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"nao" poems
Bachpan ka samay kabhi na lautkar aata , Har waqt bus yaadon ka aasma reh jaata , Khelte the hum bhi khub dhul ko udel ko, Maaf kr diye jate hamare sabhi galtiya aur bhul ko, Jab chaha has lete they , Aur jab chaha ro dete they , Chhote chhote aankhon me sapne bade hote the, Na kisi se bair,sare log apne hote the, Par ab tou aansuo ko chahiye tanhayi , Chehre par sirf jhoothi muskaan hai chhayi , Zindagi ki tapish mein kab bachpan guzar gaya , Kab bachhe se bade ** gye zindagi ki daur mein nazar hi nahi aaya , Kya din they chalate they baarish mein nao  Ab khud ko chupane ke liye sochtey hain kha jao,   Na kuch paane ki aasha thi or na kuch khone ka drrrr, Mast rehte they jaha apni hi dhun idhar udhar, Koi lauta de bachpan ka sawan Fir se mehak jayega mere dil ka aangan , Khelte they khilone se aaj khud khilona ban gaye , Bachpan ke sunhere pal na jaane kha kho gaye, Maa se lipatne ke bahane bnate, Maa ke aanchal ke chav me hi so jate, Chhote se kadam se saitaniya bde karte the, Papa Ki pyari daat pr bhi ro dete the, Jab bhi rota mai,Maa apne sine se laga leti thi, Sahlake haath sar pr mere muskura deti thi, Maa ka dudh jaise amrit ka pyala tha, Sach me hamara bachpan bahut hi nirala tha, Amrit ka Ek ghut pi kar bhi khush ** jate the, Duniya ka sabse bda sukh maa ke aanchal me hi pate the, Yaad hai hume wo khubsurat bachpan ke pal, Muskura dete hum jab bhi yaad aate wo sunhare bite kal........ 4th collab. Poem composed by Sonia Paruthi & Manish Shrivastva
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Mar 26, 2018
Mar 26, 2018 at 8:42 AM UTC
BACHPAN
Bachpan ka samay kabhi na lautkar aata , Har waqt bus yaadon ka aasma reh jaata , Khelte the hum bhi khub dhul ko udel ko, Maaf kr diye jate hamare sabhi galtiya aur bhul ko, Jab chaha has lete they , Aur jab chaha ro dete they , Chhote chhote aankhon me sapne bade hote the, Na kisi se bair,sare log apne hote the, Par ab tou aansuo ko chahiye tanhayi , Chehre par sirf jhoothi muskaan hai chhayi , Zindagi ki tapish mein kab bachpan guzar gaya , Kab bachhe se bade ** gye zindagi ki daur mein nazar hi nahi aaya , Kya din they chalate they baarish mein nao  Ab khud ko chupane ke liye sochtey hain kha jao,   Na kuch paane ki aasha thi or na kuch khone ka drrrr, Mast rehte they jaha apni hi dhun idhar udhar, Koi lauta de bachpan ka sawan Fir se mehak jayega mere dil ka aangan , Khelte they khilone se aaj khud khilona ban gaye , Bachpan ke sunhere pal na jaane kha kho gaye, Maa se lipatne ke bahane bnate, Maa ke aanchal ke chav me hi so jate, Chhote se kadam se saitaniya bde karte the, Papa Ki pyari daat pr bhi ro dete the, Jab bhi rota mai,Maa apne sine se laga leti thi, Sahlake haath sar pr mere muskura deti thi, Maa ka dudh jaise amrit ka pyala tha, Sach me hamara bachpan bahut hi nirala tha, Amrit ka Ek ghut pi kar bhi khush ** jate the, Duniya ka sabse bda sukh maa ke aanchal me hi pate the, Yaad hai hume wo khubsurat bachpan ke pal, Muskura dete hum jab bhi yaad aate wo sunhare bite kal........ 4th collab. Poem composed by Sonia Paruthi & Manish Shrivastva
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*The essence of festivities all around And the ray of hope lit in our eyes Few more days And it begins. Festival will come, once again New attires, new hopes shining in bright light. Mother Goddess arrives, to heal our mind. 9th and 10th day left With good wishes all around When Goddess Durga arrives Returns back our smiles And heart fills up with happiness. With the arrival of Goddess Durga Take back the past Take back our past love Take back everything Which no longer belongs to us And make us anew.* Written originally in Bengali- *Pujo pujo gondho Amader sobar chokhe aalo Kichu din aaro Tarpor pujo aarombho. Pujo aashbe, abar aasbey Notun kapor, notun aaloker dhaara Maa elo abar, Mon k saariye deoyar jonno. Nobomi r dashmi baki Preeti o Shubhechha Maa-r aagomone Firbe abar haashi Mon bhore Khushi Elo Maa Durga Aager din er kotha Aager prem Sob firiye nao Amader notun kore dao.*
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Sep 28, 2017
Sep 28, 2017 at 2:28 PM UTC
The blooming of Festivities
Lugar cativo Onde me deito cativante E abro a gargante e choro. Nao darei mais o Tempo Nem reconciliarei menos o perdao. Somos os dias contados pelos dedos E quanto menos tenho menos quero ter. Frio com febre estou Doente dos ossos, raspando-os Ate ao po se extinguirem e absorvo-os pela narina mais próxima Directo ao cérebro que me permiti vender Indirecto ao coração que morto 'e aos poucos. Faca de dois gumes afiada na pedra E enrolada no peito cada dia mais, Milimetro a Milimetro Para que a dor seja minuciosamente Mental. Fatal. E da paisagem verdejante Onde passeio as pernas pesadas Do chumbo das balas perdidas, Com que te matei, Absorvo o bicho por entre o jardim E a natureza para mim nao 'e mais Que o conteúdo do bolo que cozinhei Para esquecê-lo. Cativo ligar Que permaneço cativa Húmido que me constipa os dentes Como a agua gelada com que tomo banho E nem assim acordo. Não sei se esta Dor caberá nas milhares de palavras que defecarei Ate este dia tardar E a minha vida por fim, acabar. Não 'e de minha dor que escrevo, 'e a tua que me percorre este sangue anémico. Consideras-te feliz que nem um porco Que na lama chafurda a couraça. E eu com esta dor de costas do peso De trazer o Mundo nos bolsos E por cada morte que deus padece Um sopro no coração me oferece. Dor, dor, dor, dor, dor, dor Qual Jesus Cristo, o redentor.
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Jul 7, 2012
Jul 7, 2012 at 9:01 PM UTC
Lugar Cativo
Accidents happen in the Spring. Babies are born from left-over Autumn bonfires, Never properly extinguished. The sun should shine for an extra hour So I can finish “The Burial of the Dead.” Small dogs can escape out doors Opened for a breath of fresh Spring air. If there had been a screen on the door... If it had been a cat... If it had been raining... If the sun had set sooner... If the stranger had been kinder... Would April accidents happen? Instead, a sad woman cries, *Ah, nao. Agrander a Deus. Nao por favor. Mitzi.* We can't plan for mistakes. We call them accidents.
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Apr 13, 2015
Apr 13, 2015 at 8:39 AM UTC
Accidents in Spring
Quando me levantei agradeci ao Criador, o bom Deus imparcial e infinitamente misericordioso por ter a oportunidade de poder ver a beleza da aurora, e através dele santificar a palavra amor... Agradecer da forma mais pura e imaculada a vida e o privilégio de podermos sentir este ar puro .Nossa Senhora da Penha um dia quis aqui estar e permanecer no meio de rochas que parecem feitas para Ela ao mundo a natureza consagrar. Quando a nossa sensibilidade de alma nos faz sonhar e viver com a esperanca de um dia ressuscitar a nossa passgem nesta vida e mais serena e harmoniosa. Tive um desejo enorme de Pedir amor hoje nao so para a Victoria e para o Simao, mas para todos nos! Porque Deus e amor, vida comunhão . Quando penso em Deus, vivo mais feliz e a grandeza de suas obras se manifesta encacaradamente nas entranhas, sempre entranhas de meu humilde ser. Quando penso em Deus penso mais em vos, nos nossos entes queridos que partiram e que la no paraiso pintam as mais telas para agradecer ao seu Rei e Senhor. Quando penso em Deus penso nesta sagrada uniao. Que a Igreja seja testemunha e que Nossa Senhora os Cubra com o verniz prateado do seu manto , das suas rosas brancas e da nobreza do seu coração. Muito obrigado. Victor Marques
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Jul 18, 2016
Jul 18, 2016 at 5:49 AM UTC
Uma Uniao muito especial.....
A noite chega, soturna, calada. Os remédios parecem não fazer efeito. Sozinho novamente com meus pensamentos, embalado pelo som do ventilador e das batidas do meu coração. Nao sei porque ele insiste em bater, parece um esforço inútil. As horas passam lentamente, como nos movimentos de uma duna. A areia do tempo descendo vagarosamente pela ampulheta. Se ao menos pudesse ver. Me sinto cego, queria eu estar cego? Minha decepção só não é maior que a decepção que causei. Não há lugar aqui senão neste papel para a dor, uma fraqueza que todos tentam esconder - por questão de sobrevivência provavelmente. Os amigos poucos que me restam seguem suas vidas enquanto tento ser feliz, ao menos por eles. Saudade aqui toma outras formas, como uma tortura ao melhor estilo Stanley Kubrick em “Laranja Mecânica”, em que as imagens passam repetidamente por minha cabeça sem que eu possa fazer absolutamente nada. Família, amigos, amores, à distância de uma chamada, uma chamada. Para quem ligar, como? O cárcere em sua pior faceta, o isolamento social. Conto nos dedos de uma mão as pessoas com quem consigo manter uma conversa. Mesmo assim nao consigo conversar, a cabeça e o coracao nao estao aqui, eles fugiram, estão lá fora, espero que a minha espera. Outro cigarro, mais um café. Quantos mais, quantas mais palavras? A caneta e o papel são meus melhores amigos, às vezes até me entendem. Monólogos em horas, diálogos em outras. Me pergunto qual seria o limite entre a sanidade e a demência aqui. Se é que existe um, estou eu ficando são ou louco? Nao era quando cheguei, provavelmente foi o que me trouxe aqui, agora só me resta um caminho a seguir e tenho que achá-lo sozinho. Não tenho arrependimentos, aqui não há lugar para eles, há agora um só caminho a seguir, em frente! Adiante!
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Aug 14, 2018
Aug 14, 2018 at 1:08 PM UTC
Avante
A noite chega, soturna, calada. Os remédios parecem não fazer efeito. Sozinho novamente com meus pensamentos, embalado pelo som do ventilador e das batidas do meu coração. Nao sei porque ele insiste em bater, parece um esforço inútil. As horas passam lentamente, como nos movimentos de uma duna. A areia do tempo descendo vagarosamente pela ampulheta. Se ao menos pudesse ver. Me sinto cego, queria eu estar cego? Minha decepção só não é maior que a decepção que causei. Não há lugar aqui senão neste papel para a dor, uma fraqueza que todos tentam esconder - por questão de sobrevivência provavelmente. Os amigos poucos que me restam seguem suas vidas enquanto tento ser feliz, ao menos por eles. Saudade aqui toma outras formas, como uma tortura ao melhor estilo Stanley Kubrick em “Laranja Mecânica”, em que as imagens passam repetidamente por minha cabeça sem que eu possa fazer absolutamente nada. Família, amigos, amores, à distância de uma chamada, uma chamada. Para quem ligar, como? O cárcere em sua pior faceta, o isolamento social. Conto nos dedos de uma mão as pessoas com quem consigo manter uma conversa. Mesmo assim nao consigo conversar, a cabeça e o coracao nao estao aqui, eles fugiram, estão lá fora, espero que a minha espera. Outro cigarro, mais um café. Quantos mais, quantas mais palavras? A caneta e o papel são meus melhores amigos, às vezes até me entendem. Monólogos em horas, diálogos em outras. Me pergunto qual seria o limite entre a sanidade e a demência aqui. Se é que existe um, estou eu ficando são ou louco? Nao era quando cheguei, provavelmente foi o que me trouxe aqui, agora só me resta um caminho a seguir e tenho que achá-lo sozinho. Não tenho arrependimentos, aqui não há lugar para eles, há agora um só caminho a seguir, em frente! Adiante!
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*mesmo se você nao fala desculpa, mas você me faz feliz e sim, eu sei estamos sempre tão longe como a distância da galáxia talvez longe demais mas você me dá esse sentimento cada vez que uma e outra vez talvez seja impossível um outro sonho perdido talvez seja possível se nos ambos são fortes faz o que quiser viva a sua vida como será viver de qualquer maneira te amo*
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Mar 15, 2014
Mar 15, 2014 at 7:08 AM UTC
Talvez
Por vezes, sinto-me angustiado. Algo me atormenta, me deixa nervoso e inquieto durante horas. É perturbador. Uma vontade gigantesca que não cessa. Só nao sei de quê!
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Jul 30, 2013
Jul 30, 2013 at 10:30 PM UTC
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/NI LIFE/ Sometimes mi hu-wrong nikijaribu ku-correct,na mi si perfect so daily niko kwa risklt ya ku-loose vitu ata nili-collect,so we skiza hii tune,yeah ofcourse hii tune si unajua mali safi zi huzinduliwa June.Pingu za maisha nishanunua shoneni vitenge juu nazifunga soon. Samahani,back then kudish kwa sahani kwangu ilisound kifahari,world yangu ilikuwa so untrue na mauongo ki-kanyari,kupata kwangu then ilisound ka monkey kuonekana kalahari,nyi mkinyonga tai zangu nabaki ni nyoka nanyonga,ni saa nane usiku nikiexhaust my poetic pen igeuze words ziwe dishi,DJ akiscratch ilikuwa opportunity ya kuflow nayo na mistari haziishi,mtaa 1960 ndio iliniwai courage ya kusimama mbele ya mahater nikiwashow hii mwaka haiishi meza moja na nyinyi tudishi. Mi hu-acknoledge power ya sir God jo juu ya kuniblessia creativity tangu pre-unit,usitafte amani bila unity certificate ya kugraduate from petty poet to plenty of poems nikailaminate na case ya glass,after kuchoma kuna wasee nilianza nao na siko nao si zao ziliwashow wako "high" class,hii dunia ni ya God so ka unaplan downfall yangu jua success naiwai a thousand times plus. Hii sanaa mi hufanya si rahisi,ata ka Nadia na kalikuwa kashaa tamba ilibidi ameitisha maombi,ka si Sunday siogi,mi nimezoea kula jasho yangu that's why unaskia nikiongea sh*t that is stinky. So ukihustle na biz ya kuuza charcoal jua ***** hands zi hukuwa sign ya clean money,na since muka aende silent mi ndio nimekuwa nikiwasha nare kwa stage bila lyta,mi ndio nimekuwa nikijua mbona mapema ye hurauka.Hii time short nimekuwa hapa nilikuwa na blessings za mama no wonder sijastammer,ka nimekubamba scratch kwa tenje uniseti...stage ndio home na sijaplan kuhama. -P€TT¥PO€T ✍️ ©2020.
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Jun 18, 2020
Jun 18, 2020 at 3:12 AM UTC
/NI LIFE/
/NI LIFE/ Sometimes mi hu-wrong nikijaribu ku-correct,na mi si perfect so daily niko kwa risklt ya ku-loose vitu ata nili-collect,so we skiza hii tune,yeah ofcourse hii tune si unajua mali safi zi huzinduliwa June.Pingu za maisha nishanunua shoneni vitenge juu nazifunga soon. Samahani,back then kudish kwa sahani kwangu ilisound kifahari,world yangu ilikuwa so untrue na mauongo ki-kanyari,kupata kwangu then ilisound ka monkey kuonekana kalahari,nyi mkinyonga tai zangu nabaki ni nyoka nanyonga,ni saa nane usiku nikiexhaust my poetic pen igeuze words ziwe dishi,DJ akiscratch ilikuwa opportunity ya kuflow nayo na mistari haziishi,mtaa 1960 ndio iliniwai courage ya kusimama mbele ya mahater nikiwashow hii mwaka haiishi meza moja na nyinyi tudishi. Mi hu-acknoledge power ya sir God jo juu ya kuniblessia creativity tangu pre-unit,usitafte amani bila unity certificate ya kugraduate from petty poet to plenty of poems nikailaminate na case ya glass,after kuchoma kuna wasee nilianza nao na siko nao si zao ziliwashow wako "high" class,hii dunia ni ya God so ka unaplan downfall yangu jua success naiwai a thousand times plus. Hii sanaa mi hufanya si rahisi,ata ka Nadia na kalikuwa kashaa tamba ilibidi ameitisha maombi,ka si Sunday siogi,mi nimezoea kula jasho yangu that's why unaskia nikiongea sh*t that is stinky. So ukihustle na biz ya kuuza charcoal jua ***** hands zi hukuwa sign ya clean money,na since muka aende silent mi ndio nimekuwa nikiwasha nare kwa stage bila lyta,mi ndio nimekuwa nikijua mbona mapema ye hurauka.Hii time short nimekuwa hapa nilikuwa na blessings za mama no wonder sijastammer,ka nimekubamba scratch kwa tenje uniseti...stage ndio home na sijaplan kuhama. -P€TT¥PO€T ✍️ ©2020.
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Tanto perceber que quando existo, vivo embriagado pela natureza excelsa que me justifica . Tanto perceber o odor de todas as plantas, o constante movimentos de todos os seres por mais insignificantes que a todos possam parecer.. Contemplo tudo como se fosse sempre a primeira e ultima vez.. pois a saudade existe e eu me perco em sempre entender a perfeição deste mundo divinamente criado . Todos os lugares tentam iluminar e alguma coisa nos querer dizer. O poder de uma criação que fui sublime justifica em pleno a nossa existência como seres humanos aptos para tudo amar e na natureza encontrar deleites e perfeição em tudo que quer ser e nao ser... Na solidao encontro inspiração e conforto para minha existência. Tantas maravilhas num universo infinito que cabe ao homem tentar descobrir... Quem olha os vales sonolentos nunca vai conseguir dormir sem de dia ou de noite os sempre beijar com beijos de bem querer. Por ser e existir e amando tudo que a natureza tem para oferecer me deixo embalar com sinfonias de passarinhos que tanto com isso nos querem dizer, pois louvando tudo com alma e pensamento a Deus criador minha existência quero sempre agradecer ... Victor Marques
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May 21, 2019
May 21, 2019 at 8:16 AM UTC
Com a natureza vivo e existo....
Es ésta entonces la ávida vida abierta a todos los insólitos vientos del Azar, a todos los sólitos vientos pregustados?                     ¿Es ésta?                                     ¿Y aquí pensé encallar? ¿Aquí pensé afincar el anda?                                           ¿y, por siempre, fijar la vagabunda nao? -Para, con la ánima despierta, y en el tufo salino y en los vientos insólitos, desaforados, turbulentos, (con el sutil oído, con la aguda nariz -unánimes acólitos-) captar, captar, captar la ciencia del fugado mar? ¿Es ésta, es ésta, ánima mía, corazón mío, espíritu mío, -sitibundos-, corazón mío, espíritu mío, -errantes-, frenéticos, vagabundos, 1 vaga mundos desalados,                 -es ésta, es ésta entonces la ávida vida, soberana de toda la cosa terrena y de la sideral y de lo que ideó el ensueño? La ávida vida abierta como los fijos ojos horadantes y como los oídos -caracoles profundos- y el pensieroso ceño, y la frente, -campana: y la frente -campana- para albergar los aladíneos despojos de las piraterías y los asaltos inverecundos: los sables de abordaje -azules- de sangre rojos; los labios -rojos- azules de mares y mundos; los dedos enjoyados de acariciar la hembra (en cuyos lientos, madorosos, musgosos refugios perfumados descubrieran maravillosos Eldorados y de abenuz y múrice deleitables portentos...) Es ésta, es ésta ánima mía sitibunda, corazón mío, espíritu mío -ardientes, insaturables, inextinguibles, indómitos, eternos insurgentes-, ¿es ésta entonces la ávida vida soberana, y soberana de toda la cosa terrenal y sideral, o que soñó -cogitabunda- la grávida campana pletórica de fantasías indehiscentes? La ávida vida abierta como los horadantes fijos ojos insomnes y vigías y los oídos, caracoles, y la frente, campana: y la boca, que al mar hurtó salobre aliento; y la melena, ansia de fugas a los vientos errantes; y el espíritu, al mar y al viento y a los soles de oro y a las noches de terciopelo endrino, -la libertad, la música recóndita y el encanto marino: oh cazador de efímeros arreboles! Oh cazador de efímeros arreboles, de bocas y de ensueños que el deseo satura de no sabido hechizo! 2 Oh cazador de arreboles efímeros, de espíritus y sexos que el deseo enaltece -transitorio- y que abaja el hastío; oh cazador de nubes, navegador de nubes, cabalgador dc sombras, propugnador de olvido, domeñador de vientos! Oh cazador de arreboles efímeros, argonauta en océanos de sónes, y en piélagos de ritmos argonauta, y en noches de pasión y de perfumes sexüales...! ¡oh noches de terciopelo endrino! Es ésta entonces la ávida vida abierta y a todos los milagros y a todos los portentos y maravillas? ¿y a toda la cotidiana cosecha pregustada?                   ¿o a lo que sembró el Azar? ¿o a todos los prodigios y a todos los mirajes embaidores, y espejismos aladinescos, y señuelos, e indehiscentes fantasías? ¿Es ésta, es ésta, ánima mía, corazón mío, espíritu mío -jamás, jamás saciados!-, corazón mío, espíritu mío -satisfechos nunca!- ¿es ésta entonces la ávida vida de mis sueños, la ávida vida soberana de toda la cosa terrena y sideral o que ideó mi cogitar?           ¿Es ésta?                           ¿Es ésta?                                             ¿Y aquí pensé encallar?
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Trova del cazador de efímeros arreboles
Es ésta entonces la ávida vida abierta a todos los insólitos vientos del Azar, a todos los sólitos vientos pregustados?                     ¿Es ésta?                                     ¿Y aquí pensé encallar? ¿Aquí pensé afincar el anda?                                           ¿y, por siempre, fijar la vagabunda nao? -Para, con la ánima despierta, y en el tufo salino y en los vientos insólitos, desaforados, turbulentos, (con el sutil oído, con la aguda nariz -unánimes acólitos-) captar, captar, captar la ciencia del fugado mar? ¿Es ésta, es ésta, ánima mía, corazón mío, espíritu mío, -sitibundos-, corazón mío, espíritu mío, -errantes-, frenéticos, vagabundos, 1 vaga mundos desalados,                 -es ésta, es ésta entonces la ávida vida, soberana de toda la cosa terrena y de la sideral y de lo que ideó el ensueño? La ávida vida abierta como los fijos ojos horadantes y como los oídos -caracoles profundos- y el pensieroso ceño, y la frente, -campana: y la frente -campana- para albergar los aladíneos despojos de las piraterías y los asaltos inverecundos: los sables de abordaje -azules- de sangre rojos; los labios -rojos- azules de mares y mundos; los dedos enjoyados de acariciar la hembra (en cuyos lientos, madorosos, musgosos refugios perfumados descubrieran maravillosos Eldorados y de abenuz y múrice deleitables portentos...) Es ésta, es ésta ánima mía sitibunda, corazón mío, espíritu mío -ardientes, insaturables, inextinguibles, indómitos, eternos insurgentes-, ¿es ésta entonces la ávida vida soberana, y soberana de toda la cosa terrenal y sideral, o que soñó -cogitabunda- la grávida campana pletórica de fantasías indehiscentes? La ávida vida abierta como los horadantes fijos ojos insomnes y vigías y los oídos, caracoles, y la frente, campana: y la boca, que al mar hurtó salobre aliento; y la melena, ansia de fugas a los vientos errantes; y el espíritu, al mar y al viento y a los soles de oro y a las noches de terciopelo endrino, -la libertad, la música recóndita y el encanto marino: oh cazador de efímeros arreboles! Oh cazador de efímeros arreboles, de bocas y de ensueños que el deseo satura de no sabido hechizo! 2 Oh cazador de arreboles efímeros, de espíritus y sexos que el deseo enaltece -transitorio- y que abaja el hastío; oh cazador de nubes, navegador de nubes, cabalgador dc sombras, propugnador de olvido, domeñador de vientos! Oh cazador de arreboles efímeros, argonauta en océanos de sónes, y en piélagos de ritmos argonauta, y en noches de pasión y de perfumes sexüales...! ¡oh noches de terciopelo endrino! Es ésta entonces la ávida vida abierta y a todos los milagros y a todos los portentos y maravillas? ¿y a toda la cotidiana cosecha pregustada?                   ¿o a lo que sembró el Azar? ¿o a todos los prodigios y a todos los mirajes embaidores, y espejismos aladinescos, y señuelos, e indehiscentes fantasías? ¿Es ésta, es ésta, ánima mía, corazón mío, espíritu mío -jamás, jamás saciados!-, corazón mío, espíritu mío -satisfechos nunca!- ¿es ésta entonces la ávida vida de mis sueños, la ávida vida soberana de toda la cosa terrena y sideral o que ideó mi cogitar?           ¿Es ésta?                           ¿Es ésta?                                             ¿Y aquí pensé encallar?
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Lua...Lua...Lua Eu olho para a lua que parece nossa, O escuro nao lhe mete medo. O paraiso parece ser humano segredo, Eu perdido no silêncio que sufoca... A lua solitaria na noite que vicia, Sentado ouvindo a natureza agitada, Esperanca do raiar de novo dia, Ras cantam com os grilos a desgarrada. Tudo a noite parece sombrio, A lua no cemitério dum rio. Pareces ninguém toda prateada, Lua doce e esbranquicada... Tao distante tu estas da nossa rota, Feita po por destino onde nada brota, Tu Lua misteriosa e da terra eterna confidente, Olho para ti hoje e sempre. .. Victor Marques
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Aug 12, 2017
Aug 12, 2017 at 5:17 PM UTC
LUA
A leveza de ser...mortal Quando vieres ao meu encontro, E tudo Estiver quase pronto, Nao mandes recado por ninguém, Pois a morte sempre vem.... As flores nem sao precisas, ja as tive nesta vida, Os amores também ja nao te aquecem, As rochas escurecem ... Adeus vida, adeus minha querida.! A todos ela vem e bate a porta, A leveza do ser nao desaparece, A rosa murcha e rebentos sempre brota, A vida foi quem te ama e merece. E se um dia alguém de mim se lembrar, Diga que conheceu um ser humano exemplar, Que amou tudo porque quis amar, E morreu para Deus o ressuscitar. .. Victor Marques
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Jul 14, 2017
Jul 14, 2017 at 3:37 PM UTC
A LVEZA DE SER MORTAL
A brisa que teima em não chegar… Insetos que pernoitam com ervas daninhas, Formigas que teimam em sementes arrecadar, Cigarras apaixonadas com zumbidos de encantar, Estrelas do céu abandonadas e sempre sozinhas… Mas queridas e amadas pelo brilho do luar. E eu continuo sentado para a brisa receber, Vivendo na harmonia e amando cada ser. Contemplo tudo e vejo eterna beleza, Nas coisas pequenas existe grandeza. Os passarinhos no meio das vinhas não parecem perturbados, Lagartixas castanhas, lagartos esverdeados… E tudo com a noite fica adormecido, Outros seres despertam sem qualquer sentido, Rãs, sapos e grilos que grande alarido…. A brisa chega com leveza e sem contas para dar, E eu aqui dando beijos a tudo que eu quero sempre amar… Victor Marques
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Aug 6, 2018
Aug 6, 2018 at 12:16 PM UTC
A brisa teima em nao chegar
Foste a primeira pessoa a fazer com que eu chorasse por alguém. Foste e és o meu primeiro amor. Gosto tanto de ti e tu não queres saber. Foste a única pessoa que eu gostei realmente e deixas-me assim. Prometeste que nunca me irias deixar meu amo-te fse nao tou p escrever bem vem cá e beija-me meu não aguento o facto de não te ter comigo aqui e agora, de não te ter comigo no geral não aguento o facto de gostar de ti nem de mim mesma consigo gostar, como é que gosto de outra pessoa? meu ama-me
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Dec 8, 2014
Dec 8, 2014 at 4:48 PM UTC
Untitled
Nascemos por amor  por desejos, Uns nascem sem pressa, sem beijos. A natureza tudo parece querer determinar, Nascemos na terra,no céu,no mar. Dilema de descendência adequada, Uma vida nova nunca preparada. Nus e sem nada brotamos como a flor, Por obra de Deus e do amor. Abundância e esperança  de viver, Nascemos para terra tornar a ser. Racionais e com sentimentos, Dilema dos termos momentos. Nao somos plantas ,somos seres, Com o livre arbítrio de tudo escolher. Deus deu a alma para tudo perceber, Dilema do nascer,viver e morrer. Victor Marques
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May 12, 2022
May 12, 2022 at 4:41 AM UTC
Dilema
Preso nos erros do passado Preso a ti porque o coraçao nao quer mais ninguem do meu lado Convicto de que errei contigo Talvez devessemos mesmo ser simples amigos Nada mais do que isso Preto e branco Mas , colorir fazia mais sentido Compromisso sem compromisso Teu corpo fez-me perder o juizo Como um vicio Desejo intenso Como as chamas de um fogo aceso Tem sabor adocicado o fruto proibido Teu calor e gemido Hoje memorias de um amor proibido
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Aug 2, 2018
Aug 2, 2018 at 4:39 PM UTC
Preto e Branco
Tens um brilho nos olhos de tanto olhar, Tens um sorriso de encantar... O que tu tens parece ser e nao ser, O que tu tens e nao queres ver... O que tu tens e ate nem queres saber, Tens uma serpente para te prender. Tens sonhos que as estrelas nem querem saber, Tens o destino de amar o sol ao entardecer. O que tu tens dentro de uma vida que parece oca, Tens o rosnar do gato preto que te poe louca, Tens uma vida inteira que parece nunca te chegar, Tens uma vontade  de sempre a vida maltratar... O que tu tens  menina de olhos meigos , Tens o desejo de doces beijos. Tens  tudo e pareces nao querer nunca nada, Tens a vida que parece vida de uma fada... Victor Marques
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Sep 5, 2018
Sep 5, 2018 at 3:37 PM UTC
O que tu sempre tens...
Menina cabeça dura Quase nunca se entende E nao se arrepende De ser tão crua Possui leveza como na lua E fica toda reluzente Quando posa para as lentes Que te deixam nua Menina da rua Que deixa meu coração quente Nao foge da gente Porque eu quero ser sua
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Jan 17, 2017
Jan 17, 2017 at 12:01 AM UTC
M&M
Os dias acabam e a noite chega, Acendo a minha pequena lanterna Chamada consciência, Com a minha solidão eterna. A noite tranquiliza-me, Meio mundo está a dormir Sinónimo que está a progredir. Durante o meu sonho Nao existe gravidade Posso voar, pecar , Ninguém estará lá para me julgar. A madrugada costuma alimentar-se das minhas insónias, Não me importo pois ao fim da noite encontro a aurora, Nela encontro a minha esperança além da paranóia, Perco o sono, levanto me, dou a volta ao mundo sem demora. O meu quarto escuro, Com o passar das horas Cria um clima soturno. É nesse ambiente que travo os meus duelos Batalhando sob o admirável céu noturno Mudando o rumo dos asteróides, Faço os explodir Apenas para alimentar esta alma nervosa, Corro pelos anéis de Saturno Escorrego no gelo e saio disparado pelo universo, Enquanto gravito escrevo versos, Sobre os mares, continentes E formas de vida criadas na Terra. Mas a minha mente envolvida por aquele espaço É curiosa e faz me espreitar, Procuro algo fantástico impossível de imaginar, Infelizmente acordo e reparo que estava apenas a sonhar. Dormir tornou-se um luxo, Que raramente consigo suportar Mas sem ele o meu pensamento fica turvo Turvo de desencanto e claro de paixão, Tão desorganizado como esta selva de betão. Faz me desejar emigrar para ilhas de utopia, Praias de naufragio onde Beethovem escreveu Sonata ao luar á sua amada companhia.. Conheço-me, durante a noite aprendi a navegar Tomo as minhas decisões depos d'agitaçao parar, E sobre elas costumo meditar Enumeros conflitos tento solucionar. Quando tenho o corpo e a mente unidos No unico tempo que interessa, o presente, Foco me na respiraçao até que, Subitamente uma decisão aparece, Na minha totalidade transcendo-me E vivo sem arrependimentos Estando no presente, Não me lamento do passado, Não preparo o futuro , Apenas vivo no unico tempo existente, Tudo o resto é a minha mente, que mente, exageradamente.
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Apr 11, 2018
Apr 11, 2018 at 2:47 PM UTC
soturno
Os dias acabam e a noite chega, Acendo a minha pequena lanterna Chamada consciência, Com a minha solidão eterna. A noite tranquiliza-me, Meio mundo está a dormir Sinónimo que está a progredir. Durante o meu sonho Nao existe gravidade Posso voar, pecar , Ninguém estará lá para me julgar. A madrugada costuma alimentar-se das minhas insónias, Não me importo pois ao fim da noite encontro a aurora, Nela encontro a minha esperança além da paranóia, Perco o sono, levanto me, dou a volta ao mundo sem demora. O meu quarto escuro, Com o passar das horas Cria um clima soturno. É nesse ambiente que travo os meus duelos Batalhando sob o admirável céu noturno Mudando o rumo dos asteróides, Faço os explodir Apenas para alimentar esta alma nervosa, Corro pelos anéis de Saturno Escorrego no gelo e saio disparado pelo universo, Enquanto gravito escrevo versos, Sobre os mares, continentes E formas de vida criadas na Terra. Mas a minha mente envolvida por aquele espaço É curiosa e faz me espreitar, Procuro algo fantástico impossível de imaginar, Infelizmente acordo e reparo que estava apenas a sonhar. Dormir tornou-se um luxo, Que raramente consigo suportar Mas sem ele o meu pensamento fica turvo Turvo de desencanto e claro de paixão, Tão desorganizado como esta selva de betão. Faz me desejar emigrar para ilhas de utopia, Praias de naufragio onde Beethovem escreveu Sonata ao luar á sua amada companhia.. Conheço-me, durante a noite aprendi a navegar Tomo as minhas decisões depos d'agitaçao parar, E sobre elas costumo meditar Enumeros conflitos tento solucionar. Quando tenho o corpo e a mente unidos No unico tempo que interessa, o presente, Foco me na respiraçao até que, Subitamente uma decisão aparece, Na minha totalidade transcendo-me E vivo sem arrependimentos Estando no presente, Não me lamento do passado, Não preparo o futuro , Apenas vivo no unico tempo existente, Tudo o resto é a minha mente, que mente, exageradamente.
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Quando adormeço sonho e fico sem pensamento, Nem olho para a lua que fica muito distante, Ruídos das árvores nao sentidos, Deixo de perceber os momentos vividos. Deixo de olhar os charcos de tons esverdeados, A Luz solar também nada alumia, Perdido no sonho tudo fica esquecido, A natureza também sente pouca alegria, Com a noite os esquilos ficam empoleirados, Eu perdido num sonho sem futuro já passado... As estrelas todas as noites acordadas, Com facetas diferentes quando há trovoadas, Eu perdido com sonhos e adormecido simplesmente, Me revejo com sono num sonho diferente... Victor Marques
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Jun 26, 2018
Jun 26, 2018 at 6:55 AM UTC
Perdido em sonhos e pensamentos
Nunca foi tao confortável estar viva Nem mesmo no pior dos meus dias Quero estar longe de voce E quando o faço é somente para te proteger de mim Meus dias bons sao valiosos portanto seus Nao quero mais desperdiçá-los procurando ou com sorte encontrando Outra pessoa que me entenda como entende-me Nem meu amigo mais antigo saberia dizer Exatamente o que eu preciso O amor é egocentrico Amo-te porque entende-me Mas meu amor também é altruísta Amo-te porque conheço-te Entendo-te Leio-te Escuto teus medos e guardo os segredos Até nao caber mais em mim Ao te conhecer nasci Nao de novo, mas pela primeira vez E eu nao quero mais morrer
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Aug 3, 2017
Aug 3, 2017 at 12:00 AM UTC
Newborn
se chegar perto demais pode ser que você veja a cicatriz no meu rosto de quando eu era pequena e gostava de pular em cacos de vidro porque achava tão bonito ver o brilho dos caquinhos verdes contra a luz do sol se chegar perto demais pode ser que você veja a pintinha que tenho no meu rosto e que odeio porque é a mesma da minha mãe e eu não gosto de ter nada dela em mim pode ser que veja uma menina sentada no canto da sala enfiada em um livro fingindo nao escutar os gritos que derrubavam as paredes se chegar muito perto pode achar a adolescente que transava com os caras mais velhos da escola na tentativa de realocar os proprios caquinhos com sangue se chegar muito perto pode ser que descubra que ja pensei um milhão de vezes em envenenar um monte de gente da minha família se chegar perto assim pertinho vai ver que é tudo encenação e que na maioria das vezes calculo tudo o que eu to fazendo como se eu tivesse um roteiro o tempo todo em mãos e quando eu danço de olhos fechados é porque eu tô me observando de fora e ditando o ritmo dos meus próprios pés se chegar muito perto pode ser que veja que eu não sou de verdade que nem sequer existo se chegar muito perto vai ver dentro dos meus olhos preso na retina o terror que eu tenho de ser descoberta e por isso mantenho distância
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Oct 26, 2022
Oct 26, 2022 at 9:04 PM UTC
Untitled
A verdade é que, sinto-me assustado. tenho medo de (ti, de mim e de nós) contra um mundo todo do outro lado. Não me deixo consumir Pelo receio que me fazes sentir Pois se o sinto É sinal que não quero deixar-te ir. Orgulhoso, no entanto apavorado, são varias as formas de me magoares, deixares partido o meu coração e voares, para longe com asas de liberdade. Não te preocupes tanto comigo, vivo numa relação amor/ódio com a sinceridade, A tua transparência é o melhor berço Tornaste o meu sono simples, onde facilmente adormeço. Portanto quando te digo, tenho medo, olha-me nos olhos, abraça-me, diz-me que nao temos segredos. Eu direi que errar é humano, e que entre nós não é intencional, iremos perceber e resolver onde erramos e que somos parceiros tanto no bem como no mal, que a vida é um sitio contigo mais belo por ser tão real, e que aquilo que construimos foi fruto da semente de um amor ancestral. Diz me que é okay ter medo mas não de ti, que chegaste e apareceste para eu não te ver partir, prova-me ao permaneceres não ao apareceres e desapareceres sendo constante diariamente como tens feito genuinamente. Prova-me isto, e os meus demónios juro enterra-los, posso estar assustado, quem não estaria perante 2 seres apaixonados.
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Apr 10, 2018
Apr 10, 2018 at 6:57 PM UTC
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