De tanto cair, aprendeu a se erguer sem ajuda,
De tanto doer, fez-se pedra, fez-se bruma.
No teatro dos falsos, veste a máscara do mundo,
Deixa que o subestimem, pois sabe o final do jogo.
Julgam-se astutos, senhores da própria sorte,
Mas quão tolo é aquele que se crê intocável!
Ensinado ao frio, agora lhe pedem calor,
Mas onde estavam quando a tempestade o assolava?
Hoje caminha só, intocável, inatingível,
Não por orgulho, mas por cicatrizes invisíveis.
E aquela que um dia teve sua essência em mãos,
Ao perdê-lo, perdeu mais que um homem: perdeu a si mesma.
Mar 16, 2025
Mar 16, 2025 at 6:02 AM UTC
De tanto cair, aprendeu a se erguer sem ajuda,
De tanto doer, fez-se pedra, fez-se bruma.
No teatro dos falsos, veste a máscara do mundo,
Deixa que o subestimem, pois sabe o final do jogo.
Julgam-se astutos, senhores da própria sorte,
Mas quão tolo é aquele que se crê intocável!
Ensinado ao frio, agora lhe pedem calor,
Mas onde estavam quando a tempestade o assolava?
Hoje caminha só, intocável, inatingível,
Não por orgulho, mas por cicatrizes invisíveis.
E aquela que um dia teve sua essência em mãos,
Ao perdê-lo, perdeu mais que um homem: perdeu a si mesma.
