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"errado" poems
Desculpa. Eu estrago o perfeito. Acabo com o infinito. Transformo a realidade em mito. Digo as palavras erradas mesmo dizendo as certas. Escrevo cartas rasgadas e as envio abertas. Rabisco palavras bonitas. E no lugar coloco feridas. Oras Você vai se acostumar. No meu mar eu vou te afogar. Você tenta me erguer e eu te puxo. Tenta compreender e eu fujo. Tenta fugir e eu rujo. Sou um animal selvagem e sujo. Eu cresci errado. Eu sorri errado. Eu menti errado. Eu senti errado. Mas me conta, qual a sensação de ser amado?
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Nov 8, 2016
Nov 8, 2016 at 12:03 AM UTC
Perfeito imperfeito
*tengo miedo de escribir a veces yo tambien tengo miedo de un papel vacío de esta manera todo parece claro no sé expresarme este sentimiento de un náufrago tengo miedo de estar perdido demasiado hay estas dudas tantas dudas como horas tengo miedo de hacer lo errado? pero tengo que eligir, eligir entre dos los ángeles y demonios luchan, de formas crueles los demonios y ángeles entonces no quieren.. mi paz? en un papel vacío de repente todo parece claro no sé expresarme y me doy cuenta de que es el tiempo del deseo de certeza porque no puede vivir en miedo escuchando a las peleas interminables debido al blanco y ***** no más puedo vivir*
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Jan 30, 2015
Jan 30, 2015 at 7:26 PM UTC
En una isla deshabitada
sombra dissolve n'alma a loucura introjeta inteja, disseca o agridoce halogênico desce pelo caminho errado (empurra) deflora a garganta que guarda a fossa angústia de ser de ver e sentir e pensar... alucina. abandona. não mais quer. estanca a sanidade que nunca tive nem nunca terei nem teria se, e se ta cra ya arco so iris pi na cu so lo? não qual é a diferença?
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Sep 24, 2014
Sep 24, 2014 at 7:26 AM UTC
pó vaginal
Lábios que mastigam Que beijam Falam Calam. Ouço-te com prazer Os pelos dos braços arrepiam Com amor elas te cobriam Como eu poderia te ter? Egoísta Desejando os lábios finos Visto até um figurino Não sou mais, nunca fui. Pele fina Cabelos, cílios, lírios Dedos finos Tilintando em minha mente como sinos. Amor da maneira errada Ou errado da maneira certa Errado de forma encoberta Certo na história passada. Essa é uma longa caminhada.
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Nov 7, 2016
Nov 7, 2016 at 5:17 PM UTC
Finos e errados
Tire minha sobriedade com seus abraços Deixe-me alucinado com o sabor de seus lábios Permita-me respirar um pouco mais do ar que circunda o seu quarto E perdoe-me pelos equívocos que cometo Espero que entenda, que eles são causados Pelas inseguranças e medos Que são obras mal acabadas geradas pelo teu afeto Mas o que dizer? ou o que falar? Para mim sempre só me restou me desesperar E o medo de tu, não consigo superar Ahh maldita cabeça Para ser um animal Quatro patas é o que falta Pois como as bestas Parece que ele não consegue raciocinar Mas ao menos tenho que agradecer Ela me fez aproveitar todo os segundos Dos abraços e beijos Que aconteceram ou acontecerão E acima de tudo dos que não existirão E no final, tudo isso era para ser sobre algo bom? Talvez eu deva aprender que admitir que errei não seja o fim do jogo E que devia aproveitar muito mais nosso turno Porque se for para dar errado que de Mas nunca vou me distanciar de ti de novo Por isso dessa vez só quero saber de você Mas peço que me diga Me diga, me explica Por que está aqui ou se realmente é feliz E quero que saiba que toda minha dor e insegurança começa aí Gerando angustia e sofrimento que faz-me sentir tão egoísta que perco toda a motivação e coragem de ficar perto de ti
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Nov 7, 2015
Nov 7, 2015 at 12:58 AM UTC
Untitled
O que fazer se tudo me deixa triste, Parece que nada existe, Exceto este sentimento, Que anda me corroendo por dentro. Só eu ando chorando, Pelos cantos, me martirizando, Sem saber o porquê. Talvez eu tenha errado este ano, Mas não há mais nada a fazer. Só posso tirar a maquiagem e toda a roupa, E me olhar no espelho. Vendo os meus olhos vermelhos, vejo a doçura que perdi. E hoje estou tão amarga, que nem mesmo me aguento. Sou puro sofrimento, E não sei porque sofro, Sei apenas sofrer.
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Dec 24, 2012
Dec 24, 2012 at 9:26 PM UTC
Sofrimento
De Francia partió la niña,   de Francia la bien guarnida, íbase para París,   do padre y madre tenía. Errado lleva el camino,   errada lleva la guía, arrimárase a un roble   por esperar compañía. Vio venir un caballero   que a París lleva la guía. La niña, desque lo vido,   de esta suerte le decía: -Si te place, caballero,   llévesme en tu compañía. -Pláceme, dijo, señora,   pláceme, dijo, mi vida. Apeóse del caballo   por hacerle cortesía; puso la niña en las ancas   y él subiérase en la silla. En el medio del camino   de amores la requería. La niña, desque lo oyera,   díjole con osadía: -Tate, tate, caballero,   no hagáis tal villanía, hija soy de un malato   y de una malatía, el hombre que a mi llegase   malato se tornaría. El caballero, con temor,   palabra no respondía. A la entrada de París   la niña se sonreía. -¿De qué vos reís, señora?   ¿De qué vos reís, mi vida? -Ríome del caballero   y de su gran cobardía: ¡tener la niña en el campo   y catarle cortesía!Caballero, con vergüenza,   estas palabras decía: -Vuelta, vuelta, mi señora,   que una cosa se me olvida. La niña, como discreta,   dijo: -Yo no volvería, ni persona, aunque volviese,   en mi cuerpo tocaría: hija soy del rey de Francia   y la reina Constantina, el hombre que a mí llegase   muy caro le costaría.
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Romance de la hija del rey de francia
Poderíamos só continuar andando pela estrada, E esquecer tudo de errado que já foi feito, Eu não sei você, mas isso basta pra mim. Andando na chuva, e eu não sei porquê você se irrita tanto, Se agora odeia o Sol. Estamos apenas andando na chuva. E ainda não descobri porquê me olha, Como se eu tivesse feito algo imperdoável. Eu tento me convencer de não saber o porquê. Eu estou apenas chorando na estrada, E você está apenas ao meu lado, me culpando, Por algo que não fiz. Poderíamos só continuar andando pela estrada, Sem erros,sem culpa e sem medo. Sem lágrimas e arrependimentos. Poderíamos fingir de uma vez, Que nada houve, Nada haverá. Que no final só restará eu e você.
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Dec 22, 2012
Dec 22, 2012 at 5:55 PM UTC
Andando pela estrada
Oh destino el de Borges, haber navegado por los diversos mares del mundo o por el único y solitario mar de nombres diversos, haber sido una parte de Edimburgo, de Zurich, de las dos Córdobas, de Colombia y de Texas, haber regresado, al cabo de cambiantes generaciones, a las antiguas tierras de su estirpe, a Andalucía, a Portugal y a aquellos condados donde el sajón guerreó con el danés y mezclaron sus sangres, haber errado por el rojo y tranquilo laberinto de Londres, haber envejecido en tantos espejos, haber buscado en vano la mirada de mármol de las estatuas, haber examinado litografías, enciclopedias, atlas, haber visto las cosas que ven los hombres, la muerte, el torpe amanecer, la llanura y las delicadas estrellas, y no haber visto nada o casi nada sino el rostro de una muchacha de Buenos Aires, un rostro que no quiere que lo recuerde. Oh destino de Borges, tal vez no más extraño que el tuyo.
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Elegía
Cargado voy de mí, veo delante Muerte que me amenaza la jornada; Ir porfiando por la senda errada Más de necio será que de constante. Si por su mal me sigue ciego amante (Que nunca es sola suerte desdichada), ¡Ay! vuelva en sí y atrás: no dé pisada Donde la dio tan ciego caminante. Ved cuán errado mi camino ha sido; Cuán solo y triste, y cuán desordenado, Que nunca así le anduvo pie perdido: Pues por no desandar lo caminado, Viendo delante y cerca fin temido, Con pasos que otros huyen le he buscado.
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Exhorta a los que amaren que no sigan los pasos por donde ha hecho su viaje
Invasão Foi você chegar na minha vida Já me dizendo o que fazer E o que não fazer E achando isso certo Me julgando pelo passado Minhas escolhas erradas Eu fazia tudo errado Pra você Decepção Foi você me dizer Que eu não presto Que não havia confiança Pra eu parar com minhas atitudes Pra eu não ser mais quem eu era Solidão Foi ver você ir embora Depois de todo o estrago E me culpar por isso Doloroso Foi o processo De aceitar que não foi amor Só violência Que você não passava de um babaca Sem essência
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Dec 4, 2015
Dec 4, 2015 at 6:30 PM UTC
Nota sobre um antigo amor
Uma palavra sua chegou aos meus ouvidos Perguntei quer que eu goze dentro? Aham Diz que quer sim, quero E me conquistou Dormi pouco fiquei com isso na cabeça Estava exausto, mas sem sono penso nos motivos que tornam tudo isso tão complicado Você sabe Não há nada de errado em admitir se não fosse pelo sol nas crianças brincando lá fora Acredito que ainda estaria ali Dentro de você Alguém me chamou pra beber Deixei meu corpo ir Mas fiquei contigo Apesar de você Já ter saído
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Jul 1, 2015
Jul 1, 2015 at 6:23 PM UTC
Untitled
Tenho acreditado por tanto tempo que tudo de errado e ruim que sinto se esvairia quando encontrasse alguém que quisesse passar noites em claro fazendo nada ao meu lado, e que isso fosse o suficiente, que eu fosse o suficiente. Já experimentei esse sentimento e por mais que repita incontáveis vezes o quanto me quer ali, o sentimento não vai embora; De repente sinto o impulso de me levantar e ir embora sem dizer adeus, e nunca, nunca mais, ouvir de você ou deixar que ouça de mim. São as pequenas mortes como essas que me mantiveram viva até agora, não quero ser real. Me desculpe por todos os olhares, dedos entrelaçados, e promessas não ditas mas subentendidas. Me desculpe antecipadamente se eu tiver que ir embora em algumas semanas ou meses, ou dias. Amanhã, talvez. Quando eu estiver em silêncio, segure-se, segure-me.
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Apr 9, 2017
Apr 9, 2017 at 6:19 PM UTC
smother
Durante cien otoños he mirado tu tenue disco. Durante cien otoños he mirado tu arco sobre las islas. Durante cien otoños mis labios no han sido menos silenciosos. El espacio sin tiempo. La luna es del color de la arena. Ahora, precisamente ahora, mueren los hombres del Metauro y de Tannenberg. ¿En qué ayer, en qué patios de Cartago, cae también la lluvia? El año me tributa mi pasto de hombres y en la cisterna hay agua. En mí se anudan los caminos de piedra. ¿De qué puedo quejarme? En los atardeceres me pesa un poco la cabeza de toro. La meta es el olvido. Yo he llegado antes. Fue en el primer desierto. Dos brazos arrojaron una gran piedra. No hubo un grito. Hubo sangre. Hubo por vez primera la muerte. Ya no recuerdo si fui Abel o Caín. Que antes del alba lo despojen los lobos; la espada es el camino más corto. Crueles estrellas y propicias estrellas presidieron la noche de mi génesis; debo a las últimas la cárcel en que soñé el Quijote. El callejón final con su poniente. Inauguración de la pampa. Inauguración de la muerte. El tiempo juega un ajedrez sin piezas en el patio. El crujido de una rama rasga la noche. Fuera la llanura leguas de polvo y sueño desparrama. Sombras los dos, copiamos lo que dictan otras sombras: Heráclito y Gautama. Una lima. La primera de las pesadas puertas de hierro. Algún día seré libre. Nuestros actos prosiguen su camino, que no conoce término. Maté a mi rey para que Shakespeare urdiera su tragedia. La serpiente que ciñe el mar y es el mar, el repetido remo de Jasón, la joven espada de Sigurd. Sólo perduran en el tiempo las cosas que no fueron del tiempo. Los sueños que he soñado. El pozo y el péndulo. El hombre de las multitudes. Ligeia… Pero también este otro. En la pública luz de las batallas otros dan su vida a la patria y los recuerda el mármol. Yo he errado oscuro por ciudades que odio. Le di otras cosas. Abjuré de mi honor, traicioné a quienes me creyeron su amigo, compré conciencias, abominé del nombre de la patria, me resigné a la infamia.
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Quince monedas
Durante cien otoños he mirado tu tenue disco. Durante cien otoños he mirado tu arco sobre las islas. Durante cien otoños mis labios no han sido menos silenciosos. El espacio sin tiempo. La luna es del color de la arena. Ahora, precisamente ahora, mueren los hombres del Metauro y de Tannenberg. ¿En qué ayer, en qué patios de Cartago, cae también la lluvia? El año me tributa mi pasto de hombres y en la cisterna hay agua. En mí se anudan los caminos de piedra. ¿De qué puedo quejarme? En los atardeceres me pesa un poco la cabeza de toro. La meta es el olvido. Yo he llegado antes. Fue en el primer desierto. Dos brazos arrojaron una gran piedra. No hubo un grito. Hubo sangre. Hubo por vez primera la muerte. Ya no recuerdo si fui Abel o Caín. Que antes del alba lo despojen los lobos; la espada es el camino más corto. Crueles estrellas y propicias estrellas presidieron la noche de mi génesis; debo a las últimas la cárcel en que soñé el Quijote. El callejón final con su poniente. Inauguración de la pampa. Inauguración de la muerte. El tiempo juega un ajedrez sin piezas en el patio. El crujido de una rama rasga la noche. Fuera la llanura leguas de polvo y sueño desparrama. Sombras los dos, copiamos lo que dictan otras sombras: Heráclito y Gautama. Una lima. La primera de las pesadas puertas de hierro. Algún día seré libre. Nuestros actos prosiguen su camino, que no conoce término. Maté a mi rey para que Shakespeare urdiera su tragedia. La serpiente que ciñe el mar y es el mar, el repetido remo de Jasón, la joven espada de Sigurd. Sólo perduran en el tiempo las cosas que no fueron del tiempo. Los sueños que he soñado. El pozo y el péndulo. El hombre de las multitudes. Ligeia… Pero también este otro. En la pública luz de las batallas otros dan su vida a la patria y los recuerda el mármol. Yo he errado oscuro por ciudades que odio. Le di otras cosas. Abjuré de mi honor, traicioné a quienes me creyeron su amigo, compré conciencias, abominé del nombre de la patria, me resigné a la infamia.
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Repito em alto e bom grito: Enterremos a dualidade! A constante escolha entre o bem e o mal. O certo e o errado. Isto ou aquilo. A frustração de parecer nunca conseguir fazer a escolha certa. Porque não há uma escolha certa! Que alívio! Aceitemos a existência. A existência da luz e do escuro,   dos extremos que se tocam. Aceitemos que a luz branca carrega nela um espectro enorme   de muitas outras cores. E não ignoremos nenhuma! Aprendemos a ver. A ver e a reconhecer que tudo existe ao mesmo tempo, independentemente da nossa vontade. Não há escolha possível entre isto e aquilo   quando ambos se misturam a toda a hora. Aceitemos o ridículo. O quão patéticos somos ao achar que estamos no controlo da nossa vida. E desfeita a ilusão, vivemos então! Aprendemos a viver. A amar na incerteza   de que amanhã ainda amaremos Mas certos de que o amor está na nossa Natureza. E a natureza, Essa ninguém controla.
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Mar 3, 2022
Mar 3, 2022 at 4:28 PM UTC
Enterremos a dualidade!
¿Qué otra cosa es verdad sino pobreza en esta vida frágil y liviana? Los dos embustes de la vida humana, desde la cuna, son honra y riqueza. El tiempo, que ni vuelve ni tropieza, en horas fugitivas la devana; y, en errado anhelar, siempre tirana, la Fortuna fatiga su flaqueza. Vive muerte callada y divertida la vida misma; la salud es guerra de su proprio alimento combatida. ¡Oh, cuánto, inadvertido, el hombre yerra: que en tierra teme que caerá la vida, y no ve que, en viviendo, cayó en tierra!
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Repite la fragilidad de la vida, y señala sus engaños y sus enemigos
Passamos uma vida, pensando o mesmo, Presos no tempo, num laço extremo. Algo que não consiste, naquilo que a mente insiste. Algo que desejariam que fosse verdade, mas a realidade é fria e egoísta. Nossos próprios pensamentos individualistas, mas creio eu, alguém que não é nada, que poucos concordariam com a verdade mista. Preferem algo mais minimalista, que faz tudo parecer tão razoável, de que o mundo é incerto e improvável. Que nem mesmo poderia ser notável, a não ser que percebesse que estivesse errado, mas poucos aceitam o que é amargo e delicado, mas não é para tal verdade ou mentira que meu verso será revelado. Estou querendo dizer que fico olhando o céu, esperando algo acontecer, porque me falaram que eu deveria ver uma estrela cadente, e desde então todos os anos vêm sido dedicados inteiramente. Minha vida se esgotando a cada dia, e pensando na estrela cadente que talvez até mim viria, Porém, se meu tempo tiver sido gasto errado, minha vida pra sempre teria parado. Eu viveria por algo que deveria, e não pelo o que eu queria. Por isso eu desisti de toda a noite olhar, mas é engraçado que no final a queda dela eu vi iluminar. Talvez, apenas talvez, quando aquilo é destinado, acontecerá independente se seguir pelo caminho errado, Então viva como quer, porque se for pra ser, vai ser.(ou talvez não,quem disse que eu sei algo?)
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Feb 15, 2025
Feb 15, 2025 at 6:59 PM UTC
Estrela cadente ou decadente?
He errado! Mi pecado es de palabra,obra, omisión y pensamiento. Fui seducido por mi propia concupiscencia. Dando luz al pecado y consumado a la muerte. Lleno de ira, oidor de la verdad, una imagen en el espejo olvidada. Engañe a mi corazón.
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Mar 9, 2019
Mar 9, 2019 at 3:00 AM UTC
Tentaciones