Hello Poetry
Submit your work and get some sparkles! Create free account
"conto" poems
M'accoglie la tua vecchia, grigia casa steso supino sopra un letto angusto, forse il tuo letto per tanti anni. Ascolto, conto le ore lentissime a passare, più lente per le nuvole che solcano queste notti d'agosto in terre avare. Uno che torna a notte alta dai campi scambia un cenno a fatica con i simili, infila l'erta, il vicolo, scompare dietro la porta del tugurio. L'afa dello scirocco agita i riposi, fa smaniare gli infermi ed i reclusi. Non dormo, seguo il passo del nottambulo sia demente sia giovane tarato mentre risuona sopra pietre e ciottoli; lascio e prendo il mio carico servile e scendo, scendo più che già non sia profondo in questo tempo, in questo popolo.
0
1.5k
A mia madre dalla sua casa
il tuo sorriso, come le stelle sopra di noi stasera Non credo che potrei abbastanza confrontare il modo in cui i tuoi occhi brillano alla luce della luna pallida essi sono di colore blu sono sempre stati ma è diverso questa volta perché questa volta ti piaccio troppo questa volta siamo completamente persi in un mondo tutto nostro ma mi rendo conto di minuetti dopo sveglio nel mio letto lacrime sulle mie guance era solo un sogno e questo è tutto ciò che non potrà mai verificarsi
0
Sep 9, 2013
Sep 9, 2013 at 8:53 PM UTC
Luce Luna Sogni Di Romanticismo
A noite chega, soturna, calada. Os remédios parecem não fazer efeito. Sozinho novamente com meus pensamentos, embalado pelo som do ventilador e das batidas do meu coração. Nao sei porque ele insiste em bater, parece um esforço inútil. As horas passam lentamente, como nos movimentos de uma duna. A areia do tempo descendo vagarosamente pela ampulheta. Se ao menos pudesse ver. Me sinto cego, queria eu estar cego? Minha decepção só não é maior que a decepção que causei. Não há lugar aqui senão neste papel para a dor, uma fraqueza que todos tentam esconder - por questão de sobrevivência provavelmente. Os amigos poucos que me restam seguem suas vidas enquanto tento ser feliz, ao menos por eles. Saudade aqui toma outras formas, como uma tortura ao melhor estilo Stanley Kubrick em “Laranja Mecânica”, em que as imagens passam repetidamente por minha cabeça sem que eu possa fazer absolutamente nada. Família, amigos, amores, à distância de uma chamada, uma chamada. Para quem ligar, como? O cárcere em sua pior faceta, o isolamento social. Conto nos dedos de uma mão as pessoas com quem consigo manter uma conversa. Mesmo assim nao consigo conversar, a cabeça e o coracao nao estao aqui, eles fugiram, estão lá fora, espero que a minha espera. Outro cigarro, mais um café. Quantos mais, quantas mais palavras? A caneta e o papel são meus melhores amigos, às vezes até me entendem. Monólogos em horas, diálogos em outras. Me pergunto qual seria o limite entre a sanidade e a demência aqui. Se é que existe um, estou eu ficando são ou louco? Nao era quando cheguei, provavelmente foi o que me trouxe aqui, agora só me resta um caminho a seguir e tenho que achá-lo sozinho. Não tenho arrependimentos, aqui não há lugar para eles, há agora um só caminho a seguir, em frente! Adiante!
0
Aug 14, 2018
Aug 14, 2018 at 1:08 PM UTC
Avante
A noite chega, soturna, calada. Os remédios parecem não fazer efeito. Sozinho novamente com meus pensamentos, embalado pelo som do ventilador e das batidas do meu coração. Nao sei porque ele insiste em bater, parece um esforço inútil. As horas passam lentamente, como nos movimentos de uma duna. A areia do tempo descendo vagarosamente pela ampulheta. Se ao menos pudesse ver. Me sinto cego, queria eu estar cego? Minha decepção só não é maior que a decepção que causei. Não há lugar aqui senão neste papel para a dor, uma fraqueza que todos tentam esconder - por questão de sobrevivência provavelmente. Os amigos poucos que me restam seguem suas vidas enquanto tento ser feliz, ao menos por eles. Saudade aqui toma outras formas, como uma tortura ao melhor estilo Stanley Kubrick em “Laranja Mecânica”, em que as imagens passam repetidamente por minha cabeça sem que eu possa fazer absolutamente nada. Família, amigos, amores, à distância de uma chamada, uma chamada. Para quem ligar, como? O cárcere em sua pior faceta, o isolamento social. Conto nos dedos de uma mão as pessoas com quem consigo manter uma conversa. Mesmo assim nao consigo conversar, a cabeça e o coracao nao estao aqui, eles fugiram, estão lá fora, espero que a minha espera. Outro cigarro, mais um café. Quantos mais, quantas mais palavras? A caneta e o papel são meus melhores amigos, às vezes até me entendem. Monólogos em horas, diálogos em outras. Me pergunto qual seria o limite entre a sanidade e a demência aqui. Se é que existe um, estou eu ficando são ou louco? Nao era quando cheguei, provavelmente foi o que me trouxe aqui, agora só me resta um caminho a seguir e tenho que achá-lo sozinho. Não tenho arrependimentos, aqui não há lugar para eles, há agora um só caminho a seguir, em frente! Adiante!
Continue reading...
13
Após um ano desde escrevi aqui pela ultima vez, notei a imensa e, acima de tudo, mais profunda mudança no que eu poderia chamar de ego. Ache uma personalidade para promover, uma própria. Promova essa personalidade. Além do mais, eu nunca estive tão feliz e nunca, em toda a história da minha vida, aconteceu tanto quanto nesse ultimo ano. Encontrei enquanto tentava não me perder, a feiticeira que me aparou antes que eu caísse. A caldeira que eu incendiaria até que minha chama acabasse. E lhes conto que ninguém pode ensinar o que é a liberdade. Bem vindos ao paradoxo. Embora não possa dizer que rompi a gaiola que nos toma àquilo de onde viemos, consegui enxergar através. E é muito confortável, poder sentir o pássaro que voa além da gaiola dormindo no meu peito.
0
Dec 30, 2014
Dec 30, 2014 at 11:03 PM UTC
Feliz ano novo!
out of lust he detached his eyes from the recording meter, frames shifted apart, he turned when all was already gone. as he fiddled between elastic bands and clips he realized : time for another cigarette and a barley coffee. with his friend’s eybrows the patron of the corner bar ***** the sister, too ****** not to deserve it at least in dreams. a song popped up again unwrapping fifteen years of ratafia candies . as he crossed the street, again the yellow light reminded him that santander was a rainy city . what mostly ****** him off was not being able to smoke on the street Italian version  written in 1995: per concupiscenza staccò gli occhi dal contatore, l’immagine cambiò parte, si voltò quando già non c’era. giochicchiando tra l’elastico e le clips si rese conto: era tempo di un’altra sigaretta e un caffè d’orzo. il signore del bar d’angolo stuprava la sorella colle ciglia dell’amico, troppo stronza per non meritarlo almeno in sogno. una canzone si rifece viva scartando almeno quindici anni di caramelle ratafià. riattraversando il giallo gli rammentò che santander era una città piovosa. soprattutto lo irritava il non poter fumare in strada.
0
Oct 24, 2014
Oct 24, 2014 at 6:06 PM UTC
Santander
Neste lugar azul, coberto de céu e rodeado de mar, onde surgiu a vida de tantos seres e de tantas outras coisas que a nossa mente tanta dificuldade têm em perceber. Neste lugar que Deus nos deu, cedo percebemos que aquilo que nos foi dano e que é nosso, se partilha, nos é dado vendido e cobiçado. Neste lugar, existem tantas coisas, mas tantas coisas, umas que se vêm, outras que se sentem, outras que se ouvem e outras tantas que se cheiram e saboreiam, que quanto mais vamos vivendo com elas, melhor as identificamos e melhor as deveríamos perceber. No entanto, existe o Homem, que se julga um Deus, que pouco ou nada sabe, nem sempre sente e se comove com o que este lugar maravilhoso que agora é fusco nos dá e nós tão bem desperdiçamos. Aquilo que o homem não entende, não é de fácil aceitação, e em vez de percepcionar o que os ensinamentos dos tempos nos deixaram, idiotamente questiona tudo, todos e qualquer coisa que sua mente pequena não enxerga. O caminho da perdição normalmente apresenta-se como o mais fácil, em qualquer coisa que o mundo tenha mas nem sempre é o destino certo que a história poderia deixar. As coisas não têm de ser obrigatoriamente belas, e este lugar não é conto de Cinderellas, é qualquer coisa que temos de ver, que temos de passar, sentir a vitória e a dificuldade, o ser filho e depois ser pai e quando mais vamos sabendo, ao invés de sermos mais fortes e capazes a fragilidade da idade chega e nos mostra a realidade em cada dia e a cada hora. Ai o sonho se torna real, perceptível e a esperança se agarra ao nosso olhar. Autor: António Benigno Código de autor: 2017081421450108
0
Aug 14, 2017
Aug 14, 2017 at 5:02 PM UTC
Que lugar fusco de graça para com Deus
Neste lugar azul, coberto de céu e rodeado de mar, onde surgiu a vida de tantos seres e de tantas outras coisas que a nossa mente tanta dificuldade têm em perceber. Neste lugar que Deus nos deu, cedo percebemos que aquilo que nos foi dano e que é nosso, se partilha, nos é dado vendido e cobiçado. Neste lugar, existem tantas coisas, mas tantas coisas, umas que se vêm, outras que se sentem, outras que se ouvem e outras tantas que se cheiram e saboreiam, que quanto mais vamos vivendo com elas, melhor as identificamos e melhor as deveríamos perceber. No entanto, existe o Homem, que se julga um Deus, que pouco ou nada sabe, nem sempre sente e se comove com o que este lugar maravilhoso que agora é fusco nos dá e nós tão bem desperdiçamos. Aquilo que o homem não entende, não é de fácil aceitação, e em vez de percepcionar o que os ensinamentos dos tempos nos deixaram, idiotamente questiona tudo, todos e qualquer coisa que sua mente pequena não enxerga. O caminho da perdição normalmente apresenta-se como o mais fácil, em qualquer coisa que o mundo tenha mas nem sempre é o destino certo que a história poderia deixar. As coisas não têm de ser obrigatoriamente belas, e este lugar não é conto de Cinderellas, é qualquer coisa que temos de ver, que temos de passar, sentir a vitória e a dificuldade, o ser filho e depois ser pai e quando mais vamos sabendo, ao invés de sermos mais fortes e capazes a fragilidade da idade chega e nos mostra a realidade em cada dia e a cada hora. Ai o sonho se torna real, perceptível e a esperança se agarra ao nosso olhar. Autor: António Benigno Código de autor: 2017081421450108
Continue reading...
9
Jorge abriu a porta do alfarrabista e um cheiro húmido invadiu-lhe a mente. - Boa tarde. Bradou uma voz rouca do seu interior. - Boa tarde. - Então o que o traz aqui? - Procuro um conto. - Sim, mas de que tipo? - O que procuro deve ter cem palavras. - Que especificidade. - Pois sim, tem alguma coisa? - Huummm, deixe ver. - Agradeço que veja se não tem por ai algum guardado. O livreiro abriu a gaveta e retirou do seu interior o palavómetro. E após algumas medidas, eis que surge um conto, assim como este, com cem palavras, nem uma a mais, nem uma a menos.
0
Jul 25, 2014
Jul 25, 2014 at 7:54 AM UTC
100 palavras
Era noite, ela vestia de seda. Fotografia de uma deusa de jasmim. Chovia no poço do meu quintal. Víamos a chuva; terceiro andar do paraíso. Outono sem quimeras. Eu, praguejava com a caneta, ela, vendia sonhos na garagem. Ordem desconcertante, leis sem sentido, livres. Partilhamos agora da mesma cama, sim… mas… como irmãos, vocês sabem. Falamos de tudo um pouco. No Verão, acampamento sem vida, vida sem sentido. Fui obrigado a fugir.
0
Jan 29, 2014
Jan 29, 2014 at 5:08 PM UTC
eu conto-vos
Tengo 'nu cane ch'è fenomenale, se chiama **** 'o voglio bene assaie. Si perdere l'avesse? Nun sia maie! Per me sarebbe un lutto nazionale. Ll 'aggio crisciuto comm'a 'nu guaglione, cu zucchero, biscotte e papparelle; ll'aggio tirato su cu 'e mmullechelle e ll'aggio dato buona educazione. Gnorsì, mo è gruosso. È quase giuvinotto. Capisce tutto... Ile manca 'a parola. È cane 'e razza, tene bbona scola, è lupo alsaziano, è polizziotto. Chello ca mo ve conto è molto bello. In casa ha stabilito 'a gerarchia. Vò bene ' a mamma ch'è 'a signora mia, e a figliemo isso 'o tratta da fratello. 'E me se penza ca lle songo 'o pate: si 'o guardo dinto a ll'uocchiemme capisce, appizza 'e rrecchie, corre, m'ubbidisce, e pè fà 'e pressa torna senza fiato. Ogn'anno, 'int'a ll'estate, va in amore, s'appecundrisce e mette 'o musso sotto. St'anno s'è 'nnammurato 'e na basotta ca nun ne vò sapè: nun è in calore. Povero **** soffre 'e che manera! Porta pur'isso mpietto stu dulore: è cane, si... ma tene pure 'o core e 'o sango dinto 'e vvene... vo 'a mugliera...
0
518
****
do not look at me listen to me once and for all by these forgotten suburbs of the world in the long run, the substance becomes empty shape with no one noticing the mirrors reflect images different from reality but nobody realizes anymore or pretends not to see and I sit here dressed in flames wet with fears that I cannot tell.... but will you listen to me once and for all? .................. non guardarmi ascoltami una volta per tutte presso queste dimenticate periferie del mondo alla lunga, la sostanza diventa una vuota forma senza che nessuno se ne accorga gli specchi riflettono immagini diverse dalla realtà ma nessuno si rende conto o fa finta di non vedere e io mi siedo qui vestita con fiamme bagnate di paura che non so dire .... ma tu mi ascolterai una volta e per tutte? ............... y por todas no me mires escúchame de una vez y por todas en estos suburbios olvidados del mundo a la larga, la sustancia se convierte en vacía forma sin que nadie se dé cuenta los espejos reflejan imágenes diferentes de la realidad pero nadie lo nota o pretende no ver y yo me siento aquí vestida en llamas empapadas de miedo que no sé decir ... pero tu me escucharas de una vez y por todas? ................................... .......... et pour toutes ne me regarde pas écoute-moi une fois et pour toutes par ces banlieues oubliées du monde à long terme, la substance devient forme vide sans que personne ne s'en aperçoive les miroirs reflètent des images différentes de la réalité mais personne ne remarque ou fait semblant de ne pas voir et je suis assis ici habillé en flammes mouillé de peurs que je ne sais pas dire .... mais tu m'écouteras une fois et pour toutes?
0
Aug 7, 2018
Aug 7, 2018 at 1:16 AM UTC
and for all
do not look at me listen to me once and for all by these forgotten suburbs of the world in the long run, the substance becomes empty shape with no one noticing the mirrors reflect images different from reality but nobody realizes anymore or pretends not to see and I sit here dressed in flames wet with fears that I cannot tell.... but will you listen to me once and for all? .................. non guardarmi ascoltami una volta per tutte presso queste dimenticate periferie del mondo alla lunga, la sostanza diventa una vuota forma senza che nessuno se ne accorga gli specchi riflettono immagini diverse dalla realtà ma nessuno si rende conto o fa finta di non vedere e io mi siedo qui vestita con fiamme bagnate di paura che non so dire .... ma tu mi ascolterai una volta e per tutte? ............... y por todas no me mires escúchame de una vez y por todas en estos suburbios olvidados del mundo a la larga, la sustancia se convierte en vacía forma sin que nadie se dé cuenta los espejos reflejan imágenes diferentes de la realidad pero nadie lo nota o pretende no ver y yo me siento aquí vestida en llamas empapadas de miedo que no sé decir ... pero tu me escucharas de una vez y por todas? ................................... .......... et pour toutes ne me regarde pas écoute-moi une fois et pour toutes par ces banlieues oubliées du monde à long terme, la substance devient forme vide sans que personne ne s'en aperçoive les miroirs reflètent des images différentes de la réalité mais personne ne remarque ou fait semblant de ne pas voir et je suis assis ici habillé en flammes mouillé de peurs que je ne sais pas dire .... mais tu m'écouteras une fois et pour toutes?
Continue reading...
55