Hello PoetryVoting

Vote

Voting-Boards

Home

HomeFollowingInboxNotifications

Read

ReadLiftedFeedsHeartedHistoryMy poemsNew poem

Explore

ExploreOrbitsWordsTagsClassics
Log in
0
Stars
0
Embers
0
Alerts
0
Inbox

Vote

Voting-Boards

Home

HomeFollowingInboxNotifications

Read

ReadLiftedFeedsHeartedHistoryMy poemsNew poem

Explore

ExploreOrbitsWordsTagsClassics
Log in
0
Stars
0
Embers
0
Alerts
0
Inbox

[sem] senha

ταυ qndo você me disse adeus

minha tarde em sua ida escureceu

 

em sua partida fui

em sua sola

em toda parte

ou esquina

agora

 

NÃO ESTOU.

 

ταυ louco a maldizer aquela aurora

o dia eu mato a tarde as horas

séculos meses anos, tudo:

desesperado,

não alcanço Porta.

Request permission to use this poem
Written by
gilson-figueiredo
Egyptian
Published
Sep 6, 2009
Lines·Words
13·49
Notes

o ταυ, o t. tal como aqui é posto (gráfico e simbólico, portanto), é sobretudo, "tal", como quem quer dizer "como", no que soa em consonância ao "outro": assim, é sobretudo uma re-significação. aberto também à dimensão mística consernente à letra mesma: acentuando, sobretudo, sua dimensão"humana". uma vez que é do amor, territorializar, pela dor, o homem-no-mundo.

Permission

Request to use this poem

Tell gilson-figueiredo how you would like to use it. We review requests before forwarding them.

AboutBlogFAQPrivacyTermsContact
© 2009-2026 Hello Poetry/v27.0 by @eliotyork
Explore
Hello PoetryVoting
Write