Da noite para o dia,
Tristeza ou alegria.
Ser ou não fantasia,
Pureza e ironia.
O céu alaranjado,
Um ser predestinado,
Amores plantados,
Odores bem cheirados.
Deixo de ser eu, porque sou eu,
Dando amor que não é meu.
Vivo no mundo em que tudo se abraça,
Ai vida que logo passa.
Deixo de ser eu para as flores amar,
O céu de noite contemplar.
As coisas da vida parecem banais,
Deixo de ser eu por amar a meus pais.
Deixo de ser eu por ser grato,
pois sou um eu no sentido nato.
Deixo o meu eu no meio da natureza,
pois sou o eu com leveza.
Eu até nem queria deixar de ser eu,
Pois sendo eu eu, o mundo é teu.
O amor no meu eu sempre navegue,
E eu com meu eu me entregue.
Deixo de ser eu por ser um eu singular,
Porque sendo eu tudo quero amar.
Vejo um Deus grandioso que me enobrece,
Deixo de ser eu quando o sol aparece.
Deixo de ser eu vezes sem conta,
o meu eu que na vida se encontra.
Pois deixo de ser sempre eu, porque sou eu,
No mundo que quer ser meu e teu.
Victor Marques
Jul 11, 2022
Jul 11, 2022 at 5:35 PM UTC
Da noite para o dia,
Tristeza ou alegria.
Ser ou não fantasia,
Pureza e ironia.
O céu alaranjado,
Um ser predestinado,
Amores plantados,
Odores bem cheirados.
Deixo de ser eu, porque sou eu,
Dando amor que não é meu.
Vivo no mundo em que tudo se abraça,
Ai vida que logo passa.
Deixo de ser eu para as flores amar,
O céu de noite contemplar.
As coisas da vida parecem banais,
Deixo de ser eu por amar a meus pais.
Deixo de ser eu por ser grato,
pois sou um eu no sentido nato.
Deixo o meu eu no meio da natureza,
pois sou o eu com leveza.
Eu até nem queria deixar de ser eu,
Pois sendo eu eu, o mundo é teu.
O amor no meu eu sempre navegue,
E eu com meu eu me entregue.
Deixo de ser eu por ser um eu singular,
Porque sendo eu tudo quero amar.
Vejo um Deus grandioso que me enobrece,
Deixo de ser eu quando o sol aparece.
Deixo de ser eu vezes sem conta,
o meu eu que na vida se encontra.
Pois deixo de ser sempre eu, porque sou eu,
No mundo que quer ser meu e teu.
Victor Marques
ser, eu, não , ser, eu
