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"juventude" poems
Estou com Deus em plenitude, No riacho que corre, no canto do rouxinol, Nas árvores com ou sem folhagem. Estou com Deus na inquietude, Com Deus na velhice e Juventude. Nas montanhas que os olhos avistam, No horizonte , na imensidão do ser, Nos segredos para ler. Estou com Deus amigo, Com ou sem Abrigo. Ondas do mar com espuma, Deus da luz e da bruma. Cordiais Cumprimentos. Victor Marques
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Dec 14, 2010
Dec 14, 2010 at 11:00 AM UTC
ESTOU COM DEUS
Triste e sem caminho, assim ela pensava. Cansada de acordar todos os dias e ter aquela mesma sensação. Porra, eu já fiz isso! Todos os dias, toda hora, a mesma coisa. As pessoas não ligavam para isso, todo mundo sempre acha que o seu problema é maior do que o do outro. Mas no final, o problema de todo mundo é maior que o outro. É um ciclo repetitivo sem fim. Um ciclo de merda infinito. Assim era a vida dessa menina. Ela realmente estava perdida. Ou, achava que estava perdida. Nossa cabeça as vezes, ou sempre, nos faz prisioneiros de nós mesmos. Nós usamos, involuntariamente, nossos erros e medos contra nós mesmos. Onde ela estava com a cabeça? Eu quero ser assim, pensava ela... Pobre menina. Por que as pessoas acham "bonito" ter problemas emocionais, vidas dramáticas, coisas trágicas e o caralho a quatro de problema? Talvez a gente só queira ter uma aventura na vida, mas as vezes nós não lembramos, que a vida não é um filme, e que o final não vai ser feliz como sempre, ou que nós podemos evitar tal coisa, imaginamos sempre que sera aquela tragedia clichê tipo um Christiane f e no final tudo vai ficar bem. Não fica tudo bem. A nossa juventude está perdida. Realmente. Eu faço parte dessa geração. Nós temos vários tipos de pessoas, grupos sociais, gostos variados, culturas diferentes. Mas em uma coisa nós somos iguais. Nós sofremos. E isso meu amigo, não é brincadeira. Hoje em dia, não temos mais aquela amizade com as pessoas igual era 40 anos atrás, hoje em dia ta tudo muito superficial, muito mentiroso, muita encenação. O ser humano está perdendo cada vez mais a sua compaixão, a sua criatividade e a sua liberdade de se expressar. A nossa população está completamente alienada a coisas negativas e coisas que não levam a nada. Estamos perdidos. E eu, sou só mais uma, perdida. Mas em meus problemas, que eu não sei resolver.
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Nov 24, 2013
Nov 24, 2013 at 10:26 AM UTC
Perdida
Triste e sem caminho, assim ela pensava. Cansada de acordar todos os dias e ter aquela mesma sensação. Porra, eu já fiz isso! Todos os dias, toda hora, a mesma coisa. As pessoas não ligavam para isso, todo mundo sempre acha que o seu problema é maior do que o do outro. Mas no final, o problema de todo mundo é maior que o outro. É um ciclo repetitivo sem fim. Um ciclo de merda infinito. Assim era a vida dessa menina. Ela realmente estava perdida. Ou, achava que estava perdida. Nossa cabeça as vezes, ou sempre, nos faz prisioneiros de nós mesmos. Nós usamos, involuntariamente, nossos erros e medos contra nós mesmos. Onde ela estava com a cabeça? Eu quero ser assim, pensava ela... Pobre menina. Por que as pessoas acham "bonito" ter problemas emocionais, vidas dramáticas, coisas trágicas e o caralho a quatro de problema? Talvez a gente só queira ter uma aventura na vida, mas as vezes nós não lembramos, que a vida não é um filme, e que o final não vai ser feliz como sempre, ou que nós podemos evitar tal coisa, imaginamos sempre que sera aquela tragedia clichê tipo um Christiane f e no final tudo vai ficar bem. Não fica tudo bem. A nossa juventude está perdida. Realmente. Eu faço parte dessa geração. Nós temos vários tipos de pessoas, grupos sociais, gostos variados, culturas diferentes. Mas em uma coisa nós somos iguais. Nós sofremos. E isso meu amigo, não é brincadeira. Hoje em dia, não temos mais aquela amizade com as pessoas igual era 40 anos atrás, hoje em dia ta tudo muito superficial, muito mentiroso, muita encenação. O ser humano está perdendo cada vez mais a sua compaixão, a sua criatividade e a sua liberdade de se expressar. A nossa população está completamente alienada a coisas negativas e coisas que não levam a nada. Estamos perdidos. E eu, sou só mais uma, perdida. Mas em meus problemas, que eu não sei resolver.
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S. Francisco de Assis Amor a todas as criaturas tu tinhas, Santo de visão positiva e natural, Da natureza e mundo animal. Agora tu também e Santiago, Que continua a pintar o bago. S. Martinho faz meu vinho, E tu olhas por minhas vinhas. Tu criaste a devoção aos passarinhos, Eu olho para a beleza dos seus ninhos. Cantaram cânticos das harpas de Jacób, Santo bendito de piedade e dó. Pobrezinhos a Deus pedem pão, E tu viste Deus em cada irmã e irmão. S.Francisco de todo o mundo, de Asssis, Juventude irrequieta que Deus quis, És patrono da natureza e dos animais, Deixa-me ouvir o cantar dos pardais…
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Oct 7, 2014
Oct 7, 2014 at 3:22 PM UTC
S.Francisco de Assis
Celebro o medo através da poesia O medo, não do mundo para o qual fugi, Mas do inevitável retorno àquele que deixei para trás. Celebro a despedida a Lisboa, Menina e moça dos meus olhos, De juventude esvaída. Outrora casa e ser e essência Perdeu a cidade a capacidade de amar E de acolher amantes na sua calçada gasta E assim, perdi eu a capacidade de a sentir um lar. Desprendo-me, feroz, do seu abraço Choro só a beleza de não lá ser mais E aprendo (ou tento) amar outras fachadas. Tudo o que em si importava - o calor dos gestos, a poesia - Morreu em mim. Fiz do meu berço uma cidade vazia.
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Aug 26, 2017
Aug 26, 2017 at 1:59 PM UTC
26/08/2017
Forçado a um habito falho Esfaqueando a face que eu sou Encimentando um mundo que mal começou Estrangulando todos os meus pensamentos Oh, mergulhe no meu coração E acenda a alma da minha substancia E se apresente como meu purgatorio Enquanto eu me balanço nessa rede de discórdia Sobre essa mar de ruinas Me afaste dessas fraquezas Me ilumine com seus pesadelos E acabe com minha juventude Com seus sonhos doentios
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Sep 20, 2015
Sep 20, 2015 at 12:26 PM UTC
Escravo por seu amor
A minha descendência A tua juventude que tiveste, A minha força já veio de ti, O teu olhar que em mim ficou, Amor do pai e daquilo que sou. As videiras tuas e de meus avós, Vinhos de todos nós, Oliveiras pacificas e queridas, Uvas maduras apetecidas. Paisagem que mata tua saudade, A morte e a vida se beijam. O Deus infinito nos precedeu, Amor eterno do vinho que ainda é teu. Victor Marques
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Oct 31, 2012
Oct 31, 2012 at 12:16 PM UTC
A MINHA DESCENDÊNCIA
Miki Féher Olho para o céu do Deus Infinito, Sorriso do menino com amor. Povo magiar e vermelha dor, Povos sem raça e com a mesma cor. Miki Féher este foi o teu grito… Sucumbiste for força dum apito, Deixaste o mundo sofredor. Tua juventude terna e grata, Sem ouro nem prata. Nosso Deus não maltrata, Empolgaste multidões, Para sempre em nossos corações… O nosso Deus te dá sossego no paraíso, Pois para se tornar a viver, morrer é preciso! O Benfica canta teu sublime fado, Pois o destino estava traçado. Cordiais Cumprimentos Victor Marques 28 de Janeiro 2004
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Sep 3, 2013
Sep 3, 2013 at 8:06 AM UTC
Miki Féher
O vento sopra por entre as folhas que vão caindo lentamente, o chão vai ficando como uma esteira dourada, a pouco e pouco as árvores vão-se desnudando, deixando a descoberto, todo aquele tecido que as envolve num mistério tal. Envelhecer! Sim é um pouco isso, deixar de parte as máscaras que nos encobriam desde a juventude, e tornar público, aquilo que realmente somos, deixar ver as rugas de um tempo ido e recordado, deixar transparecer a pura essência que realmente somos. Apreciamos num quadro as fissuras da tela, marcas de um tempo que teima em passar. Se assim é, porque é que não aceitamos o nosso envelhecimento, como fissuras em tela antiga? Talvez porque é aqui, que pela primeira vez somos realmente nós, sem sombra de dúvida, talvez porque, simplesmente o receamos. Talvez tenhamos receio de olhar de frente o espelho da vida e ver que não voltamos mais a ser crianças.
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Jan 11, 2014
Jan 11, 2014 at 6:27 PM UTC
idade
Nas palavras da mulher que viveu em 1910 Os "anos 80" eram 1880 E suas reclamações da nova Rússia eram tão atuais quanto as nossas Em meio a semi ditadura e intolerância política e religiosa Eu, que quase achei que estávamos progredindo e crescendo Esqueci que esse é o maior defeito dos seres humanos, o esquecimento Esquecer que isso tudo já aconteceu E vai acontecer de novo e de novo Mesmo eu, assim, maldizendo. Talvez uma ou outra coisa melhore Como disse um conhecido certa vez Mesmo que o mundo se afogue No consumismo, e exploda de vez Em puro esquecimento Afinal, você não pensa? Sim, sobre isso mesmo Sobre o sentido de tudo isso Em meio a minha juventude nunca entendi a complexidade desse pensamento Hoje, perdida entre sentimentos, compreendo Não é sobre o sentido da vida Mas sim de tudo do mundo Afinal o ser humano gosta de se ver como uma dádiva, uma criação Mas não pára para pensar na simples ocasião De ser fruto de um erro de equação
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Apr 26, 2019
Apr 26, 2019 at 7:06 PM UTC
Ouroboros
O unico risco é que você pode ficar louco go insane não temos tempo a perder a juventude irá passar e com ela se vai nossa aventura então, se continuar assim o unico risco é que você pode ficar louco e ser um jovem louco para sempre não ligando pra rótulos apenas numa felicidade constante going insane.
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Jan 28, 2015
Jan 28, 2015 at 9:21 PM UTC
Go insane
Meia-noite, lá fora, sob um céu púrpura, o mocho pia à lua cheia. No castelo, uma porta de pinho, cujo verniz pereceu ao avançar das eras, range como quem chora por uma juventude consumida, e uma voz cavernosa diz:
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Jul 21, 2014
Jul 21, 2014 at 2:34 PM UTC
o castelo
lembro que um dia acordei e de repente gostava de coisa antiga e eu: usava os anéis da minha mãe que eram da minha avó gostava mais de usar batom com cheiro de velho tinha apreço por histórias passadas de amor recatado adorava o fusca do vô. e passou um tempo, me esqueci desse meu gosto indo de cabeça na juventude adolescente incorporando meu olhar a moda daquele tempo. até que o tempo passou e mais uma vez me apaixonei pela velhice; usava vestidos floridos e bem cortados, assistia filmes antigos e suspirava viver numa época em que vanguardas nasciam e a arte, política e comportamentos revolucionários construiam caminhos que hoje apenas nos inspiramos. por um tempo quis fingir que o digital não existia pintando em telas, escrevendo em papéis, datilografando e fotografando em rolo; tudo pra construir uma cegueira sobre as atualizações constantes ao redor. é engraçado ver o tempo passar e imaginar minhas tentativas de cópia do passado que nunca vivi e tanto desejei. esquecendo que o agora é onde devo estar e que aquele tal passado fabuloso era difícil e mais solitário, árduo e penoso. o ontem já é passado e uma hora atrás também, é só olhar no relógio do celular.
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Jul 30, 2019
Jul 30, 2019 at 7:54 PM UTC
analógica