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Sentado estava eu esperando um beijo, Fruto do acaso ou desejo. Ao mesmo tempo perdemos tudo, Ficando cego e mudo.... Vento que fustigas rostos dos meninos Canções tocadas com velhos violinos. Humanos vivendo num mundo por vezes sublime   Memória que te  acorda e define. Água cristalinas que todos podem ver, Salgueiros verdes que bebem sem querer. A natureza não pode padecer , Água do ribeiro eu vou sempre beber... Num turbilhão de emoções eu vivo , Parece que vivo num mundo sem sentido. O mundo temporal guardado, parado,  desconhecido... Meu Deus infinito eu sigo. Parece  que os sentimentos são ramos, Desfeitos com o passar dos anos. Com estrelas cintilantes tenha eu sempre contemplado, Entranhado no universo desconhecido. Passei em calçadas com socos de pau duro   Tinha medo da noite e do escuro. Peço ao mundo para me deixar ser ser, Amando a madrugada ao amanhecer...
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Dec 12, 2024
Dec 12, 2024 at 10:17 AM UTC
Amando a madrugada ao amanhecer.
Sentado estava eu esperando um beijo, Fruto do acaso ou desejo. Ao mesmo tempo perdemos tudo, Ficando cego e mudo.... Vento que fustigas rostos dos meninos Canções tocadas com velhos violinos. Humanos vivendo num mundo por vezes sublime   Memória que te  acorda e define. Água cristalinas que todos podem ver, Salgueiros verdes que bebem sem querer. A natureza não pode padecer , Água do ribeiro eu vou sempre beber... Num turbilhão de emoções eu vivo , Parece que vivo num mundo sem sentido. O mundo temporal guardado, parado,  desconhecido... Meu Deus infinito eu sigo. Parece  que os sentimentos são ramos, Desfeitos com o passar dos anos. Com estrelas cintilantes tenha eu sempre contemplado, Entranhado no universo desconhecido. Passei em calçadas com socos de pau duro   Tinha medo da noite e do escuro. Peço ao mundo para me deixar ser ser, Amando a madrugada ao amanhecer...
Memória, menino
victor-marques
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Portuguese
Dec 12, 2024
Dec 12, 2024 at 10:17 AM UTC
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