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ÁGUA LIMPA (ii)

Se da água limpa dos rios

o poeta alcança - incólume

as fontes d'água viva...

Oh, claro lume: dela bebe.

Sedento à sanga clara colhe

a água c'o as mãos.

 

Na vertente rara, sequioso

estro não se abaixa,

à flor d'água, feito cão,

lambendo a lótus n'água.

 

É de Gideão soldado

entre os trezentos.

O que não lambe a água

O que usa as mãos.

Bebe e proclama:

- Eis a água!

 

Água da chuva sempre exata.

Água da fonte sempre basta.

Água que a todo fogo apaga,

Limpa água que a sede mata.

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Written by
adalberto-de-queiroz
Published
Apr 21, 2016
Lines·Words
20·94
Tags
#poetry#brazilian#de#ii#cadernos#sizenando
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