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"folhas" poems
Saudade de meus avós Procuro uma justificação plausível, Para tanto amor que recebi. Indago nas profundezas do universo, Escuto conselhos sábios nunca dum homem só, Amor eterno a meus avós. Caminhadas por entre giestas sedutoras, Rebanhos que alguém guardou. Hinos ritmados que alguém sabe cantar, Chilrear dos que sabem amar… Rochas que se expõem ao vento, Fustigam meu pensamento. Chuva que regas vinhas, olivais e belos jardins, Quimeras e o meu jasmim. Tempos dum amor natural e medonho, Folhas secas de Outono, Inércia dum amor infinito que sempre vou ter, Saudade de meus avós e do seu viver… Victor Marques
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Sep 23, 2013
Sep 23, 2013 at 4:02 AM UTC
Saudade de meus avós
A Nossa senhora de Fátima Nas estradas da vida, do amor, do silêncio. Nas pradarias onde se foge ao vento, Nas histórias de paz, no interior do ser humano. No mistério e no desengano, no alento. Movimento acelerado do Deus Crucificado, Folhas da azinheira a seu lado. Nossa Senhora do Rosário de Fátima consagrado, Amor a Portugal e a seu fado. Sublime com tantas flores, Mãe de todos os pecadores. Os rebanhos famintos pastam nos campos de Deus, E Tu Santa MÃE implora por filhos teus. Celestial e sempre Virgem eterna sem igual, Coração belo de Rainha, És tu Senhora minha, Minha Mãe e de Portugal. Victor Marques
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Apr 16, 2012
Apr 16, 2012 at 1:36 PM UTC
A Nossa Senhora de Fátima
ADORMECIDO NOS SONHOS VIVIDOS Entre margens dos rios conhecidos, Sonho com sonhos vividos. Anseios nobres e sonolentos, Adormecido em quentes mantos. Serei sepultado com folhas mortas, Com videiras, oliveiras, belas hortas. No ermo ressuscitarei feito luz, Com a bandeira do amor a Jesus…! Tenho um carinho excelso pelas gentes singulares, Feitas de um amor e seus sentidos olhares. Paraíso de saudades já vividas, Memórias nunca esquecidas. Recordações de tudo que me apaixonou, Da terra que sempre me amou. Horas paradas nos salgueiros do ribeiro, Sou do Castanheiro… Um abraço com carinho e amizade Victor Marques
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Oct 21, 2013
Oct 21, 2013 at 4:04 AM UTC
Adormecido nos sonhos vividos
Vinhas nos dias de Outono Quando da minha janela olho com sono, Vejo vinhas ao abandono... Quando da minha janela não vejo flores floridas, Olho para as folhas apodrecidas. Me levanto com a vidraça embaciada, Olho para um horizonte feito do nada. As videiras imponentes e coloridas, Despertam meio adormecidas. Os ribeiros que desesperam junto aos salgueiros, As rochas escurecem com sorrateiros nevoeiros, As vinhas parecem estar cheias de vida, Eu me conforto com um beijo de despedida. Tantas e diversificadas cores que me enchem a alma, Solidão que ama e da calma. Vinhas de um Outono singular, Folhas de par em par. . Victor Marques
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Oct 8, 2014
Oct 8, 2014 at 10:00 AM UTC
Vinhas nos dias de Outono
Árvores As árvores são esperança, Seus ramos, suas cores. Troncos facetados, Suas folhas e odores. Umas com espinhos escondidos, Até se ouve seus gemidos. As árvores, felizes diferentes, Sonhadoras e sempre exuberantes, Ajudam todo o ser humano, Nos amam com seu oxigénio. As árvores enaltecem tudo de belo, Unidas elo, por elo, Se erguem em direção desenfreada, Até parece que nasceram do nada. Victor Marques
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Apr 23, 2012
Apr 23, 2012 at 7:07 AM UTC
As árvores
Palavra inerte chamada amor Na esperança, no sentimento multicolor, A palavra inerte chamada amor, Os santos são todos fiéis, Os casados até nem usam anéis, As montanhas esverdeadas que por amor meditam, Pensadores sem nada dizer parece que gritam, O deslumbrante e inerte amor tudo compromete, O sapo canta amor no lago que o fortalece. A noite cobre o céu sem pudor, Do peito jorra e sai amor, As nuvens de um branco censurado, Pecado nunca confessado. O amor inerte parece que tem asas, Os salgueiros estão lá com folhas salpicadas, O inerte amor tem penumbra e também tem luz, Eu sinto o balançar que oscilando que seduz. Victor Marques
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Apr 8, 2013
Apr 8, 2013 at 5:17 AM UTC
Palavra inerte chamada amor
Folhas Pedacinhos de folhas esverdeadas, Folhas secas de Outono amareladas. Fogem de suas árvores fustigadas, Folhas húmidas, abandonadas… Folhas maltratadas pelo vento, Apodrecem com encanto. Folhas das videiras multicolores, Folhas escritas para teus amores. Folhas que se perdem num tempo, Folhas com e sem pensamento. Folhas lindas ao entardecer, Folhas anónimas para ler… As folhas morrem cheias de pureza, Exalam o perfume da mãe natureza. Folhas parecidas, redondas e triangulares, Folhas nas tristezas e nos olhares. Victor Marques
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Oct 22, 2013
Oct 22, 2013 at 5:04 AM UTC
Folhas
Lembro meu Pai António Alexandre Marques Na vida de todos nós, Temos pais e avós. Os dias passam sem despedida, Amo meu pai toda a vida. As videiras são teu paraíso, Uvas do lagar se pisam sem aviso. Vida por vezes sorridente, Se ganha e perde num instante. Foste podador da boa colheita, Vinho que com Deus se deita. As folhas das videiras avermelhadas, verdes e amarelas, São teus anjos, tuas sentinelas. Deus também amou o vinho, Pois Cristo Sofreu sozinho. As tuas memórias são sonhos lindos bem meus, Amor eterno de filhos teus. Victor Marques
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Oct 31, 2012
Oct 31, 2012 at 11:44 AM UTC
Lembro meu Pai António Alexandre Marques
Árvores As árvores são esperança, Seus ramos, suas cores. Troncos facetados, Suas folhas e odores. Umas com espinhos escondidos, Até se ouve seus gemidos. As árvores, felizes diferentes, Sonhadoras e sempre exuberantes, Ajudam todo o ser humano, Nos amam com seu oxigénio. As árvores enaltecem tudo de belo, Unidas elo, por elo, Se erguem em direção desenfreada, Até parece que nasceram do nada. Victor Marques
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Apr 23, 2012
Apr 23, 2012 at 7:07 AM UTC
As árvores
Ontem descia a colina, pelos caminhos da natureza, Foi quem sabe o seu trilho, que me mostrou a beleza, Desde as plantas, ao ar que lá respirei, me maravilhei, Foi nessa viagem que descobri, que ali tudo eu farei! O cheiro a vida e os animais descascados de preconceitos, A paz que se sentia entrar nos seus ninhos, eram preceitos, De cores de luz ardente, onde o sol encoberto de folhas, Mostrava atos ou sentimentos que são nossas escolhas! Não escolho de quem posso gostar, mas escolho preservar, Não luto pelo amor, se não o posso cultivar, porque não ó é, Mas se eu escolher amar entre as folhas eu vou me mostrar, E se estiver por trás delas, alguém, também deixo brilhar. Pois é! É umas mistura de sons e tons, numa bebida alcoólica, Sente-se os cheiros e sabores, escorrendo pela goela, Percorrem-se os melhores encontros, gente acolita, Se não são seus valores, nem são dele, nem são dela! Porém, esta minha caminhada, vale escuro abaixo, Que entre o brilho da estrela do dia mais claro, Se perdi, porque vi, o que não guardei e encaixo, E já vale adentro, hoje teu abraço é o meu amparo! Autor: António Benigno Código do texto: 2013.07.21.02.07
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:09 AM UTC
Vale de segredos
As videiras são uma força viva, Desgarrada e despedida. Bagos eternos sempre da mesma uva, Folhas com pedaços de chuva... As videiras são uma religião menor, Peregrinos se embebedam em seu redor, Ai... bagos brancos de sentida pureza, Cepas tortas com estranha beleza. As videiras estão comprometidas, Vides entrelaçadas, deitadas. Bago meu, teu bafo de calor, Videira fiel ao seu progenitor. As uvas de uma ou várias colheitas, Sentimento adoçado que com Deus se deita, Bagos tintos espremidos com pudor, Videira da vida, do teu amor! Victor Marques
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Dec 10, 2009
Dec 10, 2009 at 10:19 PM UTC
As videiras
Amar a vida primeiro Gratidão para o resto do dia, dando sorrisos para irem muito longe. As coisas estão serenas tais como os rios Douro e Tua que esperam pacientemente todas as águas que se deleitam em correr desenfreadamente para seus leitos. Vinhas com folhas que caem coloridas e se assemelham a um horizonte de ouro luzidio. Os pecadores sem sinos para tocar os remorsos dos seus pecados mais graves. A consciência humana dignifica e purifica ao mesmo tempo tantos seres que com pequenos delitos caminham livremente. Portas e janelas abertas logo de amanhã para espreitarem a biblioteca do universo. Amando cada ser humano em excesso, cada folhinha que tem medo de estar ligada. Folhas com o medo de estar no ar. A vida nem sempre é justa para leõezinhos que na selva com cabras e cordeiros confraternizam no paraíso de um Deus infinito e imparcial. Amar a vida meus queridos amigos porque não se pode amar ninguém senão amarmos a vida primeiro. . Victor Marques
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Nov 17, 2014
Nov 17, 2014 at 2:10 PM UTC
Amar a vida primeiro
I. Além das árvores, um novo dia: vejo fractais nos galhos florescentes, - veias noturnas da ilusão sombria - ah, deitado nas folhas decadentes... Tal qual a luz numa caverna fria faz na água cristais resplandecentes, tal qual o sol invade uma abadia por sagrados vitrais iridescentes, a Aurora, face pálida e iminente da manhã, é sorvida pelo ouvido e incendeia o carvão dos meus subsolos. Meu último suspiro é a nascente de um brilho mineral recém chovido nas graminhas que brotam dos tijolos. II. Uma coroa incandescente avisto. O Sol sobe do ***** mais profundo aos imponentes edifícios vítreos preparando a manhã para o seu culto: brotam seus fogos (dançarinos místicos) do asfalto e das janelas - nosso mundo foi abrasado pelo canto rítmico de um fervor que se expande em absoluto! Fecho os meus olhos e me entrego às chamas. Afogam-me as fogueiras e o meu pranto é abafado entre ressonâncias, raios e fúnebres azuis. A essência humana é consumida e ao passar dos anos sou fuligem em becos solitários.
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Jul 1, 2014
Jul 1, 2014 at 9:45 PM UTC
Belenos
Videira do homem, de Deus, do amor…. Sentindo e compreendendo o amor em cada cepa torta bem ou mal formada, escrevo eu no lagar da vida que guarda segredos, e não esqueço folhas verdes que parecem se transformar num bonito por do sol, que ao fim do dia chega para aconchegar corações. O amor pela terra, por os montes sonolentos, pelos vinhedos durienses, seus muros graníticos e xistosos nos levam a perceber a colheita deste nosso precioso néctar que nos liga ao mundo e a Deus infinito e todo-poderoso. Recordar o ciclo da videira nos leva a perceber que também nos nascemos, damos frutos e tal como o vinho nos transformamos. Não poderia Jesus Cristo ter escolhido outra coisa, a não ser o vinho para nos dizer que um dia nossa alma vivera eternamente. Parece que nos durienses não queremos fazer outra coisa senão tratar a videira, e esperar pelas suas uvas mais doces que o mel. Sim precisamos de sensibilidade, amor para entender todo o processo desta planta maravilhosa que acolhe tempo tórrido de verão e um inverno chuvoso e friorento. Victor Marques
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Sep 19, 2016
Sep 19, 2016 at 4:22 AM UTC
Videira do homem, de Deus, do amor...
Vieste-me em sonhos. Apenas em sonhos e Diálogos sem destino. Já não me falas pelas folhas Ou flores dessas Tão preenchidas árvores Que nem eu. Mas, no entanto, vê Já não falo com elas de todo Puxam-me as luzes fuscas da cidade Onde não te encontro nunca E onde não cantam pássaros Canções de amor para Poetas e aprendizes como nós. E estou assim, sem ti, Num sítio que sei tão bem sem saber Pois não o sei contigo E não te sei a ti Quando não me és murmurada Pelo vento ao ouvido Em palavras doces demais para dizer.
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Mar 2, 2017
Mar 2, 2017 at 1:19 PM UTC
09-07-2016
O vento sopra por entre as folhas que vão caindo lentamente, o chão vai ficando como uma esteira dourada, a pouco e pouco as árvores vão-se desnudando, deixando a descoberto, todo aquele tecido que as envolve num mistério tal. Envelhecer! Sim é um pouco isso, deixar de parte as máscaras que nos encobriam desde a juventude, e tornar público, aquilo que realmente somos, deixar ver as rugas de um tempo ido e recordado, deixar transparecer a pura essência que realmente somos. Apreciamos num quadro as fissuras da tela, marcas de um tempo que teima em passar. Se assim é, porque é que não aceitamos o nosso envelhecimento, como fissuras em tela antiga? Talvez porque é aqui, que pela primeira vez somos realmente nós, sem sombra de dúvida, talvez porque, simplesmente o receamos. Talvez tenhamos receio de olhar de frente o espelho da vida e ver que não voltamos mais a ser crianças.
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Jan 11, 2014
Jan 11, 2014 at 6:27 PM UTC
idade
nós somos pássaros desajeitados e pássaros desajeitados têm que começar a voar cedo como diz o ditado chinês estamos no chão cercados pelas folhas e pelos predadores nós fomos derrubados do ninho ninguém se importa mas não vamos ficar aqui vamos voar mais e mais alto e muito, muito distante nós somos pássaros desajeitados e nós sempre voamos ao amanhecer para que ninguém possa nos ver cair e se isso acontecer que eles vejam que estamos dando o nosso melhor e o chão está ficando mais distante e o céu mais perto e podemos tocar as nuvens e não vamos voltar porque nós somos pássaros desajeitados e pássaros desajeitados têm que começar a voar cedo como diz o ditado chinês vocês viram, irmãos e irmãs? nós somos os pássaros desajeitados e nós estamos voando
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Sep 13, 2016
Sep 13, 2016 at 9:04 AM UTC
Pássaros Desajeitados
A meus pais com todo o meu amor .... Sentado olho para o lume aceso que me aquece, Dou graças por tudo que me enobrece, Amigos que tenho em meu coração, Pedaços de folhas e solidão … Por meus pais eu tenho uma gratidão infinita, Olho para o céu e tudo me parece divinal, Pois quem sou eu afinal… Pensamento sublime de quem com amor se dignifica. Sem nascimento eu não escreveria com alma pura sem demagogia, Sou feito das gentes e do seu amor que me vicia, Sobre rochas de granito e xisto misturados, Escrevo com a franqueza de meus antepassados. Porque nascendo e vivendo em constante sintonia, Me rejubilo com o sol ao meio dia, Com a noite me aconchego em quentes mantos, Perdido em sonhos e pensamentos. Victor Marques
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Nov 27, 2017
Nov 27, 2017 at 1:43 PM UTC
A meus pais ...
Sento-me Só Dia e noite O vento sopra lá fora Velhas árvores expiam-me Folhas caídas, mortas A relva Manto de veludo verde Sento-me Só Nesta cama Baú de mil sonhos Uma leve melodia Paira no ar Sento-me Só Somente comigo E penso Quão diferentes As coisas poderiam ser.
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Mar 25, 2014
Mar 25, 2014 at 4:13 AM UTC
Percorro toda esta avenida As folhas rodopiam Um passo em frente Um guarda Silêncio Agora sentado Faço um cigarro O olhar atento do guarda Uma tocha levanto-me Levo a garrafa Dou um gole Soletro palavras ao sabor da brisa Um poema Um ideal Uma vida Sigo Dou outro gole Bem alto Bem do fundo Grito “ ESTOU VIVO “.
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Apr 3, 2014
Apr 3, 2014 at 6:12 AM UTC
insulto
Com amor, por amor, por ti. Bendito Outono que te trouxe quando as folhas apodrecem, As vinhas parecem flores do mais desprovido Jardim, As noites ficam maiores e muito escurecem, Eu perdido no silêncio do teu olhar sem fim... Com amor por ti e também por mim eu vivo, Pois meu amor mesmo acordado sonho contigo! No horizonte do meu mundo existencial, No céu, no paraíso, na vida afinal, O encanto de ser amado me rejuvenesce, Calor de quem te ama e merece. ! As estrelas sempre neste mundo brilharam, Eu junto rosas com amor e gratidão! Te ter é para mim o melhor presente, Te amar hoje amanhã e sempre. Com amor por ti eu me deito, Por amor a ti e a nosso leito... Quando se agradece o amor, ele se enaltece, Pois meu amor por ti permanece. As ondas do mar sempre te dirão, Que te amo do fundo do coração... Com amor, por amor, por ti minha querida, Amo te para toda a vida. Com amor, por amor, por ti... Victor Marques
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Oct 18, 2017
Oct 18, 2017 at 12:31 PM UTC
Com amor, por amor, por ti
ACORDEI A PENSAR NAS BORBOLETAS Acordei com o cantar de avezinhas afinadas, Olhei para o tempo sem pedir nada, O riacho leva agua abençoada, Acordei, esqueci mágoas… Junto a roseira vi uma borboleta, Seu tamanho era tao pequeno, Se saciava num cardo mariano. Olhei para o meu limoeiro florido, Lagarto esverdeado meio esquecido. Caminho entre vinhas formosas, Suas folhas esverdeadas, Joaninhas atarefadas, Pedras graníticas e xistosas… Olho para o céu azulinho, No meio da videira esta um ninho, Bem no alto do mais nobre pinheiro, Esvoaça um milhafre sorrateiro. Me espanto e tudo me apaixona neste vale encantado, Deus e o mundo seja Louvado… Victor Marques
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Jun 25, 2018
Jun 25, 2018 at 8:20 AM UTC
ACORDEI A PENSAR NAS BORBOLETAS
Me pareço com uma videira alaranjada, Eu sou tudo,  eu sou nada. Folhas que escrevi por amor, Rosados os olhos cheios de solidão, Seja eu comboio , seja flor, A primeira ou última estação. Eu sou como as estações do ano, Doce, calmo sem ser sereno. A vitalidade do cair da folha sem querer, Deixar de ser Verão ao amanhecer. Queria ser Outono rapidamente, Para ser vida ser semente. Com o Outono tudo parace querer morrer, Com a Primavera tudo quer nascer...! No Inverno com o lagarto a hibernar, Sol de Verão que parece escaldar. Parece que os ciclos estão comprometidos Com os amores, com os sonhos vividos. Estações do ano que tudo consagrais, Os rios, os mares, os salgueirais. Movimentos acelarados do universo eu quero agradecer, Pelo mundo , pela vida, pela existência do meu ser.
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Sep 22, 2022
Sep 22, 2022 at 6:20 AM UTC
Eu sou como as estações
Nasce e torna sempre a nascer…. Os dia passam e as folhas se desprendem dos ramos, Os passarinhos chilreiam sejam grandes ou pequenos, Os ninhos são suas casas bem adornadas, Nasce e vive de mãos dadas… Nasce e torna te sempre criança, Vive no eterno amor e com esperança, A mãe natureza sempre tudo respeita, O horizonte nasce onde ela se deita… Sempre a nascer com alegria desmesurada, Olha para a vida bem ou mal amada, Nasce para a nova madrugada que tu crias, Sente com sentido as tristezas e alegrias…. Os ventos que parecem não nascer, nem existir, Eles batem em que os quer ouvir… Nasce tu como eu para amar sem contrapartida, Nasce para o mundo, para a vida…. Victor Marques
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Nov 27, 2017
Nov 27, 2017 at 8:59 AM UTC
Torna sempre a nascer
Recordo o fim da infância da vida escrita nas folhas de Outono em tons castanhos e luminosos. Castanhos da terra e do tempo que era um só. E recordo a liberdade da ave que nunca mais serei, num mundo assim.
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May 6, 2014
May 6, 2014 at 5:15 PM UTC
infância