Hello PoetryVoting

Vote

Voting-Boards

Home

HomeFollowingInboxNotifications

Read

ReadLiftedFeedsHeartedHistoryMy poemsNew poem

Explore

ExploreOrbitsWordsTagsClassics
Log in
0
Stars
0
Embers
0
Alerts
0
Inbox

Vote

Voting-Boards

Home

HomeFollowingInboxNotifications

Read

ReadLiftedFeedsHeartedHistoryMy poemsNew poem

Explore

ExploreOrbitsWordsTagsClassics
Log in
0
Stars
0
Embers
0
Alerts
0
Inbox

Paisagens de Verão - I

Quando, aos calados tocares, caminha silenciosa,

Volvem os ventos, os ardores palpitantes;

Tens a noite a contemplar teu semblante,

Agora que nas sombras dissipa-te imperiosa,

 

Não te adentras ante tal selva pavorosa;

Se é o negrume pelo qual apaixona-te exitante,

Cega teus claros olhares dos dias crepitantes,

Verás, é certo, a revelação de tuas cerradas pálpebras nebulosas;

 

Por que te insiste a perseverar loucura,

Se sabes que nas sombras não encontrarás amplidão?

Vinde aos dias, às luzes opalinas da fartura

 

E apenas a voz ressurge:

 

"Tenho em alvas lágrimas, dos dias, a punição

Portanto estendo meu destino à errante ventura

Pois a luz, tudo ruirá, em lábios amargos de maldição"

Request permission to use this poem
Written by
mrmnd
18
Published
Feb 21, 2018
Lines·Words
15·110
Permission

Request to use this poem

Tell mrmnd how you would like to use it. We review requests before forwarding them.

AboutBlogFAQPrivacyTermsContact
© 2009-2026 Hello Poetry/v27.0 by @eliotyork
Explore
Hello PoetryVoting
Write