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"crescer" poems
Filha, filho, Filhos… Quando me levanto com vontade de ver alguém com seu sorriso, não escolheria mais ninguém senão tu… No mundo que Deus nos deu não existe puro e imaculado amor igual ao teu. Depois de tanto tempo de vivências, compromissos, viagens pelo mundo fora sempre tive presente a dádiva de te ver nascer e crescer em sabedoria. Tu sim tens a magia da lua comprometida com um mundo feito de bem que parece ao mesmo tempo teu e de mais ninguém…. No coração tu tens a doce melodia das harpas de Jacob, nas mãos a gentileza de quem faz tudo com mestria e exatidão. Tantas filhas, filhos nascem pelo simples facto de o homem querer se multiplicar, procriar… Tu nasceste por um terno amor, por uma vontade que dois seres tiveram em elevar na terra através da matéria o poder da alma. Neste mundo de injustiças, guerras económicas, sociais, políticas nascem todos os dias filhos, filhas com leveza e amor de dois seres. Tu, hoje fizeste me pensar na abundância que Deus nos dá, nas oportunidades que muitos não têm, nos que sofrem por não terem filhas, filhos… O ciclo da vida me ajuda a amar, a compreender e a tolerar quem não consegue sentir força Para caminhar e fazer uma descoberta diária da beleza da vida e da companhia de nossas filhas, filhos…. O meu legado não teria sentido sem ti, o meu ser nunca seria completo em harmonia com o Deus criador. O nosso futuro quer filhas, filhos melhor do que nós pais que tentamos apreender o constante evoluir da sociedade humana. Não poderia deixar de estar grato a Deus, meus pais e meus antepassados pelo que me deram e continuam a dar. A vida de todos nós seria muito melhor se a nossa preocupação fosse dar sem lembrar e receber nunca esquecendo. A ti nem sei que dizer… sei que nunca vai haver nada que por ti me faça desfalecer. Por ti se cair vou pedir a Deus que me ajude a erguer… Victor Marques
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Sep 25, 2013
Sep 25, 2013 at 6:24 AM UTC
Filha,filho , Filhas
Filha, filho, Filhos… Quando me levanto com vontade de ver alguém com seu sorriso, não escolheria mais ninguém senão tu… No mundo que Deus nos deu não existe puro e imaculado amor igual ao teu. Depois de tanto tempo de vivências, compromissos, viagens pelo mundo fora sempre tive presente a dádiva de te ver nascer e crescer em sabedoria. Tu sim tens a magia da lua comprometida com um mundo feito de bem que parece ao mesmo tempo teu e de mais ninguém…. No coração tu tens a doce melodia das harpas de Jacob, nas mãos a gentileza de quem faz tudo com mestria e exatidão. Tantas filhas, filhos nascem pelo simples facto de o homem querer se multiplicar, procriar… Tu nasceste por um terno amor, por uma vontade que dois seres tiveram em elevar na terra através da matéria o poder da alma. Neste mundo de injustiças, guerras económicas, sociais, políticas nascem todos os dias filhos, filhas com leveza e amor de dois seres. Tu, hoje fizeste me pensar na abundância que Deus nos dá, nas oportunidades que muitos não têm, nos que sofrem por não terem filhas, filhos… O ciclo da vida me ajuda a amar, a compreender e a tolerar quem não consegue sentir força Para caminhar e fazer uma descoberta diária da beleza da vida e da companhia de nossas filhas, filhos…. O meu legado não teria sentido sem ti, o meu ser nunca seria completo em harmonia com o Deus criador. O nosso futuro quer filhas, filhos melhor do que nós pais que tentamos apreender o constante evoluir da sociedade humana. Não poderia deixar de estar grato a Deus, meus pais e meus antepassados pelo que me deram e continuam a dar. A vida de todos nós seria muito melhor se a nossa preocupação fosse dar sem lembrar e receber nunca esquecendo. A ti nem sei que dizer… sei que nunca vai haver nada que por ti me faça desfalecer. Por ti se cair vou pedir a Deus que me ajude a erguer… Victor Marques
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Primavera que acordas vinhedos adormecidos Hoje fiz uma promessa a mim mesmo que seria escrever para ti: Primavera! Desde menino que me encantas, me envolves, me rejuvenesces…Sim, és tu Primavera que me acordas de sonos bem ou mal dormidos. Com os crescer dos dias parece que tudo cresce de uma forma descontrolada e um infindável colorido permanece aos olhos de quem te acolhe e enaltece. Sim, só poderias ser tu a bendizer todas as rosas campestres que por ti anseiam para comunicar e nos fazer sentir odores, por vezes já esquecidos. Os jardins se enfeitam com violetas, lírios, hortênsias. Os charcos ficam mais esverdeados e alegres, pois as rãs têm mais tempo para cantar. Primavera abençoada que acordas vinhedos durienses adormecidos, que aqueces rio Douro e Tua. Amendoeiras em flor brancas e puras que acolhem abelhas que procuram alimento param se saciar. Nos campos é imensa a alegria de semear sementes que servirão de alimento para tantos seres que não compreendem o poder de nascimento contínuo que existe em todas as Primaveras. Parece que tudo está com disposição de despertar… Parece que tudo ressuscita, que tudo nasce, que tudo vive com maior apego e sintonia com o Deus Criador. Por tudo isto queria também eu ser uma Primavera excelsa e porque não celestial aos olhos de quem nunca teve ou sentiu uma Primavera. Victor Marques
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Feb 24, 2015
Feb 24, 2015 at 8:44 AM UTC
Primavera que despertas
na primeira noite eram estranhas. disformes, distantes, extremamente presentes na sua tão triste ausência. doeram-me todas as entranhas do corpo. pela memória e pelo presente. agora, volvidos 3 dias volto a olhá-las. já consigo olhá-las, auxiliá-las e já não me estão distantes. agora são companheiras de luta. algumas lutas mais leais que outras bem se sabe, mas ainda assim resistentes no seu silêncio. o cheiro já me acolhe e todos os muitos sons que me circundam, conseguem agora embalar-me e levar-me num sono tranquilo. estou perto dos 28. já não sou miúda, agora sei-o e mais sério, sinto-o. ainda não sei que mulher sou, e como vou crescer a partir daqui. há vários ajustes, estou muito irrequieta com o que vou fazer. penso demasiado na pessoa que quero construir a partir daqui. é como se tivesse acabado de nascer mas já a saber falar, andar e pensar - oh, penso tanto… tenho de me permitir aprender e cair, chorar aos primeiros dentes. mas a miúda deixa-me orgulhosa. gostei de ti andreia pequena, feliz, divertida e curiosa. gostei da tua coragem e da tua força. até do teu nariz empertigado. choro ao teu enterro, comovida pelo orgulho que te sinto e pelas saudades que me vais trazer. a tua inocência guarda-la-ei como o meu mais precioso tesouro, e a ela recorrerei quando me vacilar a certeza. crescer é de uma dureza atroz. o passado vejo-o enevoado, lamacento de muito difícil definição. no entanto o futuro é um abismo. dá-me vertigens querer espreitá-lo. mesmo quando coloco apenas os olhos, como se me escondesse dele mesmo. de mim mesma, dessa andreia que serei. como se não quisesse que ela me apanhasse a espiá-la a ver-lhe os movimentos, para que os usasse ou os julgasse de ante mão. aqui estou, numa cama de hospital. viva e livre de qualquer mal. (mal maior pelo menos). e esta andreia do presente, esta nova-mulher, tem muito medo. muito medo de falhar, muito medo de não ser tão feliz quanto a miúda foi.
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Feb 7, 2013
Feb 7, 2013 at 5:15 AM UTC
adeus miúda
na primeira noite eram estranhas. disformes, distantes, extremamente presentes na sua tão triste ausência. doeram-me todas as entranhas do corpo. pela memória e pelo presente. agora, volvidos 3 dias volto a olhá-las. já consigo olhá-las, auxiliá-las e já não me estão distantes. agora são companheiras de luta. algumas lutas mais leais que outras bem se sabe, mas ainda assim resistentes no seu silêncio. o cheiro já me acolhe e todos os muitos sons que me circundam, conseguem agora embalar-me e levar-me num sono tranquilo. estou perto dos 28. já não sou miúda, agora sei-o e mais sério, sinto-o. ainda não sei que mulher sou, e como vou crescer a partir daqui. há vários ajustes, estou muito irrequieta com o que vou fazer. penso demasiado na pessoa que quero construir a partir daqui. é como se tivesse acabado de nascer mas já a saber falar, andar e pensar - oh, penso tanto… tenho de me permitir aprender e cair, chorar aos primeiros dentes. mas a miúda deixa-me orgulhosa. gostei de ti andreia pequena, feliz, divertida e curiosa. gostei da tua coragem e da tua força. até do teu nariz empertigado. choro ao teu enterro, comovida pelo orgulho que te sinto e pelas saudades que me vais trazer. a tua inocência guarda-la-ei como o meu mais precioso tesouro, e a ela recorrerei quando me vacilar a certeza. crescer é de uma dureza atroz. o passado vejo-o enevoado, lamacento de muito difícil definição. no entanto o futuro é um abismo. dá-me vertigens querer espreitá-lo. mesmo quando coloco apenas os olhos, como se me escondesse dele mesmo. de mim mesma, dessa andreia que serei. como se não quisesse que ela me apanhasse a espiá-la a ver-lhe os movimentos, para que os usasse ou os julgasse de ante mão. aqui estou, numa cama de hospital. viva e livre de qualquer mal. (mal maior pelo menos). e esta andreia do presente, esta nova-mulher, tem muito medo. muito medo de falhar, muito medo de não ser tão feliz quanto a miúda foi.
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Sentado e descalço, sobe um banco de madeira preta, Pintei o quarto de verde vivo, igual ao vaso do quintal, Contrastando com a cor amarela da flor que parara de crescer! Queria ver aquela flor mais verde que o vaso que acabara de pintar. Apressado como de costume e porque admito é feitio meu, Pegava desajeitado e pouco reflectido com vontade de florir, O amarelo perdido daquela planta que me havia já esquecido, Não era tinta vazia, que ela queria, mas carinho de minhas mãos, Peguei nela caída, encostei-a a mim e disse-lhe que gostava dela, Suspirou-me ao ouvido e perguntou-me porque não a levava comigo, Encostei-a a mim trouce-a cuidadosamente ao colo para dentro de casa, Dei-lhe um copo de água e aconcheguei-lhe a terra do caule, O adubo que ela recebia de mim, em carinhos fizeram-na adormecer! Sentei-me no banco quase seco de tinta verde e pintei as calças, Adormecendo como que um pai olhando seu filho dormir! Sonhei pela noite fora e quando acordei, aquela flor amarela, Que eu havia trazido comigo, sorriu-me nos olhos estremunhados, Acordei feliz e cheio de alegria porque em seu olhar a flor vivia. Por vezes a vida descabida de pressa por coisas vazias, É tão bonita quando na calma do tempo um carinho te dá alento. E eu voltei a pintar todo dia e em cada dia que passava a flor crescia, O amarelo que lhe percorria o ser mudava de cor para a cor de esperança. A cada dia, eu dormia mais feliz, porque sentia seu cheiro chegar a mim. Essa flor um dia pegou-me nos olhos e pediu-me de novo carinho, E eu olhei-a, da maneira que sempre quis cheirá-la e encostei-a a mim, Enquanto dormia! Autor: António Benigno Dedico à minha vida que nem para nem anda!
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 4:58 AM UTC
As cores
Sentado e descalço, sobe um banco de madeira preta, Pintei o quarto de verde vivo, igual ao vaso do quintal, Contrastando com a cor amarela da flor que parara de crescer! Queria ver aquela flor mais verde que o vaso que acabara de pintar. Apressado como de costume e porque admito é feitio meu, Pegava desajeitado e pouco reflectido com vontade de florir, O amarelo perdido daquela planta que me havia já esquecido, Não era tinta vazia, que ela queria, mas carinho de minhas mãos, Peguei nela caída, encostei-a a mim e disse-lhe que gostava dela, Suspirou-me ao ouvido e perguntou-me porque não a levava comigo, Encostei-a a mim trouce-a cuidadosamente ao colo para dentro de casa, Dei-lhe um copo de água e aconcheguei-lhe a terra do caule, O adubo que ela recebia de mim, em carinhos fizeram-na adormecer! Sentei-me no banco quase seco de tinta verde e pintei as calças, Adormecendo como que um pai olhando seu filho dormir! Sonhei pela noite fora e quando acordei, aquela flor amarela, Que eu havia trazido comigo, sorriu-me nos olhos estremunhados, Acordei feliz e cheio de alegria porque em seu olhar a flor vivia. Por vezes a vida descabida de pressa por coisas vazias, É tão bonita quando na calma do tempo um carinho te dá alento. E eu voltei a pintar todo dia e em cada dia que passava a flor crescia, O amarelo que lhe percorria o ser mudava de cor para a cor de esperança. A cada dia, eu dormia mais feliz, porque sentia seu cheiro chegar a mim. Essa flor um dia pegou-me nos olhos e pediu-me de novo carinho, E eu olhei-a, da maneira que sempre quis cheirá-la e encostei-a a mim, Enquanto dormia! Autor: António Benigno Dedico à minha vida que nem para nem anda!
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Hoje enquanto dormia, sonhei que num jardim vivia, Ouvia os pássaros, cantar lindas canções, com ternura, Sentia-se a água da chuva correr sem sua armadura, As flores eram verdes, como os sonhos, de pura lixivia! Lavaram-se as vestes, lavaram-se as mãos, enquanto sonhava Quando acordei pela manha do costume cheia de sonhos, Percebi que se tinha tornado uma rotina ser feliz e eu amava, Amava incansavelmente seus olhos, via o coração aos quadradinhos! Quadros pintados nas paredes de casa cheio de nossas recordações, Hoje, era senão mais um dia, onde pintava na tela nossas emoções, Aquilo que começou num passeio descalço junto da lagoa vazia, Formava agora na parede de casa retractos de uma família que crescia! Peguei depois na espátula da minha vida, peguei-a de nova na mão, Olhei-a nos olhos, senti-lhe as formas e apertei-a ali junto ao coração, Em tempos atrás deixei-te fugir, deixei-te viver e crescer longe de mim, Mas hoje, e agora, para sempre, te quero ter aqui, até aquilo que é o fim! Quando à noite me for deitar, só quero acordar para te olhar o rosto, Porque os sonhos, por mais belos e lindos, mesmo de nos encantar, Não se comparam sequer a tudo aquilo que tu na vida me fazes amar! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.08.29.02.17
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 4:53 AM UTC
Hoje tive um sonho brilhante
Cidade de Guimarães Guimarães linda de morrer, Portugal nasceu e te viu crescer, Honra a nossos fundadores, Vasos repletos de flores. Pomposa, ai tua pureza que emana, Sorris como a pequena açucena, Senhora da Penha com emoção, Guimarães tem nobre tradição. A história te cantará sempre com excelsa gratidão, És feita do amor e de nobre geração. Deus te escolheu, Deus te santifica, Guimarães terra santa, bendita. Os olhares serenos se enlaçam em mim, Horizontes sem nunca ter fim. Guimarães cidade que nunca cede, Afonso Henriques, Batalha de S. Mamede. Guimarães, 20 de Março de 2009 Victor Marques
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Dec 10, 2009
Dec 10, 2009 at 10:22 PM UTC
Cidade de Guimarães
E foda.se a vida que demora a fazer-se homem. E foda.se a o vinho que só me conta mentiras. E foda.se a musica que me alivia a dor de não te ter. E foda.se o espelho que é demasiado honesto. E foda.se os livros que não consigo ler. E foda.se os autores que não consigo entender. E foda.se o que quer que seja que me retira confiança. E foda.se o destino que não pude escolher. E foda.se o passado que não pude escrever. E foda.se o futuro que já só quero esquecer. E foda.se a liberdade que não me deixa crescer. E foda.se a inercia que me quer prender. E foda.se as palavras que me deixão com sede. E foda.se a sede que só quer vinho. E foda.se o vinho que me voltou a enganar. E foda.se o coração que não sabe como amar. E foda.se o amor e a falta de ar. E foda.se o sal que impede de chorar. E foda.se o choro de quem me morde a alma. E foda.se a quem me pede para ter calma. E foda.se tudo resto que nada tem a ver contigo. E foda.se a amizade que faz de mim só teu amigo. E foda.se a cama que me faz sonhar. E foda.se o sonho que se acha ordem. E foda.se a idade que Eu já me devia ter feito homem.
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Apr 29, 2014
Apr 29, 2014 at 10:47 PM UTC
foda.se
A lua vai se pôr E o sol não vai nascer A escuridão vai crescer E você vai perecer Os versos se tornarão sombrios E a dor trará frio Tudo vai se desfazer Assim que você ser
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Jun 30, 2017
Jun 30, 2017 at 4:44 PM UTC
Assim que você ser
Hoje fazem 24 meses que nós conhecemos, quando te vi pela 1° vez naquela ensolarada tarde de setembro, te observei por minutos que mais pareciam horas, me encantei como você conversava e ria tão despreocupadamente, como se não soubesse que o aquecimento global está destruindo nosso planeta a cada segundo, que por ano 30.000 jovens morrem no brasil e que 77% desse numero são negros, ou que a desigualdade social só tende a crescer nos próximos anos. Isso me deixou perplexo, e de certa forma te observar era como um remédio para as minhas manias, como a mania de falar demais, de falar rápido demais, ou a de me preocupar demais, não importava quais sejam, quando olhava para você elas simplesmente sumiam. Hoje faz 4 meses que não nós vemos, minhas manias sumiram totalmente, talvez, porque hoje eu só me importe com você, só queira falar sobre você, só queira falar com você, mas, hoje faz 4 meses que não se vemos, 4 meses que não falo com você, 4 meses sem ver você, 4 meses tentando lembrar quem eu era antes de você. Hoje é o equinócio da primavera e eu espero com todas as forças do meu ser, que eu volte a crescer, e quem saiba, te esquecer
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Jun 30, 2016
Jun 30, 2016 at 12:28 AM UTC
Untitled
Brilham por fora da minha janela As cores do meu antigo amor. É demais só e escuro o Inverno Para amar em cores frias Ou pássaros que não tornam. Aqueço as mãos no laranja e amarelo E deixo crescer rosas carmim no peito. Incendeio tudo no quento e luminoso amor paixão
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Dec 6, 2016
Dec 6, 2016 at 4:03 PM UTC
Untitled
absinto licor do entorpecimento que tolda a mente anestesia barata para os males do mundo e... que te faz soltar palavras feias ah! cegueira que te joga ao fundo ah! dor que te faz crescer ah! amor que não sabes viver
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Oct 27, 2014
Oct 27, 2014 at 5:16 PM UTC
PALAVRAS FEIAS
No amanhecer e no anoitecer, Rajadas que batem por bater , Sorriso de bem querer, Flor que cresce por crescer. Nas noites vive ao abandono, Procurando dormir sem sono. As ondas imensas cheias de espuma, Flor bela no meio da bruma. Não tens demagogia, só simplicidade, Nasces num tempo sem idade, O infinito Deus  acolhe o completo e imaculado, Flor dum campo nunca semeado. Vives em harmonia com Deus criador, Nos encantas com beleza e odor, Cresces com frio e calor, Símbolo do sagrado e do amor.
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May 25, 2022
May 25, 2022 at 6:00 AM UTC
A flor que cresce por crescer
Fogo que arde por dentro Tudo consome Até deixar vazio Uma eterna fome Um imparavel rio Árvores que crescem por amor Ramos partidos em dor Voltam a crescer Frágeis e retorcidos Interiores corrupidos É o preço de viver A consequência dos conhecimentos adquiridos Até quando crescem? Quando vão parar? Será que não percebem Que há um preço a pagar? “Senão crescemos Diz-me que fazemos, Morremos?” “Deixamos um eterno vazio? Perdemos a esperança? Secamos o rio? Abandonamos a lembraça? Aceitamos o frio? Interrompemos a dança?” Eu só quero paz Não felicidade Porque não interessa se tentas e dás A vida aproveita toda oportunidade Ela é ingrata E para mim já marcou uma data
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Feb 8, 2019
Feb 8, 2019 at 8:17 AM UTC
Não quero felicidade
Siamo soli. Bianca l'aria vola come in un mulino. Nella terra solitaria siamo in due, sempre in cammino. Soli i miei, soli i tuoi stracci per le vie. Non altro suono che due gridi: - Oggi ci sono e doman me ne vo... - Stacci! Stacci! Stacci! Io di qua, battendo i denti, tu di là, pestando i piedi: non ti vedo e tu mi senti; io ti sento, e non mi vedi. Noi gettiamo i nostri urlacci, come cani in abbandono fuor dell'uscio: - Oggi ci sono e doman me ne vo... - Stacci! Stacci! Stacci! Questa terra ha certe porte, che ci s'entra e non se n'esce. È il castello della morte. S'ode qui l'erba che cresce: crescer l'erba e i rosolacci qui, di notte, al tempo buono: ma nient'altro... - Oggi ci sono e doman me ne vo... - Stacci! Stacci! Stacci! C'incontriamo... Io ti derido?! No, compagno nello stento! No, fratello! È un vano grido che gettiamo al freddo vento. Né c'è un viso che s'affacci per dire, Eh! Spazzacamino!... per dire, Oh! Quel vecchiettino degli stacci... degli stacci!... - stacci! Stacci!
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I due girovaghi
O meu amor é uma flor azul Que decidiu florir no meu peito. Dança embalada na magia da noite E chama por ti. Não posso impedir que ela cresça, Se ela assim o quiser. Admiro esta visão encantadora E ela cresce... à velocidade de um olhar. E porque haveria eu De impedir algo   Tão lindo   E tão natural? Não o faço. O meu amor é uma flor azul Com pétalas tão frágeis, como eu Um caule que ainda não ganhou raízes na Terra. E lá se vai ela segurando. O meu amor é uma flor azul Que precisa de ser cuidada, Regada com carinho, só o suficiente Para que possa crescer forte. E lá vai ela sendo regada... O meu amor é uma flor azul Aberta no meu peito. Tão mas tão perto do coração Que quase bate com ele. E ainda chama por ti... Mas não vens… O meu amor é uma flor azul. Duas pétalas caíram com o tempo E sorriram em conjunto Ao secar neste mesmo chão que partilham. O meu amor é uma flor azul. E não lhe tocas, nem lhe cantas Não a convidas para uma última dança. E bem sabes que ela só chama por ti... O meu amor é uma flor azul Que tento manter viva no peito. Mas ela fraqueja Treme tanto com o som do vento. E lá vai ela balançada num suspiro... O meu amor é uma flor azul Que te ofereço E tu rejeitas. Quero cuidar dela Mas não posso. Bem sabes que ela só chama por ti. E esta linda flor azul… Um dia terei de a arrancar   Para que ela não me mate a mim. Nesse dia morrerão Todas as flores do meu jardim.
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Mar 4, 2022
Mar 4, 2022 at 8:42 AM UTC
O meu amor é uma flor azul
Liberdade pode ser banal, Pura e consensual, Agir em diferentes direcções, Se desdobrar em explicações. Ver as papoilas crescer, Anseios de bem querer, Não pode ser servidão, Viver noutra dimensão. Liberdade determinista, Que limita o bom artista, Ai povo oprimido, Do mundo, do desconhecido. Adepto da liberdade postiva, Na morte e também na vida. Liberdade escancarada na natureza, Com seu amor e beleza. Liberdade que parece desejável, Democracia que parece fiável, Liberdade consciente e reflectida, Haja Liberdade nesta vida. A Liberdade pode ser espiritual, Livre e nunca ser igual. Alavanca que tudo move, Povo livre e nobre. O Homem nasce livre para tudo amar, O céu,  a terra e a imensidão do mar. Liberdade minha de tudo contemplar, Liberdade onde vais, onde queres estar.... Victor Marques
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Apr 26, 2023
Apr 26, 2023 at 6:22 AM UTC
Liberdade onde vais parar
Amemo-nos no ameno da primavera Devagar como o crescer das plantas, Vemos o escurecer do céu E o tempo a passar, efémero, Perto de mim estás tu,e o sol Que de manhã levanta. De manhã a cidade acorda,e os corpos colocam-se em movimento, Desaparecem no fundo da estrada, estas caras que à pressa se vão. Nós vamos e voltamos sem sairmos do lugar, Observamos o sol e o luar,que iluminam esta canção. Se é tudo tão breve, o que nos vale o cansaço? É tudo tão breve como as horas de sorrisos. Acabar-se-á certamente, o nosso amor um dia, Mas até lá os dias,serão a olhar para os teus olhos felizes.
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Jan 10, 2018
Jan 10, 2018 at 5:33 PM UTC
Primavera
Cresci. E crescer é isto. Não estar restringida pelo passado. Cresci. E entendi O tremer das mãos da minha mãe, O vazio no olhar do meu pai, O ódio no coração do meu irmão. Não sei se perdoei, Mas cresci. E crescer é isto, estar sempre um passo mais perto de entender. E entendi. Entendi que às vezes o que nos acontece tem mais a ver com os outros do que conosco, e os outros, nós não podemos controlar, só podemos tentar entender para não os termos de condenar. Então, Controlo-me a mim, E cresço. Amadureço, Longe da árvore onde foi o meu começo. Eu cresço... Cresci tanto que os deixei a todos para trás,   no sítio onde estagnaram,   rodeados de raízes invisíveis que os prendem, de crenças estúpidas que os limitaram.   Cresci. Mas não me esqueci. Não me esqueci de voltar atrás para lhes dar a mão.   Sei que os posso visitar   e estou grata por aquele lugar que em tempos chamei de lar. Só não fiquei para trás, Porque cresci. Cresci tanto… Que algures a meio do caminho, Talvez desde o início, Eles deixaram de me entender a mim. Mas eu entendi…   E então, claro que cresci.
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Mar 5, 2022
Mar 5, 2022 at 1:04 PM UTC
Cresci!