"certas" poems
Eu acordo e coloco as mãos na cabeça.
É desesperador o fato de não conseguir entender porque acordei,
Ou porquê não acordei do seu lado.
Mas acredito que as coisas não podem ser tão certas.
Se coisas assim fossem simples não daria certo.
Por enquanto, me afogo em pensamentos,
de coisas que eu deveria ter dito.
Se não fosse por você, não teria nem dormido.
Aug 25, 2012
Aug 25, 2012 at 8:56 AM UTC
Percorrer caminhos sem destino,Bradar ás janelas fechadas, abertas.Escrever palavras erradas, certas?Amar Portugal e seu Hino...Simpatia única e sem igual,Parar em qualquer lugar,Gastronomia singular,Povo de Portugal.Gente simples de bem querer,Com exemplos de lealdade,A história nos adormece em saudade,Portugal até morrer...Descobriste mares sem ter idade,Fomentaste a globalidade.Somos povo, somos nação.Portugal do meu coração.Vic Alex
Mar 1, 2010
Mar 1, 2010 at 8:09 AM UTC
Durmo na noite eternamente
Deixar atrás de si amigos,
Viver no meio de perigos,
Certezas nem sempre certas,
Caminhadas por entre tojos e giestas.
Deixar para trás sonhos esquecidos,
Pernoitar ao luar com teus amigos,
Viver com esplendor a vida humana,
Noite calma e serena…
Viver impertinente um passado presente,
Dormir na noite já ausente,
Amar a cama dum horizonte distante,
Dormir na noite eternamente.
Deixar para trás a casa que te adoçou,
Amar a gente que te amou,
Viver por acaso, inconsciente,
Durmo acordado somente…
Victor Marques
Montalegre, 6 de Junho de 1990
Jan 21, 2014
Jan 21, 2014 at 1:44 PM UTC
Desculpa.
Eu estrago o perfeito.
Acabo com o infinito.
Transformo a realidade em mito.
Digo as palavras erradas mesmo dizendo as certas.
Escrevo cartas rasgadas e as envio abertas.
Rabisco palavras bonitas.
E no lugar coloco feridas.
Oras
Você vai se acostumar.
No meu mar eu vou te afogar.
Você tenta me erguer e eu te puxo.
Tenta compreender e eu fujo.
Tenta fugir e eu rujo.
Sou um animal selvagem e sujo.
Eu cresci errado.
Eu sorri errado.
Eu menti errado.
Eu senti errado.
Mas me conta, qual a sensação de ser amado?
Nov 8, 2016
Nov 8, 2016 at 12:03 AM UTC
De que cor sopra hoje o teu vento e que sol o faz voar,
Quais os caprichos do teu tempo que desdenham ao luar,
Qual a cor das tuas pétalas que ao rubro quero provar,
Um sabor e uma lembrança pra sempre eu vou recordar!
Foi no brilho dos teus olhos e na tristeza do teu olhar,
Foi as formas da tua face que me acolheram o despertar,
Tantas outras tantas de voltas eu te quero a ti reencontrar,
Provar de novo os teus beijos doces e me poder deliciar!
Ouro fino cor de cetim para te cobrir e levar ao pé do mar,
Jogar na areia todas as lembranças e poder ali te abraçar,
Dar um aperto louco, quente e mouco no silêncio a te amar,
Viver de novos todas as caricias dadas e poder fervilhar!
Como eu voou de novo nos meus sonhos a te ver voar,
Como me entrego na loucura que se apoderou como colar,
Me dá voltas nas voltas mas me segura não vai estrangular,
É preciso apenas acreditar que nada foi em vão e vai voltar!
As saudades frescas a vontade mais forte de te vir a poder amar,
Sejam esses os caminhos de dois seres que acreditaram nesse amar,
Uma febre fresca, um alívio doce, um jeito sem força, apenas te amar!
Autor: António Benigno
Pelos caminhos do tempo pelas vontades do vento apenas gestos e palavras certas!
Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:02 AM UTC
Talvez se escrever o sono venha
Cansada do excesso de cansaço
Nas alturas menos certas
Creio que há 2 horas que devia estar a dormir
Se pudesse
Mas embora o cansaço esteja presente
Nos meus músculos, olhos
Não chegou ainda à base.
Talvez o meu cérebro seja notivago.
Chego a estas conclusões na exaustão da noite
Quando, por desespero, pego num lápis
E desacredito-me ainda mais.
Mas passo a explicar:
Durante todo o dia sinto-me dormente
Ah, para quê falinhas mansas?
Sinto-me burra, sem conseguir pensar
Mas na chegada da noite
Com o silêncio e a escuridão que se sentem na noite
Tudo se liga e se ilumina
E o meu cérebro trabalha e penso, penso, penso
E mais certezas tenho de que sou burra
Não que tenha pensamentos burros, não!
Mas por que raio tê-los agora e
De forma tão agressiva e exaustiva
Sem chegar a ser agressiva e exaustiva o suficiente
Para escrever alguma coisa de jeito
Ou para me fazer cair para o lado
Suficiente apenas para uma mais noite em branco
Talvez nunca tenha acordado.
Mar 2, 2017
Mar 2, 2017 at 1:28 PM UTC
Rascunhos daquilo que sou
No cativeiro onde estou,
Nas profundezas dos oceanos,
Sonhos que alguém roubou,
Pastor e seus rebanhos.
Na secretária onde escrevo,
Linhas tortas, palavras certas?
Vejo nascer o simples trevo,
Sobre pradarias irrequietas.
Do alento que eu tenho,
Ai vida … O destino ditou,
Escrever com engenho,
Pedaços do que sou.
Victor Marques
Castanheiro do Norte 14 de Abril de1991
Sep 3, 2013
Sep 3, 2013 at 12:09 PM UTC
(...) Desculpa se às vezes digo o que não devia, mas tenho dificuldade em escolher as palavras certas quando o meu coração está prestes a explodir, um nó na garganta me impede de respirar e as borboletas no meu estômago tentam rasgar-me a pele.
Aug 10, 2013
Aug 10, 2013 at 5:26 PM UTC
OS NOSSOS LÁBIOS FORAM FEITOS PARA ENCAIXAREM UM NO OUTRO, COMO AS PEÇAS CERTAS QUE SE JUNTAM NUM PUZZLE
Dec 8, 2014
Dec 8, 2014 at 4:52 PM UTC