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solegrina
nihil nihil nihil
espero num poste até que os carros me deixem atravessar. meio que atravesso. deito no asfalto: as nuvens navegam sem direção sem vontade sem propósito
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Jul 2, 2014
Jul 2, 2014 at 2:15 PM UTC
Nihil I
Once upon a time a butterfly noticed its own fragility and submitted itself to the winds Once upon a time the wind noticed its own dispersion and submitted itself to the hills Once upon a time a hill noticed its own hardness and submitted itself to the grasses Once upon a time the grass noticed its own dependency and submitted itself to the earth Once upon a time the earth noticed its own monotony and submitted itself to the flowers Once upon a time a flower noticed its own inaction and submitted itself to the bees Once upon a time a bee noticed its own irrationality and submitted itself to The Queen Once upon a time a human could notice her humanity and thus she beheaded the king.
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Jul 1, 2014
Jul 1, 2014 at 9:57 PM UTC
Submitted Butterfly (Anarchy)
En la estrellada bóveda fue sembrado el aliento ancestral por otra vida: la vida sin deseos alambrados, sin la manta escabrosa y percudida, la vida sonrosada por los goces de naturales besos y semillas y de los dulces néctares de voces ascendiendo en floridas cascadillas... Desde el cielo, infinitos manantiales despejan el maná que el pueblo implora. ¿Harán sus diademas con cristales cogidos en la yerba de la aurora? ¿Bailarán con euforias similares a las de las anémonas marinas? ¿Fumarán sin clausuras los millares de inciensos que este viento les destina?
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Jul 1, 2014
Jul 1, 2014 at 9:51 PM UTC
Cosecha Tempestuosa
I. Além das árvores, um novo dia: vejo fractais nos galhos florescentes, - veias noturnas da ilusão sombria - ah, deitado nas folhas decadentes... Tal qual a luz numa caverna fria faz na água cristais resplandecentes, tal qual o sol invade uma abadia por sagrados vitrais iridescentes, a Aurora, face pálida e iminente da manhã, é sorvida pelo ouvido e incendeia o carvão dos meus subsolos. Meu último suspiro é a nascente de um brilho mineral recém chovido nas graminhas que brotam dos tijolos. II. Uma coroa incandescente avisto. O Sol sobe do ***** mais profundo aos imponentes edifícios vítreos preparando a manhã para o seu culto: brotam seus fogos (dançarinos místicos) do asfalto e das janelas - nosso mundo foi abrasado pelo canto rítmico de um fervor que se expande em absoluto! Fecho os meus olhos e me entrego às chamas. Afogam-me as fogueiras e o meu pranto é abafado entre ressonâncias, raios e fúnebres azuis. A essência humana é consumida e ao passar dos anos sou fuligem em becos solitários.
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Jul 1, 2014
Jul 1, 2014 at 9:45 PM UTC
Belenos