego-teu. Nesse eterno descobrir de diferenças Similaridades, mudanças Seguimos no incessante demonstrar Do que não precisamos falar Sentimento. Somos Sol-Mar A brilhar e navegar Aquecer e balançar Iluminar e molhar. Geramos vida junto Ilumino o teu mais profundo-fundo E me permito, em ti, me banhar Porque agora sei onde quero me encontrar: Em teus doces braços, abraços, meu Rei-Mar.
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Jun 20, 2018
Jun 20, 2018 at 10:04 PM UTC
18/06/18
O meu amor é uma flor azul Que decidiu florir no meu peito. Dança embalada na magia da noite E chama por ti. Não posso impedir que ela cresça, Se ela assim o quiser. Admiro esta visão encantadora E ela cresce... à velocidade de um olhar. E porque haveria eu De impedir algo   Tão lindo   E tão natural? Não o faço. O meu amor é uma flor azul Com pétalas tão frágeis, como eu Um caule que ainda não ganhou raízes na Terra. E lá se vai ela segurando. O meu amor é uma flor azul Que precisa de ser cuidada, Regada com carinho, só o suficiente Para que possa crescer forte. E lá vai ela sendo regada... O meu amor é uma flor azul Aberta no meu peito. Tão mas tão perto do coração Que quase bate com ele. E ainda chama por ti... Mas não vens… O meu amor é uma flor azul. Duas pétalas caíram com o tempo E sorriram em conjunto Ao secar neste mesmo chão que partilham. O meu amor é uma flor azul. E não lhe tocas, nem lhe cantas Não a convidas para uma última dança. E bem sabes que ela só chama por ti... O meu amor é uma flor azul Que tento manter viva no peito. Mas ela fraqueja Treme tanto com o som do vento. E lá vai ela balançada num suspiro... O meu amor é uma flor azul Que te ofereço E tu rejeitas. Quero cuidar dela Mas não posso. Bem sabes que ela só chama por ti. E esta linda flor azul… Um dia terei de a arrancar   Para que ela não me mate a mim. Nesse dia morrerão Todas as flores do meu jardim.
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Mar 4, 2022
Mar 4, 2022 at 8:42 AM UTC
O meu amor é uma flor azul
"Oi!" Ele me disse, com os olhos cheios de água... "Quanto tempo não?! Eu pensei que você não voltava!" Eu disfarcei, pensei duas vezes no que dizer, não nasci pra sofrer! Por amor então que não. E ficamos nessa pequena caixa de texto, nesse pequeno diálogo... Passaram-se os anos, 20... Ele se casou, Teve filhos, Morreu. Eu fui ao seu enterro. Eu não me casei, nem tive filhos, nem sofri. Nem amei. Mas ah o amor, é só sofrimento... Eu não nasci pra sofrer, Ainda mais por amor.
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Jun 30, 2017
Jun 30, 2017 at 7:51 AM UTC
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