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"vaidade" poems
Penso eu, que a plenitude de uma vida, Não é ir ao mercado e comprar felicidade, É sim, sem muito contar, adquirir uma dívida, Não cobrável, muito menos reembolsável! Os meus planos eram meramente vagos, Seguia um caminho longo, sem ambição, Pouco mais do que sobreviver meu coração, Não havia muito sentido para estes lados! Contudo, e porque eu agora acredito no destino, Estes anos todos me preparei como homem, Para que agora, sem contar, visse o céu divino, Que Deus me quis dar! Deixei de ser lobisomem! Decidi mesmo despir todas as vestimentas faciais, Sem dúvidas e calmamente feliz, me dou todo a ti, Porque nessa mulher fantástica, cheia de sonhos, eu vi, O amor de verdade, nosso, de segredos confidenciais! Decidi logo ao fim de poucas horas da minha presença, Frente aos teus olhos directos e sorriso espontâneo, Entregar a ti, em tuas mãos, o meu sonho, contemporâneo, Nunca senti necessidade de te pedir a ti qualquer licença! E a chave do meu mundo, dos meus sonhos, te dou agora na mão, Sinto o teu corpo vibrar e felicitar-se, na confiança desta aliança, Melhor que um anel, um qualquer contrato ou confissão, É hoje sentir que sou feliz e não tenho qualquer fiança! O preço dos meus sonhos, da minha felicidade, Eu te devo a ti mulher, de estimada liberdade, És ágil, subtil e eu sortudo com imensa vaidade, Te prometo agora amar, pela nossa eternidade. Autor: António Benigno Para ti, Liliana. És o melhor na minha vida…
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 9:58 AM UTC
A minha pública carta de amor
Quando me levanto olho com curiosidade, para um dia novo que me acolhe sem vaidade, Ramos soltos que batem no vidro, Por saudade eu morro, por saudade eu vivo. Sentido de um viver abençoado, Joio de um amor bem amado, Açucenas e papoilas que lindas são! Vivendo porque sim, porque não? Se gratidão fosse ser, Histórias que todos compreenderiam sem as ler, Vivendo e sentindo um Deus em cada passo, Regaço que se transforma em abraço. Por sentir e ter alma generosa no viver, Na esperança da ressurreição irei morrer, E se um dia alguém de mim se lembrar, Olhai para a vida, como para as ondas do mar.. Victor Marques
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Apr 13, 2016
Apr 13, 2016 at 12:49 PM UTC
Sentido de um viver ...
Ama sempre a vida A vida dá resposta, dá lições, Enche livros sem explicações. Fica o que nos eleva e consome, Uma memória e um nome. Um trocar de olhar, Um simples pestanejar, Ousadia e o sonho daquilo que fui e sou, Amar a vida que o amor consagrou. A vida numa agitação constante, Rebelde para trás e para a frente. Flores do mais belo jardim, Amar a vida sempre até ao fim. Viver numa turbulência com serenidade, Com pobreza ou vaidade. Viver e com a vida padecer de contente, Viver a vida hoje e sempre … Victor Marques
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Apr 8, 2013
Apr 8, 2013 at 4:46 AM UTC
AMA SEMPRE A VIDA
Viajo no meu pensamento Perdido no céu universal, Procuro um paraíso sempre igual. Procuro alegria sem saudade, Perdido num mundo sem idade. As montanhas chamuscadas, As aves sem afinidade, As pedras maltratadas, As flores sem vaidade. O sol sempre sentado, Lume acesso e apagado. Comboios sem passageiros, Políticos incultos e foleiros. O espaço é mal ocupado, O pensamento fustigado, Homem livre e de coração, Sustento e dedicação. Victor Marques
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Oct 31, 2012
Oct 31, 2012 at 12:02 PM UTC
Viajo no meu pensamento
Compassadamente as estruturas internas do edifício começam a ruir Ninguém se atreve a saltar da Torre temem a morte eterna do espírito e a dívida a ser paga eternamente As labaredas do desespero já estavam acesas consumindo dia a dia os alicerces que ainda estavam em construção e os próprios pedreiros atiravam pedras à obra Eis que o grande Arquiteto faz o prédio desabar As lágrimas dos pedreiros escorrem Já é tarde para arrependimentos Um raio cósmico atravessa minha morada Enquanto um buraco ***** engole meu alento Sofro em silêncio... Como um guerreiro deve sofrer Uma nova casa foi erguida Um a um vejo meus irmãos retornarem para casa Embora meu pai não aceite o meu retorno Há uma multidão que escarnece minha amargura Seus lábios se compadecem do meu exílio Enquanto seus pensamentos louvam minha derrota E eu... que tanto lutei... Mas fora vaidade Tudo fora vaidade De nada valeu minhas batalhas Eu permaneço no vale dos caídos E meu pai se recusa a se dirigir a mim Assassinei a minha honra Descartei minha lealdade Mas ei de edificar novamente minha própria morada
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Sep 29, 2016
Sep 29, 2016 at 10:11 AM UTC
XVI
Arregaço as mangas largas e ensopadas Do mar bravo que as molhou, Volto para a areia,onde o sol Aquece os grãos, E fez acelerar o passo De quem por lá andou. Todas as manhãs,o mar traz ao de cima Espuma,algas e saudade. Corto as mangas da minha velha camisa Para ver se a água gelada não me adoece, E desajeitado, cortei a vaidade. Agora só molho os meus magros braços, E ao olhar para o mar vejo-te atrás de mim, A tentar puxar-me para a areia porque Na água, somos o espelho da saudade e de quem morre ao não saber pôr um fim. Resisto como resistem as pernas de um pescador na corrente do mar, Mas aflito e sem forças afogo-me, e deixo-me levar. Deixei a minha velha camisa na areia Para se me vieres ver, o meu cheiro possa contigo andar. Pode ser que na próxima maré O meu corpo ao de cima possa vir. Se estiveres na nossa praia Pode ser que te veja a sorrir.
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Jan 10, 2018
Jan 10, 2018 at 5:35 PM UTC
Brisa
Parece que tudo tinha de amadurecer, Das árvores se desprender... As frutas maduras caem  ao Chão, Os ciclos são de fulgor, aceleram a respiração , Outono espiritual e  de transição... Deixa tudo fluir, o Universo reflecte, reforça tua vontade... Felicidade de alma, de paz, de espiritualidade . Deixa o Outono transformar a tristeza e se decompor em alegria, Como as folhas secas ficam verdes sem vaidade nem ousadia. O Outono de vida, para tudo  renovar, Deixe os Rouxinóis tornar a cantar, Os répteis adormecer, e hibernar... Outono de Céu e  mar, Tempo de gratidão a Deus e seus Arcanjos Aos Santos, Santas e anjos. Deixa o Outono te amar, te adormecer, Para acordar um novo ser... O Outono não é banal é sagrado, É  vida e morte tudo mistério bem guardado. Sementes e folhas apodrecem esquecidas, Para adornar nossas vidas.
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Nov 16, 2023
Nov 16, 2023 at 10:49 AM UTC
Outono de vida, de colheita
Mantenha firme a tua razão, Não te iludas com vãs palavras, Que sem ação se desfazem ao vento, E ocultam verdades amargas. Alma explorada, dor renascida, Já foste presa de um jogo cruel, Mas mãos divinas te resgataram, Erguendo-te além do fel. Quem te perdeu, agora implora, Mas não por amor, não por bondade, Apenas anseia um coração aos pés, Para inflar sua vaidade. Deixe que prove do próprio vazio, Que colha da dor que semeou, Pois quem não soube te valorizar, No próprio desprezo se afogou.
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Mar 15, 2025
Mar 15, 2025 at 4:49 PM UTC
"Eco da Superação