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"irei" poems
"Preciso de ti! Não partas e não deixe-me partir; Me enterre aqui ao teu lado, senta comigo e vê as horas a passar; O céu se encontra entre o azul e o mar, ambos claros, a fadar; Preciso hoje mesmo a cor dos teus lábios encontrar, pois meus lábios incolores, precisam do toque dos seus para se pintar e num beijo cor de rosa arrepiarem-se. Preciso hoje mesmo a luz dos teus olhos, pois meus olhos apagados e congelados precisam brilhar, e num só encontro de nossos olhos, num feixe enorme entrelaçarem-se. Preciso hoje mesmo das tuas mãos para aconchegar-me, meu corpo, alma e coração sem vida precisar do seu calor para reanimarem-se, e num fogo a mil bons tons entregarem-se. Ah amor, seu toque almejo e entre mil desejos só quero amar-te; Nenhuma riqueza paga a felicidade do meu coração ao apaixonar-se. Deus posso viver na pobreza, sem nenhuma grandeza se puder amar-te! E a vida lentamente, ao seu lado ardente, irei trilhar-me. Pois cada parte minha e cada parte sua, nunca estarão completas, se não juntarem-se."
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Oct 5, 2012
Oct 5, 2012 at 10:40 PM UTC
Pela Luz dos Olhos Teus (Quase uma homenagem sincera)
Sabe, sei que fui contemplado com algo horrível, também sei que talvez tudo isso foi culpa minha, quando você é um idiota por muito tempo sempre acha alguém esperto demais para te amar, mas mesmo assim ela vai te amar, e tudo isso vai acabar de uma maneira podre e dolorosa, e eu irei acabar em um bar qualquer em uma rua qualquer dando risada sobre uma piada ou qualquer outra coisa estupida. E nesse momento enquanto dou um gole na cerveja e sinto sua fria espuma tocando meu lábio eu sou sugado para fora do presente, e lá em um campo verde vejo uma fileira imensa de lapides e distantes de todas as outras, no topo de uma montanha vejo uma arvore aparentemente morta, mas mesmo naquele estado tenebroso ainda me rende uma sensação de segurança, e ao chegar lá que percebo: a brisa ainda está fresca, as palmeiras ainda verdes e eu ainda estou aqui. Eu ainda estou aqui.
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Dec 2, 2015
Dec 2, 2015 at 5:44 PM UTC
Eu ainda estou aqui
Quando me levanto olho com curiosidade, para um dia novo que me acolhe sem vaidade, Ramos soltos que batem no vidro, Por saudade eu morro, por saudade eu vivo. Sentido de um viver abençoado, Joio de um amor bem amado, Açucenas e papoilas que lindas são! Vivendo porque sim, porque não? Se gratidão fosse ser, Histórias que todos compreenderiam sem as ler, Vivendo e sentindo um Deus em cada passo, Regaço que se transforma em abraço. Por sentir e ter alma generosa no viver, Na esperança da ressurreição irei morrer, E se um dia alguém de mim se lembrar, Olhai para a vida, como para as ondas do mar.. Victor Marques
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Apr 13, 2016
Apr 13, 2016 at 12:49 PM UTC
Sentido de um viver ...
Feliz és tu, vento que teu cheiro pode sentir atravessar o seu manto sem medo de se apaixonar; Feliz és tu, vento que pode a observar admirar o seu encanto sem medo de se apaixonar; Feliz és tu, vento que pode teu movimento sentir apreciar o teu beijo sem medo de se apaixonar; Feliz és tu, vento que sua voz pode ouvir aprender o teu assovio sem medo de se apaixonar; Feliz és tu, vento que tudo pode experimentar se deixar levar pelo seu gosto sem medo de se apaixonar; Mas no final, sou eu quem sou feliz por ter alguém para me apaixonar por ser humano e saber que para sempre, sempre irei amar.
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Sep 17, 2015
Sep 17, 2015 at 6:58 PM UTC
Sentimentos ao Vento
Vivo na eterna incerteza das coisas boas. Tal como a dor, a felicidade passa e os anos também. Vão ficando cada vez mais memórias e mais pessoas para trás. Vamos cada vez tendo mais passado do que futuro. A nossa hora chegará. Às vezes sento-me sozinha, penso e vejo os anos passar por mim... Já estou cansada e ainda só passaram 14 daqueles todos que irei viver...
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Mar 31, 2014
Mar 31, 2014 at 2:10 PM UTC
14 anos
Vivo na eterna incerteza das coisas boas. Tal como a dor, a felicidade passa e os anos também. Vão ficando cada vez mais memórias e mais pessoas para trás. Vamos cada vez tendo mais passado do que futuro. A nossa hora chegará. Às vezes sento-me sozinha, penso e vejo os anos passar por mim... Já estou cansada e ainda só passaram 14 daqueles todos que irei viver...
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Jul 1, 2014
Jul 1, 2014 at 10:50 PM UTC
14 anos
Do pouco da minha miséria, trago esta túnica que irei estender a teus pés. Tudo recomeça e eu deixar-te-ei. Leva-me para a cama ama-me embriaga-me. Amanhã não serei mais eu.
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Apr 4, 2014
Apr 4, 2014 at 6:28 AM UTC
uma noite
Borboleta do céu, da terra, do mar, Nasceste para haver luar. Determinada com asas para voar, Borboleta linda e doce no olhar. Pareces presdestinada no teu viver, Me engrandeces e a vida fazes compreender, Meu espírito se alegra e tudo quer amar, Borboleta colorida nas profundas mudanças, És portadora do bem e de poisar nas flores nunca te cansas. Oh borboletinha amada e querida, Sem perceber entraste na minha vida. Possa eu ser sempre ser vivo ressuscitado, E pelo teu amor ficar imortalizado, Num horizonte alaranjado eu irei um dia sepultar, Com borboletas coloridas sempre a voar. Victor Marques
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May 24, 2022
May 24, 2022 at 12:25 AM UTC
Doce Borboleta
Percorro milhas para te ver Perco-me por entre As densas árvores Da floresta Volto a encontrar-me Pérfidas amazonas Atacam No limiar da floresta De novo a sensação De estar vivo Deambulo pelo rio De asfalto Rumo à pirâmide Irei só Para terminar A minha viagem.
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Apr 3, 2014
Apr 3, 2014 at 6:53 AM UTC
viagem
Se não me quiseres; Não tem problema. Diga apenas, não; Me dê a tua mão; E diga; Pra eu não ficar triste. Não digas; Que irei encontrar alguém melhor. Não vire as costas para mim; E não digas, jamais; Que confundi as coisas. Me diga; Apenas, um ''oi''. Mas nunca; Se afaste de mim.
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Sep 7, 2017
Sep 7, 2017 at 4:44 AM UTC
Não tenhas nojo
Peço desculpa pelos meus extremos. Tenho tanta urgência em mim, Tanto desespero, Sei lá eu de quê. Às vezes sinto-me sufocada dentro de mim mesma, às vezes tenho duas mãos à volta do pescoço e nem penso em me debater para as retirar. Sempre fui um pouco masoquista, sempre consegui encontrar na dor uma forma de a admirar. São sensações que aparecem subitamente, sinto o meu corpo a entrar numa agressiva combustão que me arde em todo o lado e, logo depois, se esvanece num grito calado. E de repente,   Fico demasiado pequena Para aguentar o calor da minha própria erupção. E esta alma inquieta luta,   Protesta, Escraviza-me, Nem sequer me escuta, Só arranha as paredes dentro de mim À procura duma fenda por onde se escapar. Mas porque me quer ela abandonar?!    Eu sei, e quero deixá-la ir! Para a roda da fortuna que a veio seduzir, para o penhasco de onde ela se quer mandar. Sem sequer se questionar se terá uma rede por baixo que a vá amparar. Sempre fui assim, muita emoção e pouca razão. Impulsiva, selvagem, bruta, desmedida, em todos os assuntos que se relacionam com o coração. “C(ALMA)”…grito-lhe de volta. E afinal, ela ouve, Mas não quer saber. Às vezes dou por mim a chorar Sem me aperceber de como comecei E sem qualquer noção De como irei parar. Às vezes sinto a sua dor,   E choro com ela,   Enquanto ela me implora por uma última dança   Contigo. Enquanto eu lhe imploro Algo muito semelhante. Algo que se assemelhe a um porto de abrigo. MAS CALMA NA ALMA! Dobra os extremos Junta-os num ponto não tão distante. E assim, bailemos, Sem fazer do amor um bailado agoniante. Pois só no meio termo é que se dança bem quando pretendes dançar com uma acompanhante.
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Mar 7, 2022
Mar 7, 2022 at 4:51 PM UTC
Dança Contemporânea
Peço desculpa pelos meus extremos. Tenho tanta urgência em mim, Tanto desespero, Sei lá eu de quê. Às vezes sinto-me sufocada dentro de mim mesma, às vezes tenho duas mãos à volta do pescoço e nem penso em me debater para as retirar. Sempre fui um pouco masoquista, sempre consegui encontrar na dor uma forma de a admirar. São sensações que aparecem subitamente, sinto o meu corpo a entrar numa agressiva combustão que me arde em todo o lado e, logo depois, se esvanece num grito calado. E de repente,   Fico demasiado pequena Para aguentar o calor da minha própria erupção. E esta alma inquieta luta,   Protesta, Escraviza-me, Nem sequer me escuta, Só arranha as paredes dentro de mim À procura duma fenda por onde se escapar. Mas porque me quer ela abandonar?!    Eu sei, e quero deixá-la ir! Para a roda da fortuna que a veio seduzir, para o penhasco de onde ela se quer mandar. Sem sequer se questionar se terá uma rede por baixo que a vá amparar. Sempre fui assim, muita emoção e pouca razão. Impulsiva, selvagem, bruta, desmedida, em todos os assuntos que se relacionam com o coração. “C(ALMA)”…grito-lhe de volta. E afinal, ela ouve, Mas não quer saber. Às vezes dou por mim a chorar Sem me aperceber de como comecei E sem qualquer noção De como irei parar. Às vezes sinto a sua dor,   E choro com ela,   Enquanto ela me implora por uma última dança   Contigo. Enquanto eu lhe imploro Algo muito semelhante. Algo que se assemelhe a um porto de abrigo. MAS CALMA NA ALMA! Dobra os extremos Junta-os num ponto não tão distante. E assim, bailemos, Sem fazer do amor um bailado agoniante. Pois só no meio termo é que se dança bem quando pretendes dançar com uma acompanhante.
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como quando tigres enfeitam a maçaneta dos ventos e cobrem o fio de náilon sobre a camada espessa da terra. logo eu que pairo sobre as montanhas cobertas de neve de açúcar chego cansada pelos montes de veludo e sopro todo ar que um dia foi de alguém. escuto os sons que meu pai grita da garganta seca e consumida pela vida falha dos danos em nó. sigo firme no *** que um dia foi de minha vó que morreu nos braços de deus enquanto vomitava em uma bacia de metal em formato de baço. eis que um dia pensei: sou feliz e não sabia que era. um dia quando tudo se cair pela metade na esquerda irei confusa dormir sob os véus dos espíritos que pairam na terra secreta e silenciosamente dominam a mente de pastores homens. há de um dia ser tudo amor e mais vívido como quando quadros pintam a si mesmos na calada do dia em pleno raio de sol das três e quinze da tarde enquanto tomam café gelado sem leite. minha mãe um dia travou em pé e encarou a guarda de um poderoso pai e padeci de medo mas superei a realidade que o mundo um dia me trouxe. quisera eu dominar a xícara de licor sob os pés de caixas simbolizantes e soprar uma lágrima pelos ombros que um dia foram meus e de mais ninguém. haja fé suficiente na vida dos que ainda não foram e procuram por paz no meio do caminho tortuoso de outra dimensão. um dia uma nuvem vai cair do céu e parar sentada no meu colo; e quando a tesoura que usarei pra corta-la sair da gaveta, gritarei quatro vezes: esse mundo não é teu.
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Jul 23, 2019
Jul 23, 2019 at 11:02 PM UTC
caibro
como quando tigres enfeitam a maçaneta dos ventos e cobrem o fio de náilon sobre a camada espessa da terra. logo eu que pairo sobre as montanhas cobertas de neve de açúcar chego cansada pelos montes de veludo e sopro todo ar que um dia foi de alguém. escuto os sons que meu pai grita da garganta seca e consumida pela vida falha dos danos em nó. sigo firme no *** que um dia foi de minha vó que morreu nos braços de deus enquanto vomitava em uma bacia de metal em formato de baço. eis que um dia pensei: sou feliz e não sabia que era. um dia quando tudo se cair pela metade na esquerda irei confusa dormir sob os véus dos espíritos que pairam na terra secreta e silenciosamente dominam a mente de pastores homens. há de um dia ser tudo amor e mais vívido como quando quadros pintam a si mesmos na calada do dia em pleno raio de sol das três e quinze da tarde enquanto tomam café gelado sem leite. minha mãe um dia travou em pé e encarou a guarda de um poderoso pai e padeci de medo mas superei a realidade que o mundo um dia me trouxe. quisera eu dominar a xícara de licor sob os pés de caixas simbolizantes e soprar uma lágrima pelos ombros que um dia foram meus e de mais ninguém. haja fé suficiente na vida dos que ainda não foram e procuram por paz no meio do caminho tortuoso de outra dimensão. um dia uma nuvem vai cair do céu e parar sentada no meu colo; e quando a tesoura que usarei pra corta-la sair da gaveta, gritarei quatro vezes: esse mundo não é teu.
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Histórias Não sei ainda como pretendo escrever, nem sei se há alguma forma de dizer nada. A cabeça, pelo menos a minha, não pensa, não age como pretendia. Porquê? -Talvez porque esta minha escrita seja apenas para mim. Dito isto, explico. Como posso pensar, sentir, refletir ou agir em descrever se o resultado são risos e graça que se acha na minha análise sobre as coisas. Os meus sentidos podem estar fracos e eu ser enganado permanentemente sobre as minhas análises. Nem sempre ouço discórdia ou oposição. Não pretendo que mundo pare nem as mentes do homem. Apenas me aborrece ver as minhas ideias bizarras e desinteressantes servirem de trampolim há intelectualidade alheia. Não é um mundo este em que as ideias rápidas e prematuras possam servir para consolidar direções. As raízes são fortes e as mente também já foram mais brilhantes. Muito do que parece engraçado e fácil hoje pode ser destrutivo. O ciclo pandémico do conhecido vírus de 2019, mostrou fragilidades e uma enganosa mudança que faleceu à nascença. A mente teve e sofreu um clique real. A fragilidade. Tudo está muito mais confuso agora há medida que seguimos esta direção. Mas muitas mentes se agruparam em função de uma estirpe próxima. Parece que o interesse é salvar uma determinada espécie. Hoje é mais fácil combater qualquer inimigo. O capitalismo manda muito mais. Esconde-se o dinheiro, até onde? Esconde-se a solução, até quando? O que não interessa é haver uma sociedade sólida de princípios. Quer mesmo o ser humano descobrir o que deveria estar perdido, desafiar a divindade como nunca. Nesta derradeira e desafiante cruzada eu não serei um mero expectador, não irei temer nada, e viverei isto como um conflito de presença de sentir a vida como ela deve ser sentida. Nenhuma outra desgraça espero passar por defender o certo e seguir os princípios da doutrina, que uns profanam e negam por mera conveniência. Autor: António Benigno Código de autor: 2020081022300801
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Aug 10, 2020
Aug 10, 2020 at 6:48 PM UTC
Histórias
Histórias Não sei ainda como pretendo escrever, nem sei se há alguma forma de dizer nada. A cabeça, pelo menos a minha, não pensa, não age como pretendia. Porquê? -Talvez porque esta minha escrita seja apenas para mim. Dito isto, explico. Como posso pensar, sentir, refletir ou agir em descrever se o resultado são risos e graça que se acha na minha análise sobre as coisas. Os meus sentidos podem estar fracos e eu ser enganado permanentemente sobre as minhas análises. Nem sempre ouço discórdia ou oposição. Não pretendo que mundo pare nem as mentes do homem. Apenas me aborrece ver as minhas ideias bizarras e desinteressantes servirem de trampolim há intelectualidade alheia. Não é um mundo este em que as ideias rápidas e prematuras possam servir para consolidar direções. As raízes são fortes e as mente também já foram mais brilhantes. Muito do que parece engraçado e fácil hoje pode ser destrutivo. O ciclo pandémico do conhecido vírus de 2019, mostrou fragilidades e uma enganosa mudança que faleceu à nascença. A mente teve e sofreu um clique real. A fragilidade. Tudo está muito mais confuso agora há medida que seguimos esta direção. Mas muitas mentes se agruparam em função de uma estirpe próxima. Parece que o interesse é salvar uma determinada espécie. Hoje é mais fácil combater qualquer inimigo. O capitalismo manda muito mais. Esconde-se o dinheiro, até onde? Esconde-se a solução, até quando? O que não interessa é haver uma sociedade sólida de princípios. Quer mesmo o ser humano descobrir o que deveria estar perdido, desafiar a divindade como nunca. Nesta derradeira e desafiante cruzada eu não serei um mero expectador, não irei temer nada, e viverei isto como um conflito de presença de sentir a vida como ela deve ser sentida. Nenhuma outra desgraça espero passar por defender o certo e seguir os princípios da doutrina, que uns profanam e negam por mera conveniência. Autor: António Benigno Código de autor: 2020081022300801
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