Prendo-me a estes versos
Uma vez mais.
Não sei ser em ti, ainda,
Quando tudo o que vejo
Quando te vejo
De olhos presos a ti
É um poema por escrever, ainda,
Mas com ser e espírito por si só.
Há uma imensidão em ti que não identifico
Então fujo e escondo-me porque
Tenho medo. Não sou um poema
Ou um verso sequer.
Mais um candeeiro de luz fusca
Ao lado do teu todo céu estrelado
Que não sei ler.
Uma enorme ânsia por ti quando estás,
Quando não estás. Sinto
E sinto apenas.
E talvez estejamos
(o que é que estamos?)
Só para que te possa ver toda esta beleza
E senti-la e nada mais.
Escrever-te num poema.
Nada mais.
Mar 2, 2017
Mar 2, 2017 at 1:18 PM UTC
Prendo-me a estes versos
Uma vez mais.
Não sei ser em ti, ainda,
Quando tudo o que vejo
Quando te vejo
De olhos presos a ti
É um poema por escrever, ainda,
Mas com ser e espírito por si só.
Há uma imensidão em ti que não identifico
Então fujo e escondo-me porque
Tenho medo. Não sou um poema
Ou um verso sequer.
Mais um candeeiro de luz fusca
Ao lado do teu todo céu estrelado
Que não sei ler.
Uma enorme ânsia por ti quando estás,
Quando não estás. Sinto
E sinto apenas.
E talvez estejamos
(o que é que estamos?)
Só para que te possa ver toda esta beleza
E senti-la e nada mais.
Escrever-te num poema.
Nada mais.
