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"boas" poems
To the blushing bride to be, This rite of passage you’ll not be spared. Let your hair down, be wild and free, Allow your tales and secrets to be bared. Not designed for hearts too weak, This night’s when us girls misbehave. In our tutus, fairy wings and pink feather boas, We’ll paint the town red and rave. We’re like one dysfunctional family, But we’ll bond and shout tonight. Cocktails and Prosecco will flow freely, As we dance the “Macarena” ‘til morning light. We’ll have a blast and be merry, For girls just want to have fun. Adorned with “L” plates, you won’t stay sober And your makeup will inevitably run. On this, your last night of freedom, It’s your final fling before the wedding ring. Your head may be sore tomorrow, But, oh, the stories these walls could sing! Remember this night always, With all your girlfriends at your side, For you’ll soon tie the knot and be married And embark on a magical ride.
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Mar 26, 2021
Mar 26, 2021 at 1:05 AM UTC
A poem for a hen party
A Nossa Existência como seres humanos       Nascemos em qualquer lugar e somos filhos de quem quer por amor ou desejo simplesmente de procriar ou prazer puro. Não engrandece ou diminui a nossa natureza de seres humanos que nascendo por amor ou não! A partir deste início comprometedor existimos para gáudio de uns ou tristeza de outros. Milhões de células se uniram para fazer nascer seres nossos semelhantes com qualidades e defeitos que de uma maneira ou outra vão tentar sobreviver numa sociedade desproporcional e incapaz de controlar: os devaneios, crises, empreendimentos, crimes, loucuras de uma sociedade débil e moribunda. Mas humanos resistem com paixão, inteligência e idealismo puro para tentar combater: a fome, guerra e construir muros de paz. Sim com consciência temos homens que labutam por um mundo melhor e uma sociedade que fomente uma existência menos penosa e permita uma recompensa para a outra vida mais conveniente e digna.       Todos nós temos direito à abundância de coisas boas nesta vida. O universo é totalmente gratuito para todos com uma harmoniosa junção de todos os fenómenos temporais que durante as estações de ano se manifestam na perfeição em sinfonias elaboradas por Deus eterno, infinito e Senhor. Deus nós ama feliz com uma amor intemporal e manifesto no amor de Jesus por todos nós. Com sua morte na cruz e sua Ressurreição exaltou os homens bons a viver com amor e por amor ao seu semelhante.      Vivemos num sociedade global e intransigente em que os seres humanos coabitam nos mais diversos lugares. A nossa existência como seres será leal e justa se dermos todos as mãos uns aos outros e fazer algo nesta terra que nós faça orgulhar muito mais tarde no Céu. A nossa existência como seres humanos deixava de ser importante se não houvesse uma recompensa por tudo que divinamente o homem bom faz nesta vida terrena. Deus com sua infinita bondade disse ao homem para se multiplicar e difundir seu imaculado amor e ditou suas leis universais baseadas numa fé irracional e num amor de coração.                  Cabe a todo o ser humano justificar a sua existência com um amor inadiável a todos os seus semelhantes. Através da escrita e com tudo que Deus criador me deu não passa um dia nesta minha vida de passagem sem lhe agradecer por minha existência e por este planeta terra maravilhoso em todos os continentes e latitudes. Abraço amigo Victor Marques
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Jan 7, 2014
Jan 7, 2014 at 10:25 AM UTC
A nossa existência como seres humanos
A Nossa Existência como seres humanos       Nascemos em qualquer lugar e somos filhos de quem quer por amor ou desejo simplesmente de procriar ou prazer puro. Não engrandece ou diminui a nossa natureza de seres humanos que nascendo por amor ou não! A partir deste início comprometedor existimos para gáudio de uns ou tristeza de outros. Milhões de células se uniram para fazer nascer seres nossos semelhantes com qualidades e defeitos que de uma maneira ou outra vão tentar sobreviver numa sociedade desproporcional e incapaz de controlar: os devaneios, crises, empreendimentos, crimes, loucuras de uma sociedade débil e moribunda. Mas humanos resistem com paixão, inteligência e idealismo puro para tentar combater: a fome, guerra e construir muros de paz. Sim com consciência temos homens que labutam por um mundo melhor e uma sociedade que fomente uma existência menos penosa e permita uma recompensa para a outra vida mais conveniente e digna.       Todos nós temos direito à abundância de coisas boas nesta vida. O universo é totalmente gratuito para todos com uma harmoniosa junção de todos os fenómenos temporais que durante as estações de ano se manifestam na perfeição em sinfonias elaboradas por Deus eterno, infinito e Senhor. Deus nós ama feliz com uma amor intemporal e manifesto no amor de Jesus por todos nós. Com sua morte na cruz e sua Ressurreição exaltou os homens bons a viver com amor e por amor ao seu semelhante.      Vivemos num sociedade global e intransigente em que os seres humanos coabitam nos mais diversos lugares. A nossa existência como seres será leal e justa se dermos todos as mãos uns aos outros e fazer algo nesta terra que nós faça orgulhar muito mais tarde no Céu. A nossa existência como seres humanos deixava de ser importante se não houvesse uma recompensa por tudo que divinamente o homem bom faz nesta vida terrena. Deus com sua infinita bondade disse ao homem para se multiplicar e difundir seu imaculado amor e ditou suas leis universais baseadas numa fé irracional e num amor de coração.                  Cabe a todo o ser humano justificar a sua existência com um amor inadiável a todos os seus semelhantes. Através da escrita e com tudo que Deus criador me deu não passa um dia nesta minha vida de passagem sem lhe agradecer por minha existência e por este planeta terra maravilhoso em todos os continentes e latitudes. Abraço amigo Victor Marques
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Chop...Chop...Chop...Chop...Chop... Laugh. Murdering is an art! It takes caution, skill, and smarts. It also takes a weapon. In the case of murdering, you can say... that technically a human murders every day, may not be of it's own kind, but... we **** other living things every single day. Do we see them? No, maybe, possibly, I don't know. Do you? I am... Jack the Ripper! I ****** prostitutes, women who defile their bodies by showing off their ******* and bellies... and innards...to lost men. I don't know why I **** this specific kind of pray... but I do...And I know its fun teasing the media. Maybe I should start murdering the men too... Sneak into the room while their...going about their business... ...Never mind...That's a nasty thought... Murderers care about that kind of thing too, you know? They do not cry. They don't have time to cry. They do not scream. They do not have time to scream. I slice their throat first, which means I win from the start. Then...Save for my third, I drag their innards around their bodies like...fuzzy neck boas. I take no souvenirs...It would cause a havoc... A havoc I prefer not to have... Chop... Chop... And laugh! Chop... Chop... And laugh! Chop... Chop... And laugh! © 2012 Melody
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Jan 5, 2013
Jan 5, 2013 at 1:24 AM UTC
Foul ****** 4: Chop...Chop...And Laugh...
Nós e a universo O futuro será o que a mente pensa, Procuro resposta ao meu passado, Do meu interior rebuscado, Acção e boa esperança…. Fecham-se janelas, portas se abrem, Com boas razões e motivos, Estradas direitas e por vezes tortas, Pensamentos sempre positivos. O ser humano se fustiga e consome, As estrelas, as montanhas e o mar, Sentem o seu próprio nome, Nós somos navegadores sem navegar…. Victor Marques
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Dec 10, 2009
Dec 10, 2009 at 10:45 PM UTC
NÓS E O UNIVERSO
A vida, há não sei dizer quanto tempo, Tem-se mostrado uma interminável batalha. Conseguir ouvir a razão sem abafar o sentir Conseguir sentir sem por ele ser consumida Inteiramente. Não quero mais escrever poesia de guerra Nem fazer da poesia uma guerra de amor Só vale o que eu deixar que valha. E escrevo-o aqui, as desculpas de merda não valem Nem valeriam se fossem desculpas muitíssimo boas Se estou a perder a cabeça vou atrás dela e Encaixo-a de novo no pescoço e Bato com ela nas paredes até tornar a funcionar Não a ajudo a ir. Não. Não quero continuar a perguntar-me à noite O que raio é que estou a fazer Que vida é esta que escolho e não vivo Que não vivo por a escolher incessantemente. Não se pode querer paz e respostas E por ambas querer nenhuma tenho Só a mim e ao silêncio que não deixo existir. Não quero. Não sei o que quero mas Não quero isto. Querer isto não Me deixa querer mais nada. Nem a mim. Especialmente a mim. E tenho que me querer a mim Antes de querer qualquer outra coisa.
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Jun 14, 2017
Jun 14, 2017 at 10:27 AM UTC
Poesia de Guerra
Mother knits scarves in soft wool. Daddy creates suits in steel. Auntie makes a mess of strings. Played with a bow, a twiddle, a fiddle a serious riddle. Uncle strums his guitar, while  he's coughing catarrh. From the **** he smokes. While playing with kippers and older men's zippers. Pretensions of kindness, while fetching their slippers. Money hunting, baby bunting, wrapped in boas of stripy snakes that choke, crush and strangle, dangling lust on a string, it's his sort of thing. Uncle carbuncle, peril to both pusillanimous child and men of great age. Daddy knows and  he's so enraged, steel suits beat the outrage of misuse and abuse, through the family and mummy knits more scarves in soft fluffy wool. ****** old fool, never does anything by halves, it's all covered up by soft fluffy wool scarves. (C) LIVVI
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Apr 25, 2015
Apr 25, 2015 at 12:53 PM UTC
NOT SO DEAR, OLD UNCLE CARBUNCLE.
The tea cup clouds were reason enough. Reeling, the clock hands spun on an axis wobble noon flirted with night and I broke into a run as the sky opened its maw and screamed. Even the suits scramble for burrows. Retrospection always has a punchline. Hide away, slide away Stop looking at my ******* please. Now watch wide-eyed behind public glass, with a sitcom gang of affable protagonists who are now late for their respective chapters Staring at their phones, willing the weather forecast to telepathically change. The light strobes, the bricks quiver sympathetically and I riddle a fourteen year old pantheon as they sway, as they jaunt ankle deep in charged water daring each other and daring the sky daring the noise with headphones still around necks like defiant plastic boas Clothes plastered, mouths open, rain-drunk feeling **** revealing secret intimate shapes, feeling sheepishly exposed next to crushes who will kiss them at the next movie. I am aware of each nerve as I drip and shiver I'm terrified of storms, my reasons are mine but even this fear can cat-stroke my skin hyper-sensitized, electric and make me feel **** too.
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Jul 31, 2012
Jul 31, 2012 at 3:58 PM UTC
The Girl who was Afraid of the Sky **** Rain)
Sou peste que borbulha e transborda em poluídos rios, pelo ódio e pela mágoa, no mais profundo de sua alma. Sou a tralha que marcha e caminha movida pelo ópio; o próprio ópio que envenena minha mente, que sustenta os meus pés e me coloca sempre um passo atrás. Acima de tudo, o que me faz são suas palavras; eu sou a hipocrisia diluída em boas porções de guilhotinas e navalhas ensanguentadas, juntamente servidas com meu já cometido suicídio de amor. Sou a natureza doentia que mata, eu sou você.
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May 21, 2013
May 21, 2013 at 3:06 PM UTC
A alegria perdida de uma manhã
- Sangue - Aranhas - Facas - Ácido - Unhas - Cílios - Águas-vivas - Vidro - Pílulas - Cogumelos - Dor - Euforia - Cores - Preto - Vida - Morte - Água
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Jun 24, 2013
Jun 24, 2013 at 9:08 PM UTC
Coisas Boas de se Chover
a carbon copy. generous engine . clap your hands if you're mine. double amputee call the shots, showy                   boas and ruffle shorts . what's in your cup holder ventriloquist? a skeleton lady ; a solid gold snifter to throw against the wall of sequins.
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Dec 4, 2014
Dec 4, 2014 at 10:31 AM UTC
Untitled
Se eu fosse pintor o amor queria pintar O pintaria com as cores de verde e azul Azul seria representaria liberdade que dá o mar, E no verde estaria o amor que ninguém calcule! Se fosse matemático o amor seriam somas, Seriam somas de sentimentos sempre bons, E se a arte fosse a musica imitaria seus sons, Entregar os sentimentos sem quaisquer retomas! Como seria bom encarar todas as profissões, Dedica-las ao amor e viver todas as emoções, Construindo em cada dia coisas das boas vibrações, Sentir cá dentro o carinho nos nossos corações! Mas o que é isto que é o amor? Qual a cor e qual o som que tem esse calor? O amor é a dissolução de qualquer dor, São cores e sons que se apresentem com glamour! E assim, que em todos os corações haja um ninho, Como o deva haver também dentro de qualquer lar, Porque o ninho é pequenino e há grande bem-estar Que o amor nos siga sempre por qualquer caminho! Autor: António Benigno Código de Autor: 2014.09.07.13.21.08.05@
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Sep 7, 2014
Sep 7, 2014 at 8:45 AM UTC
O Amor
Hello little boy, grass-stained knees. You'll grow up to be a queen, Called only by the highest gendered words. Hello little girl, boas and tea parties. You'll grow up to be a ranger, Warned not to act like a female. Are you there, little boy? Is it still you under the sorrow Of looking back and seeing a stranger? Are you there, little girl? Can you still hear me Under your cries for help? Please don't despair. No, I can't promise that One day, you'll be you again. Please don't go. No, I can't tell you how Many years you have left like this. Goodbye little boy, cut up arms. Goodbye little girl, scissors and band-aids. You grew up to be a someone, But you didn't know who. Growing up is fatal.
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May 3, 2018
May 3, 2018 at 4:52 PM UTC
Fatal
Vivo na eterna incerteza das coisas boas. Tal como a dor, a felicidade passa e os anos também. Vão ficando cada vez mais memórias e mais pessoas para trás. Vamos cada vez tendo mais passado do que futuro. A nossa hora chegará. Às vezes sento-me sozinha, penso e vejo os anos passar por mim... Já estou cansada e ainda só passaram 14 daqueles todos que irei viver...
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Mar 31, 2014
Mar 31, 2014 at 2:10 PM UTC
14 anos
I. Le nez rouge, la face blême, Sur un pupitre de glaçons, L'Hiver exécute son thème Dans le quatuor des saisons. Il chante d'une voix peu sûre Des airs vieillots et chevrotants ; Son pied glacé bat la mesure Et la semelle en même temps ; Et comme Haendel, dont la perruque Perdait sa farine en tremblant, Il fait envoler de sa nuque La neige qui la poudre à blanc. II. Dans le bassin des Tuileries, Le cygne s'est pris en nageant, Et les arbres, comme aux féeries, Sont en filigrane d'argent. Les vases ont des fleurs de givre, Sous la charmille aux blancs réseaux ; Et sur la neige on voit se suivre Les pas étoilés des oiseaux. Au piédestal où, court-vêtue, Vénus coudoyait Phocion, L'Hiver a posé pour statue La Frileuse de Clodion. III. Les femmes passent sous les arbres En martre, hermine et menu-vair, Et les déesses, frileux marbres, Ont pris aussi l'habit d'hiver. La Vénus Anadyomène Est en pelisse à capuchon ; Flore, que la brise malmène, Plonge ses mains dans son manchon. Et pour la saison, les bergères De Coysevox et de Coustou, Trouvant leurs écharpes légères, Ont des boas autour du cou. IV. Sur la mode Parisienne Le Nord pose ses manteaux lourds, Comme sur une Athénienne Un Scythe étendrait sa peau d'ours. Partout se mélange aux parures Dont Palmyre habille l'Hiver, Le faste russe des fourrures Que parfume le vétyver. Et le Plaisir rit dans l'alcôve Quand, au milieu des Amours nus, Des poils roux d'une bête fauve Sort le torse blanc de Vénus. V. Sous le voile qui vous protège, Défiant les regards jaloux, Si vous sortez par cette neige, Redoutez vos pieds andalous ; La neige saisit comme un moule L'empreinte de ce pied mignon Qui, sur le tapis blanc qu'il foule, Signe, à chaque pas, votre nom. Ainsi guidé, l'époux morose Peut parvenir au nid caché Où, de froid la joue encor rose, A l'Amour s'enlace Psyché.
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Fantaisies d'hiver
I. Le nez rouge, la face blême, Sur un pupitre de glaçons, L'Hiver exécute son thème Dans le quatuor des saisons. Il chante d'une voix peu sûre Des airs vieillots et chevrotants ; Son pied glacé bat la mesure Et la semelle en même temps ; Et comme Haendel, dont la perruque Perdait sa farine en tremblant, Il fait envoler de sa nuque La neige qui la poudre à blanc. II. Dans le bassin des Tuileries, Le cygne s'est pris en nageant, Et les arbres, comme aux féeries, Sont en filigrane d'argent. Les vases ont des fleurs de givre, Sous la charmille aux blancs réseaux ; Et sur la neige on voit se suivre Les pas étoilés des oiseaux. Au piédestal où, court-vêtue, Vénus coudoyait Phocion, L'Hiver a posé pour statue La Frileuse de Clodion. III. Les femmes passent sous les arbres En martre, hermine et menu-vair, Et les déesses, frileux marbres, Ont pris aussi l'habit d'hiver. La Vénus Anadyomène Est en pelisse à capuchon ; Flore, que la brise malmène, Plonge ses mains dans son manchon. Et pour la saison, les bergères De Coysevox et de Coustou, Trouvant leurs écharpes légères, Ont des boas autour du cou. IV. Sur la mode Parisienne Le Nord pose ses manteaux lourds, Comme sur une Athénienne Un Scythe étendrait sa peau d'ours. Partout se mélange aux parures Dont Palmyre habille l'Hiver, Le faste russe des fourrures Que parfume le vétyver. Et le Plaisir rit dans l'alcôve Quand, au milieu des Amours nus, Des poils roux d'une bête fauve Sort le torse blanc de Vénus. V. Sous le voile qui vous protège, Défiant les regards jaloux, Si vous sortez par cette neige, Redoutez vos pieds andalous ; La neige saisit comme un moule L'empreinte de ce pied mignon Qui, sur le tapis blanc qu'il foule, Signe, à chaque pas, votre nom. Ainsi guidé, l'époux morose Peut parvenir au nid caché Où, de froid la joue encor rose, A l'Amour s'enlace Psyché.
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Sinto saudades… Do seu cheiro, dos seus beijos, Dos seus cabelos. De te assistir chegando quando estou te esperando Da forma que fico, sem graça, tímido, quase uma criança Na sua presença. Saudades… Do seu toque, da sua pele, do seu gosto Dos seus abraços, de te abraçar. De te segurar até dormir Da sua beleza, inefável Do jeito que voce me faz rir Colocar a palma da sua mão contra a minha, Das suas unhas roídas… Passo vontades, doídas, mas que vontades boas!
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Dec 21, 2021
Dec 21, 2021 at 3:32 PM UTC
Dela
Vivo na eterna incerteza das coisas boas. Tal como a dor, a felicidade passa e os anos também. Vão ficando cada vez mais memórias e mais pessoas para trás. Vamos cada vez tendo mais passado do que futuro. A nossa hora chegará. Às vezes sento-me sozinha, penso e vejo os anos passar por mim... Já estou cansada e ainda só passaram 14 daqueles todos que irei viver...
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Jul 1, 2014
Jul 1, 2014 at 10:50 PM UTC
14 anos
y aquí el francés Bonpland botánico buscaba asclepias lirolensis o chinchonas acaridesas encontró en cambio las ignotas caras o rostros del amor a la india Nunu de los zambos junto a la boca del Orinoco junto a la boca del Orinoco durmió al cuidado del peligro comía arroz yucas hormigas plátanos y manjar de mono mirándose en los cocodrilos en el silbido de las boas en el rugido de los tigres mientras se alzaban los temores como hogueras nunca apagadas a la calor de esas hogueras aquí el francés Bonpland botánico entró en las dulces partes de Nunu mientras giraban en la noche las catedrales medievales toda la rue du chat qui péche como planetas instantáneos apagándose en la mitad entre los pechos de la Nunu que hablaban sus idiomas suaves más poderosos que la selva más bellos que los tigres en la luz violeta de su vientre o que los cocodrilos bocas del Orinoco padre o río o que las boas onduladas como olitas del Sena gris temió amó a Nunu comió mono con su levita directorio tuvo 15 días de miel y cuando alguno robó a la india (no por deseo de su carne o de sus partes destinadas al amor puro y duro y otro sino para hacerlas volver a la desencadenada selva o sacarlas del amor para otro mundo como es o amor es de otro mundo o es otro mundo directamente) Bonpland decía al rededor: "hermano cocodrilo di dónde está Nunu la dulzona de varios pechos a saber: el que te da leche de amor el que te apaga la maldad el que te viste contra el miedo el que se tiembla en la caída porque no sabe si te alzará" o al tigre de rayas de rey: "dónde está Nunu, tigre tigre ahora salido de mi sangre" o a la boa: "cómo está Nunu la de la luna en la rodilla" la de la luna en la rodilla se la llevaron y Bonpland no quiso saber más de estrellas o de misterios de la mar o de volcanes encendidos o de plantas quietas en sí y aunque se fue del Orinoco de sus herrumbres suaves verdes y aunque lo amó la emperatriz (la Josefina de Napoleón) y aunque ella eligió sus brazos para morirse de una vez aquí volvió el Bonpland a Nunu y nunca jamás la encontró pero comía yucas hormigas arroz manjar de mono plátanos y bebía aguas del Orinoco como quien come a una mujer como quien bebe a una mujer y esta es la historia de Bonpland clasificó muchas plantitas del continente americano pero él vivía en Nunu. oh Nunu . la de la luna en la rodilla la de varios pechos de amor la de planetas apagados como la rue du chat qui péche volando abriendo su mitad para el francés que la quería como jardín oh Nunu. oh Nunu como la noche Nunu Nunu.
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El botánico
y aquí el francés Bonpland botánico buscaba asclepias lirolensis o chinchonas acaridesas encontró en cambio las ignotas caras o rostros del amor a la india Nunu de los zambos junto a la boca del Orinoco junto a la boca del Orinoco durmió al cuidado del peligro comía arroz yucas hormigas plátanos y manjar de mono mirándose en los cocodrilos en el silbido de las boas en el rugido de los tigres mientras se alzaban los temores como hogueras nunca apagadas a la calor de esas hogueras aquí el francés Bonpland botánico entró en las dulces partes de Nunu mientras giraban en la noche las catedrales medievales toda la rue du chat qui péche como planetas instantáneos apagándose en la mitad entre los pechos de la Nunu que hablaban sus idiomas suaves más poderosos que la selva más bellos que los tigres en la luz violeta de su vientre o que los cocodrilos bocas del Orinoco padre o río o que las boas onduladas como olitas del Sena gris temió amó a Nunu comió mono con su levita directorio tuvo 15 días de miel y cuando alguno robó a la india (no por deseo de su carne o de sus partes destinadas al amor puro y duro y otro sino para hacerlas volver a la desencadenada selva o sacarlas del amor para otro mundo como es o amor es de otro mundo o es otro mundo directamente) Bonpland decía al rededor: "hermano cocodrilo di dónde está Nunu la dulzona de varios pechos a saber: el que te da leche de amor el que te apaga la maldad el que te viste contra el miedo el que se tiembla en la caída porque no sabe si te alzará" o al tigre de rayas de rey: "dónde está Nunu, tigre tigre ahora salido de mi sangre" o a la boa: "cómo está Nunu la de la luna en la rodilla" la de la luna en la rodilla se la llevaron y Bonpland no quiso saber más de estrellas o de misterios de la mar o de volcanes encendidos o de plantas quietas en sí y aunque se fue del Orinoco de sus herrumbres suaves verdes y aunque lo amó la emperatriz (la Josefina de Napoleón) y aunque ella eligió sus brazos para morirse de una vez aquí volvió el Bonpland a Nunu y nunca jamás la encontró pero comía yucas hormigas arroz manjar de mono plátanos y bebía aguas del Orinoco como quien come a una mujer como quien bebe a una mujer y esta es la historia de Bonpland clasificó muchas plantitas del continente americano pero él vivía en Nunu. oh Nunu . la de la luna en la rodilla la de varios pechos de amor la de planetas apagados como la rue du chat qui péche volando abriendo su mitad para el francés que la quería como jardín oh Nunu. oh Nunu como la noche Nunu Nunu.
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It’s time again, to shed this skin. The emerald green that once emanated from inside of me, Has gradually become an old pastel. And people look past it. They can’t tell that I’m just about to grow, About to get better, and neither can I. That explains why I came so close to the end, When I was only seconds away from the beginning. Though I have a cold-blooded heart, That doesn’t mean I’m cold-blooded. But I rely on your love to keep me warm. The scales get in the way of our communication, And the twin tongues are indecisive, In that I can’t decide which part of you I love the most. The fangs are just decoration, Chandeliers, with venom, that I’d like you to interpret as incense, Incense that I’ll only use on myself if you really hurt me that much. And I know my hugs may be extremely tight, But that’s only because there is always the possibility, That it might be the last one you receive from me. There’s always that moment, when I surround you with my body, That I think of how insanely lucky I am to have you, That’s the reason why mine are a second longer than the average hug. Because I don’t ever want to let go of this love. But I have to end, in order to begin. Yes, it’s time again, to shed this skin.
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Apr 11, 2014
Apr 11, 2014 at 11:54 PM UTC
boas
Não nós lembramos de vidas anteriores, Sem espírito não somos sonhadores. O espírito é um elo efetivo, Transcendente e com motivo. Quando o amor de alma é louvável, Vivemos de uma forma inexplicável. Preciso de tempo para o mundo algo me dar, Alma minha que sente arrepio no olhar. Para mim tudo é clarificado, Alma minha do presente, do passado. Outras almas comigo querem comunicar, E a saudade de meus entes queridos aliviar. Almas com interesses e mesmos ideais, Queridas por nós e nossos pais. Parecem tudo perceber e nunca ter lar, E noutra dimensão se aperfeiçoar. Cordões energéticos às vezes rompidos, Eternamente ligados aos sonhos vividos. Encerrar ciclos que a alma quer desconetar, Para ser feliz e continuar a caminhar. As boas almas deixam saudade permanente, Mantendo nos juntos para todo o sempre. A alma é misteriosa e isso devemos aceitar, Para de  novo viver e aprender a amar. Victor Marques
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Jun 22, 2022
Jun 22, 2022 at 5:13 PM UTC
Alma minha do presente e do passado
Some Doomsday The heaven is held up by eight boa constrictors, when they shift positions cause thunderstorm and blizzard. They feed on stars and sometimes when you see few of them it is because the snakes have been eating too much, luckily big snakes can go for month without food so new stars can breed and if the Christmas night is clears we can go on the veranda and admire the stars and be filled by the bliss of sleeping to ten tomorrow. Every year the heaven descend a bit the boas are getting tired, some are dead and rotten pieces of them fall down to earth with an almighty splash usually in Siberia. One day earth and heaven will be a pair has long desired one another and in their deadly embrace all life will be extinct except for polar bears and there will no one around to ask why them, but I think they will be the new crab louse on the Venus berg of earth.
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Nov 17, 2015
Nov 17, 2015 at 10:57 AM UTC
some doomsday
Feliz festa de São Valentim, queridos amigos É dia de cuidar uns dos outros E onde devemos dar as mãos A amizade importa, o amor importa A familia importa, as boas maneiras são importantes E as flores também importam, irmãos e irmãs Não fique muito zangado Porque o céu não é azul Vamos aproveitar o orvalho da manhã Não fique tão triste Vamos aproveitar o tempo frio e soalheiro Há neve aqui e ali, mas mesmo ali ao virar da esquina É primavera com ar fresco e um ramo de flores A amizade importa, o amor importa Há faíscas de fogo de amor no ar Vamos aproveitar a época de amor, paz e cuidado É tempo de caminhar felizes de mãos dadas Juntos caminharemos, juntos nos ergueremos. P.S. Tradução de “Joyous St. Valentine’s Day” de Hébert Logerie. P.S. Este poema é dedicado a todos os amantes do mundo. Copyright © Janeiro 2025, Hébert Logerie, Todos os direitos reservados. Hébert Logerie é autor de várias coletâneas de poemas.
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Jan 26, 2025
Jan 26, 2025 at 10:03 PM UTC
Feliz Dia Dos Namorados Amigos
Dear E--, Sewing gold, we walked in the vacant invisibilities. In a hush-throated hall we saw a Last Supper of acrylic blocks, breaks of the past. Wooden masks deviled the olive wall, & we found tiles that turned out our hands. None of this sustained you when the sun dropped beams like pick-up-sticks, aces of heat. It didn't sustain you when my friends split like copper stills across the breaded table. The grand oil lamp & the sea chant became ash daubs of noose memory when I returned to your dark room. I'm sorry for every thing I couldn't repair. Every whorl & loop in my hands held you tight as boas. By the time I felt your breath settle into the delta of sleep things had half-healed. Still, I trembled with sharp dreams. In the morning, I was yours again - as I always was. This is my apology. Yours, Evan
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Aug 15, 2019
Aug 15, 2019 at 11:32 AM UTC
Letter of Apology
Je veux te raconter, ô molle enchanteresse ! Les diverses beautés qui parent ta jeunesse ; Je veux te peindre ta beauté, Où l'enfance s'allie à la maturité. Quand tu vas balayant l'air de ta jupe large, Tu fais l'effet d'un beau vaisseau qui prend le large, Chargé de toile, et va roulant Suivant un rythme doux, et paresseux, et lent. Sur ton cou large et rond, sur tes épaules grasses, Ta tête se pavane avec d'étranges grâces ; D'un air placide et triomphant Tu passes ton chemin, majestueuse enfant. Je veux te raconter, ô molle enchanteresse ! Les diverses beautés qui parent ta jeunesse ; Je veux te peindre ta beauté, Où l'enfance s'allie à la maturité. Ta gorge qui s'avance et qui pousse la moire, Ta gorge triomphante est une belle armoire Dont les panneaux bombés et clairs Comme les boucliers accrochent des éclairs, Boucliers provoquants, armés de pointes roses ! Armoire à doux secrets, pleine de bonnes choses, De vins, de parfums, de liqueurs Qui feraient délirer les cerveaux et les coeurs ! Quand tu vas balayant l'air de ta jupe large, Tu fais l'effet d'un beau vaisseau qui prend le large, Chargé de toile, et va roulant Suivant un rythme doux, et paresseux, et lent. Tes nobles jambes, sous les volants qu'elles chassent, Tourmentent les désirs obscurs et les agacent, Comme deux sorcières qui font Tourner un philtre noir dans un vase profond. Tes bras, qui se joueraient des précoces hercules, Sont des boas luisants les solides émules, Faits pour serrer obstinément, Comme pour l'imprimer dans ton coeur, ton amant. Sur ton cou large et rond, sur tes épaules grasses, Ta tête se pavane avec d'étranges grâces ; D'un air placide et triomphant Tu passes ton chemin, majestueuse enfant.
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Le beau navire
Je veux te raconter, ô molle enchanteresse ! Les diverses beautés qui parent ta jeunesse ; Je veux te peindre ta beauté, Où l'enfance s'allie à la maturité. Quand tu vas balayant l'air de ta jupe large, Tu fais l'effet d'un beau vaisseau qui prend le large, Chargé de toile, et va roulant Suivant un rythme doux, et paresseux, et lent. Sur ton cou large et rond, sur tes épaules grasses, Ta tête se pavane avec d'étranges grâces ; D'un air placide et triomphant Tu passes ton chemin, majestueuse enfant. Je veux te raconter, ô molle enchanteresse ! Les diverses beautés qui parent ta jeunesse ; Je veux te peindre ta beauté, Où l'enfance s'allie à la maturité. Ta gorge qui s'avance et qui pousse la moire, Ta gorge triomphante est une belle armoire Dont les panneaux bombés et clairs Comme les boucliers accrochent des éclairs, Boucliers provoquants, armés de pointes roses ! Armoire à doux secrets, pleine de bonnes choses, De vins, de parfums, de liqueurs Qui feraient délirer les cerveaux et les coeurs ! Quand tu vas balayant l'air de ta jupe large, Tu fais l'effet d'un beau vaisseau qui prend le large, Chargé de toile, et va roulant Suivant un rythme doux, et paresseux, et lent. Tes nobles jambes, sous les volants qu'elles chassent, Tourmentent les désirs obscurs et les agacent, Comme deux sorcières qui font Tourner un philtre noir dans un vase profond. Tes bras, qui se joueraient des précoces hercules, Sont des boas luisants les solides émules, Faits pour serrer obstinément, Comme pour l'imprimer dans ton coeur, ton amant. Sur ton cou large et rond, sur tes épaules grasses, Ta tête se pavane avec d'étranges grâces ; D'un air placide et triomphant Tu passes ton chemin, majestueuse enfant.
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