Hello Poetry
Submit your work and get some sparkles! Create free account
"navegar" poems
A flor colorida Não te dou sandálias para caminhar, Suspiros de embalar, Horizonte sempre apaixonado, Afecto bem guardado. Ai a neve branca da montanha, Carinho nobre e desmedido, Amor descomprometido, Desejo rejuvenescido. Caminhar sobre o mar, Barquinho com velas sem navegar, Amor eterno como o paraíso, Dar um beijo, um sorriso. O céu está estrelado, Carícias do passado, Primavera sempre envaidecida, Flor florida…. Victor Marques
0
Aug 30, 2010
Aug 30, 2010 at 7:15 AM UTC
Flor Florida
Dedicado a Miguel Torga e ao amigo Nuno Sono doentio que vos deitou, Amigos pela certa, Conversa que desperta, Da noite que vos levou. Reprimendas, gargalhadas e lamentos, Prazer e sentimento, Navegar nos mares que Deus vos deu, Oh terra onde o sol nasceu…! Entre brumas envaidecidas eu vos recordo, Rouxinóis que eu nunca vi, Na aurora sonolenta eu acordo, Diário fala por si. Sol escaldante que não bronzeia, Ai vida dos pobres poetas, Terra de S. Martinho de Anta e profetas, Vida pacata de uma alcateia. Victor Marques 17/1/96
0
Aug 3, 2011
Aug 3, 2011 at 3:04 AM UTC
Dedicado a Miguel Torga e ao Amigo Nuno.
Nós e a universo O futuro será o que a mente pensa, Procuro resposta ao meu passado, Do meu interior rebuscado, Acção e boa esperança…. Fecham-se janelas, portas se abrem, Com boas razões e motivos, Estradas direitas e por vezes tortas, Pensamentos sempre positivos. O ser humano se fustiga e consome, As estrelas, as montanhas e o mar, Sentem o seu próprio nome, Nós somos navegadores sem navegar…. Victor Marques
0
Dec 10, 2009
Dec 10, 2009 at 10:45 PM UTC
NÓS E O UNIVERSO
A flor colorida Não te prometo sandálias para caminhar, Dou-te beijos de embalar. Horizonte estonteante, apaixonado, Afecto bem guardado. Não te prometo a neve da montanha, Carinho desmedido. Um amor comprometido, Desejo e amor rejuvenescido. Não te prometo o céu e o mar, Barco para navegar. O eterno luar tem paraíso, Um beijo, um sorriso. Não te prometo um céu estrelado, Carícias em qualquer lado. Primavera envaidecida, Flor florida. Cordiais Cumprimentos. Victor Marques
0
Dec 23, 2010
Dec 23, 2010 at 4:01 AM UTC
Flor Florida
Este insólito e inaudito conjunto de explosões atemporais, inobservável a longas distâncias, é, factualmente, o tecelão da portentosa dimensão da mente. Abundantes vozes desnorteadas, obscuras e perturbadoras, nela se fazem existir. São vozes que são sentidas, vozes sombrias que escrevem. Vozes pelas quais fui, eu próprio, desenhado. E criado para navegar, parti para o mar em busca das partes que me faltavam em terra firme. Fragmentado, nas mais diversas ilhas - paradisíacas e apocalípticas -, nas profundezas e no horizonte azul, busco, ainda hoje, estilhaços e peças escassas perdidas; Cotidianamente, ao acercar da noite, os sons de batalha tendenciosamente indicam direções para não seguir, e ainda que mantenha sem medo o controle das velas, os ventos insistem em dizer aonde ir... Pois que seja! "Navegarei com todos eles!" 'Placebo ou morte?' O que minha tripulação anseia não importa, ela tampouco existe. Nesta irremediável transposição constante de caminhos, sem o reconhecimento de qualquer lógica postulável, oscilante, transgrido e navego ainda por mares intergaláticos. E nesta imensidão extraordinariamente escura do cosmos, carregando a experiência daqueles oceanos pesados e profundos, me encontro a observar, sempre ao longe, uma fagulha, ínfimo ponto que se faz visível. Em sua direção, continuo a jornada do pouco infindável dessa dimensão que permanentemente remanesce como o desconhecido. O mais próximo e o maior ângulo possível para apreciar esse pontual, eterno e único nascer da super nova, eu encontrarei.
0
May 12, 2013
May 12, 2013 at 9:52 PM UTC
Nascer-me-ei em supernova
Este insólito e inaudito conjunto de explosões atemporais, inobservável a longas distâncias, é, factualmente, o tecelão da portentosa dimensão da mente. Abundantes vozes desnorteadas, obscuras e perturbadoras, nela se fazem existir. São vozes que são sentidas, vozes sombrias que escrevem. Vozes pelas quais fui, eu próprio, desenhado. E criado para navegar, parti para o mar em busca das partes que me faltavam em terra firme. Fragmentado, nas mais diversas ilhas - paradisíacas e apocalípticas -, nas profundezas e no horizonte azul, busco, ainda hoje, estilhaços e peças escassas perdidas; Cotidianamente, ao acercar da noite, os sons de batalha tendenciosamente indicam direções para não seguir, e ainda que mantenha sem medo o controle das velas, os ventos insistem em dizer aonde ir... Pois que seja! "Navegarei com todos eles!" 'Placebo ou morte?' O que minha tripulação anseia não importa, ela tampouco existe. Nesta irremediável transposição constante de caminhos, sem o reconhecimento de qualquer lógica postulável, oscilante, transgrido e navego ainda por mares intergaláticos. E nesta imensidão extraordinariamente escura do cosmos, carregando a experiência daqueles oceanos pesados e profundos, me encontro a observar, sempre ao longe, uma fagulha, ínfimo ponto que se faz visível. Em sua direção, continuo a jornada do pouco infindável dessa dimensão que permanentemente remanesce como o desconhecido. O mais próximo e o maior ângulo possível para apreciar esse pontual, eterno e único nascer da super nova, eu encontrarei.
Continue reading...
36
Tú, siempre actuó inocente para fingir que no existen problemas, Yo, siempre estoy pensando sobre los problemas. Tú, siempre estás sonriendo, Yo, soy un ciclo de lluvia y brillo. Tú, eres una esfera perfecta con la felicidad y la alegría, Yo, soy un esfera con cráteres y cicatrices, como la luna. Tú, eres un rio con agua claro y brillante, Yo, soy un océano con tiburones, ondas, y mil perlas. Tú, sólo una etiqueta para el mundo, Yo, tengo un multitud de sentimientos y pensamientos. Tú, eres un ratón silencioso, Yo, soy un pájaro, que canta y que baila con la naturaleza. Tú, siempre tienes miedo de los que eres más grandes que tú, Yo, soy una ser humano que es valiente, pero escondido bajo una concha. Tú, eres un reflexión del mundo cruel, Yo, tengo un corazón del oro y sal de mar. Tú, siempre estás confundido acerca de lo que es la vida, Yo, tengo on voz pequeña que sabe cómo navegar estos mares rotos.
0
Mar 22, 2015
Mar 22, 2015 at 3:41 PM UTC
Mi Máscara Frente A Mi Esencia
Marinheiro, marinheiro Você  perdeu sua âncora Você perdeu seu atlas Marinheiro, marinheiro Você matou seus companheiros E não há lugar em terra para você Marinheiro, marinheiro Te disseram para nunca mais voltar Te mandaram parar de respirar Marinheiro, marinheiro E toda dor que você sentiu? Você perdeu seu coração? Marinheiro, marinheiro Eles te odeiam Você é a própria morte, dizem eles Marinheiro, marinheiro O alfaiate e o jovem da meia-noite estão em paz? Seus fantasmas ainda o perseguem? Marinheiro, marinheiro Você perdeu o receio daquele barco? O velho barco quebrado  que é você Marinheiro, marinheiro Você sentiu o cheiro de casa? Seus companheiros estão em terra Marinheiro, marinheiro Como você navega pelo desfiladeiro? Como você luta com o desespero? Marinheiro, marinheiro Eu achei sua âncora e seu atlas Mas eles pertencem a outro senhor Marinheiro, marinheiro Você desistiu do seu destino? Você abandonou sua tripulação Marinheiro, marinheiro Onde será seu enterro? Porque você está morto afinal Marinheiro, marinheiro Se eu disser que te odeio Pois você abandonou sua tripulação? Marinheiro, marinheiro Você me responderia Se eu dissesse que te odeio? Marinheiro, marinheiro Se você está morto afinal Porque eu sou um fantasma? Marinheiro, marinheiro Onde seu coração está? Porque eu não quero mais sofrer Marinheiro, marinheiro Quem é você afinal? Porque eu sou um espectro de quem você foi Marinheiro, marinheiro Se eu matar meus companheiros E abandonar a tripulação Marinheiro, marinheiro Eu vou ser livre do desespero? A escuridão vai me abandonar? Marinheiro, marinheiro Por que eu sou tão triste Se sou um fantasma solitário? Marinheiro, marinheiro Eles dizem que você é o pior Aquele que nunca deveria ter existido Marinheiro, marinheiro O que isso diz sobre mim? Se você, afinal, não tivesse nascido Como eu poderia estar aqui? Marinheiro, marinheiro Se você recuperar sua âncora e seu atlas Se você recuperar sua tripulação Você me aceita? Marinheiro, marinheiro Se você estiver vivo afinal Você me empresta seu nome? Porque eu estou cansado de sofrer Marinheiro, marinheiro Se eu for seu herdeiro Você me deixa navegar naquele velho barco? Marinheiro, marinheiro Você me deixa ser a própria morte? Porque eu não quero mais sofrer. Marinheiro, marinheiro Você permite que eu seja apenas um fantasma Vagando sem rumo pela escuridão? Marinheiro, marinheiro Você permite que eu me mate Para não fazer mais ninguém sofrer? Marinheiro, marinheiro Por que tudo mudou? Era mais fácil quando todos éramos sonhadores Marinheiro, marinheiro Eu quero ser novamente um marinheiro Para que eu sinta o cheiro de casa Marinheiro, marinheiro Se eu não sou mais marinheiro Eu posso abandonar o barco? Marinheiro, marinheiro Eu quero abraçar o mar Marinheiro, marinheiro Eu quero sangrar com o mar. Marinheiro, marinheiro Eu quero entender por inteiro Por que eu deixei de ser marinheiro Marinheiro marinheiro Eu vou virar seu companheiro Vamos estar mortos afinal.
0
Dec 3, 2016
Dec 3, 2016 at 6:39 PM UTC
Marinheiro, marinheiro
Marinheiro, marinheiro Você  perdeu sua âncora Você perdeu seu atlas Marinheiro, marinheiro Você matou seus companheiros E não há lugar em terra para você Marinheiro, marinheiro Te disseram para nunca mais voltar Te mandaram parar de respirar Marinheiro, marinheiro E toda dor que você sentiu? Você perdeu seu coração? Marinheiro, marinheiro Eles te odeiam Você é a própria morte, dizem eles Marinheiro, marinheiro O alfaiate e o jovem da meia-noite estão em paz? Seus fantasmas ainda o perseguem? Marinheiro, marinheiro Você perdeu o receio daquele barco? O velho barco quebrado  que é você Marinheiro, marinheiro Você sentiu o cheiro de casa? Seus companheiros estão em terra Marinheiro, marinheiro Como você navega pelo desfiladeiro? Como você luta com o desespero? Marinheiro, marinheiro Eu achei sua âncora e seu atlas Mas eles pertencem a outro senhor Marinheiro, marinheiro Você desistiu do seu destino? Você abandonou sua tripulação Marinheiro, marinheiro Onde será seu enterro? Porque você está morto afinal Marinheiro, marinheiro Se eu disser que te odeio Pois você abandonou sua tripulação? Marinheiro, marinheiro Você me responderia Se eu dissesse que te odeio? Marinheiro, marinheiro Se você está morto afinal Porque eu sou um fantasma? Marinheiro, marinheiro Onde seu coração está? Porque eu não quero mais sofrer Marinheiro, marinheiro Quem é você afinal? Porque eu sou um espectro de quem você foi Marinheiro, marinheiro Se eu matar meus companheiros E abandonar a tripulação Marinheiro, marinheiro Eu vou ser livre do desespero? A escuridão vai me abandonar? Marinheiro, marinheiro Por que eu sou tão triste Se sou um fantasma solitário? Marinheiro, marinheiro Eles dizem que você é o pior Aquele que nunca deveria ter existido Marinheiro, marinheiro O que isso diz sobre mim? Se você, afinal, não tivesse nascido Como eu poderia estar aqui? Marinheiro, marinheiro Se você recuperar sua âncora e seu atlas Se você recuperar sua tripulação Você me aceita? Marinheiro, marinheiro Se você estiver vivo afinal Você me empresta seu nome? Porque eu estou cansado de sofrer Marinheiro, marinheiro Se eu for seu herdeiro Você me deixa navegar naquele velho barco? Marinheiro, marinheiro Você me deixa ser a própria morte? Porque eu não quero mais sofrer. Marinheiro, marinheiro Você permite que eu seja apenas um fantasma Vagando sem rumo pela escuridão? Marinheiro, marinheiro Você permite que eu me mate Para não fazer mais ninguém sofrer? Marinheiro, marinheiro Por que tudo mudou? Era mais fácil quando todos éramos sonhadores Marinheiro, marinheiro Eu quero ser novamente um marinheiro Para que eu sinta o cheiro de casa Marinheiro, marinheiro Se eu não sou mais marinheiro Eu posso abandonar o barco? Marinheiro, marinheiro Eu quero abraçar o mar Marinheiro, marinheiro Eu quero sangrar com o mar. Marinheiro, marinheiro Eu quero entender por inteiro Por que eu deixei de ser marinheiro Marinheiro marinheiro Eu vou virar seu companheiro Vamos estar mortos afinal.
Continue reading...
106
Y que bien se siente andar sin apretar el paso, y aun sin saber el fin, seguir Cristales rendidos, pestañas enredadas en el viento, al son de las tímidas estrellas, guiados por la intuición Se aprieta el camino encontramos dimensiones tristes y vacías pero, ¿quien nos desviste la sonrisa? Podríamos navegar en las horas, consumir lo que le resta de signos vitales a este cielo, quizá atrapar un resfriado seguir... enredarnos sin el viento apretarnos, pero sumergidos en una dimensión sin tiempo navegar en un mismo cielo (Algo especial para Abi y Nat, que tanto les gusta navegar y que a pesar de las dimensiones tristes y vacías, se mantienen en un mismo cielo. Los quiero.)
0
Jun 1, 2015
Jun 1, 2015 at 11:07 PM UTC
1 de junio de 2015
Me atrapó el vértigo Y me intoxique del viento, Ahora canto mis quimeras Mientras te pienso amor. Fumo pétalos de una flor, Mientras la luz de una idea Me invita a navegar A tus mares más profundos. Como quisiera robarte Un beso de nieve Y derretir el sentimiento En aquel lago azul. Y cantarte mientras me cantas Para decidirte incansablemente buenas noches.
0
May 27, 2017
May 27, 2017 at 1:27 AM UTC
Buenas noches.
Dedicado a Deus que tanto me deu e tao pouco lhe pedi Este dom leve de Contigo comunicar, Meu grito de sempre te amar… Te encontro no universo, nas estrelas, no mar, Deus meu barco para navegar. Deus me confortas com horizontes distantes, Com o eterno amor por nossos semelhantes, Te encontro em tudo e acredito no firmamento, Deus da minha alma e pensamento. Me deste uma forca que ninguém vai combater, A minha originalidade de para Ti escrever. Simples, puro, genuíno e transparente, Me fizeste assim para todo o sempre. Dedicado a Deus que tanto me deu, Pois como bom filho seu, Tao pouco lhe pedi, Por Deus e com Deus eu nasci… Victor Marques
0
Sep 10, 2018
Sep 10, 2018 at 1:30 PM UTC
DEDICADO A DEUS QUE TANTO ME DEU E TAO POUCO LHE PEDI
Sente-se o caminhar sobre ladrilhos dourados despe-te, ama entra, a chuva é intensa vive, ama, amar-te-ei no jardim, cravos murchos pétalas caídas. Leva-me, deixa-me navegar posso-te amar, tenho-te desejo-te, depois tudo passa. Queria ser como tu adorar-te-ei até ao fim enfrentarei minha sombra, serei alguém, viverei para te proclamar, aconchego-me, fogo crepitante, doçura de mulher, corpo imundo mundo imundo, sobre pedras de silêncio, vamos ao sabor de uma melodia, o que sou sombra inconstante, açambarcador de poder, ricos falsos, acabar-se-à no fogo do desespero não hesites caminha e vencerás sobre tudo e todos vai em frente segue o teu caminho e serás alguém, como o eu que eu queria.
0
May 16, 2014
May 16, 2014 at 11:20 AM UTC
caminho
Sinto uma pressão que puxa A cabeça que roda parado Uma flor que quando cresce murcha A vontade de cair mesmo deitado Vi-me feliz E uma outra vez aceitei Não mudarei o que fiz Eu sei que não errei Mas a dúvida é dor Esperar é ficar parado Esperar por amor Esperança de não ser destroçado A alma em fraqueza Parte-se o coração Não tenho sequer certeza Porque sofro tanto então? Sofro em antecipação De um mundo escuro Imaginado a pior situação Mas tenho esperança para o futuro Ondulo como ondas do mar E por mais que tente navegar Ou chego à costa e posso respirar Ou acabo por me afogar
0
Feb 11, 2019
Feb 11, 2019 at 9:22 AM UTC
Navegar
Os dias acabam e a noite chega, Acendo a minha pequena lanterna Chamada consciência, Com a minha solidão eterna. A noite tranquiliza-me, Meio mundo está a dormir Sinónimo que está a progredir. Durante o meu sonho Nao existe gravidade Posso voar, pecar , Ninguém estará lá para me julgar. A madrugada costuma alimentar-se das minhas insónias, Não me importo pois ao fim da noite encontro a aurora, Nela encontro a minha esperança além da paranóia, Perco o sono, levanto me, dou a volta ao mundo sem demora. O meu quarto escuro, Com o passar das horas Cria um clima soturno. É nesse ambiente que travo os meus duelos Batalhando sob o admirável céu noturno Mudando o rumo dos asteróides, Faço os explodir Apenas para alimentar esta alma nervosa, Corro pelos anéis de Saturno Escorrego no gelo e saio disparado pelo universo, Enquanto gravito escrevo versos, Sobre os mares, continentes E formas de vida criadas na Terra. Mas a minha mente envolvida por aquele espaço É curiosa e faz me espreitar, Procuro algo fantástico impossível de imaginar, Infelizmente acordo e reparo que estava apenas a sonhar. Dormir tornou-se um luxo, Que raramente consigo suportar Mas sem ele o meu pensamento fica turvo Turvo de desencanto e claro de paixão, Tão desorganizado como esta selva de betão. Faz me desejar emigrar para ilhas de utopia, Praias de naufragio onde Beethovem escreveu Sonata ao luar á sua amada companhia.. Conheço-me, durante a noite aprendi a navegar Tomo as minhas decisões depos d'agitaçao parar, E sobre elas costumo meditar Enumeros conflitos tento solucionar. Quando tenho o corpo e a mente unidos No unico tempo que interessa, o presente, Foco me na respiraçao até que, Subitamente uma decisão aparece, Na minha totalidade transcendo-me E vivo sem arrependimentos Estando no presente, Não me lamento do passado, Não preparo o futuro , Apenas vivo no unico tempo existente, Tudo o resto é a minha mente, que mente, exageradamente.
0
Apr 11, 2018
Apr 11, 2018 at 2:47 PM UTC
soturno
Os dias acabam e a noite chega, Acendo a minha pequena lanterna Chamada consciência, Com a minha solidão eterna. A noite tranquiliza-me, Meio mundo está a dormir Sinónimo que está a progredir. Durante o meu sonho Nao existe gravidade Posso voar, pecar , Ninguém estará lá para me julgar. A madrugada costuma alimentar-se das minhas insónias, Não me importo pois ao fim da noite encontro a aurora, Nela encontro a minha esperança além da paranóia, Perco o sono, levanto me, dou a volta ao mundo sem demora. O meu quarto escuro, Com o passar das horas Cria um clima soturno. É nesse ambiente que travo os meus duelos Batalhando sob o admirável céu noturno Mudando o rumo dos asteróides, Faço os explodir Apenas para alimentar esta alma nervosa, Corro pelos anéis de Saturno Escorrego no gelo e saio disparado pelo universo, Enquanto gravito escrevo versos, Sobre os mares, continentes E formas de vida criadas na Terra. Mas a minha mente envolvida por aquele espaço É curiosa e faz me espreitar, Procuro algo fantástico impossível de imaginar, Infelizmente acordo e reparo que estava apenas a sonhar. Dormir tornou-se um luxo, Que raramente consigo suportar Mas sem ele o meu pensamento fica turvo Turvo de desencanto e claro de paixão, Tão desorganizado como esta selva de betão. Faz me desejar emigrar para ilhas de utopia, Praias de naufragio onde Beethovem escreveu Sonata ao luar á sua amada companhia.. Conheço-me, durante a noite aprendi a navegar Tomo as minhas decisões depos d'agitaçao parar, E sobre elas costumo meditar Enumeros conflitos tento solucionar. Quando tenho o corpo e a mente unidos No unico tempo que interessa, o presente, Foco me na respiraçao até que, Subitamente uma decisão aparece, Na minha totalidade transcendo-me E vivo sem arrependimentos Estando no presente, Não me lamento do passado, Não preparo o futuro , Apenas vivo no unico tempo existente, Tudo o resto é a minha mente, que mente, exageradamente.
Continue reading...
56
Marineros, ¿por qué le dais a la tierra lo que no es suyo y se lo quitáis al mar? ¿Por qué le habéis enterrado, marineros, si era un soldado del mar? Su frente encendida, un faro; ojos azules, carne de iodo y de sal. Murió allá arriba, en el puente, en su trinchera, como un soldado del mar; con la rosa de los vientos en la mano deshojando la estrella de navegar. ¿Por qué le habéis enterrado, marineros? ¡Y en una tierra sin conchas! ¡¡En la playa negra!! ... Allá, en la ribera siniestra del otro mar; ¡Nueva York! -piedra, cemento y hierro en tempestad-. Donde el ojo ciclópeo del gran faro que busca a los ahogados no puede llegar; donde se acaban las torres y los puentes; donde no se ve ya la espuma altiva de los rascacielos; en los escombros de las calles sórdidas que rompen en el último arrabal; donde se vuelve la culebra sombría de los elevados a meterse otra vez en la ciudad... Allí, la arcilla opaca de los cementerios, marineros, allí habéis enterrado al capitán. ¿Por qué le habéis enterrado, marineros, por qué le habéis enterrado, si murió como el mejor capitán, y su alma -viento, espuma y cabrilleo- está ahí, entre la noche y el mar...?
0
585
Elegía
Matilde, nombre de planta o piedra o vino, de lo que nace de la tierra y dura, palabra en cuyo crecimiento amanece, en cuyo estío estalla la luz de los limones. En ese nombre corren navíos de madera rodeados por enjambres de fuego azul marino, y esas letras son el agua de un río que desemboca en mi corazón calcinado. Oh nombre descubierto bajo una enredadera como la puerta de un túnel desconocido que comunica con la fragancia del mundo! Oh invádeme con tu boca abrasadora, indágame, si quieres, con tus ojos nocturnos, pero en tu nombre déjame navegar y dormir.
0
440
Soneto i
O magnetismo que leva Meus olhos até os teus E prende, eleva Já não sou mais só meu. Nego-teu. Nesse eterno descobrir de diferenças Similaridades, mudanças Seguimos no incessante demonstrar Do que não precisamos falar Sentimento. Somos Sol-Mar A brilhar e navegar Aquecer e balançar Iluminar e molhar. Geramos vida junto Ilumino o teu mais profundo-fundo E me permito, em ti, me banhar Porque agora sei onde quero me encontrar: Em teus doces braços, abraços, meu Rei-Mar.
0
Jun 20, 2018
Jun 20, 2018 at 10:04 PM UTC
18/06/18
Las selvas hizo navegar, y el viento al cáñamo en sus velas respetaba, cuando, cortés, su anhélito tasaba con la necesidad del movimiento. Dilató su victoria el vencimiento por las riberas que el Danubio lava; cayó África ardiente; gimió esclava la falsa religión en fin sangriento. Vio Roma en la desorden de su gente, si no piadosa, ardiente valentía, y de España el rumor sosegó ausente. Retiró a Solimán, temor de Hungría, y por ser retirada más valiente, se retiró a sí mismo el postrer día.
0
394
Inscripción de la estatua augusta del césar carlos quinto en aranjuez
Aquí, solo en la noche, ya es posible la muerte. Morir es poca cosa si tu amor está lejos. Puedo cerrar los ojos y apagar las estrellas. Puedo cerrar los ojos y pensar que ya he muerto. Puedo matar tu nombre pensando que no existes. Ahora, solo en la noche, sé que todo lo puedo. Puedo extender los brazos y morir en la sombra, y sentir el tamaño del mundo en mi silencio. Puedo cruzar los brazos mirándote desnuda, y navegar por ríos que nacen en tu sueño. Sé que todo lo puedo porque la noche es mía, la gran noche que tiembla de un extraño deseo. Sé que todo lo puedo, porque puedo olvidarte: Sí. En esta sombra, solo, sé que todo lo puedo. Y ya ves: me contento con cerrar bien los ojos y apagar las estrellas y pensar que me he muerto.
0
389
Nocturno viii
Quería una escalera muy alta, trepar por las gotas de agua, escalar las nubes empinadas, volar lejos sin tener alas, encender las luciérnagas anidando en el mar verde del cielo. Quería un rayo de luz elocuente como cínico rugido a la muerte, quemar las arrugas del dolor inerte al no poder verte. Quería lavar mis lágrimas y forjarla con una asesina espada, apuñalar mis locos quebrantos sin olvidar el atesorado acantilado de tus abrazos. Quería hallar la sombra de tu figura   sacándola del cajón de los espantos, liberar tu espíritu de la botella, arroparte en espuma de recuerdos. Quería acariciar tus cabellos blancos, navegar al lejano infinito, traficar la moneda del barquero, hallar silenciosas palabras, vomitar maléficos lamentos, pernoctar en las agitadas aguas. No quería una montaña quería tocar tu corazón con mi alma, mimar tus ojos de perla, vestir tus dedos desnudos, quería que no desplomara el telón de tus ojos, quería seguir viéndote quería no perderte.
0
Oct 13, 2020
Oct 13, 2020 at 3:48 PM UTC
“Quería No Perderte”