#morte
La morte è il passaggio dallo stato naturale a un altro
È il momento in cui il corpo sprofonda in un sonno
Dal quale il risveglio è impossibile. Non è come il sole
Che va e viene, né come i Vangeli degli Apostoli.
Il poeta senegalese Birago Diop direbbe che i morti sono nelle nostre pianure
All'ombra di palme, mapou e baobab. Il loro sangue scorre nelle nostre vene
I morti sono nello spazio che ci circonda, nell'aria che tutti respiriam
Nelle dolci correnti dei ruscelli e nelle scie di fumo lasciate dagli aerei.
Noi, che siamo ancora tra i vivi—svegliamoci e asciughiamo le nostre lacrime
I nostri morti sono quaggiù—proprio lì, presenti; possiamo percepirne la presenza
I nostri morti stanno sognando. Lasciamoli dormire nel loro ultimo luogo di riposo
I nostri antenati sono lì, presenti per la vita stessa e per la nostra difesa.
I nostri morti sono nella stanza, nelle strade. Sono felici. Sono onnipresenti
Mentre noi piangiamo, essi ci osservano a occhi chiusi—eppure con tristezza
La morte è il passaggio da uno stato all'altro. È con languore, con stanchezza
Che dobbiamo percorrere—anzi, attraversare—quel sentiero labirintico e insidioso.
P.S. Questa poesia è dedicata al Sig. Alphonse Romenus Aubourg e alla sua famiglia,
Al mio compianto padre, al Sig. Gustave Logerie, e alla sua famiglia, ai nostri Antenati, al grande
Poeta senegalese Birago Diop, e a Tutti Noi.
(Traduzione di "Death As A One-Way Passage Or Lane Of No Return".)
Requiescat In Pace! Riposi in Pace!
Copyright © Maggio 2026 Hébert Logerie. Tutti i diritti riservati.
May 14
May 14, 2026 at 11:48 PM UTC
A morte é a passagem de um estado natural para outro;
É o momento em que o corpo mergulha num sono
Do qual o despertar é impossível. Não é como o sol,
Que vem e vai, nem como os Evangelhos dos Apóstolos.
O poeta senegalês, Birago Diop, diria que os mortos habitam as nossas planícies
Sob a sombra de palmeiras, mapous e embondeiros. O sangue deles corre nas nossas veias;
Os mortos estão no espaço que nos rodeia, no ar que todos respiramos,
Nas suaves correntes dos riachos e nos rastos de fumo deixados pelos aviões.
Nós, que ainda estamos entre os vivos, despertemos e sequemos as nossas lágrimas;
Os nossos mortos estão aqui em baixo, aqui mesmo, presentes; podemos sentir a sua presença.
Os nossos mortos estão sonhando. Deixemo-los dormir no seu derradeiro lugar de repouso;
Os nossos antepassados estão aqui, presentes, para a própria vida e para a nossa defesa.
Os nossos mortos estão na sala, nas ruas. Estão felizes. São omnipresentes;
Enquanto choramos, observam-nos de olhos fechados — contudo, com tristeza.
A morte é a passagem de um estado para outro. É com languidez, com lassidão,
Que devemos atravessar, cruzar este caminho labiríntico e traiçoeiro.
P.S. Este poema é dedicado ao Sr. Alphonse Romenus Aubourg e à sua família,
Ao meu falecido pai, Sr. Gustave Logerie, e à sua família, aos nossos Antepassados, ao grande
poeta senegalês Birago Diop, e a Todos Nós.
(Tradução de "Death As A One-Way Passage Or Lane Of No Return".)
Requiescat In Pace! Descanse em Paz!
Copyright © Maio 2026 Hébert Logerie. Todos os direitos reservados.
Hébert Logerie é autor de várias coletâneas de poesia.
May 13
May 13, 2026 at 1:21 PM UTC
“Tra ciò che nasce e ciò che svanisce, l’anima riconosce il respiro del silenzio.”
“Between what is born and what fades, the soul recognizes the breath of silence.”
🇮🇹 Lieve come il vento, pesante come la terra
La morte danza lieve, come il battito d’ali,
un soffio nel vento, un sogno che svanisce.
Più leggera di una piuma, si posa sul cuore,
senza peso, senza voce, senza rimpianto.
Ma la sofferenza cresce, si fa pietra e ferro,
un macigno che spinge le spalle nel fango,
più pesante di una montagna che mai si sgretola,
che affonda radici nel tempo e nell’anima.
Oh, se solo il dolore potesse evaporare
come nebbia che si disperde nell’aurora,
ma resta, inchiodato al petto come un sigillo,
mentre la morte, lieve, sfiora e fugge via.
— Masi Roberto © 2025
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🇬🇧 Light as the Wind, Heavy as the Earth
Death dances softly, like a flutter of wings,
a breath in the wind, a dream fading away.
Lighter than a feather, it rests upon the heart,
without weight, without voice, without regret.
But suffering grows, turns to stone and iron,
a boulder pressing shoulders into the mud,
heavier than a mountain that never crumbles,
rooted deep in time and in the soul.
Oh, if only pain could evaporate
like mist dissolving in the dawn,
but it stays, nailed to the chest like a seal,
while death, so light, brushes past and flees.
— Masi Roberto © 2025
Oct 19, 2025
Oct 19, 2025 at 4:04 PM UTC
An unconscious self sabotage
The reprimanding echo
A bed of invisible nails
Without the smallest clue
What was this discomfort of?
Exhaustion, a cage without doors.
Menial tasks turned impossible
Stumbling around all dazed
Dressed to the ninth in neglect
I keep forgetting to live.
Dec 17, 2022
Dec 17, 2022 at 5:43 AM UTC
Borboletas brancas , azuladas feitas como Deusas para serem sempre amadas,
Nos campos elas saltam de flor batendo suas asas.
Ai borboletas que viveis para logo desaparecer,
ressuscitar e logo morrer.
Borboleta branca, sempre serena no casulo purificada,
Vives por amor, para seres sempre linda e contemplada.
Borboleta azul que pareces uma sereia perdida no mar,
Borboleta amarela com fogo mistificada sem luar,
Borboletas do mundo para tudo enfeitar.
Todas rompeis o casulo com força e muita determinação,
Sois das escolhidas por Deus, por amor e sua criação.
Vossas asas são feitas para muito voar,
Borboletas do amor, das rosas para cheirar.
Ai borboletas que com vossas cores dais felicidade,
E Com vosso exemplo pensar na eternidade.
Victor Marques
Apr 18, 2022
Apr 18, 2022 at 2:05 PM UTC
rosas brancas eram sua paixão
flores tão puras quanto ela
das mesmas que com sangue, vomitei o botão
quando os espinhos arranhavam minha goela
eu percebia que aquilo não doía tanto
quanto não poder ter ela
morri de amor, sufoquei-me com o buquê
pós-vida, olhei meu corpo e me perguntei
Se a paixão nos move, então por quê?
Jan 3, 2022
Jan 3, 2022 at 12:17 PM UTC
Morrer para viver
Um ser amado,
Deus a seu lado.
Prosa e versos,
Vida e afetos.
Ressurreição e nascimento,
Estrelas e luar,
Ceu e mar,
Alegria e canto.
Rosas e cravos,
Pureza e pecados.
Outra vida vamos ter,
Nascer , viver e morrer…
Victor Marques
Dec 9, 2021
Dec 9, 2021 at 12:36 PM UTC
Came at five the fates for tea
I set five cups, five plates, five chairs
I asked why and they didn't answer
I asked why and they just laughed
They leave at six, they will come tomorrow
I wash four cups, four plates, oh dear
They will come tomorrow but no for tea
They will say goodbye to me
Apr 28, 2019
Apr 28, 2019 at 11:16 AM UTC
Quando eu era pequena, eu via a morte, com uma capa preta e uma foice, e uma expressão melancólica no rosto, sombria por vezes, de quem já havia levado muitas vidas.
O peso, em suas vestes, das almas corrompidas, que não queriam partir, o sangue da sua foice, onde também haviam lágrimas de quem ficava.
Com o tempo, eu passei a ter medo dela.
A vi como má.
Injusta.
Insensível.
“Como pôde Dona Morte, levar aqueles que eu amava?” Eu perguntava.
Mas a morte é só uma passagem.
Eu demorei a entender.
A aceitar.
É como se a Dona Morte fosse uma guia turística, que vem nos buscar rumo às nossas férias eternas.
Ela vem, nos despimos de qualquer bagagem, a passagem, é a nossa vida. Esse é o preço.
E então embarcamos no trem.
Rumo ao desconhecido.
Mas ao eterno.
Sep 28, 2018
Sep 28, 2018 at 10:31 PM UTC
Chame os guerreiros,
Nós vamos à batalha!
A guerra clama por nós.
Chame os guerreiros,
Nós vamos lutar!
Os inimigos fogem à visão.
Chame os guerreiros,
Nós vamos vencer!
Derramaremos nossos corações no campo de batalha
E terminaremos com essa maldita guerra.
Chame os guerreiros,
É hora de parar o combate!
Chame os guerreiros,
É nossa última morte
E todos vamos cair juntos.
Jun 30, 2017
Jun 30, 2017 at 5:04 PM UTC
Marinheiro, marinheiro
Você sente o cheiro?
A morte chegou afinal
Marinheiro, marinheiro
Você sente o medo?
Seus companheiros se foram afinal
Marinheiro, marinheiro
Você sente o peso?
A escuridão abraçou você afinal
Marinheiro, marinheiro
Você sente o desespero?
Você quebrou afinal
Marinheiro, marinheiro
Você sente a floresta?
Foi lá que você morreu
Marinheiro, marinheiro
Você sente o mar?
É onde você nunca mais irá
Marinheiro, marinheiro
Se você é a própria morte
Por que você está morto afinal?
Dec 3, 2016
Dec 3, 2016 at 5:52 PM UTC
The house that wind, and time tear down
Watch the stories fall down
It changes every time we come around
Echos
Rich dirt buried our memories
We were once the seed
were we once laid down
little toys for something sweet
and then beaten down to her knees
Invoke the spirit onto this place
Running in just to run away
Beauty hidden in a shattered display
This hole were the stoners play
Casa Dela Morte
The farmers dark secret is crippling
the sadness left by the offspring
Dancing with your ***** doll
Every structure soon will fall
Bringing out your demons within
Question this was created from what sin
Farmers shattered dark secret demons question crippling sin
Invoke sweet toys. Rich dirt seed laid down. Echos every time we come around. memories sadness left by offspring. Every structure soon will fall. ****** to death against the wall.
The shadows dance to distract from malevolent beast.
To think this place is no more
The'll be No more morbid rituals and stoner feast.
The house that wind, and time tear down
Watch the stories fall down
It changes every time we come around
Echos
Apr 14, 2016
Apr 14, 2016 at 3:56 AM UTC
Amigos queridos,
sem faces e sem nomes.
Retiradas foram suas vísceras,
logo antes de seus corpos imergirem
em um exacerbadamente denso volume de sangue
grotesca e plenamente apreciado
pelos algozes responsáveis,
certos irreconhecíveis demônios.
Vieram dos *** os tais tiranos,
visíveis, mas imateriais,
enquanto esperávamos
inconscientes e inevitavelmente despreparados
para uma luta justa.
Sobre os indiferentes, distantes,
mas ainda amigáveis e queridos companheiros,
ainda recordo de alguma ordem:
O primeiro não sentiu dor alguma,
bem como nada viu ou percebeu; fora partido ao meio.
O segundo, já desesperado e afogando-se em lagrimas,
tornou-se borrão de um vermelho pesado, grosso e brutal;
Dos outros, três ou quatro,
somente tenho em mente os gemidos inexprimíveis;
uma junção entre suspiros e soluços
de uma morte nada convidativa e próxima.
Foram todos rostos sem faces perdidos
na espera do desconhecido fatalmente promulgado
pelas minhas ânsias.
O ultimo vivo me induziu à única ação possível:
pude cair meus quinhentos intermináveis metros;
deslizando, enquanto tentava me segurar,
por um material recoberto de farpas
que transpassavam minhas mãos,
as quais sangravam em direção a um mar, sombrio e obscuro;
me afundei irremediavelmente em minhas próprias aflições.
May 22, 2013
May 22, 2013 at 8:21 PM UTC