"criar" poems
Com o teu coro que aqui está,
passo a ser preenchido por sombras circunstanciais.
Elas me trazem a memória do renascer
e bem claramente posso sentir o ardor do consolo com que me levam
às lembranças do meu verdadeiro ser.
Transmitindo uma serenidade que se funde aos sons que as acompanham,
em um baile de caos e ódio,
buscam me recordar do que está próximo:
Do deleite profundo em sonho,
minha experiência egocêntrica,
à minha expansão como universo;
um universo em que eu sou a desordem e o âmago.
Constituído completamente de memórias e sentimentos;
sentimentos de uma beleza imprópria;
de morte e de cor,
de vida e dor.
Jul 3, 2013
Jul 3, 2013 at 8:02 PM UTC
Pequeno sonho, pequeno voo, todo aquele que morre,
Pouco depois de nascer, vazio de esperança e vontade,
Sentido e crescido, perdido de forte abraço com a vida,
Palavra bonita se esvanece ou fortalece por ser forte!
Nesse pequeno engenho de transporte ao lado diferente,
Cheio de razões quarentes para poder apertar de imediato,
Aconchegando a mim e partir junto com ele nesse momento!
Novo ou velho está vivo e não é hora de para já desistir!
A lata ferrugenta desse transporte de viagem ardente,
Não é o problema da morte do profundo sonho,
É falta de animo e falta de querer que ele viva,
É esperança perdida e tempo de te moldar verdadeiramente!
Estudando manuais bizarros de situações de vida vivida,
Facilmente encontro o molde de concerto desse engenho,
Esquecido e embevecido em memórias aventureiras,
Que em tempo servira para viagens contadas lisonjeiras.
Chegou a hora de pintar o espaço envolvente onde durmo,
Criar uma família, constituída por mim um peixe e um pássaro,
Porque hoje não há tempo a perder para coisas de verdade,
De verdade mesmo sou, eu, esse peixe e esse pássaro!
Autor: António Benigno
Dedicado ao tempo, à viagem e ao rumo da verdade!
Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 4:59 AM UTC
"hop hop alba amo" decía a caballo de Alabama bright morgan
había nacido al lado de donde se quedaron los juntadores de pasto
indios choctaw que leían las nubes
frenadas por el sur los Apalaches tanta desolación
dios mío tanta desolación no alcanzó para un buen río
"no alcanzaste para un buen río mi Dios" decía bright morgan
"ah distraído" decía a caballo entre Sam Dale, William Bankhead (que tenía
cabeza de pájaro señor) y aún la Julia Tutwiler
(reformadora social consolatriz de presos poetisa) otros notables del lugar
sí
"¡ah muererío muererío!" decía bright morgan sin dejar de correr
pensando en la madre que vio decapitar a siete hijos subida su tejado
y después se tiró del tejado
bright morgan hablaba también
de las culebras y alacranes que se comieron el corazón amargo
de 7 hermanos 7 camino de Aragón
ola que ola la maripola no pasa nadie nadie
no pasa nadie por el cuerpo de bright morgan ya
más que el viento la arena volada por el aire
porque se va a morir
lo dejarán salir
y la madre se subirá al tejado y dirá:
"quien a este hijo pierde merece ser apedreada
le pediría uñas al águila pezuñas a la
bestia con pezuñas
y no le dejaría a la tierra ese muchacho lindo no"
decía la madre de bright morgan
"no dejaría que la tierra lo pudra le deshaga la frente hermosa no
yo se lo arrancaría a la tierra de trigo sembrada
con dolor robaría a la tierra ese hijo tan bueno cara de plata"
decía la madre de bright morgan:
"que se llevó la tierra con golpe rabioso no
ese pequeño novio no alcanzó a criar hijos
dejó casa vacía por casa llena de compañeros sin luz"
mientras tanto bright morgan murió
"no le echen tierra sobre la frente hermosa" pedía la madre pero él
crecía a la derecha a la izquierda
abajo arriba iba creciendo como una vaca grande
cuando el pelo de bright morgan paró
toda Alabama se detuvo un instante
pero ya no decía "madre madre no me dejes salir"
ola que ola maripola no pasa nadie nadie
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Portuguese version with a slightly different ending :)
«O meu colar de gotas de chuva
Primeira: Porque tens as mãos molhadas?
Segunda: Eu estava a fazer um magnífico colar de gotas de chuva, quando de repente todos os pingos se transformaram em lágrimas.
Primeira: Tentavas criar uma realidade que não poderia existir além do teu sonho.
Segunda: Eu só tentava fazer aquilo imaginado
Primeira: Infelizmente, isso significa que nunca será…
Dec 23, 2016
Dec 23, 2016 at 12:47 PM UTC
Estrela central do sistema solar,
Planetas, cometas,poeiras no ar.
Todos em teu redor sem demora,,
Humanos acertando a hora.
Milhões de quilómetros nos distancia,
Bendita luz que alumia.
A noite vem com o brilho do luar,
De manhã te espero para acordar.
Lindas cores no horizonte alaranjado,
Amarelo também, por vezes avermelhado.
Divino poder de teu calor criar, tua energia.
És Estrela de noite e de dia,
És bendito para toda humanidade que por ti anseia,
Na noite adormeces com o canto da sereia.
A água na terra é fonte de vida,
Pelo calor do Sol seja protegida.
O Sol será cada vez mais brilhante ,
No futuro, no presente.
Nunca desprendido de teu ciclo solar,
tua essência,
Fazes chover ou nevar com abundância.
O destino da Terra é precário e indefinido,
Tu Sol és um gigante adormecido.
Victor Marques
May 9, 2023
May 9, 2023 at 3:58 PM UTC
Tengo de criar un perro,
ya que en este mundo estoy.
No me importa lo que sea,
alano, galgo o bull-dog;
lo quiero para tener
un tierno y fiel queredor
que sonría con el rabo
cuando le acaricie yo;
para que me ofrezca todo
su perruno corazón,
y gruña a quien me amanece
y se alegre con mi voz;
y para si me da el coléra
y huyen de mi alrededor,
juntos, parientes y amigos,
que nos quedamos los dos:
yo, cadáver, como huella
de una vida que pasó;
él lanzado tristemente
sus aullidos de dolor.
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Tenho-me distanciado dos versos ultimamente
Talvez pela falta de poesia da minha vida.
Não encontro beleza alguma à minha volta
Nem suficiente mágoa dentro de mim
Que me levem a pegar no lápis e escrever.
Vivo num mundo vazio
Em que tudo o que é real não o é
Tal como eu não o sou.
Crio o que sinto e recrio-me a mim mesma
E crio estes versos sem motivo algum
Que não o de os criar.
Para me sentir menos só, talvez
E porque sei que são reais
Mesmo que talvez não sejam.
Dec 6, 2016
Dec 6, 2016 at 2:58 PM UTC
A minha glória é criar o impossível
quando todos duvidarem
Pois nasci do ventre de minha mãe
E antes de minha mãe ter nascido...
Eu Sou!
Desde que o vazio
concebeu o infinito
Desde que o infinito
concebeu o fracionado
E fracionando o que sou
nasci assim
Como Marcus!
Que se esqueceu
de mim como Eu Sou
Mas ei de me lembrar de Marcus
Como um pedaço daquilo que fui
...há muito tempo...
e tão logo
Deixei de ser.
E me tornando eu mesmo
Serei meu pai
E serei meu filho
E meu espírito estará em Marcus
E finalmente Marcus estará em mim!
Dec 26, 2016
Dec 26, 2016 at 5:57 AM UTC
não sei onde aprendi que o medo é irracional e é uma resposta do cérebro. teu corpo não sente medo e sim um órgão que mais parece um punhado de minhocas encurraladas.
por um tempo eu juro que achava não ter medo de morrer, talvez só um leve pavor de sentir dor.
e o tempo funciona mesmo de formas estranhas e complexas. houve períodos que não cogitava pensar em morrer, mas agora parece que tudo mudou e o pavor da morte surgiu acumulado.
esse medo é o do nada ou do tudo que pode vir depois. ninguém pode me responder ao certo. meus avós já mortos não voltaram em sonho nem deixaram uma mensagem sobrenatural sobre nada. talvez isso já seja uma prova de que a morte é de fato um grande nada.
isso tudo é assustador. pensar que tu só tem uma chance pra acertar. e só de saber que não vais mais experimentar o mundo é sufocante.
como pensar na morte tranquilamente natural se vários prazeres que o corpo em conjunto com a vida são as coisas que me fazem querer continuar?
não consigo aceitar que um dia eu não vou mais sentir o calor do sol tocando a minha pele. cheirar aquela brisa do mar assim que se chega na praia. ver alguém que tu ama muito tendo um dia bom e ver ela sorrir. ouvir pela primeira vez uma música boa. observar alguma peculiaridade no meio do caminho que aparentemente ninguém mais notou. olhar pra um por do sol e pensar que aquele tem todas novas cores e que cada dia um é diferente do outro. pensar a toa sobre coisas bonitas que acompanham a gente durante o dia. aprender algo. algo bom. fazer **** com alguém. fazer **** consigo mesma. rir sozinha. rir com alguém. dançar. conhecer alguém novo. chorar. escrever. desenhar. ver. ouvir. falar. gritar. gemer. sussurrar. fumar. comer. sentir emoções. pensar. imaginar. criar.
todo um paragrafo infinito de realizações que de repente para de funcionar. vivemos quase sempre menos de cem anos e ainda é pouco porque o mundo pra gente é absurdamente infinito. e tão grande que dá agonia pensar. viajar por todo continente e saber que não dá pra ver tudo. sobre todos os mais minuciosos detalhes. sufoco. me sinto sufocada e não tem nenhuma pressão em cima de mim, exceto por mim mesma. felicidade. vou parar por aqui.
Oct 25, 2017
Oct 25, 2017 at 4:38 PM UTC
Dizem que vivemos na terra da liberdade
Mas como se pode chamar liberdade se não somos livres?
Somos livres para seguir a ordens dadas
Somos livres para escolher o que nos não foi escolhido
Liberdade para criar uma carreira passada
Inovar o que foi criado
Sonhava ser livre
Liberdade paradoxal do pensamento
Somos livres para escolher religiões
Somo livres pensadores que acreditam num ser superior
Mas como podemos ser livres se não acreditamos em nós
Somos livres de pensar o que já foi pensado
Somos livres na terra da liberdade
Terra nutrida de mentiras e ordens
Terra sem virtude
Terra onde vivemos
Terra onde somos o que não queríamos
Assim se é livre
Livre acorrentado por coisas que não somos
Pensamento preso por aquilo que não fomos
Assim morremos ansiosos pelo ser superior
Ansiosos para ELE nos mostrar o seu poder
Mas como? Se morremos ao nascer
Jul 21, 2017
Jul 21, 2017 at 6:18 PM UTC
Muito me custa compreender este país onde vivo. Portugal precisa urgentemente de ordem, ideologia e patriotismo. Anos se passaram e tantos organismos criados, penso que com a finalidade de haver profissionalismo. Enfim, assistimos hoje a uma estúpida maneira de encarar a vida. As igrejas não espalham a fé, os hospitais não fazem o que poderiam fazer, a justiça é realmente cega, os políticos não sei para que servem e o que parece bonito não é a necessidade do povo, não é o benéfico do país. É urgente e necessário que quem comanda o país defina regras e é urgente que o patriotismo de cada cidadão seja um sentimento profundo de comunidade em cumprimento dessas regras definidas. As televisões não são tribunais, os senhores jornalistas não são juízes e a praça pública não é local de justiça. Envergonha-me viver num país com poucos homens e poucas mulheres dignas desse nome e que raramente ocupam os cargos que deviam. Não se vive de fachada com caras bonitas ou filhos de papás a ocupar cargos de relevo e liderança. O estado não deve ser um abrigo de preguiçosos em poleiros indevidos. Portugal é dos Portugueses e só os que merecem devem chegar ao topo, não pelas alavancas mas sim pelo talento. Aquilo que hoje se perdeu em Torre de Moncorvo na Serra do Reboredo, como em outras regiões do país não volta mais, mas esses granfinos iluminados com ideologias antagônicas à razão da existência humana preocupam-se em acabar com o bom do homem e criar ilusões desastrosas na forma como hoje se vive.🤡🤡🤡🤡
Dec 16, 2020
Dec 16, 2020 at 3:09 AM UTC