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"desconhecido" poems
Amigos queridos, sem faces e sem nomes. Retiradas foram suas vísceras, logo antes de seus corpos imergirem em um exacerbadamente denso volume de sangue grotesca e plenamente apreciado pelos algozes responsáveis, certos irreconhecíveis demônios. Vieram dos *** os tais tiranos, visíveis, mas imateriais, enquanto esperávamos inconscientes e inevitavelmente despreparados para uma luta justa. Sobre os indiferentes, distantes, mas ainda amigáveis e queridos companheiros, ainda recordo de alguma ordem: O primeiro não sentiu dor alguma, bem como nada viu ou percebeu; fora partido ao meio. O segundo, já desesperado e afogando-se em lagrimas, tornou-se borrão de um vermelho pesado, grosso e brutal; Dos outros, três ou quatro, somente tenho em mente os gemidos inexprimíveis; uma junção entre suspiros e soluços de uma morte nada convidativa e próxima. Foram todos rostos sem faces perdidos na espera do desconhecido fatalmente promulgado pelas minhas ânsias. O ultimo vivo me induziu à única ação possível: pude cair meus quinhentos intermináveis metros; deslizando, enquanto tentava me segurar, por um material recoberto de farpas que transpassavam minhas mãos, as quais sangravam em direção a um mar, sombrio e obscuro; me afundei irremediavelmente em minhas próprias aflições.
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May 22, 2013
May 22, 2013 at 8:21 PM UTC
Sonhos que se foram; pensamentos que eu não sei
Quando te conheci… Quando te conheci na noite solidária com o vento, Perdi-me no teu calor, no teu encanto. Quando te conheci teu cheiro me apaixonava, Deixava-me ao teu abandono e mais nada. Quando te conheci, não entendi mas senti, Aumentar o amor e a saudade, O destino não tem amor nem sentido, Tem a fragrância do desconhecido. Te recordo com primazia, Alegria que em mim se sentia, Te conhecer sem apelo nem agravo, Me contento com o futuro e o passado. Victor Marques
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Aug 30, 2010
Aug 30, 2010 at 7:26 AM UTC
Quando te conheci...
Há uma réstia de neblina em cada um dos meus pensamentos. Uma vez mais poesio o nada - A falta de percepção do meu eu interior - Numa tentativa, queira Deus que não vã, de entender...     Sinto, sinto tanto!     Sinto a testa arder e o pesar dos olhos.     Sinto.     Sinto o coração apertar e o medo     Corroer-me as veias como ácido.     Sinto.     Sinto...     Mas porquê? O que me impulsiona a sentir? Dou por mim mergulhada num rio gélido de angústia; Dou por mim - juntamente com todas as outras versões de mim - Perdida dentro de mim mesma,     às escuras, Sem saber como me encontrar.     Sinto. Sinto. Sinto por sentir     E por não saber porque sinto.     Sinto por medo do desconhecido que sou eu mesma     E do que me leva a desconhecer-me.     Sinto por medo de tantas mais coisas que desconheço também.     Sinto medo que todo este medo tome conta de mim. Por isso escrevo e sou um pouco mais eu E esqueço um pouco do medo no papel.
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Sep 14, 2017
Sep 14, 2017 at 5:14 PM UTC
O Medo e as Sensações
Este insólito e inaudito conjunto de explosões atemporais, inobservável a longas distâncias, é, factualmente, o tecelão da portentosa dimensão da mente. Abundantes vozes desnorteadas, obscuras e perturbadoras, nela se fazem existir. São vozes que são sentidas, vozes sombrias que escrevem. Vozes pelas quais fui, eu próprio, desenhado. E criado para navegar, parti para o mar em busca das partes que me faltavam em terra firme. Fragmentado, nas mais diversas ilhas - paradisíacas e apocalípticas -, nas profundezas e no horizonte azul, busco, ainda hoje, estilhaços e peças escassas perdidas; Cotidianamente, ao acercar da noite, os sons de batalha tendenciosamente indicam direções para não seguir, e ainda que mantenha sem medo o controle das velas, os ventos insistem em dizer aonde ir... Pois que seja! "Navegarei com todos eles!" 'Placebo ou morte?' O que minha tripulação anseia não importa, ela tampouco existe. Nesta irremediável transposição constante de caminhos, sem o reconhecimento de qualquer lógica postulável, oscilante, transgrido e navego ainda por mares intergaláticos. E nesta imensidão extraordinariamente escura do cosmos, carregando a experiência daqueles oceanos pesados e profundos, me encontro a observar, sempre ao longe, uma fagulha, ínfimo ponto que se faz visível. Em sua direção, continuo a jornada do pouco infindável dessa dimensão que permanentemente remanesce como o desconhecido. O mais próximo e o maior ângulo possível para apreciar esse pontual, eterno e único nascer da super nova, eu encontrarei.
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May 12, 2013
May 12, 2013 at 9:52 PM UTC
Nascer-me-ei em supernova
Este insólito e inaudito conjunto de explosões atemporais, inobservável a longas distâncias, é, factualmente, o tecelão da portentosa dimensão da mente. Abundantes vozes desnorteadas, obscuras e perturbadoras, nela se fazem existir. São vozes que são sentidas, vozes sombrias que escrevem. Vozes pelas quais fui, eu próprio, desenhado. E criado para navegar, parti para o mar em busca das partes que me faltavam em terra firme. Fragmentado, nas mais diversas ilhas - paradisíacas e apocalípticas -, nas profundezas e no horizonte azul, busco, ainda hoje, estilhaços e peças escassas perdidas; Cotidianamente, ao acercar da noite, os sons de batalha tendenciosamente indicam direções para não seguir, e ainda que mantenha sem medo o controle das velas, os ventos insistem em dizer aonde ir... Pois que seja! "Navegarei com todos eles!" 'Placebo ou morte?' O que minha tripulação anseia não importa, ela tampouco existe. Nesta irremediável transposição constante de caminhos, sem o reconhecimento de qualquer lógica postulável, oscilante, transgrido e navego ainda por mares intergaláticos. E nesta imensidão extraordinariamente escura do cosmos, carregando a experiência daqueles oceanos pesados e profundos, me encontro a observar, sempre ao longe, uma fagulha, ínfimo ponto que se faz visível. Em sua direção, continuo a jornada do pouco infindável dessa dimensão que permanentemente remanesce como o desconhecido. O mais próximo e o maior ângulo possível para apreciar esse pontual, eterno e único nascer da super nova, eu encontrarei.
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Monstros convictos tomam, a todo instante, minha mente. A ilusão é ignorá-los. A restrição é encontrá-los. Gracioso o tédio provocado pelas rupturas sangrentas que professam tal destino indiscretamente escrito pelos sombrios passageiros que me acompanham, que se rebelam contra mim todos os dias. Em súbitos sons, surtos e tons, abraçam-me e acariciam-me essas anomalias negadas por muitos, esses assombros temidos por todos. Enquanto o inocultável poder de persuasão das criaturas faz-me síntese inexprimível, a perfeição defendida pelos *** é fatalmente extinguida pela percepção concedida à TERRA.
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May 25, 2013
May 25, 2013 at 12:15 AM UTC
Alusão ao desconhecido
Céu Aberto da minha liberdade Sentir saudade que irradia arrepios, Olhar para a água dos rios, Céu aberto infinito, insaciado, Céu aberto, céu fechado… Sentir nos outros desconfiança, Olhar meigo de criança! Céu aberto, céu feito do nada, Céu da vida bem-amada. Sentir por todos simpatia, Olhar sem ousadia. Céu aberto, céu do desconhecido, Céu dum poema esquecido. Sentir que temos alma engrandecida, Olhar com amor sem medida, Céu aberto, céu sem ter idade, Céu da minha liberdade. Victor Marques
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Oct 3, 2013
Oct 3, 2013 at 12:37 PM UTC
Céu da minha liberdade
Alcool e pipoca pipocando a jiripoca piando, forte, ensurdecedor puxou o gatilho atirou. Pessoas e pipocas pipocando multidão desconhecido lampião luz escuridão. Alcool desmaiou ninguém notou nem pipocou ouvidos e olhos detidos bandidos de balcão.
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Nov 26, 2016
Nov 26, 2016 at 2:22 PM UTC
Claustrofobia
Sou medrosa Sempre tive um vasto medo de te perder Com minha simples prosa relembro bons momentos que passei com você Das noites em que passávamos acordados vendo filmes e tomando sorvete, Manhãs em que acordavamos cedo para ver desenhos animados, Quando ia para sua cama no meio da noite pois estava com medo Até quando me dava ovadas no meu aniversário, Me diverti contigo. Na medida em que crescemos, Mudamos o nosso jeito de ser, Tomamos rumos diferentes, Você começou a me deixar em último plano, Mas o pior de tudo, Se afastou, Afastou-se de um jeito inexplicável, De um jeito doloroso Pessoas me perguntam até hoje "Onde está seu irmão? Vocês costumavam ir a todo lugar juntos..." E eu, olho para os meus pés e relembro como éras "Está em casa" respondo, quando naverdade, não sei onde está Digo isso para não revelar o fato de que não me quer mais em seu mundo, Para não mostrar aos outros que você não me aceita mais. Estúpidas mudanças! Por causa delas, você se tornou assim comigo: Amargo, como o gosto da tristeza em minha boca, Um desconhecido E o pior de tudo, Se tornou a pessoa que prometeras nunca se tornar, E o meu pior pesadelo acabou acontecendo na vida real: Te perdi.
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Sep 23, 2013
Sep 23, 2013 at 2:17 PM UTC
Desconhecido que conheço a anos
Acaso criou o caso que nós criamos Sintonia, simpatia A mão leve e o riso frouxo Fantasia Dos que vem Dos que vão Dos que vivem Vivemos, Vivemos bem Apesar de outros alguéns E do imaginário que nos retém A cumplicidade sutil Dos olhos que sabem Que não se verão mais Que sabem dos momentos de paz E da vida quando está à mil O carinho na base Dos sentimentos puros Na positividade Do desconhecido, do não vivido E ainda assim natural Na pureza, na conexão Daquilo que não cria o mal E que aprendeu a entender Como se comporta um igual.
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Dec 19, 2015
Dec 19, 2015 at 4:02 PM UTC
Sem ti mos
Parti à procura, percorri todos os bares da cidade drogas, alucinações, **** debati-me com o povo fui aprisionado pelo poderio das massas. Guardas olham-me à passagem vociferam um dialecto desconhecido. Nesta tumba estou . . . livre. Aqui, eu sou eu discípulo da verdade e dos prazeres. Depois fui para a ilha indígenas novamente - **** bebidas, drogas. E assim passaram dois anos. Percorro agora esta avenida em procura do que ainda não encontrei. Eu, por min quem sabe, tomarei outro rumo para . . . o outro lado . . . para a terra. Era cá uma tripé mas eu amava-a mesmo assim. Estava preso era um fora-da-lei sem crimes, nem pecados apanhei um táxi e segui na noite rumo ao desconhecido.
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May 12, 2014
May 12, 2014 at 4:18 PM UTC
o desconhecido
Eu sei que eu toquei seu coração, E prometi ser meu agora. Te enchi de palavras sem significado. E é tudo uma doce ilusão. A verdade é que eu sempre costumo estar aqui, Vivendo nessa doce ilusão. E você simplesmente acredita, E aceita o desconhecido. Nunca diz não aos meus caprichos. Mas querido, isso é uma doce ilusão. E é tão fácil te deixar. Simplesmente ir embora, e você, Continuará vivendo numa doce ilusão.
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Feb 22, 2013
Feb 22, 2013 at 8:10 PM UTC
Doce ilusão
A vida é um mistério geral cheia de condolências, Os cínicos do costume que peneiraram na nossa vida, Das águas saloias consolidaram a nossa intimidade! Mas será que lá longe ainda o céu é distante, Ou gentes carentes procuram aliviar coisas irritantes? É, essa foi a verdade, numa historia idiota, Na procura de esquecer um amor ampliatório! Já eu não tão sóbrio, um perfeito idiota, Deixei que apreciassem de uma fraqueza minha! Lol. A solidão que eu tanto gostava, separei-me dela pela mentira! Mas são assim todos os idiotas como eu, Gostam, e aventuram-se no desconhecido de gentes bestiais, Desprovidos de tristeza e fortes em avareza! Aparentam o que não são e fazem-se vender mais caros! Mas e eu que sou um idiota puro e aventureiro, Não pensei que traria comigo no bolso as coordenadas De uma nova vida! Em segundos tudo mudou, A besta que me tornei é realmente feliz! Autor: António benigno Código de autor: 2012.02.12.01.01
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Aug 30, 2013
Aug 30, 2013 at 1:54 PM UTC
Os mistérios da vida
Hoje caminho sobre os meus medos Hoje caminho sobre as minhas dúvidas e vou na direcção da luz Deixo o passado lá atrás e atravesso a tempestade presente Mantenho-me forte e sigo rumo ao desconhecido Através dos olhos de Deus e pelas mãos dos anjos eu procuro-te para me encontrar
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Feb 2, 2013
Feb 2, 2013 at 7:24 PM UTC
Oração
Abri agora os olhos uma luz extremos o desconhecido tenho medo sinto-me confuso ao andar estou só ou isso penso objectivo neblina navego nas lágrimas saio refugio-me dor interior inveja do pobre confusão na alma subconsciente perverso riso recordo a dor que como dor permanece obstáculo anseio ritual sacrifício " tédio " desespero.
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Feb 18, 2014
Feb 18, 2014 at 4:23 PM UTC
desespero
hoje caminho sobre os meus medos hoje caminho sobre as minhas dúvidas e vou na direcção da luz deixo o passado lá atrás e atravesso a tempestade presente mantenho-me forte e sigo rumo ao desconhecido através dos olhos de Deus e pelas mãos dos anjos eu procuro-te para me encontrar
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Feb 26, 2015
Feb 26, 2015 at 5:54 PM UTC
Oração
Estrelas, Planetas, galáxias componentes dum espaço infinito. Terra, mundo sem paz em conflito   Hipótese de um átomo primordial   Milagre da vida, paradoxo sem igual. A distância por humanos incompreendida, Universo que criaste a vida? Horizonte com a velocidade do presente, Que te limita a ti e a própria mente. Será que a energia é infinita? Que a gravidade da terra tudo implica. Existência de um criador, Feito Deus, feito amor. Universo que me fazes suspirar, Meu coração arrebatar. Universo do céu,  terra e mar, Brilho das estrelas com luar. Universo repetidamente preciso, Universo do tempo desconhecido... Victor Marques
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May 16, 2023
May 16, 2023 at 6:46 AM UTC
O Universo
Quando eu era pequena, eu via a morte, com uma capa preta e uma foice, e uma expressão melancólica no rosto, sombria por vezes, de quem já havia levado muitas vidas. O peso, em suas vestes, das almas corrompidas, que não queriam partir, o sangue da sua foice, onde também haviam lágrimas de quem ficava. Com o tempo, eu passei a ter medo dela. A vi como má. Injusta. Insensível. “Como pôde Dona Morte, levar aqueles que eu amava?” Eu perguntava. Mas a morte é só uma passagem. Eu demorei a entender. A aceitar. É como se a Dona Morte fosse uma guia turística, que vem nos buscar rumo às nossas férias eternas. Ela vem, nos despimos de qualquer bagagem, a passagem, é a nossa vida. Esse é o preço. E então embarcamos no trem. Rumo ao desconhecido. Mas ao eterno.
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Sep 28, 2018
Sep 28, 2018 at 10:31 PM UTC
A morte
Liberdade pode ser banal, Pura e consensual, Agir em diferentes direcções, Se desdobrar em explicações. Ver as papoilas crescer, Anseios de bem querer, Não pode ser servidão, Viver noutra dimensão. Liberdade determinista, Que limita o bom artista, Ai povo oprimido, Do mundo, do desconhecido. Adepto da liberdade postiva, Na morte e também na vida. Liberdade escancarada na natureza, Com seu amor e beleza. Liberdade que parece desejável, Democracia que parece fiável, Liberdade consciente e reflectida, Haja Liberdade nesta vida. A Liberdade pode ser espiritual, Livre e nunca ser igual. Alavanca que tudo move, Povo livre e nobre. O Homem nasce livre para tudo amar, O céu,  a terra e a imensidão do mar. Liberdade minha de tudo contemplar, Liberdade onde vais, onde queres estar.... Victor Marques
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Apr 26, 2023
Apr 26, 2023 at 6:22 AM UTC
Liberdade onde vais parar
Viemos ao mundo nus,sem nada , De dia, de noite sem hora marcada. Damos os primeiros passos na escuridão, Metendo na boca o que vem à mão ! Parece que o mundo foi feito para sobreviver, Procurando conforto e paz na descoberta de novos seres. Atravessar a vida por vezes sem ninguém do nosso lado, Vivendo e morrendo sós com o coração despedaçado! Tentamos direcionar nossa vida e por vezes não sabemos lidar com ela, Vivemos e morremos sem perceber o quanto ela é formosa e bela. O homem parece querer viver isolado, Pondo a sua felicidade de lado . Solidão quem és tu sem sorrisos e compaixão, Rosário da meditação e oração. Contemplar tudo que nos aparece com medo e coração partido, Solidão do mundo, do desconhecido. Sociedade em que vivemos com guerra e sofrimento, Fruto da falta de amor que nos leva ao isolamento. Existe alegria e penosa dor de por vezes estar caminhando sozinho, Perdendo o odor de todas as rosas que florescem com carinho, Solidão de um penar sem encanto, Feita de dor e pranto. Victor Marques Solidão, isolamento, seres
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Jun 7, 2023
Jun 7, 2023 at 4:12 PM UTC
Solidão quem és tu...