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"vivendo" poems
• Vivendo, descobrindo e agradecendo. Parece que se nasce todos os dias, que Deus nos manifesta o seu amor através da beleza infindável que se descobre todos os dias no sol, na chuva, no vento, no mar, no ribeiro... Por o universo ser preciso, maravilhoso, e sempre constante nos seus ciclos criadores de vida. Temos de fazer alguma coisa por todos o que nascem desprovidos de amor, de sentimentos, de vontade de ser recordados neste mundo. Para sempre ficarem na memória dos outros seres humanos que parecendo insignificantes tem sempre presente quem tem coração. Respeitar uma sociedade que parece estar ali para acolher pobres, resolver os problemas dos mais desprovidos. O que faríamos nos em condições de pobreza, miséria, fome, guerra? O que faríamos nos se todos acreditassem na vida, na morte e numa ressurreição que Deus através dele seu Filho provou? O que faríamos nos se a natureza não fosse gratuita e uma fonte inesgotável de recursos? O que faríamos nos sem memória, pensamento, razão? Por sermos felizes agradecemos a beleza das estrelas do orvalho, da noite, do dia...Temos todos de viver com a esperança, com o trabalho, com as pessoas, com o amor! Se nosso lema fosse: viver, descobrir, agradecer tudo seria mais fácil para nos alegrar e dar a nossa vida um sentido mais puro e sereno. Viver de uma forma positiva e apaixonada ajuda nos a descobrir nossas potencialidades escondidas, adormecidas. Vivendo, descobrindo, agradecendo Nas vivências e descobertas todos os seres humanos conseguem perceber melhor a sua genialidade e existência. Quando penso em Deus, vivo mais... A nossa terra onde Nascemos nunca deixa de ser nossa e sempre bela aos olhos de quem nela nasce, vive e por vezes morre... Não existe quem não esteja grato a ela, seus antepassados, seus lugares preferidos que perduram nas noites, nos dias... A grandeza de ser grato ajuda a viver, impulsiona a descobrir caminhos inimagináveis e impossíveis de ser recordados. Quando se agradece: o cheiro de uma rosa branca, o canto da cigarra, o uivar do lobo, o chilrear dos Passarinhos, a luminosidade da lua cheia. Fico perplexo, emocionado, sentido por saber que vivendo e sempre agradecendo o meu ser. Victor Marques
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May 19, 2016
May 19, 2016 at 4:22 AM UTC
Vivendo,descobrindo e agradecendo...
• Vivendo, descobrindo e agradecendo. Parece que se nasce todos os dias, que Deus nos manifesta o seu amor através da beleza infindável que se descobre todos os dias no sol, na chuva, no vento, no mar, no ribeiro... Por o universo ser preciso, maravilhoso, e sempre constante nos seus ciclos criadores de vida. Temos de fazer alguma coisa por todos o que nascem desprovidos de amor, de sentimentos, de vontade de ser recordados neste mundo. Para sempre ficarem na memória dos outros seres humanos que parecendo insignificantes tem sempre presente quem tem coração. Respeitar uma sociedade que parece estar ali para acolher pobres, resolver os problemas dos mais desprovidos. O que faríamos nos em condições de pobreza, miséria, fome, guerra? O que faríamos nos se todos acreditassem na vida, na morte e numa ressurreição que Deus através dele seu Filho provou? O que faríamos nos se a natureza não fosse gratuita e uma fonte inesgotável de recursos? O que faríamos nos sem memória, pensamento, razão? Por sermos felizes agradecemos a beleza das estrelas do orvalho, da noite, do dia...Temos todos de viver com a esperança, com o trabalho, com as pessoas, com o amor! Se nosso lema fosse: viver, descobrir, agradecer tudo seria mais fácil para nos alegrar e dar a nossa vida um sentido mais puro e sereno. Viver de uma forma positiva e apaixonada ajuda nos a descobrir nossas potencialidades escondidas, adormecidas. Vivendo, descobrindo, agradecendo Nas vivências e descobertas todos os seres humanos conseguem perceber melhor a sua genialidade e existência. Quando penso em Deus, vivo mais... A nossa terra onde Nascemos nunca deixa de ser nossa e sempre bela aos olhos de quem nela nasce, vive e por vezes morre... Não existe quem não esteja grato a ela, seus antepassados, seus lugares preferidos que perduram nas noites, nos dias... A grandeza de ser grato ajuda a viver, impulsiona a descobrir caminhos inimagináveis e impossíveis de ser recordados. Quando se agradece: o cheiro de uma rosa branca, o canto da cigarra, o uivar do lobo, o chilrear dos Passarinhos, a luminosidade da lua cheia. Fico perplexo, emocionado, sentido por saber que vivendo e sempre agradecendo o meu ser. Victor Marques
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Vivendo cada dia com a graça e bênção de um Deus infinito e criador. Aproveitando cada segundo para me aperfeiçoar e aprendendo sempre ouvindo sábios conselhos de quem viveu e aprendeu mais do que eu... De quem por qualquer motivo não soube aproveitar oportunidades perdidas ? De quem sabe apreciar as minhas qualidades e meus defeitos... De quem que por vezes se cruza comigo e sorri gratuitamente, De quem me compreende e agradece a minha companhia, De todos que por qualquer razão me olham sempre com carinho e amizade. Um abraço amigo Victor Marques
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Apr 13, 2016
Apr 13, 2016 at 12:34 PM UTC
Dando graças por tudo...
Sola nel mondo eterna, a cui si volve Ogni creata cosa, In te, morte, si posa Nostra ignuda natura; Lieta no, ma sicura Dall'antico dolor. Profonda notte Nella confusa mente Il pensier grave oscura; Alla speme, al desio, l'arido spirto Lena mancar si sente: Così d'affanno e di temenza è sciolto, E l'età vote e lente Senza tedio consuma. Vivemmo: e qual di paurosa larva, E di sudato sogno, A lattante fanciullo erra nell'alma Confusa ricordanza: Tal memoria n'avanza Del viver nostro: ma da tema è lunge Il rimembrar. Che fummo? Che fu quel punto acerbo Che di vita ebbe nome? Cosa arcana e stupenda Oggi è la vita al pensier nostro, e tale Qual dè vivi al pensiero L'ignota morte appar. Come da morte Vivendo rifuggia, così rifugge Dalla fiamma vitale Nostra ignuda natura; Lieta no ma sicura, Però ch'esser beato Nega ai mortali e nega à morti il fato.
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Coro dei morti nello studio di Federico Ruysch
Quando me levanto olho com curiosidade, para um dia novo que me acolhe sem vaidade, Ramos soltos que batem no vidro, Por saudade eu morro, por saudade eu vivo. Sentido de um viver abençoado, Joio de um amor bem amado, Açucenas e papoilas que lindas são! Vivendo porque sim, porque não? Se gratidão fosse ser, Histórias que todos compreenderiam sem as ler, Vivendo e sentindo um Deus em cada passo, Regaço que se transforma em abraço. Por sentir e ter alma generosa no viver, Na esperança da ressurreição irei morrer, E se um dia alguém de mim se lembrar, Olhai para a vida, como para as ondas do mar.. Victor Marques
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Apr 13, 2016
Apr 13, 2016 at 12:49 PM UTC
Sentido de um viver ...
Hoje apetece-me penetrar no fundo da vossa escuridão, E desde já, uma palavra ao leitor passageiro de viagem, Estas palavras, são minhas e de quem as consegue ler, Não são para ninguém, a menos que as consiga querer! A todas as almas negras da minha vida, peço calma, Não podereis ter sabor de vitória, nem de mim glória, Sendo pobre que nem riacho sem peixes, ou rico de gral, Como pobre, sou feliz porque respiro o cheiro do amor, Do amor que me consola e que como eu se sente rico! Se fossem de riqueza os meus bolsos, eram as coisas mais simples, Que teriam lugar em minha vida, pois só assim me deitaria feliz! Por isso nem que o corpo me tirem, nunca nem assim me venderei, Nunca a vós darei almas negras, o desdém de perder a minha honra! Por mais pobre que sejam minhas vestimentas, há coisas que manterei, Minha integridade e valores de amor verdadeiro, por amigos e meu amor! Eles conhecem-me a mim e eu conheço-os a eles, e de vós a ideia não mudarei! Por isso, dediquem-se a ter uma vida de utilidade, deitem-se à noite ignorantes! Acordem de manha, pensando em vossas vidas, porque eu estou vivendo, Apesar de pensarem que quero gritar e me despedir, é mentira agora e será. Será assim, sempre, porque o destino de minhas mãos, depende de eu querer, Daquilo que me dedico, eu sei fazer, e por isso faço para as merecer! O céu agora é escuro, distinto do meu coração verde de esperança, Não desejo a meus inimigos, pior do que aquilo que quero para mim, Porém, eu sei que o homem, não faz justiça tão atempo, como a de Deus! E agora vou dormir, continuar sonhando com os sonhos que de dia já vivi, Sei que vou acordar na lembrança de alguém, de quem eu amo e me ama também! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.07.15.02.05
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:11 AM UTC
Que é feito desse vosso vazio
Hoje apetece-me penetrar no fundo da vossa escuridão, E desde já, uma palavra ao leitor passageiro de viagem, Estas palavras, são minhas e de quem as consegue ler, Não são para ninguém, a menos que as consiga querer! A todas as almas negras da minha vida, peço calma, Não podereis ter sabor de vitória, nem de mim glória, Sendo pobre que nem riacho sem peixes, ou rico de gral, Como pobre, sou feliz porque respiro o cheiro do amor, Do amor que me consola e que como eu se sente rico! Se fossem de riqueza os meus bolsos, eram as coisas mais simples, Que teriam lugar em minha vida, pois só assim me deitaria feliz! Por isso nem que o corpo me tirem, nunca nem assim me venderei, Nunca a vós darei almas negras, o desdém de perder a minha honra! Por mais pobre que sejam minhas vestimentas, há coisas que manterei, Minha integridade e valores de amor verdadeiro, por amigos e meu amor! Eles conhecem-me a mim e eu conheço-os a eles, e de vós a ideia não mudarei! Por isso, dediquem-se a ter uma vida de utilidade, deitem-se à noite ignorantes! Acordem de manha, pensando em vossas vidas, porque eu estou vivendo, Apesar de pensarem que quero gritar e me despedir, é mentira agora e será. Será assim, sempre, porque o destino de minhas mãos, depende de eu querer, Daquilo que me dedico, eu sei fazer, e por isso faço para as merecer! O céu agora é escuro, distinto do meu coração verde de esperança, Não desejo a meus inimigos, pior do que aquilo que quero para mim, Porém, eu sei que o homem, não faz justiça tão atempo, como a de Deus! E agora vou dormir, continuar sonhando com os sonhos que de dia já vivi, Sei que vou acordar na lembrança de alguém, de quem eu amo e me ama também! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.07.15.02.05
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Eu sei que eu toquei seu coração, E prometi ser meu agora. Te enchi de palavras sem significado. E é tudo uma doce ilusão. A verdade é que eu sempre costumo estar aqui, Vivendo nessa doce ilusão. E você simplesmente acredita, E aceita o desconhecido. Nunca diz não aos meus caprichos. Mas querido, isso é uma doce ilusão. E é tão fácil te deixar. Simplesmente ir embora, e você, Continuará vivendo numa doce ilusão.
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Feb 22, 2013
Feb 22, 2013 at 8:10 PM UTC
Doce ilusão
Come questa pietra del S. Michele così fredda così dura così prosciugata così refrattaria così totalmente disanimata Come questa pietra è il mio pianto che non si vede La morte si sconta vivendo.
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Sono una creatura
Você me deu tantos sustos Que agora a realidade parece confusa E eu não sei o que sentir É uma angústia, um novelo de lã que usavas para tricotar minhas toucas Enforcando meu peito. Teu amor me aquece nesse inverno tão gelado E a única promessa que te garanto é de sempre levar meus casacos Pois sei que deu que fará frio na televisão. A lembrança do teu toque e cheiro são tão vividos Será que irão embora contigo com o tempo? Ou ao menos isso deixarás para mim? Tem um potinho do teu molho de macarrão no congelador E tantas fotos suas com um grande sorriso nos álbuns lá da sala de casa Não consigo acabar esse poema As forças que tinha usei tentando colocar o pé fora de casa Acabaram nos meus olhos vislumbrando a janela. Vi um mundo vivendo Pessoas passando igual a antes Seguindo em frente E ninguém está de preto. Ninguém chora. Ninguém sente o que eu sinto. Porque não te conheceram Aí dessas pessoas infelizes Que não provaram do teu carinho Do teu amor Aí dessas pessoas infelizes que vivem e passam Enquanto eu não aguento viver nesse mundo sem você. As lágrimas me consomem E eu nem tenho mais lágrimas para chorar.
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Dec 2, 2016
Dec 2, 2016 at 7:24 AM UTC
Luto Para Viver Mais um Dia
Somos seres de voluptuosas paixões, vultos que pranteiam na escuridão, presos nas trevas obscuras desta prisão, pela tristeza que inunda os nossos corações. Nossas almas repletas de ilusões, vagueiam pelas sombras da solidão, na procura incessante da razão, esquecida num mundo de maldições. São lágrimas negras, vertidas, que em fel são convertidas, e rolam por uma face triste. De traje lúgubre e sombrio, vivendo num mundo ***** e frio, um mundo utópico que não existe.
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Jan 6, 2014
Jan 6, 2014 at 3:08 PM UTC
quem somos?
Queda fugidia pensamento ínfimo Verdades vítreas de um sangue imaculado Mensagem pagã pairando sobre o lago Metamórfico Outra vez vivendo súbita miragem Eterno retorno ao calafrio & o caminho que volta é longe Para calar um anjo Emudeço Sou caimorpheuperséfone Em performance abissal Logo remeto podres virtudes dolorosas Ao ventre frio procura esquece vozes tardias Socorro, I need walk to the moon & descobrir Seu sangue No meu sangue Nada Existe TUDO é sim
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Feb 26, 2014
Feb 26, 2014 at 10:23 PM UTC
Passagem
Quando me levanto e olho da minha janela, Agradecendo a vida  e o amor que tenho por ela. As encostas por trabalhadores durienses foram esculpidas, E suas memorias nunca  esquecidas .... Agradecendo as geadas que gelam nosso olhar Vides que esperam uma Primavera, Nevoeiros que esfumaçam na nossa terra, Pastores  que pernoitam com o brilho do luar... Lagartos que hibernam sempre no Inverno, Noites longas que nos deixam monótonos e tristonhos, Agradecendo o amor que parece eterno, Vivendo segundo a lei dos nossos sonhos... O Sol espreita por vezes de soslaio e sorrateiro, Agradecendo as noite frias em Janeiro, O céu fica limpo e pronto para ser contemplado,   E eu fico meio embasbacado ... Victor Marques
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Jan 11, 2017
Jan 11, 2017 at 11:28 AM UTC
Agradecer com sorriso ....
Neste lugar azul, coberto de céu e rodeado de mar, onde surgiu a vida de tantos seres e de tantas outras coisas que a nossa mente tanta dificuldade têm em perceber. Neste lugar que Deus nos deu, cedo percebemos que aquilo que nos foi dano e que é nosso, se partilha, nos é dado vendido e cobiçado. Neste lugar, existem tantas coisas, mas tantas coisas, umas que se vêm, outras que se sentem, outras que se ouvem e outras tantas que se cheiram e saboreiam, que quanto mais vamos vivendo com elas, melhor as identificamos e melhor as deveríamos perceber. No entanto, existe o Homem, que se julga um Deus, que pouco ou nada sabe, nem sempre sente e se comove com o que este lugar maravilhoso que agora é fusco nos dá e nós tão bem desperdiçamos. Aquilo que o homem não entende, não é de fácil aceitação, e em vez de percepcionar o que os ensinamentos dos tempos nos deixaram, idiotamente questiona tudo, todos e qualquer coisa que sua mente pequena não enxerga. O caminho da perdição normalmente apresenta-se como o mais fácil, em qualquer coisa que o mundo tenha mas nem sempre é o destino certo que a história poderia deixar. As coisas não têm de ser obrigatoriamente belas, e este lugar não é conto de Cinderellas, é qualquer coisa que temos de ver, que temos de passar, sentir a vitória e a dificuldade, o ser filho e depois ser pai e quando mais vamos sabendo, ao invés de sermos mais fortes e capazes a fragilidade da idade chega e nos mostra a realidade em cada dia e a cada hora. Ai o sonho se torna real, perceptível e a esperança se agarra ao nosso olhar. Autor: António Benigno Código de autor: 2017081421450108
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Aug 14, 2017
Aug 14, 2017 at 5:02 PM UTC
Que lugar fusco de graça para com Deus
Neste lugar azul, coberto de céu e rodeado de mar, onde surgiu a vida de tantos seres e de tantas outras coisas que a nossa mente tanta dificuldade têm em perceber. Neste lugar que Deus nos deu, cedo percebemos que aquilo que nos foi dano e que é nosso, se partilha, nos é dado vendido e cobiçado. Neste lugar, existem tantas coisas, mas tantas coisas, umas que se vêm, outras que se sentem, outras que se ouvem e outras tantas que se cheiram e saboreiam, que quanto mais vamos vivendo com elas, melhor as identificamos e melhor as deveríamos perceber. No entanto, existe o Homem, que se julga um Deus, que pouco ou nada sabe, nem sempre sente e se comove com o que este lugar maravilhoso que agora é fusco nos dá e nós tão bem desperdiçamos. Aquilo que o homem não entende, não é de fácil aceitação, e em vez de percepcionar o que os ensinamentos dos tempos nos deixaram, idiotamente questiona tudo, todos e qualquer coisa que sua mente pequena não enxerga. O caminho da perdição normalmente apresenta-se como o mais fácil, em qualquer coisa que o mundo tenha mas nem sempre é o destino certo que a história poderia deixar. As coisas não têm de ser obrigatoriamente belas, e este lugar não é conto de Cinderellas, é qualquer coisa que temos de ver, que temos de passar, sentir a vitória e a dificuldade, o ser filho e depois ser pai e quando mais vamos sabendo, ao invés de sermos mais fortes e capazes a fragilidade da idade chega e nos mostra a realidade em cada dia e a cada hora. Ai o sonho se torna real, perceptível e a esperança se agarra ao nosso olhar. Autor: António Benigno Código de autor: 2017081421450108
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A brisa que teima em não chegar… Insetos que pernoitam com ervas daninhas, Formigas que teimam em sementes arrecadar, Cigarras apaixonadas com zumbidos de encantar, Estrelas do céu abandonadas e sempre sozinhas… Mas queridas e amadas pelo brilho do luar. E eu continuo sentado para a brisa receber, Vivendo na harmonia e amando cada ser. Contemplo tudo e vejo eterna beleza, Nas coisas pequenas existe grandeza. Os passarinhos no meio das vinhas não parecem perturbados, Lagartixas castanhas, lagartos esverdeados… E tudo com a noite fica adormecido, Outros seres despertam sem qualquer sentido, Rãs, sapos e grilos que grande alarido…. A brisa chega com leveza e sem contas para dar, E eu aqui dando beijos a tudo que eu quero sempre amar… Victor Marques
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Aug 6, 2018
Aug 6, 2018 at 12:16 PM UTC
A brisa teima em nao chegar
A meus pais com todo o meu amor .... Sentado olho para o lume aceso que me aquece, Dou graças por tudo que me enobrece, Amigos que tenho em meu coração, Pedaços de folhas e solidão … Por meus pais eu tenho uma gratidão infinita, Olho para o céu e tudo me parece divinal, Pois quem sou eu afinal… Pensamento sublime de quem com amor se dignifica. Sem nascimento eu não escreveria com alma pura sem demagogia, Sou feito das gentes e do seu amor que me vicia, Sobre rochas de granito e xisto misturados, Escrevo com a franqueza de meus antepassados. Porque nascendo e vivendo em constante sintonia, Me rejubilo com o sol ao meio dia, Com a noite me aconchego em quentes mantos, Perdido em sonhos e pensamentos. Victor Marques
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Nov 27, 2017
Nov 27, 2017 at 1:43 PM UTC
A meus pais ...
Lágrimas escorrem, Está frio aqui. Não tenho mais seu beijo, Se é que o tive um dia. Não tenho nem desejo De viver, nessa melancolia. Tudo tão amargo, Eu precisava de um doce, De açúcar, de balas e festas de criança. Mas estou só na minha sala, Um coração partido me acompanha. Derramei vinho no tapete, E deixei cigarros espalhados. Não vivendo tão intensamente, Que acabei vivendo...
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Jul 14, 2015
Jul 14, 2015 at 9:13 PM UTC
Untitled
Quando me levanto de madrugada, Sem  roteiro para  minha alma, A noite me invadiu com calma, Eu acordei sempre nu , Ouvindo um eu que parece tu, Sentindo o cheiro da orvalhada. Quando não me levanto , Me perco com outro encanto, Sublime, puro e singular, Passarada a chilrear, Grilos e rãs a festejar, O mundo não quer parar. Quando me levanto com sono, Para o mundo com amor e abandono, Natureza  que despertas também, Sol ou chuva que nos quer bem, Zumbidos de tudo que quer viver, Acordar e bendizer o amanhecer. Quando me levanto sem querer, Amando tudo que é ser, Rejubilo com este ciclo conhecido, Vivendo sem ter vivido, Me reconcilio com o universo repetidamente, Deixando de ser eu pedaço de gente. Victor Marques
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Jun 9, 2022
Jun 9, 2022 at 2:00 PM UTC
Quando me levanto deixo de ser eu, de ser gente
Vivendo o rio da vida com serenidade e calma, Agradecer a Deus alimenta minha alma. Tal como Deus deteve o sol e parou a lua também, Eclipse total no horizonte alaranjado, no além. Josué conquistou a terra prometida sem luar , Moisés parou com seu cajado as águas do mar. Eclipse em que tudo deixa de brilhar , Parece Deus sem se mostrar. Em todos os momentos da vida somos abençoados, Para vivermos felizes e ser amados. O milagre da vida luz irradia, Seja na noite ou de dia. A noite parece que foi feita para nos compremeter, Com gratidão a Deus me eclipsar e um dia morrer. Victor Marques
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Apr 20, 2023
Apr 20, 2023 at 6:24 AM UTC
Agradeçer a Deus alimenta o eclipse da minha alma
Amores com primaveras plantados Sentir o brilho que a lua proporciona, Vivendo no mundo que emociona. Partindo de pressupostos estudados, Amores com primaveras semeados! A existência é uma realidade, Convergência e ambiguidade, Seres e um mundo desleal, Sol no meu quintal! Natureza autónoma e activa, Deixa me dormir com a brisa, Oh universo superior e infinito, Do Deus em que acredito, Que amo ser perceber, Com o âmago do meu ser. Ai areias, ai estrelas  do firmamento, Que sois formosura e encanto . Com visão de ser do mundo , Vivo cada minuto  cada segundo. Victor Marques
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Feb 7, 2023
Feb 7, 2023 at 3:36 PM UTC
Amores com primaveras plantados
Você, meu lindo Que com palavras bonitas Me confunde Me ilude E eu, mesmo sabendo disso Estou apenas vivendo o amor Tão impossível Eu olho você E vejo tanto No fundo dos seus olhos Eu vi tanta beleza Fico absorta, não me movo Que ilusão mais bonita Você
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Jul 13, 2015
Jul 13, 2015 at 8:02 PM UTC
Confusão
O fulgor do ódio incauto, a devastação em chama ardente, faz cambalear o ser andante. Carrego o que fiz do destino como se embalasse um filho morto. Um aborto deformado e coberto por repugnância. Engendrado em ventre seco. Fruto interrompido de um estupro incestuoso. Esquartejado pelo bisturi de um hospital clandestino e imundo. Levo as partes dilaceradas deste feto hediondo à boca, devorando-as, freneticamente saboreio o sangue ainda morno e a carne mole desossada, elas descem entalando pela garganta, me engasgo, tropeço, vou de encontro ao chão, superfície áspera de concreto, me fere a face queimando minha pele, me observo nu enquanto vestido, vejo transeuntes vivendo suas vidas pacatas, com suas roupas da moda, seus farrapos, com seus carros de passeio, populares ou de luxo, com seus apartamentos, suas casas, sobrados ou mansões, os vejo em bares, em igrejas, no trabalho, alegres, tristes, esperançosos, desiludidos, preocupados, já não pertenço a este lugar. Ando léguas sem freio em meus devaneios, meus pés estão em carne viva, os calos sangram, continuo a caminhar carregando um destino morto, estou sozinho em uma estrada deserta, me desfiz de tudo. Abandonei qualquer esperança, qualquer desejo, o impulso me movimenta. A estrada de terra levanta ao longe uma nuvem de poeira, a nuvem é carregada pela ventania em minha direção, a poeira adentra aos meus olhos como vidro cortante, tento me proteger me encolhendo em posição fetal, está escuro, e mais, meus olhos não conseguem se abrir, a tempestade de poeira já passou, restando apenas uma bruma que permanece sem alvoroço, mas que se misturando com a noite transforma-se em uma parade opaca, intransponível, impossível de se enxergar através, algo parece se mover dentro dela, e trazer de volta a tempestade, está se aproximando de mim rapidamente. Um ônibus velho e cheio de ferrugem pára ao meu lado, escuto o ranger metálico estridente das portas se abrindo, todos os meus pêlos se arrepiam, sou derrubado novamente à realidade, à estranheza deste evento inesperado, mais uma vez o impulso me guia, pela primeira vez desde aquele dia sinto medo, pânico. Qual ser atroz faria ali, no meio do nada, esta parada insidiosa? O interior do veículo está completamente coberto pela poeira e a escuridão.
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Nov 7, 2018
Nov 7, 2018 at 12:57 AM UTC
Capítulo 2 - Pela poeira e a escuridão
O fulgor do ódio incauto, a devastação em chama ardente, faz cambalear o ser andante. Carrego o que fiz do destino como se embalasse um filho morto. Um aborto deformado e coberto por repugnância. Engendrado em ventre seco. Fruto interrompido de um estupro incestuoso. Esquartejado pelo bisturi de um hospital clandestino e imundo. Levo as partes dilaceradas deste feto hediondo à boca, devorando-as, freneticamente saboreio o sangue ainda morno e a carne mole desossada, elas descem entalando pela garganta, me engasgo, tropeço, vou de encontro ao chão, superfície áspera de concreto, me fere a face queimando minha pele, me observo nu enquanto vestido, vejo transeuntes vivendo suas vidas pacatas, com suas roupas da moda, seus farrapos, com seus carros de passeio, populares ou de luxo, com seus apartamentos, suas casas, sobrados ou mansões, os vejo em bares, em igrejas, no trabalho, alegres, tristes, esperançosos, desiludidos, preocupados, já não pertenço a este lugar. Ando léguas sem freio em meus devaneios, meus pés estão em carne viva, os calos sangram, continuo a caminhar carregando um destino morto, estou sozinho em uma estrada deserta, me desfiz de tudo. Abandonei qualquer esperança, qualquer desejo, o impulso me movimenta. A estrada de terra levanta ao longe uma nuvem de poeira, a nuvem é carregada pela ventania em minha direção, a poeira adentra aos meus olhos como vidro cortante, tento me proteger me encolhendo em posição fetal, está escuro, e mais, meus olhos não conseguem se abrir, a tempestade de poeira já passou, restando apenas uma bruma que permanece sem alvoroço, mas que se misturando com a noite transforma-se em uma parade opaca, intransponível, impossível de se enxergar através, algo parece se mover dentro dela, e trazer de volta a tempestade, está se aproximando de mim rapidamente. Um ônibus velho e cheio de ferrugem pára ao meu lado, escuto o ranger metálico estridente das portas se abrindo, todos os meus pêlos se arrepiam, sou derrubado novamente à realidade, à estranheza deste evento inesperado, mais uma vez o impulso me guia, pela primeira vez desde aquele dia sinto medo, pânico. Qual ser atroz faria ali, no meio do nada, esta parada insidiosa? O interior do veículo está completamente coberto pela poeira e a escuridão.
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Penso nas giestas floridas que sempre olhei, Amarelas, pueris e sempre brancas, Olhava para elas e eram tantas, Saudades que para elas eu deixei. Penedos que eu trepava com ousadia, Sobreiros que eu subia, Ribeiros onde eu nadava ingénuo, Sem pudor ou amor feito engano. Caminhadas com rebanhos que não crias, Sentimentos que não sentias, Turbilhões de ideias que teu ser comprometia, Vivendo na esperança de ter o que não podia. Saltava as fogueiras nas noites de luar, Nas festas de Santo António gostava de dançar, Colhia flores com mãos inocentes, Recebia tudo como belos presentes, Dormia com sonhos nunca vividos, Acordava com meus entes queridos. Pensava eu que viver era ousadia, Não percebia a tristeza e alegria. Fui criado num ambiente sagrado, Vivia sem sombra de pecado. Era terno, amigo, simples com amor, Se pudesse escolher o nome seria flor. Victor Marques
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Jun 9, 2022
Jun 9, 2022 at 2:14 PM UTC
Lembranças
Local de  homens mortais  e transcendentais venerados, Que viveram honrando os seus compromissos passados. Seres celestiais que querem ser reincarnados , Voltando à vida de humanos santificados. Lugar alto, o mais importante e sagrado, Sem inferno nem submundo, Divindade com amor ao mundo, Do  homem bom e amado. Vivendo com piedade e fé também, Acreditando no céu que se tem. Delícias de uma felicidade infinita, Que santifica a terra bendita. Espaço onde os astros por vezes estão escuros e de repente tudo clareia, Universo do mundo temporal que nos rodeia, Céu meu do paraíso  celestial da vida , Nobreza de minha alma incompreendida.
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Jul 2, 2023
Jul 2, 2023 at 3:39 PM UTC
Paraiso dos sete ***
Ser objectivo padece de subjetividade , Existe ser ser noutra dimensão e realidade. Ser que tudo engloba na sua existência, Sorriso do ser inocente de criança. Ser que acredita no poder de existir, Vivendo na pureza do ser do meu sentir. O poder de existir é o poder do ser, Na vida, na essência de no ser se perder. Para ser ser temos de ter identidade, Não ser demagogia, ser verdade. Somos sujeito ser, somos predicado Fruto do presente, ser futuro, passado. Ser ser e existir na memória de quem te ama, Existir sendo ser sob esta forma grande e pequena. Ser ser sobre a nobreza das ondas de calor, Existir na sombra de meu ser, sendo céu, terra, mar e amor. Ser fraco é pedir ajuda sendo ser também, Existir para ser conforto para alguém, Ser deve ser com ternura,saudade no horizonte que sempre vem. Deixa o ser ser da vida, do mundo e de mais ninguém. Ser, ser, existir
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Jun 22, 2023
Jun 22, 2023 at 3:30 PM UTC
Ser ser e existir
rita lee cantou que mulher é bicho estranho todo mês sangra. adélia prato lançou Bagagem. rupi kaur escreveu sobre amor e dor em seu corpo. ijeoma umebinyuo criou versos que ainda não li, mas que ouvi dizer vão desabrochar lindas rosas dentro de mim. àquelas mulheres que inspiram e respiram: vocês são cada gota do gole de água que preciso beber pra seguir vivendo.
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Jan 19, 2018
Jan 19, 2018 at 8:18 PM UTC
broto
Viemos ao mundo nus,sem nada , De dia, de noite sem hora marcada. Damos os primeiros passos na escuridão, Metendo na boca o que vem à mão ! Parece que o mundo foi feito para sobreviver, Procurando conforto e paz na descoberta de novos seres. Atravessar a vida por vezes sem ninguém do nosso lado, Vivendo e morrendo sós com o coração despedaçado! Tentamos direcionar nossa vida e por vezes não sabemos lidar com ela, Vivemos e morremos sem perceber o quanto ela é formosa e bela. O homem parece querer viver isolado, Pondo a sua felicidade de lado . Solidão quem és tu sem sorrisos e compaixão, Rosário da meditação e oração. Contemplar tudo que nos aparece com medo e coração partido, Solidão do mundo, do desconhecido. Sociedade em que vivemos com guerra e sofrimento, Fruto da falta de amor que nos leva ao isolamento. Existe alegria e penosa dor de por vezes estar caminhando sozinho, Perdendo o odor de todas as rosas que florescem com carinho, Solidão de um penar sem encanto, Feita de dor e pranto. Victor Marques Solidão, isolamento, seres
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Jun 7, 2023
Jun 7, 2023 at 4:12 PM UTC
Solidão quem és tu...