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"escasso" poems
O tempo é escasso e o espaço, amplo. O prazo é laço e engancha o pampo**. o BERRO é surdo sem algum alcance pra que o ouvido mudo do Universo dance. Galanteiam nebulosas em destino infante e trazem, ao eterno, singular instante. Cada transição traçada a que avance é passo dado em falso a fortuito lance. Aferir feridas de um pleno plano levará o homem a estado insano: a narcose de saber um objeto nulo. Na movimentação estática do engano, toda teoria traz na cura um dano entoado na garganta que, portanto, engulo. * bestia cupidissima rerum novarum  - animal ansiosíssimo por coisas novas. **Pampo - rebento tardio de cana de açucar: pampos de cana caiana (Dicionário UNESP do Português contemporâneo)
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Sep 8, 2010
Sep 8, 2010 at 5:05 AM UTC
bestia cupidissima
Como é escasso o sorriso sem brilho e frio Há alguma coisa ebulindo uma bomba Mas não, eles não sairão de lá nunca explodirão pois não existem sorrisos bocas se movem em formatos semelhantes sem dentes e podres toxinas exalam-se, o veneno é o licor divino o paraíso é logo abaixo da ponte não se dorme no paraíso se ao menos conseguissem dormir... mas os putrefatos corpos que andam parasitando consumindo restos e ruínas patifes e loucos bailam a vida vida que não é vida O perfume está no ar as flores são tão belas as abelhas não tem ferrões e se tivessem não ferroariam a jovem virgem caminha exuberante fotografias da bela matriz onde a arquitetura supera a fé mas ao lado, no canto escuro onde ninguém vê canta o homem escuro que a todos observa observa e observa....
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Feb 1, 2014
Feb 1, 2014 at 1:18 PM UTC
poema 7