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"frio" poems
Na neblina abafada Dentre as árvores, dentre algas Sentir a água Ouvir os cantos Cintilante Suas mãos quentes tocaram meu tornozelo Seu coração frio tocou o meu Oh, Deus, Se realmente estou apaixonado Me faça não querer deixa-la Os corações que já quebrei, não se comparam ao dela Deixe-me ficar Se realmente estou apaixonado, me diga se ela corresponde Seu canto entrou em meus ouvidos Uma sintonia aveludada, salgada, com uma pitada de perigo O som dos pingos de água se rebatendo Venha comigo, vamos viver juntos Seja minha esposa. Presa por algemas de areia Se rebatia enquanto suas mãos puxavam as minhas Delicada. Uma beleza agoniante Oh, Deus, O que será de mim? Um vida fria terei caso não ficar com ela. Me trazendo para a água Sussurrando feitiços e me deixando cego pelo amor Meu corpo logo estará submerso Estou indo Ofegante Coração frio, mãos quentes, beleza agoniante Vendo a escuridão Cego por um amor planejado Um coração antes sujo, fora iludido por olhos vibrantes e pele cintilante O coração quente fora apagado, sentindo amor. Oh, Deus, diga-me, terminarei sendo enganado?
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Apr 28, 2015
Apr 28, 2015 at 6:55 PM UTC
Sailor vs Mermaid
Que grande a geração, a de Camões, Saia de Belém, num pranto oral... Dizia adeus a grandes multidões! Olhava o horizonte pequeno Portugal Traçado o rumo do futuro, Passado o mar forte e indeciso, Pegava no leme, firme e duro, Sem dor, frio ou bramido. As ninfas, rodeavam o leme, O Sol, queimava a proa do navio, O capitão nada teme Naquele mar, escuro e bravio... Victor Marques e Atavio Nelson Chegamos a outros pontos, Do globo esférico, sem saber! Que hoje são contos, Que ainda temos de ler. Desde Ourique, Calado e Cala trava Com turbantes brancos reluzentes Os portugueses lutaram com palavra Com alegria mostravam seus dentes. Correram os desertos, tão estéreis Na defesa de um Santo Universal Pela cruz combateram infiéis Dentro e fora de Portugal. Oh.Isabel que suaves eram tuas flores! Que rosas encarnadas pueris Que as músicas sejam cantadas para seus amores Prendes-te por milagre o teu Diniz. OH Coimbra.que tiranas do fadário Oh Sé velha, cheia de segredos Que encantos lá havia do Hilário Ainda hoje escritos nos penedos... Santa Clara, no alto...que te vê clarissa Jovem, esbelta coimbrã! Foste, cedo freira e noviça. Salva-me deste fado, minha irmã! Olá Marquez, és do Pombal Traidor, usurpador, ladrão. NO ódio foste genial. E TUDO, tudo metia no gibão. Malandro, enganas-te o teu Rei Iludiste-o, meu falso...e mandas-te O Távora, inocente para o cadafalso Maldito sejas! Isso não foi Portugal...mas foi No norte, que uma mulher Forte, com seios apertados E espada no dentes bem cerrados Em serpente e com sua gente Em zip filas genial Firme.destinada Deu a vida mas Acabou com o Cabral Sim ali, no monte Naquele lugar Maria da Fonte Só com gente destemida, como eu ! Tal como o Lusitano no Gerez Esta pátria com um plebeu Concebeu o Tavares com um grande PORTUGUÊS Victor Marques
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Dec 10, 2009
Dec 10, 2009 at 10:27 PM UTC
Portugal....
Que grande a geração, a de Camões, Saia de Belém, num pranto oral... Dizia adeus a grandes multidões! Olhava o horizonte pequeno Portugal Traçado o rumo do futuro, Passado o mar forte e indeciso, Pegava no leme, firme e duro, Sem dor, frio ou bramido. As ninfas, rodeavam o leme, O Sol, queimava a proa do navio, O capitão nada teme Naquele mar, escuro e bravio... Victor Marques e Atavio Nelson Chegamos a outros pontos, Do globo esférico, sem saber! Que hoje são contos, Que ainda temos de ler. Desde Ourique, Calado e Cala trava Com turbantes brancos reluzentes Os portugueses lutaram com palavra Com alegria mostravam seus dentes. Correram os desertos, tão estéreis Na defesa de um Santo Universal Pela cruz combateram infiéis Dentro e fora de Portugal. Oh.Isabel que suaves eram tuas flores! Que rosas encarnadas pueris Que as músicas sejam cantadas para seus amores Prendes-te por milagre o teu Diniz. OH Coimbra.que tiranas do fadário Oh Sé velha, cheia de segredos Que encantos lá havia do Hilário Ainda hoje escritos nos penedos... Santa Clara, no alto...que te vê clarissa Jovem, esbelta coimbrã! Foste, cedo freira e noviça. Salva-me deste fado, minha irmã! Olá Marquez, és do Pombal Traidor, usurpador, ladrão. NO ódio foste genial. E TUDO, tudo metia no gibão. Malandro, enganas-te o teu Rei Iludiste-o, meu falso...e mandas-te O Távora, inocente para o cadafalso Maldito sejas! Isso não foi Portugal...mas foi No norte, que uma mulher Forte, com seios apertados E espada no dentes bem cerrados Em serpente e com sua gente Em zip filas genial Firme.destinada Deu a vida mas Acabou com o Cabral Sim ali, no monte Naquele lugar Maria da Fonte Só com gente destemida, como eu ! Tal como o Lusitano no Gerez Esta pátria com um plebeu Concebeu o Tavares com um grande PORTUGUÊS Victor Marques
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Consisting of grown, persisting as shown and unknown. Insisting entities, rivalries and sworn enemies! Deformed, forewarned, formed, informed, mourned, performed, reformed and scorned. Dates of great storms! Family tree of hate, horns and thorns. My family tree of gore, horror, more, poor and sore. Perhaps of mishaps galore. Briefly sit back! I’ll roughly take you back… Heck! Back to a time of attack, blacks, slacks and whacks. My family tree of practical, tactical, methodical Aztec. Some beckon and reckon in seconds. A family tree of crime, grime and rhyme. A nation of communication, dedication, dissemination, motivation and procrastination. The splendor of sin of my corruptive, disruptive kin. They rely more on the color of one’s skin. My family tree of abuse and misuse that misuses and seduces! Family tree of warfare and welfare legalities, moralities and family-prodigies. Picture this scriptural twist! Some assist on a kiss. I insist some are idealities in social technicalities. Alcoholics, diabetics, ****** exotic, fantastic, Catholics, eccentric, horrific and poetic. I persist… some gnomes, some roam, some in poems, some with no homes. My family tree of adventuresome, awesome, handsome and troublesome. My family tree of beautiful and bountiful! Some are a handful some handicap some locally and vocally-rap. Some slap, gift-wrap and yap! Some are snuggly, pretty, witty or ugly. In my family tree, some crippled, some with pimples, some with freckles and some that heckle. Some belittle and little, some wrinkled and old. Some are bold and pray to the lord! Some are Frio, meaning cold we were told. Some I say, are poor with no Amor. Some are here no more, in my family tree of Amor.
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Mar 29, 2012
Mar 29, 2012 at 9:37 PM UTC
POEM ENTITLED: “MY FAMILY TREE OF AMOR”
Consisting of grown, persisting as shown and unknown. Insisting entities, rivalries and sworn enemies! Deformed, forewarned, formed, informed, mourned, performed, reformed and scorned. Dates of great storms! Family tree of hate, horns and thorns. My family tree of gore, horror, more, poor and sore. Perhaps of mishaps galore. Briefly sit back! I’ll roughly take you back… Heck! Back to a time of attack, blacks, slacks and whacks. My family tree of practical, tactical, methodical Aztec. Some beckon and reckon in seconds. A family tree of crime, grime and rhyme. A nation of communication, dedication, dissemination, motivation and procrastination. The splendor of sin of my corruptive, disruptive kin. They rely more on the color of one’s skin. My family tree of abuse and misuse that misuses and seduces! Family tree of warfare and welfare legalities, moralities and family-prodigies. Picture this scriptural twist! Some assist on a kiss. I insist some are idealities in social technicalities. Alcoholics, diabetics, ****** exotic, fantastic, Catholics, eccentric, horrific and poetic. I persist… some gnomes, some roam, some in poems, some with no homes. My family tree of adventuresome, awesome, handsome and troublesome. My family tree of beautiful and bountiful! Some are a handful some handicap some locally and vocally-rap. Some slap, gift-wrap and yap! Some are snuggly, pretty, witty or ugly. In my family tree, some crippled, some with pimples, some with freckles and some that heckle. Some belittle and little, some wrinkled and old. Some are bold and pray to the lord! Some are Frio, meaning cold we were told. Some I say, are poor with no Amor. Some are here no more, in my family tree of Amor.
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Hace frio. Llueve. Me gusta Cuando llueve. El agua Baila En las casa. Yo Miro. Escucho A el agua; Yo estoy Feliz. Hoy es Sábado. Y llueve, Siempre. Pero, Yo corro. Yo corro y yo corro Cuando llueve. Llevo Los pantalones cortes Además llueve En sábado. Yo descanso. Yo estoy cansada. “Yo no trabajo más,” yo hablo. Pero yo aprendo, Yo trabajo, siempre. Pero, yo estoy feliz Cuando yo trabajo Porque, me gusta sábado Y llueve, siempre, Y yo bailo con el agua. Canta, el agua. Canta a me. En sábado frio, Nosotros cantamos, El agua y me. Sábado es bueno. Sábado es simpático. Me gusta sábado Cuando el agua y yo Cantamos y bailamos. Pero no me gusta lunes, Martes, miércoles, Jueves, viernes. Porque yo estoy en la casa, No en la escuela. Mi madre, no, mi madrastra Es mala y seria. “No les gustas,” ella habla. “Tú eres débil y pobre. No les gustas,” Ella habla otra vez y otra vez. Pero, en sábado, Yo corro. Porque yo no trabajo Para mi madrastra En la casa mala. Yo corro, cuando Miro una la chica. No ella baila en el agua. No ella canta en el agua. ¿Por qué? Ella mira me. Ella habla, “Hi. My name is Basil.” Yo hablo, “No hablo inglés.” Ella habla, “Ok. Me llamo Basil.” Basil. Un nombre bonito. Basil habla, “¿Cómo te llamas?” Yo hablo, “Catrin.” “Mucho gusto, Catrin” Basil habla. “Igualmente, Basil” Yo hablo, Pero no nosotros paseamos. “¿Estas tu nuevo aquí?” Basil habla. “No,” Yo hablo. “¿Estoy yo tu amiga?” “No.” Ella habla, “¿Por qué?” “El agua es mi amigo uno,” y yo corro. Yo estoy en la casa. No me gusta la casa. No mi madrastra está aquí. Pero, el gato está aquí. Me gusta el gato. Nombre del gato es Licorice. Nosotros descansamos. Yo leo mi libro inglés. Yo práctico mi inglés. “Hello,” yo hablo, “es Hola.” El gato habla, “¡Miau!” Licorice gusta comer. “Paseas con me,” Yo hablo. Él come. Yo miro. Yo miro y yo dibujo. Yo dibujo Licorice. “¿Miau?” Licorice habla. “Está bien, Licorice.” Pero no está bien. Adiós sábado noches. Hoy es domingo y mañana. Mi madrastra no está aquí. Mi madrastra no está aquí sábado noches. Que es bueno. Hoy, yo corro, otra vez. Yo miro la chica otra vez. Basil pasea a me. “¡Tú estás ilegal!” Basil habla. “¿Qué?” yo hablo. Yo miro. “¿Por qué?” yo hablo. Yo estoy triste. Pero el agua baila y canta. Mi casa es en Dallas Texas, Pero yo soy de Chihuahua, México. ¿Soy yo libre? Sí y no Yo soy libre en México. Sí, en Dallas, Yo soy ilegal. Pero cuando yo canto y bailo con el agua, Yo soy Libre.
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Jan 31, 2016
Jan 31, 2016 at 9:42 PM UTC
Ilegal
Hace frio. Llueve. Me gusta Cuando llueve. El agua Baila En las casa. Yo Miro. Escucho A el agua; Yo estoy Feliz. Hoy es Sábado. Y llueve, Siempre. Pero, Yo corro. Yo corro y yo corro Cuando llueve. Llevo Los pantalones cortes Además llueve En sábado. Yo descanso. Yo estoy cansada. “Yo no trabajo más,” yo hablo. Pero yo aprendo, Yo trabajo, siempre. Pero, yo estoy feliz Cuando yo trabajo Porque, me gusta sábado Y llueve, siempre, Y yo bailo con el agua. Canta, el agua. Canta a me. En sábado frio, Nosotros cantamos, El agua y me. Sábado es bueno. Sábado es simpático. Me gusta sábado Cuando el agua y yo Cantamos y bailamos. Pero no me gusta lunes, Martes, miércoles, Jueves, viernes. Porque yo estoy en la casa, No en la escuela. Mi madre, no, mi madrastra Es mala y seria. “No les gustas,” ella habla. “Tú eres débil y pobre. No les gustas,” Ella habla otra vez y otra vez. Pero, en sábado, Yo corro. Porque yo no trabajo Para mi madrastra En la casa mala. Yo corro, cuando Miro una la chica. No ella baila en el agua. No ella canta en el agua. ¿Por qué? Ella mira me. Ella habla, “Hi. My name is Basil.” Yo hablo, “No hablo inglés.” Ella habla, “Ok. Me llamo Basil.” Basil. Un nombre bonito. Basil habla, “¿Cómo te llamas?” Yo hablo, “Catrin.” “Mucho gusto, Catrin” Basil habla. “Igualmente, Basil” Yo hablo, Pero no nosotros paseamos. “¿Estas tu nuevo aquí?” Basil habla. “No,” Yo hablo. “¿Estoy yo tu amiga?” “No.” Ella habla, “¿Por qué?” “El agua es mi amigo uno,” y yo corro. Yo estoy en la casa. No me gusta la casa. No mi madrastra está aquí. Pero, el gato está aquí. Me gusta el gato. Nombre del gato es Licorice. Nosotros descansamos. Yo leo mi libro inglés. Yo práctico mi inglés. “Hello,” yo hablo, “es Hola.” El gato habla, “¡Miau!” Licorice gusta comer. “Paseas con me,” Yo hablo. Él come. Yo miro. Yo miro y yo dibujo. Yo dibujo Licorice. “¿Miau?” Licorice habla. “Está bien, Licorice.” Pero no está bien. Adiós sábado noches. Hoy es domingo y mañana. Mi madrastra no está aquí. Mi madrastra no está aquí sábado noches. Que es bueno. Hoy, yo corro, otra vez. Yo miro la chica otra vez. Basil pasea a me. “¡Tú estás ilegal!” Basil habla. “¿Qué?” yo hablo. Yo miro. “¿Por qué?” yo hablo. Yo estoy triste. Pero el agua baila y canta. Mi casa es en Dallas Texas, Pero yo soy de Chihuahua, México. ¿Soy yo libre? Sí y no Yo soy libre en México. Sí, en Dallas, Yo soy ilegal. Pero cuando yo canto y bailo con el agua, Yo soy Libre.
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Os odores retorcidos da pele Perdem-se na ambiguidade Das gônadas Do meu pensamento Respiro a mim mesmo E regozijo da auto-hipnose Cuidadosamente elaborada pela metade da última década Olho-me no espelho e desejo ser Deus Estóico A observar o escorrer da tarde Mas quando o suor frio me desperta Sinto o calor que transforma percorrer minhas entranhas Eu sou homem, sou mulher Sou nada e sou o mundo. Ser Deus não tem a mínima graça.
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Oct 13, 2014
Oct 13, 2014 at 5:10 PM UTC
Syzygy
Sonhos Pairas no pensamento, no inconsciente! Estou eu a visionar as cataratas que explicam a beleza do salpicar das gotas de água… O paraíso com anjos vestidos de um rosa velho mal tratado passeia numa barca que até Já fora do diabo. A espuma desse mar celestial quase entra em tão enfadonha embarcação. Ruma em direção aos confins de lado nenhum, pois os sonhos se multiplicam e em segundos Se esvanecem. Foge o vento que em dias de tempestade é frio, bate em tudo que lhe aparece á frente. Temos sonhos dos dragões que no cabo das tormentas nos amedrontam todos os dias, nós fazem tremer de medo, chorar …transpirar junto aos lençóis de linho já raro. Que pesadelo, que sonho arrepiante! Existem sim os sonhos que também são sonhos de todos os seres humanos. O sonho de ser amado e amar na plenitude enquanto ser vivo. A dignidade humana está na perseverança de quem sonha com amor a causas nobres. Na sua vida terrena o homem sonha e obras maravilhosas nascem por amor. O meu sonho é um sonho de amor pelos outros, de dar de uma forma gratuita: um sorriso, um aperto de mão, um abraço, um conselho, uma troca positiva de olhar. O meu sonho é o sonhar com Deus amor feito de bem, um sonhar que vai sempre mais além… O meu sonho é amar a natureza sempre e respeitar suas leis… Nunca deixes de sonhar, de contemplar as estrelas, o orvalho, o sol, a lua. Estamos num tempo que temos de sonhar sempre mesmo estando acordados. Victor Marques
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Sep 24, 2013
Sep 24, 2013 at 5:19 AM UTC
Sonhos
Os campos floridos Campos esverdeados, giestas amareladas! Cumes de montes perdidos, pedras maltratadas. Árvores que exalam perfume, Fogo que arde sem lume. Campos que avisto solitário, Searas de trigo ao toque do vento, Paisagens celestes de momento, Ervas deste santuário. Um céu azul desolado, Paisagens do passado, Coisas sem sentido, Um roxo comprometido Campos que se vão embora, Primavera os namora. Verão quente, Outono doentio, Inverno intolerante e frio. Victor Marques
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Oct 26, 2010
Oct 26, 2010 at 10:01 AM UTC
Os campos floridos
Lugar cativo Onde me deito cativante E abro a gargante e choro. Nao darei mais o Tempo Nem reconciliarei menos o perdao. Somos os dias contados pelos dedos E quanto menos tenho menos quero ter. Frio com febre estou Doente dos ossos, raspando-os Ate ao po se extinguirem e absorvo-os pela narina mais próxima Directo ao cérebro que me permiti vender Indirecto ao coração que morto 'e aos poucos. Faca de dois gumes afiada na pedra E enrolada no peito cada dia mais, Milimetro a Milimetro Para que a dor seja minuciosamente Mental. Fatal. E da paisagem verdejante Onde passeio as pernas pesadas Do chumbo das balas perdidas, Com que te matei, Absorvo o bicho por entre o jardim E a natureza para mim nao 'e mais Que o conteúdo do bolo que cozinhei Para esquecê-lo. Cativo ligar Que permaneço cativa Húmido que me constipa os dentes Como a agua gelada com que tomo banho E nem assim acordo. Não sei se esta Dor caberá nas milhares de palavras que defecarei Ate este dia tardar E a minha vida por fim, acabar. Não 'e de minha dor que escrevo, 'e a tua que me percorre este sangue anémico. Consideras-te feliz que nem um porco Que na lama chafurda a couraça. E eu com esta dor de costas do peso De trazer o Mundo nos bolsos E por cada morte que deus padece Um sopro no coração me oferece. Dor, dor, dor, dor, dor, dor Qual Jesus Cristo, o redentor.
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Jul 7, 2012
Jul 7, 2012 at 9:01 PM UTC
Lugar Cativo
No meio da multidão e da sociedade corrompida. Tudo que eu vejo é você. Meus dedos se entrelaçam. No horizonte de eventos da tristeza profunda, você me resgata apenas por existir. Sinto o desespero da ansiedade sobrepor o sono dado da depressão e, como um tapa frio nas costas, arranca minha coluna e a quebra como se fosse de vidro. Tudo que eu vejo é você. Eu sinto meu estômago congelar e minha pele queimar como se fosse lepra. E todo o desespero, tristeza e agonia, não fazem parte de mim quando me lembro do seu sorriso. É um rifle apontado pro meu peito.
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Sep 5, 2012
Sep 5, 2012 at 10:25 PM UTC
Like a gun.
mediante la obscuridad , escondes el deseo , tu imagen de fria e inalcanzable , contrasta con la humedad  perceptible entre tus piernas . bajo el relieve , el pliegue erogeno , en tu ropa intima , tu piel erizada bajo mis dedos tibios y decididos .   la reaccion  aterida de tu piel erizandose , al mirar el fuego en mis ojos . el vaticinio del desden post coitum , la humedad en mi pelvis , tu aroma en torno al tornillo que sostiene mi vida , la humedad en mi pelvis , rastro de tu cabalgata en mi regazo agradecido . lo lascivo de tus ojos  sosteniendo mi mirada , recorrer con mis dedos , las inperfeciones de tu piel lo imposible de tu belleza , la certeza de tu deseo , la febril mirada el eco en mi cabeza , que repite una cantinela , la perorata del perdedor buscando certeza , el garre firme de tus manos , sosteniendo las mias el eco en mi cabeza que repite ,  LUCKY ******* , COMO UN MANTRA DE FUERZA . repitiendo ecos de torzion , lazos de deseo entre vistazos de tus ojos bellos , ecos del perdedor , para tener un recuerdo de ese momento de esa fantasia . tu ferocidad  contrasta con lo frio de tu piel , y la frialdad con que diriges tus ojos como laser . mediante la obscuridad que despliegas para esconder el deseo postumo . ahogados los clamores de tu ****** ,  vuelves al juego , donde la indiferencia y la frialdad son tu  moneda de cambio . solo que en tus ojos , llevas aun rastros del fuego que sacas de mi alma de mis entrañas de mis genitales , asi te llevas lo mejor de mi , mi semilla mi sudor y mi alma , entre tus piernas y en tus uñas un poco de mi piel , y en tu mente mi recuerdo , el eco funesto de haber amado y seguir amando a un loser ,
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Dec 15, 2014
Dec 15, 2014 at 2:43 AM UTC
PERORATA DE LOSER
mediante la obscuridad , escondes el deseo , tu imagen de fria e inalcanzable , contrasta con la humedad  perceptible entre tus piernas . bajo el relieve , el pliegue erogeno , en tu ropa intima , tu piel erizada bajo mis dedos tibios y decididos .   la reaccion  aterida de tu piel erizandose , al mirar el fuego en mis ojos . el vaticinio del desden post coitum , la humedad en mi pelvis , tu aroma en torno al tornillo que sostiene mi vida , la humedad en mi pelvis , rastro de tu cabalgata en mi regazo agradecido . lo lascivo de tus ojos  sosteniendo mi mirada , recorrer con mis dedos , las inperfeciones de tu piel lo imposible de tu belleza , la certeza de tu deseo , la febril mirada el eco en mi cabeza , que repite una cantinela , la perorata del perdedor buscando certeza , el garre firme de tus manos , sosteniendo las mias el eco en mi cabeza que repite ,  LUCKY ******* , COMO UN MANTRA DE FUERZA . repitiendo ecos de torzion , lazos de deseo entre vistazos de tus ojos bellos , ecos del perdedor , para tener un recuerdo de ese momento de esa fantasia . tu ferocidad  contrasta con lo frio de tu piel , y la frialdad con que diriges tus ojos como laser . mediante la obscuridad que despliegas para esconder el deseo postumo . ahogados los clamores de tu ****** ,  vuelves al juego , donde la indiferencia y la frialdad son tu  moneda de cambio . solo que en tus ojos , llevas aun rastros del fuego que sacas de mi alma de mis entrañas de mis genitales , asi te llevas lo mejor de mi , mi semilla mi sudor y mi alma , entre tus piernas y en tus uñas un poco de mi piel , y en tu mente mi recuerdo , el eco funesto de haber amado y seguir amando a un loser ,
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Una cancion titulada; amor frio tibio... Soplaba el viento, mire al cielo, vi tu rostro sonriendome Se acerca el tiempo, segui el camino y me perdi. Soplaba el viento, me jalo y me derreti en tu bondad Encontre camino el camino alfin Volvi a mirar al cielo Vi tu rostro sonriendome Senti una brisa fria y tibia Al misma vez, En un istante el mundo cambio Era tu calor Era tu amor Eras tu mi señor Fueron tus manos las caricias que senti Y sin persarlo en tus brazos me acoste Sus labios sobre mis mejillas Besandome con un padre a su hija Con amor, sin juzgar, Con una ternura, en al cual mi corazon no lo sostubo y mis ojos sintiron lagrimas bajar solo al sentir tu amor tan grande que su vida por mi en la cruz!!!
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Sep 9, 2013
Sep 9, 2013 at 6:36 PM UTC
Spanish melody
Estar sin ti, es como estar en la oscuridad no sabes el momento en el cual la luz volvera imaginar que nunca volveras a verla pensar que con solo un rayo, calmaras tu ansiedad En fin hace tiempo que no he buscado una razon que me haga respirar, que me haga vivir que si le tengo miedo a la soledad es una gota de agua en este mar Apostando por un sentimiento inexistente simplemente creyendo sentir algo que en papel no significa nada no necesito abrir los ojos para verte Cuando llega el tiempo de frio, me pasa te recuerdo a cada segundo, a cada instante todo se me viene a la mente, se hunde, se cae para que resistir si puedo existir La noche cae, pero siempre esta el amanecer de cualquier manera será, tendra que pasar en los sueños que llegas aparecer, eres feliz mas de la cuenta y no me entristece ver el sol salir.
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Jun 12, 2013
Jun 12, 2013 at 9:49 PM UTC
Vivir, sin respirar
tenho estado morta na vida e não sonho muito distraio-me com o querer disfarçado de quimera disfarçado de amor tenho estado e quando me canso de estar crio versos e mundos e personalidades e sentires crio-os tão avidamente que começo a crê-los reais faço-me crer tanto e tão avidamente neles que, quando dou por mim, já não sei se não serão reais mesmo não sonho e por frustração de não sonhar chamo de sonho a cada envolver ténue de sensação que quase reanima este punho ensanguentado coração dito e corro atrás de si como se pela vida como se por mim vou estando, em toda a insuficiência que é estar apenas e forço-me à queda livre das sensações pensadas o frio na barriga lembrando-me que Sou.
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May 16, 2017
May 16, 2017 at 5:03 PM UTC
tenho estado morta na vida e não sonho muito
A Tua última vindima A vindima é colheita eterna do nosso amado Deus. O vinho é o fruto delicioso que exalta e conforta, A uva manjar que na videira brota. A Cepa fortalece com amor, Poda de seu podador. Frio e calor a videira recebe, Como paga de quem nada deve. Vinho doce e verde na colheita, Maduro que videira enfeita. Deus fez engenhosa prensa, Touriga nacional casta mansa. Os bagos são espremidos com pudor, Fruto de cansaço e tanto labor. Vinho feito pelo homem e mulher, Vinho bebido por quem quer. Victor Marques
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Sep 17, 2012
Sep 17, 2012 at 2:05 PM UTC
A tua vindima
Bem viver Bem viver sentimento que eu tenho, Incorporado no meu ser, Abandono sem ser abandono, Dono sem ser dono, Bafejado com tudo o pudor, Deus dá vida, dá amor. Bem viver do meu passado, Rosa aberta sem pecado, Rio que te dá de beber, Suspiro de bem-querer. Fantasia que preza seres prediletos, Musgo rodeado de seus fetos. Inconsciência, dor, vitórias, conquistas, Corredores em suas pistas. Bem viver dos líricos subalternos, Frio outonal sem seus invernos, Às escuras e a viver porque não? Pedaços de vida, de viver e solidão. Victor Marques
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Jul 2, 2012
Jul 2, 2012 at 4:29 PM UTC
Bem Viver
Seus cabelos, ondas escuras na noite, Seus olhos, um mistério que não posso desvendar, Ela caminha entre os vivos e os mortos, E eu a sigo, perdido em seu encanto sombrio. Seu toque é o frio da meia-noite, Sua presença, um tormento doce, Cada passo que ela dá me arrasta, Mais fundo em um labirinto de solidão. Pois ela é a musa de meus pesadelos, A personificação do desejo que me destrói, E eu, um tolo, danço na borda do abismo, Fascinado por sua escuridão eterna.
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Aug 31, 2024
Aug 31, 2024 at 11:35 AM UTC
Sombra na Escuridão
Quando o frio perpétuo perambular no espaço vazio ao seu lado Eu vou te lembrar que isso é imaginário. O que existe somos nós. Pertencemos um ao outro. E todo o tempo tolhido pela distância, Será só imaginação. E assim será, até que a voz do outro ecoe na grande escuridão que há de vir. E não existe nada mais importante  pra mim do que você. É por você que as minhas mãos suam.
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Sep 15, 2012
Sep 15, 2012 at 7:01 PM UTC
Quando tudo isso passar...
Estos es mi tentativa para escribir para tu Estos son mis palabras y es asi como me siento Escribo sin adornos y acentos porque esto no es mi idioma pero yo todavia hablo del corazon con estas palabras en la pagina Yo no siempre se que las cosas correctas decir y a veces yo estoy demasiado atemorizado decirle como me siento Entonces escribo mis sentimientos aqui tan puede saber Exactamente como me siento Como me siento de tu. El corazon se hincha cada vez veo la cara y un frio arrastra en los dedos cuando paro de pensar de tu y todo yo jamas quiero hacer es es un mejor hombre para tu para ser el mejor para ser el unico hombre para tu y yo no puede ayudar per pensar como espero que sea el uno destinado para mi
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May 3, 2012
May 3, 2012 at 4:36 AM UTC
Mi Tentativa
Canção Do Verbo Encarnado *** Minha geração foi assim, começou pelo quando e acabou pelo fim. O amor escorreu pelos cantos e quando cantamos a canção do amor armado, Thiago de Melo estava em Berlim mergulhado no verde dos olhos da alemãzinha da ACNUR , nossa orquestra saiu de cena e nossa guerra de guerrilhas acabou no maior calor... O suor que expelia seu odor era o suor frio dos tiranos nos porões mórbidos da ditadura executando nossos irmãos. O ar jazia cheio de sangue e nós estávamos congelados nas câmaras de gás dos IMLs. Vínhamos de todos os lados, desde os vales profundos do Ribeira, das chapadas mais íngremes do Araguaia ou dos guetos subumanos da urbe. Éramos nós o odor de fumaça que agredia as narinas alheias com a catinga de carne queimada. Éramos nós o encanto das canções de protesto cantadas na avenida com euforia para engendrar os projetos do futuro, como somos nós os ignorados da história, os estranhos os comícios, a cadeira vazia das reuniões oficiais, pois somos nós que chegamos e partimos sem ninguém saber quem somos e que vamos lá adiante, distantes da balburdia alienante e quando vós menos esperais somos nós que nos imolamos às vossas portas contra a apatia com que nos matais. Como todos vós podeis ver, a minha geração é assim: começa pelo quando e acaba pelo fim, mas não fica à toa na vida pro seu amor lhe chamar e ver a banda passar tocando coisas de amor... ***
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Apr 24, 2015
Apr 24, 2015 at 12:30 AM UTC
Canção Do Verbo Encarnado * Antonio Cabral Filho - Rj/Brasil
Acorda e já não sabe quem é, mas que diferença faz quando não se quer ser alguém? O cigarro queima enquanto pensa em respostas para a vida, meio dia. A fumaça preenche o vazio e alivia a ânsia que as dúvidas causam, enjoada pela própria ignorância, por mais que tente saber tudo, não sabe nada. Então percebe todas as pessoas indo aos seus destinos, como fantasmas, ninguém as nota, nem elas mesmas, é tudo automático e ninguém realmente sabe o que está fazendo. Qualquer obstáculo no caminho para o trabalho é razão para dizer que o dia foi terrível, pois digo que terrível é fazer o mesmo caminho todos os dias, voltar para casa e receber o olhar frio das pessoas que também tiveram um dia "terrível". O cigarro está quase no fim e acende outro logo em seguida, morrer cedo não é problema para alguém assim, então pensa em por que as pessoas querem envelhecer se todos os dias delas são iguais, semanas redundantes que se transformam em anos redundantes, vidas irrelevantes. Todos estão correndo para pagar seus impostos, todos estão preocupados em comprar móveis novos para suprir uma casa cheia de solidão. Uma televisão enorme ligada para o nada, fingir que não estamos sozinhos. Todos com tanto medo de irem contra o fluxo, gente desinteressante que acha o interessante esquisito. Gente que morre sem ler poesia.
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Aug 22, 2014
Aug 22, 2014 at 8:53 AM UTC
A Mesmice de Dias Diferentes
Quando o céu começar a descosturar, e tudo que era sólido perder o sentido, eu vou te segurar. E vamos rasgar as bordas do que disseram para nós. Até o nosso tempo acabar. E eu não vou desmoronar, porque a melhor parte de mim é o seu sorriso. É irremediável o frio na minha barriga quando você sorri. E se conseguissem ver no seu sorriso o que eu vejo, conseguiriam ver sua alma em seus olhos.
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Sep 1, 2012
Sep 1, 2012 at 1:33 PM UTC
Descosturas
Hace frio allá afuera La brisa trae consigo el invierno Y todos sacan sus abrigos y chaquetas Entonados a una sinfonía de cremalleras. Son los gélidos vientos de Noviembre Que sacuden vigorosamente la ciudad Del Norte bajan fuertes ventoleras Que rompen la cotidianidad. La furia de Bóreas templa Contraria a la ira de sus victimas Retrasos por calles cerradas Maldiciones por enfermedad Dolores despiertan de sus camas Aquellos a quienes el frio tormenta. Mas debo decir que esto no me afecta Desnudo por la calle puedo andar Pues el frio de mi es el hilo Que tejió mi vida y normalidad. Frio es mi corazón diariamente Un paramo helado sin sensación Frio es la cámara de mi alma No hay dulzura, no hay amor Como frio es la vida de los otros Calor no encuentro a mi alrededor Tan frio es el desprecio A un hombre en precaria condición Y frio es el silencio A las plegarias de un hombre en desesperación Frio es el trato de la gente Sonrisas mas duras que el hielo Frio son los besos Que marcan el hola y el adiós. Y pienso yo en este frio Y noto que es invierno ya Y gélido es el viento Pero mas frio es el tratar ¿Sera que llamamos este céfiro? Con actos y palabras sin calor Que ya el frio encontró hogar Dentro de la gente, su corazón.
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Nov 14, 2018
Nov 14, 2018 at 8:35 AM UTC
Como hace frio alla afuera
En el agua clara veo nuestros suaves reflexiones y las sombras solas y misteriosas debajo de glaciales enormes La luz del sol brillante se esconde debajo de nubes opacos me da escalofrios de temor y desaparecemos silenciosamente en la oscuridad El frio me atrapa en sus manos con el viento soplande en mi oido como un nino diciendome un secreto y el sol empieza a salir Ahorra siento esperanza veo la luz vislumbrante del sol poco a poco saliendo de las nubes y me siento libre y feliz
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Apr 10, 2013
Apr 10, 2013 at 7:59 PM UTC
El Viaje Misterioso
En un mundo de cristal que no puede ser roto, Monstruos muestran amor y el heroe consigue enfermo. El mundo al reves y comio un arco de iris, El predicador pidió por una Dos Equis. Fui buscando por algo que no puedo recordar, Pero yo se que es algo que nunca yo he visto. En mi camino un hombre viejo me detuvo, y dijo, HIJO. Ven conmigo! Asi, yo fui. Todavia no puedo recordar, Algo sobre los duraznos en las playas, o tal vez eran papayas, Pero nos encontramos un fuego que nos mantuvo frio. Durante el noche el sol herido mis ojos, y a la vez yo recordé todo que yo sabe.
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Dec 3, 2016
Dec 3, 2016 at 1:41 PM UTC
La Puerta
Viene como una estrella a través los cielos Rajando mis pensamientos en mil’ fragmentos Yo pienso mucho en ti, ya no puedo pasar el día Tu energía se ha vuelto como la fuente de mi fantasía Pienso en lo que no puedo hacer La posibilidad de tenerte no se puede vencer Tu presencia es la porción que me falta Tu olor dulce que me encanta Tus labios dulces me dejaron paralizado En un estado oscuro de un alma perdido Todavía no eres mi futuro constante Pero sigues el corazón de mi presente Te quiero como el día quiere al sol La arteria pulmonar de mi corazón Tú eres la realidad de mi sueño La fantasía que me calienta en el frio Mi amor es un hueco de tus sentimientos Tu atención tan lejos pero siempre estarás en mis pensamientos…
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May 31, 2015
May 31, 2015 at 9:45 AM UTC
En Mis Pensamientos