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dryden
dryden
23/M/Malang kalam
Os dias acabam e a noite chega, Acendo a minha pequena lanterna Chamada consciência, Com a minha solidão eterna. A noite tranquiliza-me, Meio mundo está a dormir Sinónimo que está a progredir. Durante o meu sonho Nao existe gravidade Posso voar, pecar , Ninguém estará lá para me julgar. A madrugada costuma alimentar-se das minhas insónias, Não me importo pois ao fim da noite encontro a aurora, Nela encontro a minha esperança além da paranóia, Perco o sono, levanto me, dou a volta ao mundo sem demora. O meu quarto escuro, Com o passar das horas Cria um clima soturno. É nesse ambiente que travo os meus duelos Batalhando sob o admirável céu noturno Mudando o rumo dos asteróides, Faço os explodir Apenas para alimentar esta alma nervosa, Corro pelos anéis de Saturno Escorrego no gelo e saio disparado pelo universo, Enquanto gravito escrevo versos, Sobre os mares, continentes E formas de vida criadas na Terra. Mas a minha mente envolvida por aquele espaço É curiosa e faz me espreitar, Procuro algo fantástico impossível de imaginar, Infelizmente acordo e reparo que estava apenas a sonhar. Dormir tornou-se um luxo, Que raramente consigo suportar Mas sem ele o meu pensamento fica turvo Turvo de desencanto e claro de paixão, Tão desorganizado como esta selva de betão. Faz me desejar emigrar para ilhas de utopia, Praias de naufragio onde Beethovem escreveu Sonata ao luar á sua amada companhia.. Conheço-me, durante a noite aprendi a navegar Tomo as minhas decisões depos d'agitaçao parar, E sobre elas costumo meditar Enumeros conflitos tento solucionar. Quando tenho o corpo e a mente unidos No unico tempo que interessa, o presente, Foco me na respiraçao até que, Subitamente uma decisão aparece, Na minha totalidade transcendo-me E vivo sem arrependimentos Estando no presente, Não me lamento do passado, Não preparo o futuro , Apenas vivo no unico tempo existente, Tudo o resto é a minha mente, que mente, exageradamente.
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Sep 11, 2024
Sep 11, 2024 at 3:45 PM UTC
soturno
Os dias acabam e a noite chega, Acendo a minha pequena lanterna Chamada consciência, Com a minha solidão eterna. A noite tranquiliza-me, Meio mundo está a dormir Sinónimo que está a progredir. Durante o meu sonho Nao existe gravidade Posso voar, pecar , Ninguém estará lá para me julgar. A madrugada costuma alimentar-se das minhas insónias, Não me importo pois ao fim da noite encontro a aurora, Nela encontro a minha esperança além da paranóia, Perco o sono, levanto me, dou a volta ao mundo sem demora. O meu quarto escuro, Com o passar das horas Cria um clima soturno. É nesse ambiente que travo os meus duelos Batalhando sob o admirável céu noturno Mudando o rumo dos asteróides, Faço os explodir Apenas para alimentar esta alma nervosa, Corro pelos anéis de Saturno Escorrego no gelo e saio disparado pelo universo, Enquanto gravito escrevo versos, Sobre os mares, continentes E formas de vida criadas na Terra. Mas a minha mente envolvida por aquele espaço É curiosa e faz me espreitar, Procuro algo fantástico impossível de imaginar, Infelizmente acordo e reparo que estava apenas a sonhar. Dormir tornou-se um luxo, Que raramente consigo suportar Mas sem ele o meu pensamento fica turvo Turvo de desencanto e claro de paixão, Tão desorganizado como esta selva de betão. Faz me desejar emigrar para ilhas de utopia, Praias de naufragio onde Beethovem escreveu Sonata ao luar á sua amada companhia.. Conheço-me, durante a noite aprendi a navegar Tomo as minhas decisões depos d'agitaçao parar, E sobre elas costumo meditar Enumeros conflitos tento solucionar. Quando tenho o corpo e a mente unidos No unico tempo que interessa, o presente, Foco me na respiraçao até que, Subitamente uma decisão aparece, Na minha totalidade transcendo-me E vivo sem arrependimentos Estando no presente, Não me lamento do passado, Não preparo o futuro , Apenas vivo no unico tempo existente, Tudo o resto é a minha mente, que mente, exageradamente.
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My soul just spontaneously combusted sometimes i feel alive but ready to born again some days i look for peace in someone better than me and i think its fine to let things go down unless my patience blows and i cant get a refund in nirvanas utero i walk around i lose my mind while searching wondering if its not too late because everything i seem to do just drives me through the ******* roof my hand around your throat is the only thought that can make it through everything i did to you first person i opened to but in the end of it all there is no doubt i care and love you
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Jul 8, 2018
Jul 8, 2018 at 8:28 PM UTC
i've been trough some things
Os dias acabam e a noite chega, Acendo a minha pequena lanterna Chamada consciência, Com a minha solidão eterna. A noite tranquiliza-me, Meio mundo está a dormir Sinónimo que está a progredir. Durante o meu sonho Nao existe gravidade Posso voar, pecar , Ninguém estará lá para me julgar. A madrugada costuma alimentar-se das minhas insónias, Não me importo pois ao fim da noite encontro a aurora, Nela encontro a minha esperança além da paranóia, Perco o sono, levanto me, dou a volta ao mundo sem demora. O meu quarto escuro, Com o passar das horas Cria um clima soturno. É nesse ambiente que travo os meus duelos Batalhando sob o admirável céu noturno Mudando o rumo dos asteróides, Faço os explodir Apenas para alimentar esta alma nervosa, Corro pelos anéis de Saturno Escorrego no gelo e saio disparado pelo universo, Enquanto gravito escrevo versos, Sobre os mares, continentes E formas de vida criadas na Terra. Mas a minha mente envolvida por aquele espaço É curiosa e faz me espreitar, Procuro algo fantástico impossível de imaginar, Infelizmente acordo e reparo que estava apenas a sonhar. Dormir tornou-se um luxo, Que raramente consigo suportar Mas sem ele o meu pensamento fica turvo Turvo de desencanto e claro de paixão, Tão desorganizado como esta selva de betão. Faz me desejar emigrar para ilhas de utopia, Praias de naufragio onde Beethovem escreveu Sonata ao luar á sua amada companhia.. Conheço-me, durante a noite aprendi a navegar Tomo as minhas decisões depos d'agitaçao parar, E sobre elas costumo meditar Enumeros conflitos tento solucionar. Quando tenho o corpo e a mente unidos No unico tempo que interessa, o presente, Foco me na respiraçao até que, Subitamente uma decisão aparece, Na minha totalidade transcendo-me E vivo sem arrependimentos Estando no presente, Não me lamento do passado, Não preparo o futuro , Apenas vivo no unico tempo existente, Tudo o resto é a minha mente, que mente, exageradamente.
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Apr 11, 2018
Apr 11, 2018 at 2:47 PM UTC
soturno
Os dias acabam e a noite chega, Acendo a minha pequena lanterna Chamada consciência, Com a minha solidão eterna. A noite tranquiliza-me, Meio mundo está a dormir Sinónimo que está a progredir. Durante o meu sonho Nao existe gravidade Posso voar, pecar , Ninguém estará lá para me julgar. A madrugada costuma alimentar-se das minhas insónias, Não me importo pois ao fim da noite encontro a aurora, Nela encontro a minha esperança além da paranóia, Perco o sono, levanto me, dou a volta ao mundo sem demora. O meu quarto escuro, Com o passar das horas Cria um clima soturno. É nesse ambiente que travo os meus duelos Batalhando sob o admirável céu noturno Mudando o rumo dos asteróides, Faço os explodir Apenas para alimentar esta alma nervosa, Corro pelos anéis de Saturno Escorrego no gelo e saio disparado pelo universo, Enquanto gravito escrevo versos, Sobre os mares, continentes E formas de vida criadas na Terra. Mas a minha mente envolvida por aquele espaço É curiosa e faz me espreitar, Procuro algo fantástico impossível de imaginar, Infelizmente acordo e reparo que estava apenas a sonhar. Dormir tornou-se um luxo, Que raramente consigo suportar Mas sem ele o meu pensamento fica turvo Turvo de desencanto e claro de paixão, Tão desorganizado como esta selva de betão. Faz me desejar emigrar para ilhas de utopia, Praias de naufragio onde Beethovem escreveu Sonata ao luar á sua amada companhia.. Conheço-me, durante a noite aprendi a navegar Tomo as minhas decisões depos d'agitaçao parar, E sobre elas costumo meditar Enumeros conflitos tento solucionar. Quando tenho o corpo e a mente unidos No unico tempo que interessa, o presente, Foco me na respiraçao até que, Subitamente uma decisão aparece, Na minha totalidade transcendo-me E vivo sem arrependimentos Estando no presente, Não me lamento do passado, Não preparo o futuro , Apenas vivo no unico tempo existente, Tudo o resto é a minha mente, que mente, exageradamente.
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A verdade é que, sinto-me assustado. tenho medo de (ti, de mim e de nós) contra um mundo todo do outro lado. Não me deixo consumir Pelo receio que me fazes sentir Pois se o sinto É sinal que não quero deixar-te ir. Orgulhoso, no entanto apavorado, são varias as formas de me magoares, deixares partido o meu coração e voares, para longe com asas de liberdade. Não te preocupes tanto comigo, vivo numa relação amor/ódio com a sinceridade, A tua transparência é o melhor berço Tornaste o meu sono simples, onde facilmente adormeço. Portanto quando te digo, tenho medo, olha-me nos olhos, abraça-me, diz-me que nao temos segredos. Eu direi que errar é humano, e que entre nós não é intencional, iremos perceber e resolver onde erramos e que somos parceiros tanto no bem como no mal, que a vida é um sitio contigo mais belo por ser tão real, e que aquilo que construimos foi fruto da semente de um amor ancestral. Diz me que é okay ter medo mas não de ti, que chegaste e apareceste para eu não te ver partir, prova-me ao permaneceres não ao apareceres e desapareceres sendo constante diariamente como tens feito genuinamente. Prova-me isto, e os meus demónios juro enterra-los, posso estar assustado, quem não estaria perante 2 seres apaixonados.
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Apr 10, 2018
Apr 10, 2018 at 6:57 PM UTC
(...)
Sinto-me cansado, talvez nem neja cansaço, É que todos os dias eu escrevo Nem que seja o mais pequeno pedaço, Na esperança de elaborar a melhor rima Que exprima a dor dos meus fracassos. Portanto eu insisto e deposito o que sinto, Inconscientemente por instinto, odeio-me porque minto Engulo as minhas falhas como absinto. Embriagado, caio deitado, ja vejo tudo desfocado, Fecho os olhos, olho para dentro, fico assustado. Cortava qualquer membro, Se me prometessem sentir descansado, Com uma visão mais clara Do que se passa ao meu lado. Todos os pensamentos de ontem ou do passado, Repetem-se hoje como seria de esperado, Estado mental em auto-piloto, caio desesperado. Procuro na escrita algum alivio, algum silencio , Algo que á vida me faça sentir conectado. Tento ir aos confins do meu subconsciente   Desdobrar os efeitos dele no presente. Sinto arrepios com a vibração do mundo Enjoa-me a forma como escondemos a cara quando pecamos, Como enterramos e oprimimos aquilo que condenamos Como baseados em mentiras, construímos verdades que agora acreditamos. Sei que faço o mesmo, mas já o fiz mais, talvez seja algo intrínseco a todos os animais, escolhemos o caminho mais facil, onde pensamos estar a fugir da dor mas a resignação é um veneno que nos torna incompatíveis e sem sabor. Acumulamos mascaras, crucificamos o nosso bem estar deixamo-nos mentalizar que temos de nos adaptar, perdemos a essência, para uma sociedade de aparencias, que temos consciência que nos esgotara a paciência. As vezes o mais importante é ter um amigo, outras vezes um simples antiquado papel. O perfeito é encontrares uma alma, E que possas fazer dela uma tela , Onde pintas a tua alma nua e deixas a tua chancela. Alguém com quem promessas são feitas e recusadas, Ou mal feitas e quebradas No entanto insistimos em usa-las. A eternidade delas é coisa de anjos Não de mortais perdidos e inconstantes Egoístas e ignorantes. Somos apenas meras penas com destinos semelhantes. Que envelhecem com as estaçoes E que rejuvenescem com as ilusões. A minha alma penso eu que já é velha Com uma voz grave e rouca da exaustão Transportada num corpo jovem fruto da reprodução. Sinto que trouxe algo de novo ao meu ancião interior, Que apesar das suas enumeras vidas sente constante pavor, Trouxe-lhe frutos proibidos aos quais ele não estava habituado Então ele sussurra aos meus ouvidos um grito angustiado O que a estas horas estou a fazer acordado (?) Então eu respondo-lhe, Esta noite decidi voltar a pecar. Que direito tenho eu de escrever e de me libertar ? Tens razão, devia ficar quieto no meu canto, Adormecer com a mente vazia de vez em quando. No entanto gosto de te incomodar E nos teus sonhos sem tu saberes participar, Fiquei desiludido com a imagem que tens sobre mim Quando me mostraste o espelho, Julguei ter visto o meu fim. Acho que tu me odeias, eu até gosto de ti , podias falar mais comigo, deixaria de te atacar, Mas o teu silencio enerva-me, da-me vontade de te sufocar Com a crueza do meu ser que tu tentas limitar. Foi bom contigo hoje dialogar Ou comigo monologar Não passas de um grito que eu com versos consigo abafar.
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Apr 10, 2018
Apr 10, 2018 at 4:07 PM UTC
Soltidão
Sinto-me cansado, talvez nem neja cansaço, É que todos os dias eu escrevo Nem que seja o mais pequeno pedaço, Na esperança de elaborar a melhor rima Que exprima a dor dos meus fracassos. Portanto eu insisto e deposito o que sinto, Inconscientemente por instinto, odeio-me porque minto Engulo as minhas falhas como absinto. Embriagado, caio deitado, ja vejo tudo desfocado, Fecho os olhos, olho para dentro, fico assustado. Cortava qualquer membro, Se me prometessem sentir descansado, Com uma visão mais clara Do que se passa ao meu lado. Todos os pensamentos de ontem ou do passado, Repetem-se hoje como seria de esperado, Estado mental em auto-piloto, caio desesperado. Procuro na escrita algum alivio, algum silencio , Algo que á vida me faça sentir conectado. Tento ir aos confins do meu subconsciente   Desdobrar os efeitos dele no presente. Sinto arrepios com a vibração do mundo Enjoa-me a forma como escondemos a cara quando pecamos, Como enterramos e oprimimos aquilo que condenamos Como baseados em mentiras, construímos verdades que agora acreditamos. Sei que faço o mesmo, mas já o fiz mais, talvez seja algo intrínseco a todos os animais, escolhemos o caminho mais facil, onde pensamos estar a fugir da dor mas a resignação é um veneno que nos torna incompatíveis e sem sabor. Acumulamos mascaras, crucificamos o nosso bem estar deixamo-nos mentalizar que temos de nos adaptar, perdemos a essência, para uma sociedade de aparencias, que temos consciência que nos esgotara a paciência. As vezes o mais importante é ter um amigo, outras vezes um simples antiquado papel. O perfeito é encontrares uma alma, E que possas fazer dela uma tela , Onde pintas a tua alma nua e deixas a tua chancela. Alguém com quem promessas são feitas e recusadas, Ou mal feitas e quebradas No entanto insistimos em usa-las. A eternidade delas é coisa de anjos Não de mortais perdidos e inconstantes Egoístas e ignorantes. Somos apenas meras penas com destinos semelhantes. Que envelhecem com as estaçoes E que rejuvenescem com as ilusões. A minha alma penso eu que já é velha Com uma voz grave e rouca da exaustão Transportada num corpo jovem fruto da reprodução. Sinto que trouxe algo de novo ao meu ancião interior, Que apesar das suas enumeras vidas sente constante pavor, Trouxe-lhe frutos proibidos aos quais ele não estava habituado Então ele sussurra aos meus ouvidos um grito angustiado O que a estas horas estou a fazer acordado (?) Então eu respondo-lhe, Esta noite decidi voltar a pecar. Que direito tenho eu de escrever e de me libertar ? Tens razão, devia ficar quieto no meu canto, Adormecer com a mente vazia de vez em quando. No entanto gosto de te incomodar E nos teus sonhos sem tu saberes participar, Fiquei desiludido com a imagem que tens sobre mim Quando me mostraste o espelho, Julguei ter visto o meu fim. Acho que tu me odeias, eu até gosto de ti , podias falar mais comigo, deixaria de te atacar, Mas o teu silencio enerva-me, da-me vontade de te sufocar Com a crueza do meu ser que tu tentas limitar. Foi bom contigo hoje dialogar Ou comigo monologar Não passas de um grito que eu com versos consigo abafar.
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