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"conhecer" poems
Quando te conheci… Quando te conheci na noite solidária com o vento, Perdi-me no teu calor, no teu encanto. Quando te conheci teu cheiro me apaixonava, Deixava-me ao teu abandono e mais nada. Quando te conheci, não entendi mas senti, Aumentar o amor e a saudade, O destino não tem amor nem sentido, Tem a fragrância do desconhecido. Te recordo com primazia, Alegria que em mim se sentia, Te conhecer sem apelo nem agravo, Me contento com o futuro e o passado. Victor Marques
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Aug 30, 2010
Aug 30, 2010 at 7:26 AM UTC
Quando te conheci...
não desaprendo o amor pelo sonho surge-se-me belo e ardente pelo olhar de dentro da alma, o amor, pelo rosto da mulher-anjo. sei quem é e que a amo quer porque lho digo, quer porque o sinto pela ausência que me arde as entranhas. sei quem é e que a amo, sei que o que é, é mais que ser mulher sei-a água na essência, incêndio e vento na ausência sei que a não posso conhecer.
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Apr 7, 2022
Apr 7, 2022 at 10:23 AM UTC
não desaprendo o amor pelo sonho 22/03/22
Explicar a minha descendência Deitei-me na cama e não consegui encontrar amor para me amar ou até me confortar e dar guarida.    Não preciso de ter a luz acesa para entender a minha descendência.  O Pelourinho centenário que venera  minha casa é um privilégio celeste que Reis terrenos gostariam de ter e poder contemplar....       Nossos antepassados deixarem um pouco deles que perdura para sempre em nossos corações enquanto seres humanos aptos para sobreviver.         As pessoas estabelecem nesta vida laços que seriam impossíveis senão acreditassem que por qualquer razão iriam ser lembrados depois da sua morte. A este pensamento  de lembrar quem docemente amou eu chamo imortalidade.  A minha definição de imortalidade é diferente de todas as outras. A imortalidade depende duma descendência adequada que se manifesta no amor eterno por quem por amor nos deu a conhecer tantas vezes  coisas que pareciam imagens distorcidas de uma realidade que parecia não ser adequada aos nossos antepassados.       Nem sempre todos os seres humanos conseguem perceber a sua genialidade , nem sequer a sua disponibilidade para completar percursos iniciados por seus entes queridos. Ou melhor ainda,  seus descendentes,  seus antepassados....!       Eu vou receber sempre na minha memória,  esses ensinamentos que um dia alguém me ofereceu. Que coisa bonita , que encanto,  que vontade sublime estes meus antepassados tiveram em me fazer acreditar que eu fazia parte de uma geração nobre .   Victor Marques
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Feb 24, 2014
Feb 24, 2014 at 10:50 AM UTC
Explicar a minha descendência
Explicar a minha descendência Deitei-me na cama e não consegui encontrar amor para me amar ou até me confortar e dar guarida.    Não preciso de ter a luz acesa para entender a minha descendência.  O Pelourinho centenário que venera  minha casa é um privilégio celeste que Reis terrenos gostariam de ter e poder contemplar....       Nossos antepassados deixarem um pouco deles que perdura para sempre em nossos corações enquanto seres humanos aptos para sobreviver.         As pessoas estabelecem nesta vida laços que seriam impossíveis senão acreditassem que por qualquer razão iriam ser lembrados depois da sua morte. A este pensamento  de lembrar quem docemente amou eu chamo imortalidade.  A minha definição de imortalidade é diferente de todas as outras. A imortalidade depende duma descendência adequada que se manifesta no amor eterno por quem por amor nos deu a conhecer tantas vezes  coisas que pareciam imagens distorcidas de uma realidade que parecia não ser adequada aos nossos antepassados.       Nem sempre todos os seres humanos conseguem perceber a sua genialidade , nem sequer a sua disponibilidade para completar percursos iniciados por seus entes queridos. Ou melhor ainda,  seus descendentes,  seus antepassados....!       Eu vou receber sempre na minha memória,  esses ensinamentos que um dia alguém me ofereceu. Que coisa bonita , que encanto,  que vontade sublime estes meus antepassados tiveram em me fazer acreditar que eu fazia parte de uma geração nobre .   Victor Marques
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Geografia (2) Havia a lua a conquistar: magno evento. Mas a vida corria normal em solo firme Ah, e os sustos: o estômago puro vento Eu silente, exausto, adormecia inerme. Entanto, no cerrado havia muitas frutinhas. E havia a revolução, e reuniões de oração. Quando dormia no meio do Pai-Nosso. Uma centena de orantes à espera de um milagre. Então Seu Roque viajava para o Interior – Com seu carrossel de slides e nossas fotos Não havia quem não doasse alguma coisa: - Um capado, um saco de arroz, bananas Em cachos; voltava no fordinho velho Mas bem fornido; tão feliz, e barbado. & The United Brothers enviavam cartas. Dentro dessas meu primeiro bookmark E o desejo de conhecer o estrangeiro... Na escola dominical, aprendi os 10 Mandamentos. Ficava triste nas tardes de domingo; ainda agora. Um gosto de mangaba e o dedão do pé doendo Como quando chutava lobeiras em lugar de bolas. O abrigo era o melho lugar do mundo limpo O quintal; o milharal capinado; havia o Careta Nosso cavalo; o Thinka – latindo para o Leão. Éramos tão felizes quando banhados à espera De vovó Cecília e seus doces de buritis... Jesus, como era o teu nome chamado. Até que o Filemon teve convulsão e tudo desabou Sobre nossas cabeças como o Apocalipse de S. João. Fim. ./.
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Feb 8, 2016
Feb 8, 2016 at 12:17 PM UTC
Geography II
Sometimes I wanna die But then I remember all the movies Series, music, visual arts, people I haven't met yet The coke bottles on the weekends The iced teas before classes The energy drinks at 2 a.m. I know I'm made of water My organs, my tissues My voice is a liquid Which evaporates in my throat That flows away through my eyes, my ears I can dissolve so easily But I can also turn rigid, hard Disguised in a solid state, icy The rapids fall In the depths of the night By myself, I turn into the purest fountain ˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜ (portuguese translation) Às vezes dá vontade de morrer Daí me lembro dos filmes Das séries, músicas, Artes visuais, Pessoas Que eu ainda preciso conhecer A coca-cola dos fins de semana Os chás gelados antes das aulas Os energéticos às 2 da manhã Eu sei que eu sou de água Meus órgãos, meus tecidos A minha voz é um líquido Que evapora na garganta Que sai nos olhos, nos ouvidos Me desfaço tão fácil Mas também me torno rígido, gélido Me desfarço de sólido Cachoeiras caem Nas profundezas da noite Sozinho, sou a fonte mais pura
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Jul 21, 2014
Jul 21, 2014 at 9:35 AM UTC
Self-portrait //////// Autorretrato
começaste. eu rendi-me. no escuro, só se ouviam os sussurros dos nossos fôlegos. os teus lábios nos meus. meus nos teus. percorri cada traço como pude, tentando decorar o calor da tua pele. perdi-me. soube-me a pouco a pesar de ter parecido uma eternidade que teve o seu fim. quero voltar. voltar a descobrir o sabor que me provocou tanto desejo. apanhaste-me desprevenida. perdida talvez. carente. mas não tive medo. quase que te quis como a quis a ela. ela que algum dia, há uns anos atrás, me teve por completo. não comparo. mas como é bom sentir… agarrei-te sem querer soltar. talvez um pouco muito. mas nem por um segundo pensei em parar. como te disse, não me arrependo. posso não te conhecer como outros de conhecem, mas te conheço melhor do que muitos alguma vez te irão conhecer. foi bom e se queres saber, não me importava de repetir. mas não sei se algum dia voltará a parecer tão certo como então.
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Feb 18, 2018
Feb 18, 2018 at 8:03 PM UTC
será que te posso pensar assim?
Está a ficar tarde, e tu atrasaste-te outra vez Já respirei fundo e contei até três. Mas de nada me serviu. Nós caminhamos numa ténue linha E ela está a começar a romper Ainda nem tivemos tempo para nos conhecer. Sei que é ingénuo da minha parte pensar em algo mais Quando de mim só dou o que quero Mas de ti tudo espero. Estamos a chegar ao fim. Tens mais alguma coisa a dizer? Talvez deveríamos ter escrito um parágrafo E acabámos a meio de uma frase.
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Nov 16, 2014
Nov 16, 2014 at 4:33 PM UTC
culpas e desculpas
Dança à chuva nas lágrimas que jamais vais poder suster. Tira da terra os nutrientes para o teu eu interior. Acende uma chama para que possas ver o caminho. Sente o vento para desfrutares da liberdade da vida. Para que possas conhecer o Espírito “vive” os elementos e vive a vida em harmonia. Conheces o Espírito?
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Jan 26, 2013
Jan 26, 2013 at 6:26 PM UTC
O Espírito
assim nomearam essa distância esse ansiar essa releitura do paradoxo de Zenão encontrar, sem procurar e perder por não conhecer o que se achou Se não existe amor em SP Viver na cidade grande É sobreviver cercado; É padecer de solidão.
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Jul 1, 2015
Jul 1, 2015 at 6:11 PM UTC
Platônico
Nunca foi tao confortável estar viva Nem mesmo no pior dos meus dias Quero estar longe de voce E quando o faço é somente para te proteger de mim Meus dias bons sao valiosos portanto seus Nao quero mais desperdiçá-los procurando ou com sorte encontrando Outra pessoa que me entenda como entende-me Nem meu amigo mais antigo saberia dizer Exatamente o que eu preciso O amor é egocentrico Amo-te porque entende-me Mas meu amor também é altruísta Amo-te porque conheço-te Entendo-te Leio-te Escuto teus medos e guardo os segredos Até nao caber mais em mim Ao te conhecer nasci Nao de novo, mas pela primeira vez E eu nao quero mais morrer
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Aug 3, 2017
Aug 3, 2017 at 12:00 AM UTC
Newborn
não sei onde aprendi que o medo é irracional e é uma resposta do cérebro. teu corpo não sente medo e sim um órgão que mais parece um punhado de minhocas encurraladas. por um tempo eu juro que achava não ter medo de morrer, talvez só um leve pavor de sentir dor. e o tempo funciona mesmo de formas estranhas e complexas. houve períodos que não cogitava pensar em morrer, mas agora parece que tudo mudou e o pavor da morte surgiu acumulado. esse medo é o do nada ou do tudo que pode vir depois. ninguém pode me responder ao certo. meus avós já mortos não voltaram em sonho nem deixaram uma mensagem sobrenatural sobre nada. talvez isso já seja uma prova de que a morte é de fato um grande nada. isso tudo é assustador. pensar que tu só tem uma chance pra acertar. e só de saber que não vais mais experimentar o mundo é sufocante. como pensar na morte tranquilamente natural se vários prazeres que o corpo em conjunto com a vida são as coisas que me fazem querer continuar? não consigo aceitar que um dia eu não vou mais sentir o calor do sol tocando a minha pele. cheirar aquela brisa do mar assim que se chega na praia. ver alguém que tu ama muito tendo um dia bom e ver ela sorrir. ouvir pela primeira vez uma música boa. observar alguma peculiaridade no meio do caminho que aparentemente ninguém mais notou. olhar pra um por do sol e pensar que aquele tem todas novas cores e que cada dia um é diferente do outro. pensar a toa sobre coisas bonitas que acompanham a gente durante o dia. aprender algo. algo bom. fazer **** com alguém. fazer **** consigo mesma. rir sozinha. rir com alguém. dançar. conhecer alguém novo. chorar. escrever. desenhar. ver. ouvir. falar. gritar. gemer. sussurrar. fumar. comer. sentir emoções. pensar. imaginar. criar. todo um paragrafo infinito de realizações que de repente para de funcionar. vivemos quase sempre menos de cem anos e ainda é pouco porque o mundo pra gente é absurdamente infinito. e tão grande que dá agonia pensar. viajar por todo continente e saber que não dá pra ver tudo. sobre todos os mais minuciosos detalhes. sufoco. me sinto sufocada e não tem nenhuma pressão em cima de mim, exceto por mim mesma. felicidade. vou parar por aqui.
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Oct 25, 2017
Oct 25, 2017 at 4:38 PM UTC
notas sobre morrer algum dia
não sei onde aprendi que o medo é irracional e é uma resposta do cérebro. teu corpo não sente medo e sim um órgão que mais parece um punhado de minhocas encurraladas. por um tempo eu juro que achava não ter medo de morrer, talvez só um leve pavor de sentir dor. e o tempo funciona mesmo de formas estranhas e complexas. houve períodos que não cogitava pensar em morrer, mas agora parece que tudo mudou e o pavor da morte surgiu acumulado. esse medo é o do nada ou do tudo que pode vir depois. ninguém pode me responder ao certo. meus avós já mortos não voltaram em sonho nem deixaram uma mensagem sobrenatural sobre nada. talvez isso já seja uma prova de que a morte é de fato um grande nada. isso tudo é assustador. pensar que tu só tem uma chance pra acertar. e só de saber que não vais mais experimentar o mundo é sufocante. como pensar na morte tranquilamente natural se vários prazeres que o corpo em conjunto com a vida são as coisas que me fazem querer continuar? não consigo aceitar que um dia eu não vou mais sentir o calor do sol tocando a minha pele. cheirar aquela brisa do mar assim que se chega na praia. ver alguém que tu ama muito tendo um dia bom e ver ela sorrir. ouvir pela primeira vez uma música boa. observar alguma peculiaridade no meio do caminho que aparentemente ninguém mais notou. olhar pra um por do sol e pensar que aquele tem todas novas cores e que cada dia um é diferente do outro. pensar a toa sobre coisas bonitas que acompanham a gente durante o dia. aprender algo. algo bom. fazer **** com alguém. fazer **** consigo mesma. rir sozinha. rir com alguém. dançar. conhecer alguém novo. chorar. escrever. desenhar. ver. ouvir. falar. gritar. gemer. sussurrar. fumar. comer. sentir emoções. pensar. imaginar. criar. todo um paragrafo infinito de realizações que de repente para de funcionar. vivemos quase sempre menos de cem anos e ainda é pouco porque o mundo pra gente é absurdamente infinito. e tão grande que dá agonia pensar. viajar por todo continente e saber que não dá pra ver tudo. sobre todos os mais minuciosos detalhes. sufoco. me sinto sufocada e não tem nenhuma pressão em cima de mim, exceto por mim mesma. felicidade. vou parar por aqui.
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dança à chuva das lágrimas que jamais vais poder suster. tira da terra os nutrientes para o teu eu interior. acende uma chama para que possas ver o caminho. sente o vento para desfrutares da liberdade da vida. para que possas conhecer o espírito “vive” os elementos e vive a vida em harmonia. conheces o espírito?
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Feb 26, 2015
Feb 26, 2015 at 5:13 PM UTC
O Espírito
cada momento passado na realidade me dá mais certeza de que te inventei alguns anos atrás te coloquei numa gaiola de sonhos ansiados da qual conseguiste escapar, levando teus pés por um tapete de estrelas pra chegar até mim. desejos infinitos que cultivei antes do acontecimento de ti (aqueles que pensei que pra sempre seriam fantasmas na minha mente) agora desabrocham nas palmas de minhas mãos toda vez que encosto em ti, deságuam nos meus calafrios toda vez que encostas em mim, e vibram na nossa volta toda vez que estamos juntas. (sentimento doce esse de se construir uma em volta da outra e se conhecer uma em volta da outra e de dar voltas uma em volta da outra incessa e incansavelmente.) me sinto mar revolto de profundeza apaziguada quando deito contigo. nossos movimentos como ondas que quebram uma em cima da outra e chiam num sussurro explosivo; gemidos que vêm de furacões de dentro do peito transbordam na curva do lábio e derramam no lençol como mel pingando da colmeia. a maneira na qual esperamos o verão dobrar a esquina, nos ocupamos achando maneiras de nos esquentar dissertando uma sobre a outra pelo fio invisível do telefone o qual não nos separa e não mede distância: quando estou perto de ti estou perto de mim mesma e de toda minha luz que se mistura com tua luz e faz de nós sol.
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Jul 3, 2018
Jul 3, 2018 at 12:43 AM UTC
Untitled
de tantas pessoas cinzas que há no mundo ninguém me tocou de verdade, profundo repentino aparece alguém é você, meu bem uma pessoa com boas energias, que vai me trazer muitas alegrias você é uma inspiração, quero conhecer a cor do seu coração cada alguém carrega outras cores elas crescem por dentro como flores saiba que a pessoa colorida, facilmente se tornará a sua pessoa preferida ela espalhará essa coloração, pintará as paredes do seu coração com cada beijo, cada abraço delicadamente, traço a traço e eu me encanto, e amo tanto, como ela pinta cada canto. - gio, 10.04.2020
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Apr 22, 2020
Apr 22, 2020 at 1:06 PM UTC
as paredes do coração
Espero junto ao riacho, A água corre com mestria, Singelo sol do meio dia, Espero teu abraço, Ele é amor, é vida.. Borboleta colorida. As rosas molhadas ,avermelhadas Borboletas calmas, vaidosas. Salgueiros que choram por chorar, Borboleta voando sem parar, O céu está cheio de nuvens passageiras, Borboletas perdidas nas areias. Borboleta colorida como a bela flor, Feita com beleza e amor. Pareces tudo conhecer e a natureza consagrar, Me ajudas a  viver e perceber minha alma, Na noite me confortas e dás calma, Borboleta excelsa, pura, singular, Rainha com coroa de encantar, Borboleta colorida pelas ondas do mar. Victor Marques
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Apr 27, 2022
Apr 27, 2022 at 5:29 PM UTC
Borboleta colorida...