"voar" poems
A beleza do mar…
Numa praia estou á beira do mar,
Vejo gaivotas a voar.
Sozinho e cheio de areias,
Avisto golfinhos e sereias.
A noite é sedutora,
Pergunta tu a alguém,
Não tenho ninguém,
O mar também chora.
As ondas, as conchas e o mar azul,
Imensidão, e eterno infinito,
Cântico do velho Saul…
Estou perdido, não existo!
É Maravilhoso e mesmo bom,
As ondas tem seu tom,
As algas marinhas,
Esverdeadas como vinhas.
Oh…tormento de corações,
Vaguear nas ilusões…
OH …MAR …terno amigo,
ÉS parecido comigo.
Victor Marques
Jun 29, 2010
Jun 29, 2010 at 2:42 AM UTC
Hoje sinto que aquela bola de sabão existe!
É uma bola de verdade, leve e livre, pelo vento,
Sente-se os sons das palavras, que expeliste,
Sentiu-se aqui o timbre, presente do alento!
O longo curso, no horizonte dessa montanha,
Que um dia essa bola quis seguir, sente-se aqui!
Brilham olhares atentos à noite, agora estranha,
O olhar de bolas voando vê-se agora até daqui!
Desperta solto e livre o sol de medo dos ventos,
Dispersa cores cinza, que o habitaram por tempos,
Ouvem-se desejos de liberdade, nestes momentos,
Quem sabe agora, o tom dos seus passatempos?
Não vejo os Invernos, nem se sente o tom do inferno,
Plana sobre a linda natureza um cheiro aflito e difuso,
Que sonho teve o vento, que te levou e trouxe, recluso!
Voa-as pelos *** e nem sabes mais a forma do parafuso!
Os círculos controversos do prender da abertura das portas,
Sustentam como metal idêntico as formas do pensamento,
Não importa ser bola de sabão e voar ao saber do vento,
Foi disposição para soltar amarras e viver o que hoje adoras!
O homem fez-se fora e a mulher vê-se agora, ambos cintilantes,
Todos os medos e costumes, já doentios, na hora do descanso,
Quando à noite no silêncio, os medos dos sons são abundantes,
Fogem sorridentes porque mesmo carentes têm seu descanso!
Autor: António Benigno
Código de autor: 2013.09.18.02.23
Sep 18, 2013
Sep 18, 2013 at 8:36 AM UTC
Sinto o meu corpo voar como um passarinho,
Nos teus braços, sinto conforto do nosso ninho!
Os teus olhos, são a alegria do meu caminho,
E quando chego a ti, sinto mesmo o teu carinho!
Sinto-me a planar no ar como uma pena,
A energia que vem de ti, me é tão amena,
O teu perfume cor de energia tão plena,
Teu abraço único é meu, querida Liliana!
Nada é igual a ti, à tua doce presença,
Tua imagem, sempre uma boa lembrança,
Respiro melhor, estes sonhos de criança,
A vida contigo, é agora a melhor aliança!
Sinto-me tão grande no teu aconchego,
Sinto-me vaidoso da tua companhia,
Sinto a tua presença com muita alegria,
Beijo teu, eu vejo e logo de vontade, pego!
Esta noite eu vou deitar-me alucinado,
Descanso sobre a almofada apaixonado,
É tão leve minha consciência, abobadado,
Vénia pela noite a teu ser, por mim amado!
Autor: António Benigno
Código de autor: 2013.07.23.02.08
Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 4:57 AM UTC
De que cor sopra hoje o teu vento e que sol o faz voar,
Quais os caprichos do teu tempo que desdenham ao luar,
Qual a cor das tuas pétalas que ao rubro quero provar,
Um sabor e uma lembrança pra sempre eu vou recordar!
Foi no brilho dos teus olhos e na tristeza do teu olhar,
Foi as formas da tua face que me acolheram o despertar,
Tantas outras tantas de voltas eu te quero a ti reencontrar,
Provar de novo os teus beijos doces e me poder deliciar!
Ouro fino cor de cetim para te cobrir e levar ao pé do mar,
Jogar na areia todas as lembranças e poder ali te abraçar,
Dar um aperto louco, quente e mouco no silêncio a te amar,
Viver de novos todas as caricias dadas e poder fervilhar!
Como eu voou de novo nos meus sonhos a te ver voar,
Como me entrego na loucura que se apoderou como colar,
Me dá voltas nas voltas mas me segura não vai estrangular,
É preciso apenas acreditar que nada foi em vão e vai voltar!
As saudades frescas a vontade mais forte de te vir a poder amar,
Sejam esses os caminhos de dois seres que acreditaram nesse amar,
Uma febre fresca, um alívio doce, um jeito sem força, apenas te amar!
Autor: António Benigno
Pelos caminhos do tempo pelas vontades do vento apenas gestos e palavras certas!
Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:02 AM UTC
Sonhos são apenas sonhos
Um grito ecoa por minha ***** cefálica
Bato meus braços como se fossem asas
mas sei que jamais poderei voar
Olho-me no espelho
Olho minha casa, suja, velha e pobre
Olho-me no espelho, olho minha casa
Olho pela pela janela e vejo a loucura
Observo a humanidade e vejo loucos
e entre ruas vazias da madrugada
e ruas lotadas do dia
Ouço música para não ouvir o zumbido barulho
E fecho o olhos para sonhar
Acordo em um entediado transe
pois somente ausente de mim começo a produzir
Aug 14, 2014
Aug 14, 2014 at 6:28 PM UTC
Sinto a necessidade de ter calor humano,
Por puro conforto,
De sentir o meu corpo absorto.
Necessidade tão intensa e imensa
Longe do que se pensa,
Longe de qualquer dano.
O vento ouve-me, benevolente,
O que vai na alma.
Das palavras que correm na mente,
Traz a minha outra metade na sua palma
Para a alegria tomar conta da calma.
Reparo no meu cabelo a voar,
Nos meus dedos a moldar
As linhas do horizonte.
E tento retratar, magicar e afeiçoar
A imagem que tenho de ti na fonte.
Aproximo-me em passo na calada
E os meus olhos aborvem cada camada
Que no meu ver emerge.
Tudo diverge
Pois apareceste tu.
O meu coração acelera
Calmo noutra era.
Num ápice lento
Num rápido murmúrio
Olho-te com um muito atento.
Procuro fugir do teu olhar,
Com o sangue a ferver,
Com a cara a escaldar
Cansada desta fuga por resolver:
É aqui que vou ficar.
May 16, 2014
May 16, 2014 at 7:43 AM UTC
nós somos pássaros desajeitados
e pássaros desajeitados têm que começar a voar cedo
como diz o ditado chinês
estamos no chão
cercados pelas folhas e pelos predadores
nós fomos derrubados do ninho
ninguém se importa
mas não vamos ficar aqui
vamos voar mais e mais alto
e muito, muito distante
nós somos pássaros desajeitados
e nós sempre voamos ao amanhecer
para que ninguém possa nos ver cair
e se isso acontecer
que eles vejam que estamos dando o nosso melhor
e o chão está ficando mais distante
e o céu mais perto
e podemos tocar as nuvens
e não vamos voltar
porque nós somos pássaros desajeitados
e pássaros desajeitados têm que começar a voar cedo
como diz o ditado chinês
vocês viram, irmãos e irmãs?
nós somos os pássaros desajeitados
e nós estamos voando
Sep 13, 2016
Sep 13, 2016 at 9:04 AM UTC
A noite está chegando
e os pássaros estão voando,
eles vão dormir
e nós iremos assistir
ao pôr do sol
de dentro do farol.
O rouxinol vai cantar
quando a lua chegar
e então você irá ouvir
uma canção de ninar para dormir
e terá belos sonhos
todos eles risonhos.
A noite está chegando
e os pássaros estão voando,
eles vão adormecer
e ao amanhecer
todos irão acordar
e então voar.
E nós iremos acordar
após toda a noite sonhar
sorrindo para os pássaros,
são momentos raros,
ao raiar do dia
cheios de euforia.
Sep 13, 2016
Sep 13, 2016 at 8:18 AM UTC
Você consegue enxergar a luz
Através da escuridão?
Dei-me suas mãos e vamos voar
Sonhando juntos chegaremos longe.
A solidão é um presente para os fracos
Pois só os covardes não admitem
que precisam de amor.
E no meio do caminho percebe-se
que está perdido e algo precisa
mudar em você mesmo.
As estrelas não chocaram-se para
que se fique no meio da estrada.
Vá ela será seu guia que pode te ferir ou até te cegar.
Nov 18, 2015
Nov 18, 2015 at 1:20 PM UTC
Borboletas brancas , azuladas feitas como Deusas para serem sempre amadas,
Nos campos elas saltam de flor batendo suas asas.
Ai borboletas que viveis para logo desaparecer,
ressuscitar e logo morrer.
Borboleta branca, sempre serena no casulo purificada,
Vives por amor, para seres sempre linda e contemplada.
Borboleta azul que pareces uma sereia perdida no mar,
Borboleta amarela com fogo mistificada sem luar,
Borboletas do mundo para tudo enfeitar.
Todas rompeis o casulo com força e muita determinação,
Sois das escolhidas por Deus, por amor e sua criação.
Vossas asas são feitas para muito voar,
Borboletas do amor, das rosas para cheirar.
Ai borboletas que com vossas cores dais felicidade,
E Com vosso exemplo pensar na eternidade.
Victor Marques
Apr 18, 2022
Apr 18, 2022 at 2:05 PM UTC
Esta sombra que me devora
Que me asfixia
E não
Não me deixa
Ser mais eu
Este negrume da noite
Que me consome
E não
Não me deixa
Partir
Este estado de ansiedade
Que me corrói
E não
Não me permite
Voar
Este ser que sou
May 11, 2014
May 11, 2014 at 6:32 PM UTC
Os dias acabam e a noite chega,
Acendo a minha pequena lanterna
Chamada consciência,
Com a minha solidão eterna.
A noite tranquiliza-me,
Meio mundo está a dormir
Sinónimo que está a progredir.
Durante o meu sonho
Nao existe gravidade
Posso voar, pecar ,
Ninguém estará lá para me julgar.
A madrugada costuma alimentar-se das minhas insónias,
Não me importo pois ao fim da noite encontro a aurora,
Nela encontro a minha esperança além da paranóia,
Perco o sono, levanto me, dou a volta ao mundo sem demora.
O meu quarto escuro,
Com o passar das horas
Cria um clima soturno.
É nesse ambiente que travo os meus duelos
Batalhando sob o admirável céu noturno
Mudando o rumo dos asteróides,
Faço os explodir
Apenas para alimentar esta alma nervosa,
Corro pelos anéis de Saturno
Escorrego no gelo e saio disparado pelo universo,
Enquanto gravito escrevo versos,
Sobre os mares, continentes
E formas de vida criadas na Terra.
Mas a minha mente envolvida por aquele espaço
É curiosa e faz me espreitar,
Procuro algo fantástico impossível de imaginar,
Infelizmente acordo e reparo que estava apenas a sonhar.
Dormir tornou-se um luxo,
Que raramente consigo suportar
Mas sem ele o meu pensamento fica turvo
Turvo de desencanto e claro de paixão,
Tão desorganizado como esta selva de betão.
Faz me desejar emigrar para ilhas de utopia,
Praias de naufragio onde Beethovem escreveu
Sonata ao luar á sua amada companhia..
Conheço-me, durante a noite aprendi a navegar
Tomo as minhas decisões depos d'agitaçao parar,
E sobre elas costumo meditar
Enumeros conflitos tento solucionar.
Quando tenho o corpo e a mente unidos
No unico tempo que interessa, o presente,
Foco me na respiraçao até que,
Subitamente uma decisão aparece,
Na minha totalidade transcendo-me
E vivo sem arrependimentos
Estando no presente,
Não me lamento do passado,
Não preparo o futuro ,
Apenas vivo no unico tempo existente,
Tudo o resto é a minha mente, que mente,
exageradamente.
Apr 11, 2018
Apr 11, 2018 at 2:47 PM UTC
eu quero sussurrar miséria
no lóbulo interior do teu eu
eu quero fazer crepitar o fogo
e voar para fora das amarras que me detêm
eu quero ver os teus olhos castanhos
que deixam manchas na alcatifa
das lágrimas que se desprendem da tua face
eu quero ver o teu eu!
Feb 3, 2015
Feb 3, 2015 at 3:54 PM UTC
Borboleta do céu, da terra, do mar,
Nasceste para haver luar.
Determinada com asas para voar,
Borboleta linda e doce no olhar.
Pareces presdestinada no teu viver,
Me engrandeces e a vida fazes compreender,
Meu espírito se alegra e tudo quer amar,
Borboleta colorida nas profundas mudanças,
És portadora do bem e de poisar nas flores nunca te cansas.
Oh borboletinha amada e querida,
Sem perceber entraste na minha vida.
Possa eu ser sempre ser vivo ressuscitado,
E pelo teu amor ficar imortalizado,
Num horizonte alaranjado eu irei um dia sepultar,
Com borboletas coloridas sempre a voar.
Victor Marques
May 24, 2022
May 24, 2022 at 12:25 AM UTC
serei eu uma aberração?
ou dominam-me por ser deslumbrante?
preso nos ruídos que me parecem livres
mas que não o meu
preso no instinto da minha pobre existência
preso com as minhas próprias cores
mas nunca com a cor do céu
porque essa nunca vi
olhem-me a alma
e vejam a angústia e o desespero
que aqui se encontram
vejam o saber que posso mais
mas que não me foi digno
as minhas asas foram trocadas
por ganância e exibicionismo
tenham empatia e voem vocês
para um dia me deixarem voar a mim
a voz de um pássaro numa gaiola
Sep 8, 2018
Sep 8, 2018 at 2:35 PM UTC
exilado em mim
busco a luz,
um sinal.
sob a incessante chuva
vou mais além
abro os portões
oh misteriosa dama
faz-me voar pela noite fria
vamos eu e tu
vamos vaguear por entre os relâmpagos
vamos juntos
libertar as almas atormentadas
nesta noite que não mais tem fim.
Sep 2, 2015
Sep 2, 2015 at 5:15 PM UTC
Hoje eu joguei o dado e ele me mandou voltar duas casas, passos pra trás. Eu estava tão bem, mas do nada, como um flash, você me veio à cabeça e a saudade gritou seu nome. Revi nossas fotos, lembrei de tantos momentos lindos, que jamais esquecerei e em seguida me veio uma imagem do seu sorriso, que continua bem aberto, marcando essas covinhas. Vi uma imagem de você feliz, feliz no momento de agora, sem mim e tudo bem com isso. Acho isso de fato muito bom, pois essa é a vida, jamais te desejarei infelicidade, como já dizia a música: "quero te ver, dando voltas no mundo, indo atrás de você". Ver você sorrindo me deixa genuinamente feliz, pois sei o quanto a vida nos fode, mas sei que pelo menos naquele momento em que seu sorriso foi registrado, você estava ali em paz. Eu também continuo sorrindo e sei bem o quanto você gosta de ver isso em mim e também de saber que estou bem, com todos os seus "cuida dela". Hoje eu tive que voltar atrás, meu coração posou num sentimento antigo, trazendo à tona a saudade das nossas vivências juntas e eu não sei definir se isso é bom ou ruim, acho que tem um pouco dos dois. Ruim por talvez me apegar a esse sentimento, mas penso que está mais voltado para o bom, pois foi tão lindo e sabe, não temos que excluir tudo o que aconteceu de nossas vidas. Vivemos, está marcado em nossa pele, não dá pra jogar fora. Agora escrevendo isso te peço e me peço também, para que não ignoremos o que tivemos, vamos apenas entender que a vida é assim mesmo e agradecer por termos experienciado sentimentos tão intensos e bonitos. Ainda sinto um amor enorme por você, mas este amor mudou, ele ainda é intenso e bonito, mas mudou. Quero que siga sua vida feliz, pois jamais suportaria saber que você está mal de alguma forma. Então me retiro aqui com meu agradecimento por me fazer sentir isso tudo:
Senti em mim
Energia solar
Esquentou tanto
Que fez até iluminar
Obrigada mais uma vez
Por me proporcionar
Este lindo ato
Que foi o de amar
Me despeço aqui
Com um vá voar
Em outras vidas
Que você há de alegrar
May 23, 2018
May 23, 2018 at 6:08 PM UTC
Perguntar donde vens com sentimentos,
Cabelos soltos aos ventos.
Perguntar ao mundo que sentiste,
Brisa amena que pediste.
Quando acordo e na janela espreito,
Olho o vento que parece desfeito.
Tocando baladas em qualquer sino,
Tirando mágoas do próprio destino.
Olha aves sedentas de voar,
Esvoaçam sobre o teu olhar.
Pinheiros verdes,meios partidos ,
Rosa dos ventos de sonhos vividos.
Deixas as ondas do mar com zumbido,
Fustigadas sem porto , nem abrigo.
És bom vento que madrugas no além ,
Com a chuva que nos quer bem.
Victor Marques
Feb 1, 2024
Feb 1, 2024 at 1:26 PM UTC
O universo é uma obra sublime da criação
Pai,Filho, Espírito em comunhão,
Houve luz,água e o firmamento do céu,
Sol, lua , estrelas e branco véu.
As plantas e os prados verdejantes,
Terra e suas sementes.
Animais, aves com vontade de voar,
Peixes, rios e o mar...
Criou o homem e a mulher para se amar,
Serem felizes e se multiplicar.
Criou a vida, o amor e o perdão,
Dando nos cérebro e coração.
Criou tudo com sabedoria sublime de forma única e exemplar,
Dando poder a tudo para sempre se ressuscitar....
Victor Marques
Apr 19, 2023
Apr 19, 2023 at 6:47 AM UTC
um céu rosado ao fim da tarde
chuva e frio,
mas tu aqueces-me o coração
chove para adormecer
relaxo o corpo,
mas a mente não
perguntas-me: vamos?
eu percorro caminhos demasiado estreitos para ir acompanhado
e tu dizes: e se for atrás de ti?
és a minha voz da razão
em fila caminhamos de mãos dadas
afinal esta estrada solitária faz-se bem com companhia
-então? para onde vamos?
espreita-me por cima do ombro.
pelo canto do olho vejo-lhe o entusiasmo nas bochechas
olho para cima para pensar
vejo um bando de pássaros a voar por cima da estrada
para um horizonte distante e respondo: vamos por ali
Mar 13, 2018
Mar 13, 2018 at 3:19 PM UTC
Nos subúrbios da minha mente
Me perco
Perco-me neste doce sabor amargo das lágrimas
E sangro,
Com o sangue escrevo palavras de angústia.
Angústia amorosa por gostos perdidos
Pois assim sangro
Sangro a minha dor dormente
Pois não há sentimento mais tenebroso quando a nossa mente nos prega partidas
Partidas são as minhas lamurias
Desenxabido é o meu ser.
Pois me perco nestes subúrbios da minha mente
Pois estou perdido nos subúrbios
Perdido neste caminho infinito.
Assim peço ajuda, mas não consigo encontrar quem me encontra
Pois quero voar.
Mas partida está minha asa,
E estou perdido nos subúrbios
E não consigo achar o meu caminho para casa.
Jul 21, 2017
Jul 21, 2017 at 6:19 PM UTC