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"jeito" poems
Olhar a água do ribeiro, Encostado ao sobreiro. Paisagens feitas de qualquer jeito, Douro e Tua sem leito. Muros com primor e mestria, Encantos teus que nos vicia, Olivais que lindos sois assim, Quimera do meu jardim. Papoilas avermelhadas, cepas mal tratadas. Figueiras com figos, Douro e amigos. Não existe outro amor, Douro te adorna com labor, Os cavalos e rebanhos, Rabelos dos teus enganos. Victor Marques
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Apr 27, 2010
Apr 27, 2010 at 4:36 PM UTC
Douro meu...meu pecado
E por hoje dizer-te não é banal Estive atento e discretamente olhei o teu doce olhar, Passei noites ao luar, descrevendo as estrelas de bonitas, Mas bonitas mesmo são tuas pétalas, flor de esplendor! Tua sensibilidade e visão de mulher, a mim das nas vistas! A certeza no destino, é como lotaria no caminho, Onde te encontrei, no meio de tantas eu te vi sozinho! Há muito tempo mesmo, que teimou em não passar, Suspirei, me cansei, tirei todas, para agora te inflamar! Sinto perto o carinho, da pessoa, minha amiga e mulher, Te chamei e falei ao coração, para te agarrar e poder amar, És tu hoje, em quem eu pego e petisco, com qualquer colher, Porque muito ou pouco que nela couber, te saboreio ao petiscar! És refeição completa para mim, como sangue vivo, ao coração, Tuas doses tão prudentes de afecto, é outro nível neste patamar, Orgulho de te cuidar, porque de mim, cuidas tu, como a terra do seu mar! Se eu hoje respiro vida, ao querer cada hora do dia, desde o levantar, Devo-te muito a ti e as palavras que escrevo não são hoje fantasias, Porque cuidas de mim, como terra do seu vazo, da planta, de encantar, Encanta meu sorriso, pelo teu cuidar, nas coisas que fazes e me dizias! Não é falso nem é mentira, acredito na realidade que tu me trazes, Não finjo, não mudo, não acredito que precises tu princesa, de mudar! Olhei-te do chão, mirei-te, e tu com teu jeito doce, levantas-te meu olhar, E eu confie-te nos braços tudo, na hora me deitar, pelo que tu me fazes! A falta de carinho não a sinto hoje, porque a não tenho, A ti te darei respeito, pela dama e senhora que te achei, Encontro-te a ti a cada dia, no meu leito, e no meu cardanho! Porque ele é gíria de tudo aquilo que tenho e em ti encontrei! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.09.09.02.20
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Sep 9, 2013
Sep 9, 2013 at 8:24 AM UTC
E por hoje dizer-te não é banal
E por hoje dizer-te não é banal Estive atento e discretamente olhei o teu doce olhar, Passei noites ao luar, descrevendo as estrelas de bonitas, Mas bonitas mesmo são tuas pétalas, flor de esplendor! Tua sensibilidade e visão de mulher, a mim das nas vistas! A certeza no destino, é como lotaria no caminho, Onde te encontrei, no meio de tantas eu te vi sozinho! Há muito tempo mesmo, que teimou em não passar, Suspirei, me cansei, tirei todas, para agora te inflamar! Sinto perto o carinho, da pessoa, minha amiga e mulher, Te chamei e falei ao coração, para te agarrar e poder amar, És tu hoje, em quem eu pego e petisco, com qualquer colher, Porque muito ou pouco que nela couber, te saboreio ao petiscar! És refeição completa para mim, como sangue vivo, ao coração, Tuas doses tão prudentes de afecto, é outro nível neste patamar, Orgulho de te cuidar, porque de mim, cuidas tu, como a terra do seu mar! Se eu hoje respiro vida, ao querer cada hora do dia, desde o levantar, Devo-te muito a ti e as palavras que escrevo não são hoje fantasias, Porque cuidas de mim, como terra do seu vazo, da planta, de encantar, Encanta meu sorriso, pelo teu cuidar, nas coisas que fazes e me dizias! Não é falso nem é mentira, acredito na realidade que tu me trazes, Não finjo, não mudo, não acredito que precises tu princesa, de mudar! Olhei-te do chão, mirei-te, e tu com teu jeito doce, levantas-te meu olhar, E eu confie-te nos braços tudo, na hora me deitar, pelo que tu me fazes! A falta de carinho não a sinto hoje, porque a não tenho, A ti te darei respeito, pela dama e senhora que te achei, Encontro-te a ti a cada dia, no meu leito, e no meu cardanho! Porque ele é gíria de tudo aquilo que tenho e em ti encontrei! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.09.09.02.20
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De quem é a imagem que vejo no espelho? Não é a mesma que me observo sem vê-la Não possui a fonte existencial que lança os arredores para o interior A única diferença entre mim e o que me permeia É o corpo que carrego a todo instante, e dele os diálogos mentais que me definem como uma existência, pois as vozes que me surgem só eu posso ouvi-las e interpretá-las Mas, talvez, a consciência seja simplesmente um canalizador e não uma fonte, pois as informações vêm de todos os lugares e ao mesmo tempo de um lugar só (ego). De quem é a imagem que vejo quando olho para outra pessoa? Não é a mesma imagem que essa outra existência se vê Essa imagem que vejo faz parte de mim, sou eu, ou talvez o outro que vive em mim, que independe de uma consciência própria que não a minha. Mas como eu me vejo? Me vejo como acredito que os outros me vêem? Eu sou o fruto das experiências passadas Eu sou inconstante. Totalmente renascido e irreconhecível a cada experiência Mas isso é meu ego, o vidro mais frágil O medo da solidão, O medo da rejeição, O ódio que é o medo de amar O medo de amar que é o ódio por si mesmo O **** é a carta coringa do desespero O prazer de calar a dor Mas o **** também dói, pois é a entrega de seu íntimo para outrem (você se diferencia) nós somos incapazes de amar o que é diferente, o **** fere o ego, pois o auge do prazer se dá com algo que nossa consciência insiste em odiar, odiamos os outros, odiamos a nós mesmos Mas é tudo ilusão Ódio e medo, novamente, caminhando lado a lado Mas é tudo ilusão "O que está em cima está em baixo, não há diferença" O que me define como singular? Minhas roupas, meu cabelo, meu rosto, minha casa meu carro, minha família, minha história Fora isso quem sou? Onde encontra-se a singularidade da voz que só minha mente escuta? (Minhas ideias surgem de outras ideias que não são minhas Eu sou o vazio) Encontra-se no vazio, onde todos são iguais Onde uma coisa não se diferencia da outra Onde só nos resta amar, sem dor A realidade é simplesmente aquilo em que acredito Nada mais, nada menos Pois o que os olhos não vêem o coração não sente Melhor dizendo: O que a mente não sente os olhos não vêem! Depois de todo o devaneio Me lembro... Uma mulher, cujo a forma de sorrir, a forma de morder os lábios, o jeito com que ela me olha com o canto do olho é totalmente singular, única Mas não depende do ego, e nem de experiência é algo inato, belo, não consigo odiar mesmo sendo diferente Amor? sim Mas algo diferente também a vejo e amo como irmã, como mãe, como amante, como amiga Amo sua existência como um todo e não sei explicar Ela escolheu não ficar comigo, mas sempre vem a mim Eu ainda continuo a ama-la, sem dor, nem sofrimento Outra vez saio de uma discussão comigo mesmo sem respostas!
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Aug 25, 2014
Aug 25, 2014 at 12:35 PM UTC
Existência
De quem é a imagem que vejo no espelho? Não é a mesma que me observo sem vê-la Não possui a fonte existencial que lança os arredores para o interior A única diferença entre mim e o que me permeia É o corpo que carrego a todo instante, e dele os diálogos mentais que me definem como uma existência, pois as vozes que me surgem só eu posso ouvi-las e interpretá-las Mas, talvez, a consciência seja simplesmente um canalizador e não uma fonte, pois as informações vêm de todos os lugares e ao mesmo tempo de um lugar só (ego). De quem é a imagem que vejo quando olho para outra pessoa? Não é a mesma imagem que essa outra existência se vê Essa imagem que vejo faz parte de mim, sou eu, ou talvez o outro que vive em mim, que independe de uma consciência própria que não a minha. Mas como eu me vejo? Me vejo como acredito que os outros me vêem? Eu sou o fruto das experiências passadas Eu sou inconstante. Totalmente renascido e irreconhecível a cada experiência Mas isso é meu ego, o vidro mais frágil O medo da solidão, O medo da rejeição, O ódio que é o medo de amar O medo de amar que é o ódio por si mesmo O **** é a carta coringa do desespero O prazer de calar a dor Mas o **** também dói, pois é a entrega de seu íntimo para outrem (você se diferencia) nós somos incapazes de amar o que é diferente, o **** fere o ego, pois o auge do prazer se dá com algo que nossa consciência insiste em odiar, odiamos os outros, odiamos a nós mesmos Mas é tudo ilusão Ódio e medo, novamente, caminhando lado a lado Mas é tudo ilusão "O que está em cima está em baixo, não há diferença" O que me define como singular? Minhas roupas, meu cabelo, meu rosto, minha casa meu carro, minha família, minha história Fora isso quem sou? Onde encontra-se a singularidade da voz que só minha mente escuta? (Minhas ideias surgem de outras ideias que não são minhas Eu sou o vazio) Encontra-se no vazio, onde todos são iguais Onde uma coisa não se diferencia da outra Onde só nos resta amar, sem dor A realidade é simplesmente aquilo em que acredito Nada mais, nada menos Pois o que os olhos não vêem o coração não sente Melhor dizendo: O que a mente não sente os olhos não vêem! Depois de todo o devaneio Me lembro... Uma mulher, cujo a forma de sorrir, a forma de morder os lábios, o jeito com que ela me olha com o canto do olho é totalmente singular, única Mas não depende do ego, e nem de experiência é algo inato, belo, não consigo odiar mesmo sendo diferente Amor? sim Mas algo diferente também a vejo e amo como irmã, como mãe, como amante, como amiga Amo sua existência como um todo e não sei explicar Ela escolheu não ficar comigo, mas sempre vem a mim Eu ainda continuo a ama-la, sem dor, nem sofrimento Outra vez saio de uma discussão comigo mesmo sem respostas!
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O beijo Um beijo doce, molhado, Dado na noite do sentimento. Odor sem neblina e vento, Fustigam meu pensamento, Beijo sem apelo nem agravo! Beijo com o cheiro das rosas, Toca nos seios das musas, Trilhos de caminhadas confusas, Beijo polar em terras lusas. Beijo pedido a preceito, Peito meu juntou teu peito, Sensações de um amor eleito, Beijo dado de qualquer jeito. Beijo incompleto na farsa da vida, Sentir-te mulher experiente, Dar um beijo já ausente, Beijo de uma saudade vivida. Victor Marques
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Dec 4, 2012
Dec 4, 2012 at 7:44 AM UTC
Beijo...
De que cor sopra hoje o teu vento e que sol o faz voar, Quais os caprichos do teu tempo que desdenham ao luar, Qual a cor das tuas pétalas que ao rubro quero provar, Um sabor e uma lembrança pra sempre eu vou recordar! Foi no brilho dos teus olhos e na tristeza do teu olhar, Foi as formas da tua face que me acolheram o despertar, Tantas outras tantas de voltas eu te quero a ti reencontrar, Provar de novo os teus beijos doces e me poder deliciar! Ouro fino cor de cetim para te cobrir e levar ao pé do mar, Jogar na areia todas as lembranças e poder ali te abraçar, Dar um aperto louco, quente e mouco no silêncio a te amar, Viver de novos todas as caricias dadas e poder fervilhar! Como eu voou de novo nos meus sonhos a te ver voar, Como me entrego na loucura que se apoderou como colar, Me dá voltas nas voltas mas me segura não vai estrangular, É preciso apenas acreditar que nada foi em vão e vai voltar! As saudades frescas a vontade mais forte de te vir a poder amar, Sejam esses os caminhos de dois seres que acreditaram nesse amar, Uma febre fresca, um alívio doce, um jeito sem força, apenas te amar! Autor: António Benigno Pelos caminhos do tempo pelas vontades do vento apenas gestos e palavras certas!
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:02 AM UTC
Se hoje o céu é cinzento
suas palavras me dão espasmos o jeito que você canta feito um gatinho miando seus olhos me cercando por todos os lados sua voz suave me cortando me roubando o oxigênio atingindo-me no meio do peito feito uma lança que me atravessa e me faz sangrar e só parar ate conseguir ouvir de novo sua voz de abandono tão doce tão suave que me faz querer vomitar que contrai todos os poros do meu corpo e por um segundo para todos os meus órgãos e me seca e sufoca e aperta e queima feito ácido por dentro e seu corpo tão suave e tão belo e tão angelical tão ingênuo e me faz querer te usar te corromper é como garras rasgando minha pele como álcool no meu sangue que arrepia cada pelo do meu corpo e me faz te querer mais e mais toda manhã em que eu acordo sem seu sorriso de quem pede carinho e pede amor mas eu não posso te dar amor por que você é diferente você é especial você está tão distante de correr esse risco, mas eu te quero, eu te quero.
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Apr 21, 2014
Apr 21, 2014 at 12:19 AM UTC
I want you
Cordas soltas de uma língua, sedenta de sabor de saliva, Cordas das amarraras verdes, do barco que eu navego, Os serões de cordas amordaçando, uma vida decisiva, Perderam-se entre os ramos do futuro, que eu pego! Vejo-te pegar nas cordas da minha vida, que me orientam, Não és fútil ao pensar que elas não funcionem como marioneta, Dás-me alento, e o teu toque equilibrado, meus ideais afinam, O teu jeito de combinar os gestos, não são de uma paixoneta! O calor do carinho que me dás, é transpiração de amor na cama, O amor dos teus dias, são raios de vida, que regeneram meus desafios, Uma palavra tua, um carinho teu, é como água que sacia minha fama, O teu olhar atento, sob meus anseios, são como metais halogéneos! És a corrosão para os ferrugentos jumentos, instalados em galhardia, Cuidas-me do meu ser como do teu, e de minha vida, dando-lhe liberdade! Contigo a transpiração do meu caminho, não me assusta nem me é fantasia, É real, tu és bela e tornaste-me magnificamente de bem, com a verdade! Sentir-te respirar confortavelmente, é o meu maior objectivo, Verificar cuidadosamente cada poro teu e senti-lhe o cheiro a vida, Conduzir os meus sonhos no teu carro da felicidade, é agressivo, Metas são fins, nosso destino é conduzido por longa vida dividida! E assim, revelo ao mundo, o teu nome, maravilhoso ser de mulher fatal, O teu constante conforto, com que deliro, é agora muito e meu afinal! Patrícia os meus sonhos e os teus, são agora o meu diário mundial! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.08.03.02.14
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:04 AM UTC
As cordas estão em sintonia
Cordas soltas de uma língua, sedenta de sabor de saliva, Cordas das amarraras verdes, do barco que eu navego, Os serões de cordas amordaçando, uma vida decisiva, Perderam-se entre os ramos do futuro, que eu pego! Vejo-te pegar nas cordas da minha vida, que me orientam, Não és fútil ao pensar que elas não funcionem como marioneta, Dás-me alento, e o teu toque equilibrado, meus ideais afinam, O teu jeito de combinar os gestos, não são de uma paixoneta! O calor do carinho que me dás, é transpiração de amor na cama, O amor dos teus dias, são raios de vida, que regeneram meus desafios, Uma palavra tua, um carinho teu, é como água que sacia minha fama, O teu olhar atento, sob meus anseios, são como metais halogéneos! És a corrosão para os ferrugentos jumentos, instalados em galhardia, Cuidas-me do meu ser como do teu, e de minha vida, dando-lhe liberdade! Contigo a transpiração do meu caminho, não me assusta nem me é fantasia, É real, tu és bela e tornaste-me magnificamente de bem, com a verdade! Sentir-te respirar confortavelmente, é o meu maior objectivo, Verificar cuidadosamente cada poro teu e senti-lhe o cheiro a vida, Conduzir os meus sonhos no teu carro da felicidade, é agressivo, Metas são fins, nosso destino é conduzido por longa vida dividida! E assim, revelo ao mundo, o teu nome, maravilhoso ser de mulher fatal, O teu constante conforto, com que deliro, é agora muito e meu afinal! Patrícia os meus sonhos e os teus, são agora o meu diário mundial! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.08.03.02.14
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Sou medrosa Sempre tive um vasto medo de te perder Com minha simples prosa relembro bons momentos que passei com você Das noites em que passávamos acordados vendo filmes e tomando sorvete, Manhãs em que acordavamos cedo para ver desenhos animados, Quando ia para sua cama no meio da noite pois estava com medo Até quando me dava ovadas no meu aniversário, Me diverti contigo. Na medida em que crescemos, Mudamos o nosso jeito de ser, Tomamos rumos diferentes, Você começou a me deixar em último plano, Mas o pior de tudo, Se afastou, Afastou-se de um jeito inexplicável, De um jeito doloroso Pessoas me perguntam até hoje "Onde está seu irmão? Vocês costumavam ir a todo lugar juntos..." E eu, olho para os meus pés e relembro como éras "Está em casa" respondo, quando naverdade, não sei onde está Digo isso para não revelar o fato de que não me quer mais em seu mundo, Para não mostrar aos outros que você não me aceita mais. Estúpidas mudanças! Por causa delas, você se tornou assim comigo: Amargo, como o gosto da tristeza em minha boca, Um desconhecido E o pior de tudo, Se tornou a pessoa que prometeras nunca se tornar, E o meu pior pesadelo acabou acontecendo na vida real: Te perdi.
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Sep 23, 2013
Sep 23, 2013 at 2:17 PM UTC
Desconhecido que conheço a anos
Olhei o exterior, a descoberto, no costume dos dias, Olhar de lince, penetrou perante os espetros ocultos, Tudo aquilo que se via, imaginava real, o que fazias, E porque o era, nada mudava afinal nesses vultos! Sem medos, nem costumes delirantes, tudo era normal, As sombras não se escondiam nas penumbras do dia, Nem o sol deixou de brilhar no pleno dia que eu vivia, Acordar de criança, desejoso de o ser, como água termal! Perdeu-se o tempo, constrangido com riscos e desafios, Falava-se de tudo e para todos, sem nosso silêncio crismal, Aquelas vestes de antigamente, tribunal, hoje é ponto final! E a realização dos sonhos são isso, desafios lógicos e sentimentos, Delira o corpo, com o satisfazer da mente, coisas duradouras e belas, Se cresce desejo, se sonho quando te vejo e aprecio teus encantos, Solto-me no ar, voando e planando, pelas nossas vestes, paralelas! E longe te aperto aqui, mundo que conheci, seguro no bolso, Seu fecho de saco impermeável e por demais, mais durável, Aquece-me o presente, com sonhos para futuro, sustentável, E, teus sonhos, meus, minha, vida tua é sem troca ou reembolso! Autor: António Benigno Código de Autor: 2013.10.02.02.26
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Oct 2, 2013
Oct 2, 2013 at 6:53 AM UTC
Que tão bonito jeito de olhar
Talvez se escrever o sono venha Cansada do excesso de cansaço Nas alturas menos certas Creio que há 2 horas que devia estar a dormir Se pudesse Mas embora o cansaço esteja presente Nos meus músculos, olhos Não chegou ainda à base. Talvez o meu cérebro seja notivago. Chego a estas conclusões na exaustão da noite Quando, por desespero, pego num lápis E desacredito-me ainda mais. Mas passo a explicar: Durante todo o dia sinto-me dormente Ah, para quê falinhas mansas? Sinto-me burra, sem conseguir pensar Mas na chegada da noite Com o silêncio e a escuridão que se sentem na noite Tudo se liga e se ilumina E o meu cérebro trabalha e penso, penso, penso E mais certezas tenho de que sou burra Não que tenha pensamentos burros, não! Mas por que raio tê-los agora e De forma tão agressiva e exaustiva Sem chegar a ser agressiva e exaustiva o suficiente Para escrever alguma coisa de jeito Ou para me fazer cair para o lado Suficiente apenas para uma mais noite em branco Talvez nunca tenha acordado.
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Mar 2, 2017
Mar 2, 2017 at 1:28 PM UTC
insónias
O oceano almeja pelo brilho do luar, o qual a estrela mais linda e brilhante a presenteia, as plantas necessitam da incandescente luz do sol, e os humanos se aquecem, com o fogo que os incendeia. A bela menina do vestido preto, corre por entre as ruas atrás de seu príncipe perfeito, e o gentil homem de coração aberto, derrama lágrimas por seu amor verdadeiro não estar perto. Não quero que o mundo tenha pena de mim, pois sei que eles não me entendem, e quando tudo for feito para ter um fim, daremos um jeito de mudar tudo. E da mesma maneira que todos almejam algo, eu preciso de você, do seu beijo, do seu abraço, de encanto e principalmente de seu coração. Vinícius Rozante
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Aug 12, 2013
Aug 12, 2013 at 8:31 PM UTC
Você
Sinto saudades… Do seu cheiro, dos seus beijos, Dos seus cabelos. De te assistir chegando quando estou te esperando Da forma que fico, sem graça, tímido, quase uma criança Na sua presença. Saudades… Do seu toque, da sua pele, do seu gosto Dos seus abraços, de te abraçar. De te segurar até dormir Da sua beleza, inefável Do jeito que voce me faz rir Colocar a palma da sua mão contra a minha, Das suas unhas roídas… Passo vontades, doídas, mas que vontades boas!
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Dec 21, 2021
Dec 21, 2021 at 3:32 PM UTC
Dela
Perdi o jeito de escrever, Ao olhar profundamente nos seus olhos. Descobri que nada era mais necessário, Que não necessitava de nenhum dom, Só de você. As palavras já não saem do meu punho, Nada mais sai, Não penso mais nas palavras lindas que escrevi, Todas motivadas por ter perdido você. Mas olhando profundamente, eu acabei perdendo a mim. A minha essência profunda e confusa. Perdendo você, perdi a mim. E também perdi os poemas, O amor e toda a dor que estava aqui. Só restou o torpor, e corações pra partir.
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Dec 24, 2012
Dec 24, 2012 at 9:20 AM UTC
Untitled
Sabe, eu tenho medo de dizer que sinto falta de você A ultima vez que nós vimos, queria muito te abraçar E esses sentimentos pouco a pouco se empoeiram aqui dentro Mas como poderia negar todas essas borboletas que sinto quando vejo você E espero que eu não esteja muito longe na sua lista de espera Porque, sabe, eu gosto de você, realmente gosto de você Venho sonhando com você e algumas cores que não existem E apenas consigo pensar Eu gosto de você, verdadeiramente gosto de você E espero que você goste de mim Você me ajudou por tudo que passei O jeito que você sorri me deixa tão bem Ou quando o calor da sua mão me faz sentir tão seguro Então, como eu poderia negar seus lábios no meu? E sabe eu gosto de você, gosto mesmo de você
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Jan 19, 2016
Jan 19, 2016 at 1:52 PM UTC
Untitled
Me perdi por inteiro, Seu olhar certeiro, Me ensinou a amar! Você veio com jeito, Me balançou devagar... Eu deveria saber, Que tu é veneno, Ao encontrar se te aperto, Podes me matar... O que eu faço moça?! Se num instante te amo, E no outro passo a te odiar?
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Apr 6, 2016
Apr 6, 2016 at 4:49 PM UTC
Amor banal
Vou transcrever o quanto gosto de você Nestas linhas de agonias tênues e de amores degradê Mesmo que seja complicado Gosto muito de você Nem que seja do meu jeito E isso espero que você consiga perceber
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Dec 17, 2015
Dec 17, 2015 at 5:36 PM UTC
Untitled
Um pouquinho mais romântico que antes Não mando mensagens de Bom Dia como antes Hoje prefiro estar no teu portão Com flores na mão como antes Camisete suada respiração ofegante “Corri ate aqui” Mas são seis da manha, tu dizes. “Melhor hora pra colocar um sorriso na tua cara e começar o nosso dia”. Teu sorriso é a melhor mensagem de bom dia Não tiro os olhos de ti Talvez esteja tirando fotografias Ou talvez tentando descobrir o que te torna mais especial que as outras “Deve ser o jeito que o teu nariz fica quando sorris” “Ou se calhar é o meu sentimento por ti” ...
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Feb 11, 2018
Feb 11, 2018 at 2:33 AM UTC
Melhor por ti
seu cabelo sempre cheiroso 
seu jeito tão charmoso 

 carinhosa e corajosa

 ela ama o oceano 
e sonha com golfinhos 
 os beijos dela são suaves 
e cheios de carinho 

 mulher forte e linda 
no meu coração sempre bem-vinda 

quero te ver bem de saúde ser sua filha me enche de gratitude 

 cada detalhe seu tão delicado como 
uma estrela do mar 

hoje eu quero te agradar e prometo para sempre te amar. - gio, 10.12.2018
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Mar 22, 2020
Mar 22, 2020 at 4:01 PM UTC
estrela do mar
toda vez que ela levanta, ela cai. tais cansada? vive perguntando pra si mesma. pois a vida responde mais grossa que atendente mau humorado. não adianta chorar menininha, ninguém vai sentir pena dessas lágrimas que não aquietam. basta! cozinhe umas batatas, amasse-as e faça um purê. mas veja, amassa bem forte. com toda força que puderes. dizem - mas só dizem mesmo - que quanto mais forte mais dor e menos sofrimento. ficar pelos cantos da parede cantando não vai te levar nem pra frente nem pra trás. lamento informar meu anjo, é que não existe mesmo jeito. negócio é fingir que não vê. tuas mãos tão bem amarradas. sentes? dói, né? é pra doer mesmo. vais chorar de novo? uma pena. a garota tinha talento até, pena que não pode ficar pro café com biscoitos.
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Oct 25, 2017
Oct 25, 2017 at 4:55 PM UTC
decidi usar outra caneta pra ver se minhas palavras deslizam mais fácil
decidi abandonar o hábito de me privar. me privar das coisas que dizem com os olhos que não sou capaz. que não sei. mas preciso começar de algum jeito pra daí saber. então eu cansei de sentir vergonha, vesti meu segundo par de óculos e tratei de começar a escrever. de qualquer jeito, sem compromisso, só pra tirar o peso que possui um aspecto cimentado, nada leve. e fui alto. bem alto. ainda sozinha mas fui alto. comigo mesma. e antes eu só pintava com os dedos. decidi então comprar pincéis. depois parei. agora desenho com caneta e papel. e se for pra comparar, eu não sei desenhar. mas sei pintar linhas. e essas linhas me parecem lindas. e eu gosto delas. e foi assim que eu comecei a fazer meus pedaços de arte. eles são feios, mas também são lindos.
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Jan 19, 2018
Jan 19, 2018 at 8:29 PM UTC
uma vez tive vergonha
você nunca me levou pra soltar pipa aliás uma vez levou eu e o teu filho da outra mulher mas eu fiquei só olhando sentada no canto, era coisa de pai e filho você disse e você deu 500 reais pra minha mãe me abortar e ela fez questão de me contar gloriosamente que comprou um enxoval ao invés de me matar e eu gritei de sopetão que preferia ter sido abortada do que ter que ouvir isso e logo em seguida um tapa na fuça mas esse não era o ponto o ponto é que eu não queria me sentir culpada por existir mas não foi você que me colocou naquele carro com aqueles homens e nem na casa do vizinho ou naquele banheiro sujo da rodoviária interestadual nem mesmo na festinha de formatura da oitava série bêbada sentada na cadeira com os dedos dos meninos entre minhas pernas foi eu quem me coloquei nesses lugares todos e nao sabia bem o que eu procurava e hoje só hoje vejo que era o seu rosto que eu nao lembrava mais direito de jeito nenhum e tentava incansavelmente desenhar a todo custo na cara dos homens maus
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Apr 16, 2022
Apr 16, 2022 at 7:15 PM UTC
Pipa
ando sentada sozinha agora e racionalizando as emoções tentando organizar como faço com a parte sólida da vida ao redor e teimosa do jeito que sou não assumo a verdade doentia do controle total de se estar dominante na operação então pra fluir tem que ser como? oras, livre, é óbvio sentimentos e emoções não tem coleira não são domesticáveis e só vem quando querem pra sentir pura e vividamente ou pra falar a respeito, usar o termo na sua mais pura integridade artística, moral ou seja lá qual for é preciso deixar correr livre como pensar que o peito é um campo ou um matagal alto ou uma praia extensa e existe uma coisa que tem corpo pra pernar à toa sem julgar e sem medir e é assim que se usa essa coisa do sentir que é se deixar levar quando tirar a peça que do raciocinio não tem lógica é tudo emvãova~voa~voa~voa~voavõavãoa~voa~vão
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Jun 17, 2021
Jun 17, 2021 at 9:16 AM UTC
deixar solto
mudei recentemente pra esse lugar novo ainda não me adaptei não sei agir de acordo sigo sendo eu, mas parece um eu novo teve um dia em que não respeitei o horário de silêncio dava pra ver a lua refletindo meu anseio então abri as janelas (do meu peito) e gritei esse eu novo eu não cabia mais em mim tive que explodir então gritei, buscando um jeito de expandir e descobri, afinal de contas o que tinha de tão novo: era a voz. mudei recentemente pra um lugar silencioso onde as explosões se escondem atrás de olhos encharcados e corpos domados mas esse eu novo eu explode aos quatro ventos mesmo que de um jeito manso (ainda assusta escapar do próprio corpo) sorri, ali com a janela aberta mesmo ouvindo aquilo ecoar sinti, sem dificuldade que esse eu o novo eu nunca mais vai se calar ​
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Jun 18, 2018
Jun 18, 2018 at 8:14 PM UTC
mudança.
não entendi o que disseram sobre eu ser um homem frio se meu corpo hoje congela é porque não é vazio eu costumo gritar de um jeito silencioso e até gentil mas não me conhecem, não falam a minha língua a melancolia passa despercebida e de repente minha existência é vil imagina se parassem um minuto apenas ouvissem o eco da minha voz gritante, gritante, gritante. pareço frio pois queimo em segredo de dentro para fora e assim só assim mando minha angústia embora ouviu? gritei brilhou nos meus olhos toda a emoção do meu ser e eu sei que isso faz parte do meu viver eu não preciso de aprovação mas interpretação não entendi o que disseram sobre eu ser um homem frio se quando abro o coração queimo qualquer vazio
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Jun 18, 2018
Jun 18, 2018 at 1:43 PM UTC
gritos.
é como morder maçãs algumas as vezes fazem cócegas ao passar pela língua de um jeito bom outras morde e cospe fora. talvez a vida viva sempre segurando um cobertor com cheiro de infância e por causa disso é tão difícil lavar o que tá sujo lembrar do poliéster e algodão pode parecer ingênuo mas acho que tudo já é projetado pra parecer que foram nossas escolhas
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Dec 5, 2017
Dec 5, 2017 at 8:55 PM UTC
às vezes tudo