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"burra" poems
No meu corpo eu silencio as dores do passado, escondo as cicatrizes da minha história e guardo os sentimentos de minha jornada. Ser como sou, vestir-se como me visto, falar como falo, andar como ando, viver como eu vivo. São apenas vestígios que deixaram-me ao longo do tempo. Abusos. Agressões. Violências. Ser submetida a ser submissa. Ser jogada de cantos em cantos. Ser tratada como lixo. Ser menosprezada. Ser dada como burra e ignorante. Querer ser o que sempre fui. Querer ser algo que não me deixaram ser. Ser como "eles"?! Não podia. Hoje... Hoje sou quem eu quiser. Não sofro e nem me fazem sofrer. O peso que levo em meus ombros são meus, mas não dói. Tenho orgulho. E hoje sou LIVRE, sou FORTE, sou GRANDE, sou MULHER.
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Apr 2, 2017
Apr 2, 2017 at 12:10 PM UTC
Mulher
Talvez se escrever o sono venha Cansada do excesso de cansaço Nas alturas menos certas Creio que há 2 horas que devia estar a dormir Se pudesse Mas embora o cansaço esteja presente Nos meus músculos, olhos Não chegou ainda à base. Talvez o meu cérebro seja notivago. Chego a estas conclusões na exaustão da noite Quando, por desespero, pego num lápis E desacredito-me ainda mais. Mas passo a explicar: Durante todo o dia sinto-me dormente Ah, para quê falinhas mansas? Sinto-me burra, sem conseguir pensar Mas na chegada da noite Com o silêncio e a escuridão que se sentem na noite Tudo se liga e se ilumina E o meu cérebro trabalha e penso, penso, penso E mais certezas tenho de que sou burra Não que tenha pensamentos burros, não! Mas por que raio tê-los agora e De forma tão agressiva e exaustiva Sem chegar a ser agressiva e exaustiva o suficiente Para escrever alguma coisa de jeito Ou para me fazer cair para o lado Suficiente apenas para uma mais noite em branco Talvez nunca tenha acordado.
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Mar 2, 2017
Mar 2, 2017 at 1:28 PM UTC
insónias
me inner voice talks ter me like ted rogers reelin off da clues dats why am livin in a dusty bin wid big **** off oles in me roof I avent gorra *** ta **** in burra still wudn **** on you fer lookn down on me fukkn frownin at me like am da **** on ya ****** rich ***** shoes
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Apr 3, 2017
Apr 3, 2017 at 6:01 PM UTC
3 2 1 (eres what ya coulda won)
eu sempre começo e paro e recomeço. então paro. perco água que sai da boca e tento explicar. daí esqueço aquela palavra. como era mesmo que chama? burra. tu é mesmo muito burra. eles todos dizem com palavras e entonações bonitas: vai ficar tudo bem. mesmo que nada esteja bem. não consigo escrever direito. burra. como era mesmo aquela palavra? se eles lerem, vão ler rápido. ninguém vai notar. será que vão entender? duvido. todo tempo a respiração pesada. preciso prolongar essa frase. ou será que ela já tá muito comprida? pedem calma. vai ficar tudo bem. não parece. sempre acho que vai ter um final em algum momento. a gente espera o sinal, mas no fundo sabe que ele não existe. parece tão seco. como é a palavra mesmo? não sei.
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Oct 25, 2017
Oct 25, 2017 at 3:53 PM UTC
não sei
¿a quién debería encontrar yo en el país del vino? ¿a quién encontraría qué rostros o qué rostro? ¿el ingeniero que se perdió en el mar hace cuarenta máquinas? ¿la burra de dylan thomas? ¿tu cuerpo deseado amado inesperado? ¿qué cuerpo encontraría consumido abrasado por la noche como una larga burra haciendo ruido a máquinas a mar? quién sabe cómo es eso pero hace diez siglos leif ericson fundaba el país del vino vikingo eructador medio bestia también fornicaba debajo de la gloria del cielo y ustedes miserables ocultan en un cuarto su pálido final refugian en las sombras sus cuerpos como burras sin leche sí algo cambió en el mundo y tu cuerpo es extraño como cuarenta máquinas y el ingeniero que se perdió en el mar brilló fosforescente como leif ericson cuando hace diez siglos clavaba a una mujer contra la tierra y la tierra adquiría el color de sus cuerpos y tu cuerpo era el único país donde me derrotaban
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Otras preguntas
The Burra boomed Shattering stillness And announcing all ‘smart’ phones alarms are defunct. Lights lit up  one-by-by one, As the sleepy slumber was no more. Daily grind begins On setting 2.0 on The bean machine. Thrive or die: the mantra for this world.
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Feb 17, 2025
Feb 17, 2025 at 2:41 PM UTC
The Burra Boomed
I have a friend from down under Sassy as sheila’s can often be She could tell you of the Aussies life In a direct and no-nonsense sentence Before you could count 1,2,3 This lass was full of spice and vinegar As she scribbles on paper all day long Her nights are filled with poetry and prose And a silly Koo ka Burra's song Have a good laugh at this fairy of mirth The stories written from thoughts and eyes Pause for a moment and see her world of magic Of ancient rock, roo’s and aboriginal skies Her tongue cuts like a clean-edged dagger This mischievous brownie of sharpened wit Her mind kisses the stark reality of the poems Painted with vivid colors and wild spirit. So there is my friend from down under Born and raised in the land of crocs and thunder A native of the dry and the wet Amused upon fools she besets If you cross this pixie heed my advice Beware the sheila with the imaginary knife Australian poet of stinging descriptive situations As she offers to you her latest creations All Rights Reserved @ Tammy M. Darby Dec. 23, 2016
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Dec 16, 2019
Dec 16, 2019 at 11:49 AM UTC
Elizabeth Squires - My Friend from Down Under