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"gostaria" poems
Ontem foi seu aniversário Infelizmente, foi um dia agitado No entanto, fui ao jardim Do meu coração nesta linda manhã Onde colhi uma rosa invisível que poderia trazer: Felicidade, alegria, bom humor e uma primavera antecipada. Raspei minha barba e bigode para alegrar o seu dia De todo o coração, desejo-lhe um feliz aniversário Oh! Eu gostaria de encantar você até o anoitecer Quando o arco-íris não estiver mais no outono Em direção a outro horizonte, para outra estação Por favor, aceite esta rosa, este poema, esta canção. P.S.: Este poema é dedicado ao meu bom amigo. Copyright © Agosto de 2025 Hébert Logerie, Todos os direitos reservados. Hébert Logerie é autor de várias coletâneas de poesia.
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Aug 11, 2025
Aug 11, 2025 at 12:26 AM UTC
Uma Rosa Invisível Para O Seu Aniversário
Nunca achei que seria tão fácil me vendar Mas olhando para trás Havia tantas coisas que não gostaria de ver E talvez graças a essa cegueira, lembrar não me faz sofrer Apenas buscar um abraço e tentar esquecer Ver o mundo desaparecer Talvez viver de promessas e sonhos foi o que nós fez perder E todo esses pedregulhos viraram aterros Para os próximos sonhos Que podem se tornar verdadeiros E não apenas uma moldura sem fotografia Que decora a mobília de um cômodo sem a pintura do apego E deixar o tempo passar seja o melhor que tenho a fazer Ele revigora e maquia cicatrizes que nem podemos ver Por isso talvez, mesmo sem historias para contar Acho que deveria me entregar Para que ele me leve ao lugar mais distante de ti Sempre achei que um pouco de nós faria bem O que dizer? nunca fui muito bom em escolher Mas talvez se nós reencontrarmos em alguns anos quais quer Podemos perceber que o jogo nunca terminou Apenas virou, e agora estamos em times diferentes Sempre se esbarrando e se machucando Mas nunca se cumprimentando Talvez devesse ter visto de longe Ou não ter me iludido tanto E saber que fomos Destinados a fingir Viver de falsas proximidades e carícias geladas E nunca de ternura nos abraços ou paixão nos beijos Destinados a fingir Uma paixão idiota Que mais parecia um cigarro Que logo se transforma em fumaça E no vento para o mundo se esvai
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Nov 5, 2015
Nov 5, 2015 at 7:48 PM UTC
Tempo de fingir
Ele não gosta de sorrir, mesmo quando está ligeiramente divertido. Ah como eu gostaria de lhe arrancar um sorriso e fazê-lo sentir como se de facto pertencesse a este lugar.
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Apr 7, 2014
Apr 7, 2014 at 9:24 AM UTC
VIII
penso sobre mim o tempo todo que acho que é doença esse fascínio. muito embora saiba que deveria me amar antes de todo mundo, devo admitir que passo horas contemplando minhas criações vestindo apenas um óculos transparente desprovida de roupa íntima. gosto de pensar que preencher todos os espaços vai me trazer paz e de alguma forma que não poderia explicar, a sensação que tanto procuro sentir mas nunca consegui alcançar. é como se eu fosse uma conta matemática que tive dificuldade de entender na quarta série [e ainda não entendo]: gostaria de saber como resolvê-la só não sei como. acho brega todos os meus sentimentos íntimos que envolvem apenas o eu. mas ao mesmo tempo os aprecio, os amo, os idolatro, os venero! veja bem, escrevo todas essas palavras pra quem? pra mim mesma! pra alimentar a fome que tenho de mim, da minha própria vontade de possessão. é um absurdo pensar agora em deixar pra trás tudo isso e deletar as emoções e as vontades e o calor que minha pele sente pela minha pele. nunca duvidei do meu amor por mim mesma. esse que falei a pouco que é grande demais e não cabe aqui. preciso preencher tudo. esse quadrado branco todo sobre mim. sobre o quanto eu sou apaixonada por mim. quanto eu pagaria pela minha estátua? se um dia descobrir que existe uma outra eu: me apaixonaria por ela também? me questiono e procuro letras que juntam palavras simpáticas pra me fazer sentir melhor sobre isso, apesar de saber que independente do que mostre ou não, nada vai mudar. um dia eu estava transando na frente do espelho e só conseguia olhar pra mim. transando comigo mesma, sentindo arrepios na pele completamente apaixonada pelo reflexo nu com os seios em movimento e a boca ofegante. gozei porque era eu ali no espelho.
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Jan 17, 2018
Jan 17, 2018 at 7:15 PM UTC
mania essa de escrever sem pensar num ponto
penso sobre mim o tempo todo que acho que é doença esse fascínio. muito embora saiba que deveria me amar antes de todo mundo, devo admitir que passo horas contemplando minhas criações vestindo apenas um óculos transparente desprovida de roupa íntima. gosto de pensar que preencher todos os espaços vai me trazer paz e de alguma forma que não poderia explicar, a sensação que tanto procuro sentir mas nunca consegui alcançar. é como se eu fosse uma conta matemática que tive dificuldade de entender na quarta série [e ainda não entendo]: gostaria de saber como resolvê-la só não sei como. acho brega todos os meus sentimentos íntimos que envolvem apenas o eu. mas ao mesmo tempo os aprecio, os amo, os idolatro, os venero! veja bem, escrevo todas essas palavras pra quem? pra mim mesma! pra alimentar a fome que tenho de mim, da minha própria vontade de possessão. é um absurdo pensar agora em deixar pra trás tudo isso e deletar as emoções e as vontades e o calor que minha pele sente pela minha pele. nunca duvidei do meu amor por mim mesma. esse que falei a pouco que é grande demais e não cabe aqui. preciso preencher tudo. esse quadrado branco todo sobre mim. sobre o quanto eu sou apaixonada por mim. quanto eu pagaria pela minha estátua? se um dia descobrir que existe uma outra eu: me apaixonaria por ela também? me questiono e procuro letras que juntam palavras simpáticas pra me fazer sentir melhor sobre isso, apesar de saber que independente do que mostre ou não, nada vai mudar. um dia eu estava transando na frente do espelho e só conseguia olhar pra mim. transando comigo mesma, sentindo arrepios na pele completamente apaixonada pelo reflexo nu com os seios em movimento e a boca ofegante. gozei porque era eu ali no espelho.
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lave bem teus cabelos e encha uma caneca com um excelente pó de café ou em grãos. selecione um bom hidratante e conheça cada centímetro de pele do teu corpo. acenda um cigarro, dê um trago e depois jogue-o fora, se assim preferir. tire uma foto de algo ou alguém que amas muito. depois emoldure e pendure numa parede bonita. talvez em tons de ciano ou magenta. olhe bem pro céu. se for chuva calce uma bota, se for sol ande descalço. ou vice-versa. pense no que gostaria de almoçar hoje. prepare uma refeição com as próprias mãos que supere suas expectativas. talvez alho e pimenta. ou quem sabe só um pouco de sal. tente sorrir agora e se não conseguir tudo bem. faça outra tentativa mais tarde. respire devagarinho. pense em todas as nuvens do mundo. diga que se ama apesar de tudo.
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Oct 26, 2017
Oct 26, 2017 at 11:54 PM UTC
cuide de si
Picturing ourselves on the ground Nowhere we can be be found Oh, nothing can save us now Como poderíamos salvar esse amor? Sem dizer nada que poderia nos machucar Nós desejamos saber o que estava acontecendo na mente um do outro Sem nos bater em nossas próprias palavras Picturing ourselves on the ground Nowhere we can be found Oh, nothing can save us now Eu sempre pensei nas memórias que passamos Com a nossa felicidade, construa como uma tenda Mas você nunca pensou que estava chegando ao fim Eu gostaria de ter recuperado essas palavras Isso te machuca mais Como poderíamos salvar este amor? Sem dizer nada que poderia nos machucar Picturing ourselves on the ground Nowhere we can be found Oh, nothing can save us now
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Nov 8, 2018
Nov 8, 2018 at 3:58 PM UTC
hurting me, hurting you (Portuguese Vers.)
As vezes percebo que eu não sei nada do que tá acontecendo na minha vida, sempre que parece estar tudo bem, quando vou a fundo, vira caos... fico me perguntando se um dia isso se normaliza. Creio eu que não, que a cada tempo que passa as coisas vão se tornando mais difíceis e assim a vida segue. Mas qual o momento que podemos nos permitir ser fracos, digo fracos porque a sociedade assim a entende, mas quero dizer na verdade, nos permitir sentir, qual o momento? Estou aqui me julgando por um ato que fiz e não gostaria que os outros fizessem comigo, mas todo mundo erra né, e aprende com seus erros. **** happens all the time and of course we can predict some things, but some times the ego grows up in our head and takes the lead, that’s bad, but it happens and we have to accept that. So you have to embrace this guilty and turns into power to don’t do this again, and one more time, learn from your mistakes. That’s all folks
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Nov 23, 2018
Nov 23, 2018 at 6:51 PM UTC
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